segunda-feira, 30 de maio de 2016

«ROBOTINO» | a robótica no acesso à arte ...quando não se pode estar ao vivo

Leia no jornal online EL ESPAÑOL
«(...)
Encargado de adaptar la robótica a una institución cultural, el joven entró en colaboración con el centro hospitalario de la región y trazó en marzo los primeros bocetos de Robotino. Un mando permite transportar al paciente hasta el cuerpo del robot, guiar sus pasos con absoluta autonomía y romper los muros que hasta hoy dificultaban el acceso a la cultura a las personas impedidas. Robotino avanza y retrocede, gira a izquierda, derecha, sobre su propio eje. (...)». Continue a ler.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

«10 Predictions for the Future of IoT»

(Montagem)

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Conferência da PASC: "Radiografia da Situação Portuguesa - Pontos Fracos e Fortes"



A PASC - Plataforma Ativa da Sociedade Civil vai realizar a conferência "Radiografia da Situação Portuguesa - Pontos Fracos e Fortes", inserida no Ciclo de Conferências "Cidadania Ativa".

O encontro vai decorrer no próximo dia 2 de junho, entre as 18h00 e as 19h30 no Campus de Campolide da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.

A conferência é gratuita mas de inscrição obrigatória para o mail secretariado@pasc.pt.

Veja o programa completo no sítio na web da APDSI.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Simplex + apresenta um total de 255 medidas para facilitar a vida aos portugueses


O Simplex 2016 ou Simplex + é uma reedição, levada a cabo pelo Primeiro-Ministro António Costa, do programa Simplex que foi criado há dez anos pelo Governo de José Sócrates. A nova versão do Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa engloba um conjunto de iniciativas que visam a facilitação de vários episódios de vida de cidadãos e empresas.

As 255 novas medidas foram apresentadas na quinta-feira, dia 19 de maio, em Lisboa, e devem ser executadas até maio do próximo ano. O objetivo, segundo explicou o Primeiro Ministro, é reduzir as queixas dos portugueses de cada vez que têm que lidar com a Administração Pública.

Entre as várias medidas que constam do programa destacam-se a entrega automática do IRS para trabalhadores dependentes e pensionistas, a possibilidade de tratar da Carta de Condução sem sair de casa, o balcão único emprego, a senha fiscal na hora, o espaço óbito ou o balcão digital de apoio aos imigrantes. Entre estas medidas constam as três ideias vencedoras do concurso Startup Simplex, que incluem a ideia "Paga ao Estado", uma carteira digital que substitui o dinheiro vivo, a "Firefisk", que consiste em reunir informação de diferentes autoridades públicas sobre incêndios numa única plataforma, e um integrador que permite que as aplicações de rastreabilidade de bovinos comuniquem diretamente e em tempo real com o Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA). A criação, até ao fim do ano, do 112.pt para pessoas com deficiência, na tutela do Ministério da Administração Interna, é outra das medidas anunciadas pelo Governo.

Desde 2006, ao longo das suas seis edições, o Simplex resultou na execução de 792 medidas das 957 programadas, o que representa uma taxa de execução de 83%. Entre as medidas mais emblemáticas do programa constam o Cartão de Cidadão, a Empresa na Hora, o Documento Único Automóvel ou o projeto Nascer Cidadão (serviço que permite registar os recém-nascidos em maternidades e hospitais).

Para esta nova edição, a ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, e a secretária de Estado da Modernização Administrativa, Graça Fonseca, percorreram o país onde, durante quatro meses, ouviram muitas queixas, mas também receberam sugestões. Com base nos contributos recolhidos, tentaram encontrar resposta aos problemas com que cidadãos e empresas se deparam, todos os dias, na sua relação com a Administração Central. À queixa mais recorrente (a do tempo de espera nos serviços das Finanças e Segurança Social), o Governo respondeu com a Senha Fiscal na Hora, por exemplo.


A Tecnologia e os Grandes Problemas da Humanidade

Leia aqui

segunda-feira, 23 de maio de 2016

APDSI dá exemplos práticos de como a Administração Pública do Futuro está cada vez mais próxima



A APDSI realizou, a 18 de maio de 2016, no Auditório do ISCAD - Instituto Superior de Ciências da Administração, em Lisboa, a conferência "Construir a Administração Pública do Futuro - Participação, Inovação e Governação", sob coordenação de Nuno Guerra Santos.

