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terça-feira, 30 de abril de 2019

Já são conhecidos os 8 vencedores da Final Nacional da 31.ª edição das Olimpíadas da Informática em 2019


Lisboa, 02 de abril de 2019 – A APDSI organiza a 31.ª Edição das Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI) e promoverá a participação da representação portuguesa em mais uma edição das Olimpíadas Internacionais de Informática (IOI), este ano, no Azerbaijão.



Já são conhecidos os 8 vencedores da Final Nacional das Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI’2019), um concurso de âmbito nacional, promovido e organizado pela APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, em colaboração com o Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e a Universidade do Algarve, destinado aos jovens que frequentam o ensino secundário ou o ensino básico em todo o território nacional.



Os 8 melhores concorrentes desta segunda fase farão um estágio de preparação, o Concurso Ibero-Americano de Informática por Correspondência (CIIC), e no final desse estágio será feita uma nova prova, a Prova de Seleção. Do conjunto das provas, serão conhecidos os 4 alunos que irão representar Portugal nas Olimpíadas Internacionais de Informática (IOI’2019) que se realizam este ano em Baku, no Azerbaijão. A próxima fase realizar-se-á a 25 de maio (sábado).



Os 8 alunos melhor classificados na Final Nacional foram:



Kevin Pucci - 12º ano do Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins (Chaves)

David Nassauer - 12º ano da Escola Secundária D. Filipa de Lencastre (Lisboa)
Pedro Dias - 12º ano da Escola Alemã de Lisboa (Lisboa)
Ricardo Antunes - 11º ano do Agrupamento de Escolas de Castro Verde (Castro Verde)
João Camarneiro - 12º ano da Escola Secundária de José Estêvão (Aveiro)
Paulo Cortesão - 12º ano da Escola Secundária Infanta Dona Maria (Coimbra)
André Guimarães - 12º ano do Externato Marista de Lisboa (Lisboa)

Diogo Nogueira - 12º ano da Escola Básica e Secundária Vale do Tamel (Barcelos)

segunda-feira, 1 de abril de 2019

APDSI assina protocolo com Cidadania Digital


A APDSI assinou um protocolo de colaboração com o projeto Cidadania Digital.
Ambas as entidades pretendem dar passos concretos que ajudem os mais jovens a usar cada vez melhor as novas tecnologias, passando, não só por conseguir uma utilização em maior segurança, mas também aproveitar todas as potencialidades que estas nos oferecem.
Este acordo, que beneficia todos os associados da APDSI, irá assumir várias facetas ao longo do ano. Destacamos, desde já, a primeira, que assume a forma de Campo de Férias Digital e que irá decorrer de 8 a 12 de abril, em Lisboa, onde o cruzamento entre as temáticas da cidadania digital, a promoção de competências sociais e emocionais, e o necessário equilíbrio com atividades lúdicas, permitirão aos mais jovens um espaço único de crescimento e desenvolvimento.
A prevenção é um fator essencial na formação dos mais novos para a cidadania digital, cujos temas serão abordados de uma forma muito atrativa e devidamente adaptada ao contexto de cada faixa etária, sem nunca esquecer o lado pedagógico.
O formador deste projeto, Marco Frazão, tem experiência no ensino a alunos do 1º, 2º e 3º ciclos, contando já com mais de 2.200 alunos destas faixas etárias em várias cidades. Está programada uma sessão de esclarecimento aos pais durante a qual serão transmitidas informações mais detalhadas sobre o projeto.



Para mais informações visite o site da Cidadania Digital.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

A APDSI volta a promover a realização das Olimpíadas Nacionais de Informática e renova aposta na representação portuguesa nas Olimpíadas Internacionais