Esta foi a primeira vez que a APDSI realizou uma conferência no ISCAD, e o tema da Administração Pública ainda englobou os desafios que a sociedade terá nesta nova Era digital, bem como a intervenção das máquinas no processo decisório e inteligência artificial.

Nuno Guerra Santos, coordenador da conferência, começou por lembrar que, apesar dos desafios que Portugal enfrenta na construção da Administração Pública do Futuro, já houve realizações na área que tornaram o país numa referência internacional. Neste momento, Nuno Guerra Santos entende que há uma diferença entre o que o cidadão considera prioritário e o que a Administração Pública oferece. 

Considerando que, por tradição, a Administração Pública não está muito próxima do cidadão, devido ao período de afastamento vivido na fase da “não-democracia” portuguesa, Carlos Liz, da Ipsos Apeme, acredita que as TIC funcionam como um meio impulsionador do consumidor/editor que poderá vir a participar nas realidades do país em tempo útil. «É preciso que a Administração Pública faça trabalho no sentido de reforçar a interação do cidadão com o Estado; tem de desocultar e desconstruir mitos e preconceitos», afirmou o responsável, que ainda destacou a necessidade de observação de comportamentos, em detrimento do “método perguntativo” dos inquéritos de satisfação.

Sofia Carvalho, do Gabinete da Secretária de Estado da Justiça, apresentou o “Justiça + próxima” que tem por objetivo a desmaterialização de processos e simplificação da justiça, o dignificar dos agentes e intervenientes do ecossistema da justiça, a criação de serviços mais simples e informais e o desenvolvimento de iniciativas que são novas formas de prestar serviço público a cidadãos e empresas envolvendo a sociedade civil. Um dos projetos que está a ter maior sucesso, como explicou, é o “Tribunal +” para a gestão de salas de audiência ou pedidos de registo criminal online.

Luís Monteiro partilhou a sua experiência na Segurança Social, começando por dizer que tem uma rede de atendimento personalizado com 316 postos de serviço, uma linha direta de atendimento telefónico e um portal dedicado. O serviço e a forma como é percebido pelos cidadãos é uma das preocupações atuais da Segurança Social, por isso «são feitos inquéritos de satisfação e avaliações de feedbacks e reclamações».

Guilherme Vitorino, da Nova IMS - Information Management School, também fez a apologia das avaliações, por parte dos utentes, da qualidade dos serviços prestados pelas entidades da Administração Pública. «Às vezes estamos muito bem numa área que as pessoas não valorizam e muito mal noutra que nem demos por isso». Guilherme Vitorino admite que gerir processos de inovação e mudança não é fácil; é preciso desenho organizacional, motivação e um ambiente centralizado no “cliente” porque «há sempre uma assimetria entre a forma como nos vemos e a forma como os outros nos vêm».

Jaime Quesado, da eSPap - Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, mostrou que o Estado tem mecanismos de gestão eficientes e faz otimização de recursos, graças a um conjunto de redes colaborativas que criaram uma cultura de cumplicidade com entidades internacionais. «Estes grupos estão cada vez mais dinâmicos na União Europeia e têm vindo a trabalhar na construção de uma agenda para o território, envolvendo autarquias e universidades que têm um papel muito importante, na medida em que é um papel duplo. Se, por lado, não podem deixar de ter a responsabilidade de desenvolvimento do seu território mais próximo, hoje em dia também têm de fazer um trabalho global», afirmou Jaime Quesado. Sobre a evolução dos serviços partilhados, o presidente da eSPap deu o exemplo do Gerfip 4.0 que vai contribuir para o desenvolvimento da contabilidade do Estado para «algo que nunca tivemos em Portugal».

Isaura Maçãs, da CGI, deu o ponto de vista empresarial no contributo para o futuro da Administração Pública: «Não podemos esperar que o setor público seja inovador se nós próprios entregamos serviços de forma tradicional».

Mais do que aquilo que uma empresa faz, a importância está no sentimento que geramos quando o fazemos, diz Ricardo Constantino, da Everis. «Tenho que saber que valores a minha organização quer defender e como o meu público vai percecionar o que sou», acrescentou.

Enquanto cidadãos, «somos clientes a partir do momento em que temos uma interação com as instituições», lembrou Gonçalo Rebelo, da EY, enquanto, na sua apresentação, optou por referir que os serviços não se podem esquecer de usar canais diferentes para comunicar com diferentes públicos, de acordo com o seu nível de familiaridade com as tecnologias.