Lisboa, 05 de fevereiro de 2019 – A APDSI organiza a 31.ª Edição das Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI) e promoverá a participação da representação portuguesa em mais uma edição das Olimpíadas Internacionais de Informática (IOI), este ano, no Azerbaijão.
Depois de fazer história na edição de 2018 das Olimpíadas Internacionais de Informática, com Kevin Pucci a trazer a primeira medalha de prata para o nosso país, Portugal voltará a marcar presença, este ano, naquelas que são uma das seis olimpíadas mundiais da Ciência, tendo como aspiração a superação dos resultados da edição anterior.
A equipa que representará Portugal nas IOI é selecionada através do concurso de informática Olimpíadas Nacionais de Informática. A componente científica da prova é da responsabilidade do Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e do Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve.
As Olimpíadas Nacionais da Informática são organizadas pela APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação e contam, em 2019, com o apoio da Fundação Gulbenkian.
Este ano, e como tem sido hábito, as ONI desenrolam-se em duas fases: a primeira é um concurso realizado através da Internet, no qual podem concorrer todos os alunos do ensino secundário, e que consiste na resolução de três problemas de programação de natureza algorítmica, submetendo as suas soluções a um sistema de avaliação automático.
Os 30 concorrentes que obtiverem melhor classificação nesta prova preliminar passam à final nacional, que se realizará presencialmente, durante o mês de maio.
Os concorrentes melhor classificados na prova final poderão ser selecionados para participar num estágio de formação, a realizar em junho de 2019, no final do qual serão escolhidos quatro elementos que formarão a comitiva que representará Portugal nas Olimpíadas Internacionais da Informática.
A primeira edição das IOI teve lugar em Pravetz, Bulgária, em 1989, com o apoio da UNESCO e desde então têm-se realizado todos os anos. O objetivo principal das IOI é estimular o interesse dos jovens – estudantes do ensino secundário – pela informática e pelas tecnologias da informação e os seus vencedores, em cada ano, pertencem ao grupo dos melhores jovens cientistas mundiais no domínio da Informática.
As IOI 2019 realizam-se este ano em Baku, no Azerbaijão, de 4 a 11 de agosto de 2019. Portugal estará presente, em conjunto com cerca de 80 outros países.
As inscrições são realizadas no sítio das Olimpíadas Nacionais de Informática em http://oni.dcc.fc.up.pt/2019/inscrever

Links úteis:
Olimpíadas Internacionais da Informática – http://olympiads.win.tue.nl/ioi/
Olimpíadas Internacionais da Informática 2019 – https://www.ioi2019.az/
Olimpíadas Nacionais da Informática 2019 – http://oni.dcc.fc.up.pt/2019.

OMS lança o primeiro curso de e-Learning sobre Política de Financiamento em Saúde


Este curso de e-learning compreende seis módulos que cobrem as principais funções da política financeira de saúde, conforme conceituada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Este curso visa participantes de vários níveis de experiência e especialização e é um dos considerados fundamentais pela OMS.
O curso foi concebido para ser usado de várias formas: como preparação para aqueles que irão participar num curso presencial da OMS, para aqueles que, por vários motivos, não puderem participar nesse tipo de curso, e para aqueles que já participaram em alguns cursos e desejam atualizar os seus conhecimentos. O curso funcionará em vários dispositivos, sistemas operacionais e navegadores.
Saiba mais aqui.

APDSI divulga o maior projeto de investigação coordenado por Portugal: o Smart4health


O Smart4health é coordenado por Portugal no âmbito do Programa Europeu de Investigação e Inovação Horizonte 2020, e tem como principal objetivo fomentar soluções personalizadas de saúde através da troca universal de Registos de Saúde Eletrónicos.
Este projeto recebeu um financiamento de 22 milhões de euros, dos quais mais de 4 milhões para entidades portuguesas. O desenvolvimento deste projeto vai permitir que os cidadãos e prestadores de cuidados de saúde colaborem de forma integrada e digital com médicos e investigadores. Com isto, o Smart4Health capacitará o cidadão europeu para a gestão da sua própria saúde no contexto de uma vida ativa numa sociedade digital.
O Smart4Health assenta em dois grandes pilares que derivam das necessidades do cidadão numa sociedade cada vez mais digital: participar na gestão da própria saúde e ajudar a sociedade através da partilha dos seus dados.
Saiba mais aqui.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