Alexandre Pinho, da Microsoft, salienta que, para se ter uma visão do que se quer transformar, é preciso conhecer o destino onde se quer chegar e os objetivos da mudança: «O contexto em que a mudança ocorre condiciona muitas vezes o desenvolvimento e o enquadramento regulatório em que a Administração Pública se move, gerando dificuldades na transição para um quadro novo». Alexandre Pinho também focou a sua apresentação referindo que a Administração Pública, por estar extremamente exposta à opinião pública, sente-se, frequentemente, retraída a levar a cabo grandes processos de mudança, uma vez que «há sempre uma grande valorização do erro».

Essa transformação digital tem de ocorrer, no entender de Pedro Silva Dias, da AMA - Agência para a Modernização Administrativa, pelo lado da oferta e pelo lado da procura. «Portugal é líder na oferta de serviços públicos digitais, o que não se reflete na capacitação das nossas empresas. O modelo de governação escolhido pela Autoridade Tributária e pelo Ministério da Saúde passa por tornar os serviços acessíveis à generalidade da população, intuitivos e fáceis, com a ajuda da administração local», explicou Pedro Silva Dias. Neste momento a AMA está num processo de formação de funcionários municipais e de freguesias para aumentar o seu grau de capacitação e garantir a confiança dos cidadãos nos serviços digitais através destes novos “mediadores”.

Monserrat Casas, da Accenture, focou-se no avanço da tecnologia para dizer que foi o que mudou a vida dos cidadãos «e com essa mudança alteraram-se, também, as suas expectativas sobre os serviços públicos».

Helena Borges, da Autoridade Tributária, falou da experiência que tem tido neste organismo, cujo principal foco digital é a deteção do incumprimento, para revelar que os utentes esperam sempre mais do Estado: «O entusiasmo de estarmos sempre a disponibilizar uma solução para termos mais visibilidade, tem que ser muito bem medido. Os processos de transformação são muito pensados porque os projetos de investimento são muito avultados». Helena Borges também valorizou o conceito do atendimento público com mobilidade, no qual a AMA tem vindo a trabalhar.

A fechar a conferência sobre "Construir a Administração Pública do Futuro - Participação, Inovação e Governação", a APDSI contou com a presença da Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, Graça Fonseca, que, no dia seguinte, apresentou publicamente o Simplex +, cujas principais inovações são as seguintes: Nascer Cidadão com médico do família; Documentos sempre à mão; Escola 360°; IRS automático; Título Único Ambiental; Carta sobre rodas; Voto em mobilidade; Pagamento de impostos direto; Documentos sempre válidos; Registo Criminal online; Espaço Cidadão em Paris; Espaço óbito; Aquicultura + simples; Declaração de remunerações para a Segurança Social interativa; Licenciamentos turísticos + Simples e Balcão Cidadão Móvel.



quinta-feira, 19 de maio de 2016

Sessão de divulgação do Aerospace Summit



Lisboa vai receber, no próximo dia 1 de junho, na Rua do Ouro, n.º 88, uma sessão de divulgação do Aerospace Summit que se vai realizar nos dias 29 e 30 de setembro em Querétaro, no México.

A sessão tem por objetivo mobilizar as empresas portuguesas do setor aeroespacial a participarem no encontro internacional e a aproveitarem um conjunto de oportunidades que estão a emergir na indústria do setor. A sessão em Lisboa está inserida na programação do Portugal Connectum projeto de internacionalização promovido pela CCILM, com o apoio do Portugal 2020, e que pretende promover tecnologia portuguesa no México.

Os participantes poderão ter contacto direto com empresas e intervenientes no setor, esclarecendo dúvidas relativamente às oportunidades desta indústria, ao ambiente setorial de negócios neste país e aos desafios que se colocam à entrada e operação das empresas portuguesas neste mercado.

As inscrições podem ser feitas para o email info@camaralusomexicana.org.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

IPv6 na Administração Pública



A APDSI realizou uma conferência sobre “IPv6 na Administração Pública”, a 11 de maio de 2016, no Auditório da eSPap, em Alfragide.

O IPv6 é uma nova geração do protocolo de Internet. De uma forma simplificada, pode dizer-se que o IPv6 vai permitir aumentar (na escala dos muitos mil milhões) o número de endereços de IP disponíveis mas há outras questões paralelas que é necessário acautelar. Desejavelmente, IPv6 e IPv4 deveriam “conviver” pacificamente durante algum tempo (o chamado “dual stack”) mas nem sempre é isso a que assistimos. Com questões técnicas e de segurança por detrás, pode dizer-se que o surgimento da chamada Internet das Coisas terá acelerado a necessidade de adoção do IPv6. Se, num futuro cada vez mais real, os objetos vão ser capazes de interagir autonomamente entre si, interligados à Internet, parece óbvia a necessidade de existência de um mais alargado meio de comunicação.

Vários governos, como o americano e o brasileiro, por exemplo, já adotaram o IPv6. E em Portugal? Jaime Quesado, Presidente da ESPAP - Entidade de Serviços Partilhados na Administração Pública, considera que o IPv6 «mexe com decisões da Comissão Europeia com implicações a nível nacional», enquanto João Confraria, Administrador da ANACOM, lembra que é missão da Autoridade Nacional das Comunicações «identificar o problema da migração, enquanto necessidade técnica. Será um problema que o mercado resolve ou será necessária intervenção regulatória?». A resposta ainda não é clara.

André Vasconcelos, da Comissão de Execução do GPTIC - Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação, afirma que até ao final do próximo ano «deverá estar definido o modelo e o roadmap para o IPv6 na Administração Pública ao nível intra e interministerial». A elaboração de um novo acordo no quadro de comunicações está a decorrer com o objetivo de ter todas as entidades públicas de cada área governativa a falar sem custos dentro da AP.

Sobre esse aspeto, João Nuno Ferreira, da FCT/UCCN - Unidade de Computação Científica Nacional, ressalva que «o trabalho só está bem feito quando o utilizador final nem se apercebe que está a usar IPv6». Apesar de já estar ativo desde 2003 e da gama de endereços em IPv6 já ser superior aos que estão em IPv4, «ainda não estão a gerar muito tráfego».

João Paulo Figueiredo, dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, fez um enquadramento histórico do IPv6, nascido em 1995, retratando os planos, dificuldades e intervenientes na sua implementação na Administração Pública.

Já numa abordagem mais prática, António Bob Santos, do CEIIA - Centre for Innovation and Creative Engineering, apresentou o IPv6 como driver para as cidades inteligentes nas próximas décadas. «As cidades vão ter de se esforçar para serem inteligentes. O impacto deste crescimento nas suas dinâmicas sociais é muito significativo com melhores serviços à disposição, logo, com novos modelos de negócio no horizonte», afirmou.

Valentim Oliveira, da SIBS - Sociedade Interbancária de Serviços de Portugal, traçou os cenários possíveis para «o que acontecerá no dia em que a organização precisar de endereços públicos para além dos endereços IPv4 que já tem?». Há várias opções mas todas elas passam pela inevitável aquisição de endereços IPv6.

Rui Fernandes, da Cisco, não deixou margem para dúvidas quando assegurou que «os endereços de IPv4 já são um bem escasso. Se eu não me preparar para o IPv6 vou ter problemas porque o IPv4 não está garantido após 2020».

Vasco Lagarto, do Pólo das Tecnologias da Informação, Comunicação e Eletrónica, mostrou que a adoção do IPv6 está a ser um pouco mais lenta do que o esperado inicialmente mas está a acontecer. Apesar das incontestáveis vantagens na adoção do IPv6, Vasco Lagarto reconhece que «o IPv6 não tem em conta a compatibilidade com o IPv4».

A APDSI organizou a conferência, intitulada “IPv6 na Administração Pública”, por entender que é uma questão que se reveste de sensibilidade especial pois a informação em causa refere-se a cidadãos e organizações, incluindo as que são responsáveis pela segurança do próprio Estado.

terça-feira, 10 de maio de 2016

«Uma reforma da Administração Pública centrada na gestão»

Disponível aqui


Desde logo, uma declaração de interesses: o artigo da imagem é de nossa autoria. Depois, quem sabe, pode interessar a algum dos leitores deste blogue já que a Administração Pública é um dos focos da APDSI.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Internet of Things (IoT) Segurança e Privacidade na Internet 12 de maio



O Internet Society - Portugal Chapter vai realizar, na próxima quinta-feira, dia 12, o "Internet of Things (IoT) Segurança e Privacidade na  Internet" no Auditório do Centro de Congressos do Instituto Superior Técnico.