A APDSI realizou a 3.ª Tertúlia de Competências Digitais


A APDSI realizou a 3.ª Tertúlia organizada pelo seu Grupo de “Competências Digitais, Qualificação e Empregabilidade”, esta quarta-feira dia 16 de janeiro, na Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal.
Com o tema “Codificar no Presente, Programar o Futuro” esta iniciativa contou com a forte presença dos alunos da Escola Secundária Sebastião da Gama, assim como das forças vivas locais.
A Sessão de Abertura esteve ao cargo da Prof.ª Fernanda Oliveira (Diretora do Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama), do Eng. Miguel Brito Campos (Vogal da Direção da APDSI) e do Dr. Ricardo Oliveira (Vereador com o pelouro da Educação da Câmara Municipal de Setúbal).
Nesta sequência, o Prof. Nuno Pina apresentou um Projeto do Instituto Politécnico de Setúbal que cativou o interesse da plateia, dada a aplicabilidade direta ao mote do presente evento “Competências Digitais, Qualificação e Empregabilidade”.
De seguida a Prof.ª Fernanda Ledesma (Presidente da ANPRI e Co-Coordenadora do Grupo da ADPSI) apresentou uma visão sobre “A Programação no Ensino Básico e Secundário”.
Esta iniciativa terminou com a participação de vários de especialistas das TIC que apresentaram o seu testemunho aos alunos e restantes participantes presentes.
Foi um evento muito oportuno e atual, que permitiu reunir o presente e o futuro das TIC na Escola, Ensino Superior e Tecido Empresarial.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019



O Grupo de Missão da APDSI “Território Inteligente” difunde o Seminário “Cadastro Predial no Brasil: Aspetos institucionais, diretrizes, tecnologias e formação” em articulação com a FCSH-UNL (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), no próximo dia 22 de janeiro, a partir das 9:30 horas.

Este seminário consistirá num conjunto de apresentações sobre a realidade brasileira relativas a diversos aspetos chave da temática do cadastro predial, ao qual se seguirá um debate final.


"A APDSI está fortemente empenhada em ser um agente facilitador deste conhecimento – Saúde e Segurança Digital – das suas estratégias de difusão e das transformações necessárias na sociedade em geral e em Portugal em particular” – Filipa Fixe e Luís Nunes, Vogais da Direção da APDSI com responsabilidade na área da Saúde, em entrevista ao Fórum Hospital do Futuro. https://bit.ly/2RUjPeY

A APDSI e os Serviços Digitais: um percurso de vida partilhado” – artigo de Helena Monteiro



Artigo de opinião saído na Revista “Diagrama” (n.º 7 – dezembro de 2018) da AMA – Agência para a Modernização Administrativa onde Helena Monteiro, Presidente da Direção da APDSI (Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação) apresenta a nova Direção e os seus objetivos tendo por mote “ousar, desafiar e inovar”.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

3.ª Tertúlia da APDSI: "Aprendizagem ao longo da vida no contexto das competências digitais: Codificar no Presente, Programar o Futuro"



O Grupo “Competências Digitais, Qualificação e Empregabilidade” da APDSI, em parceria com as instituições que promovem a Feira Tecnológica E-Tech (Câmara Municipal de Setúbal, EDUGEP, ANPRI, IPS e AISET) vai realizar uma terceira tertúlia sobre o tema “Codificar no presente, Programar o futuro”. O encontro, organizado pelo Grupo de Competências Digitais, Qualificação e Empregabilidade da APDSI, realiza-se na quarta-feira, 16 de janeiro, a partir das 14:30 horas, no Auditório da Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal.
A APDSI vai dar continuidade ao debate sobre a Aprendizagem ao longo da vida no contexto da qualificação, empregabilidade e das competências digitais, desta vez no âmbito da Programação nos programas de requalificação, ensino superior e ainda ao nível dos ensinos básico e secundário.
Esta Tertúlia destina-se aos alunos dos CEF 3.º Ciclo e Cursos Profissionais, bem como alunos de Ciências e Tecnologias do Ensino Secundário nas áreas de informática, multimédia, eletrónica, entre outras.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

APDSI volta a discutir desafios e soluções para o Território Inteligente



A APDSI realizou a 18 de dezembro uma conferência sobre “Território Inteligente - Desafios e Soluções para uma gestão eficaz do Cadastro Predial”, no auditório da Torre do Tombo, na Alameda da Universidade.

O evento vem dar continuidade à temática “Portugal é um só”, levada a cabo pela APDSI com particular afinco ao longo deste ano. Como ponto de partida, seria necessário garantir uma visão integrada do território, bem como o aproveitamento do potencial proporcionado pelas tecnologias de informação e comunicação.

Para o Diretor Geral da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), o património digital é uma noção ainda não muito assumida, mas para a qual a APDSI tem vindo a contribuir positivamente com “este tipo de encontros que promove e que colocam o património digital como parte integrante das suas atividades”.

No arranque dos trabalhos, a presidente da APDSI, Maria Helena Monteiro, lembrou o mote da APDSI “Ousar, desafiar e inovar, ouvindo todos e conjugando a inteligência nacional em benefício da sociedade civil”.

Na sessão de abertura foi consensual a consideração de que a informação cadastral merece enquanto elemento agregador de outros vetores do conhecimento territorial.

Na sua intervenção, a Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Ramos, considerou que este é um “tema importante da agenda do desenvolvimento”, enquanto assume “a lacuna do conhecimento sobre a propriedade” que implica que haja um caminho a percorrer.

O uso da propriedade tem hoje incidência num vasto território que tanto pode ser urbano difuso, como de floresta ou até de mato, contrariamente ao aconteceu durante muito tempo em que o foco estava no território urbanizado. Para que essa evolução se verifique também no ambiente digital é necessária uma boa comunicação entre administradores e administrados, onde as TIC têm um papel fundamental no desenvolvimento e adaptação dos sistemas de informação cadastral.

Enquanto vogal do Conselho de Administração da Agência Nacional de Inovação (ANI), António Bob dos Santos, afirma que Portugal tem feito progressos na administração pública ao nível da modernização administrativa. Os dados que apresentou mostram que, no que respeita à competitividade, Portugal está muito bem posicionado e também apresenta bons níveis de aproveitamento dos instrumentos de financiamento para a inovação, podendo afirmar-se que é hoje um “inovador moderado” mas nestas áreas é necessário passar para o grupo dos incontestáveis “inovadores”, acrescenta Bob dos Santos.

Nesta edição dedicada ao Território Inteligente, a APDSI contou ainda com a participação de Fernanda do Carmo, Diretora Geral da Direção Geral do Território (DGT), Sofia Carvalho, Vice-Presidente do Conselho de Administração do Instituto de Registos e Notariado (IRN), Fátima Leitão, do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), Ana Luísa Gomes, da Câmara Municipal de Lisboa, João Palma, da Câmara Municipal de Cascais, Francisco Silva Cardoso, da Câmara Municipal do Montijo, e Luís Alcobia, Vice-Presidente da Direção da Federação Nacional das Associações de Proprietários Florestais (FNAPF), num debate moderado por José Pedro Neto, Vice-Presidente da CCDR-LVT.

A Diretora Geral da Direção Geral do Território referiu-se ao facto de, hoje, em dia, a sociedade estar a exigir a existência de um cadastro, muito na sequência de problemas sociais como os incêndios e as alterações climáticas: “Hoje há uma consciência coletiva de que precisamos desta modernização”. Um dos grandes desafios que se colocam nesta altura é trabalhar com as Finanças para tornar os dados integráveis em cadastro predial.

Na Conferência Território Inteligente - Desafios e Soluções para uma gestão eficaz do Cadastro Predial, perspetiva que a APDSI pretende perseguir em 2019, as diversas opiniões cruzaram caminhos para os desafios e soluções que se colocam na construção de um território inteligente e na procura da valorização do mesmo.


PASC debate o futuro do jornalismo e o papel das redes sociais em 2018


A APDSI, enquanto associação fundadora da PASC – Casa da Cidadania e, no atual mandato, a presidir à Direção desta Plataforma, apoiou a Tertúlia – Debate intitulada “Cidadania Digital – Será o fim da democracia?” que decorreu a 14 de dezembro na Junta de Freguesia do Lumiar.

A captura do jornalismo por grandes grupos económicos institucionalizou uma comunicação social baseada nas notícias sensacionalistas e de impacto de curto prazo, com menos investigação e com pouco contraditório.

Esta questão foi o ponto de partida para um debate que veio dar eco às preocupações da PASC relativamente à cidadania digital nas suas várias vertentes.

O painel de debate contou com a participação de Ana Maria Evans, Carlos Magno, José Emílio Amaral Gomes, José Magalhães, Paulo Pena e Pedro Fonseca que manifestaram as suas tantas vezes opostas opiniões sobre quem, realmente, nos governa e a extinção a médio prazo da profissão de jornalista, caso não se comece a contrariar o fenómeno das fake news – a conclusão mais consensual.
Nesta conferência, foi ainda abordado o tema da certificação dos jornalistas, identificada como uma oportunidade para a devolução da confiança nos media de informação.