Vão ser duas sessões de debate e reflexão com o seguinte programa:

09h30 : 10h00 - Recepção e registo
10h00 : 10h30
- "Abertura e objetivos", Pedro Veiga, ISOC Portugal.
- "The Internet of Things: An Overview - Understanding the Issues and Challenges of a More Connected World", apresentação e discussão do relatório da ISOC, Frédérick Donck (Diretor ISOC Europe)

10h30 : 11h00
- "SIGFOX, uma nova rede de comunicações dedicada à Internet das Coisas", Pedro Costa, NarrowNet
11h00 : 11h20 - Intervalo para Café
11h20 : 12h40 - Painel
- "IoT na perspectiva da Microsoft", Marco António Silva, Microsoft Portugal
- "Smart Grid e IoT", Augusto Casaca, IST
- "IoT: Oportunidades e desafios", Pedro Rosa, Main Hub - Innovation, Incubation & Development
Moderador: Pedro Oliveira, Diretor da Exame Informática
12:40 - Sessão de encerramento, Pedro Veiga, ISOC Portugal.
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Programa da sessão da tarde:
14h00 : 14h30 - Receção e registo
14h30 : 15h00
- "Abertura e objetivos"
José Legatheaux Martins, ISOC Portugal.
- "Encription and Privacy - Understanding the Issues and Chalenges of a More Connected World", apresentação e discussão do relatório da ISOC, Frédérick Donck (Diretor ISOC Europe)
15h00 : 15h20 - Intervalo para Café
15h20 : 16h40 - Painel
- José Pacheco Pereira, Historiador
- André Zúquete, Professor de Segurança Informática, Universidade de Aveiro
- Filipa Calvão, Presidente da Comissão Nacional de Proteção de Dados
Moderador: José Victor Malheiros, Jornalista
16h40 - Sessão de encerramento, José Legatheaux Martins, ISOC Portugal.
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17h30 - Assembleia Geral dos Membros da ISOC Portugal (sujeito a confirmação)

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Conferência: Construir a Administração Pública do Futuro - Participação, Inovação e Governação



A APDSI vai realizar, a 18 de maio de 2016, no Auditório do ISCAD - Instituto Superior de Ciências da Administração, em Lisboa, a conferência "Construir a Administração Pública do Futuro - Participação, Inovação e Governação", sob coordenação do Dr. Nuno Guerra Santos.

A reforma da Administração Pública foi tradicionalmente encarada como um processo complexo e longo, centrado na reorganização das instituições públicas e visando a sua transformação através de fusões ou extinções e mudanças no enquadramento da função pública. Este tipo de mudança, estando dependente em grande medida da decisão política e assente em revisões legislativas, teve como resultado visível uma redução do número de organismos e dirigentes, bem como a criação de alguns organismos-agentes da mudança, mas não conseguiu evidenciar o seu impacto na redução de custos e na melhoria da qualidade da prestação dos serviços públicos.

Os ciclos do governo eletrónico e da modernização administrativa, e o programa Simplex em particular, inauguraram uma abordagem à reforma da Administração Pública mais participativa e centrada nos serviços públicos, conciliando projetos transversais e estruturantes, com iniciativas avulsas propostas pelos próprios organismos ou resultantes de processos pontuais de auscultação dos cidadãos. Destes ciclos resultaram diversas iniciativas emblemáticas de modernização, como o Cartão de Cidadão, bem como um conjunto variado de evoluções nos serviços públicos.

Por outro lado, mantendo-se a dependência de uma governação central das iniciativas e sendo os organismos sujeitos a limitações crescentes nos seus recursos materiais e humanos, este esforço foi-se revelando progressivamente mais difícil e de impacto cada vez mais limitado. Importa assim renovar a reforma da Administração Pública, tornando-a mais rápida, permanente e eficaz. Como? Promovendo uma mudança mais centrada nas necessidades e expectativas dos cidadãos, ouvidos regularmente; utilizando novos métodos e ferramentas de redesenho dos processos e dos serviços públicos, de forma mais participativa, inclusiva e inovadora; testando de forma ágil as novas soluções, garantindo o seu alinhamento com as expectativas dos cidadãos e racionalizando a sua implementação; avaliando os resultados da mudança e incentivando a participação de todos os envolvidos, através de uma comunicação permanente. 

O programa já está disponível aqui.

«THE RESPONSIVE CITY |a guide to civic engagement and governance in the digital age»


«The Responsive City is a guide to civic engagement and governance in the digital age that will help leaders link important breakthroughs in technology and data analytics with age-old lessons of small-group community input to create more agile, competitive, and economically resilient cities. Featuring vivid case studies highlighting the work of pioneers in New York, Boston, Chicago and more, the book provides a compelling model for the future of governance. The book will help mayors, chief technology officers, city administrators, agency directors, civic groups and nonprofit leaders break out of current paradigms to collectively address civic problems». Continue a ler.