Esta iniciativa da PASC – Casa da Cidadania cruzou perspetivas diferentes e aparentemente contraditórias, abrindo caminho ao aprofundamento do papel das redes sociais no jornalismo de hoje.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

APDSI debate Saúde e Segurança Digital




A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI) organizou ontem a Conferência “Saúde e Segurança Digital”, no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa. O evento dá continuidade aos bons resultados de anos anteriores nas edições da Conferência “As TIC e a Saúde no Portugal de Hoje”, sempre desenvolvido em articulação com entidades do Ministério da Saúde, entidades prestadoras de cuidados de saúde públicas e privadas e com fornecedores de soluções e tecnologias.

A abertura da conferência esteve a cargo de Maria Helena Monteiro, presidente da direção da APDSI, num painel que contou com a participação de Francisco Ramos, secretário de Estado Adjunto e da Saúde e Teresa Sustelo de Freitas, presidente do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL).

Nesta edição, a APDSI contou ainda com a participação de Henrique Martins, presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), António Gameiro Marques, diretor geral do Gabinete Nacional de Segurança (GNS), Francisco Rocha Gonçalves, da administração do IPO do Porto, Marco Prazeres, da Luz Saúde, Maria de Lurdes Gonçalves, da Vieira de Almeida e Associados, e Joaquim Cunha, diretor executivo do Health Cluster Portugal. Participaram também representantes da Deloitte, Everis, IBM, Glintt, Maxdata, Microsoft, Oracle e SAP, os principais fornecedores de soluções tecnológicas a operar em Portugal.

Com este conjunto diversificado de oradores, a APDSI considerou estarem reunidos os principais players para refletir, de forma assertiva e pertinente, sobre os principais desafios associados à segurança e à confidencialidade da informação.

Do conjunto das participações, concluiu-se que é consensual a noção de que os sistemas de informação na saúde são fundamentais, como catalisadores da progressiva "digitalização" da saúde e de uma maior qualidade na prevenção, tratamento e acompanhamento dos doentes.

Contudo, estes desenvolvimentos qualitativos e quantitativos implicam um aumento dos riscos de segurança, que importa gerir no sentido de geração de uma maior confiança que possa resultar numa maior segurança dos pacientes, colocando-os no centro da decisão. Essa gestão deverá ser desenvolvida segundo análises de custo-benefício cuidadas, que considerem equilibradamente os imperativos de segurança, privacidade e compliance.

Os cidadãos gostam de segurança, mas não a pedem. Ou seja, demasiado tempo sem incidências de segurança leva-nos a desprezá-la, pelo que se deve apostar em “security by design”, recorrendo também à open innovation.

Nesta conferência, foi ainda abordado o tema do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) identificado como uma oportunidade para, com base em relações de confiança, melhorar a qualidade dos dados e dos processos que fazem a sua gestão.

Existem já casos de sucesso na aplicação destes princípios, apresentados por um conjunto variado de empresas com presença internacional no mercado da saúde. Como sempre, é intenção da APDSI promover, na sociedade civil, a reflexão sobre o movimento de transformação do setor da saúde, com particular ênfase em Portugal, o que passa também por identificar boas práticas e casos de sucesso nacionais e internacionais que possam vir a contribuir para boas performances num contexto nacional.

As TIC são os principais agentes inovadores desta transformação do setor da Saúde e devem ser também quem garante uma maior equidade e uma maior qualidade de cuidados em saúde centrados no cidadão. Conduzir à perceção deste papel alargado das TIC no setor é um dos principais objetivos desta iniciativa da APDSI.




quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

OesteCIM aposta na modernização administrativa


Principal promotora do Projeto Oeste Digital 3.0, apoiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), a OesteCIM pretende melhorar os serviços online prestados aos cidadãos através de várias tipologias de investimento, tais como acesso wi-fi público, gestão de backups para proteção e recuperação de informação de forma mais eficaz e desenvolvimento de um Sistema de Informação Territorial do Oeste apoiado em tecnologia SIG.

A Comunidade Intermunicipal do Oeste vê a prestação de serviços online e a desmaterialização de processos como fundamentais para o crescimento da Região. Para a OesteCIM, será essencial haver um alinhamento dos 12 municípios para conseguir uma solução tecnológica comum que possibilite a libertação de recursos e a redução de custos, através da partilha de serviços.

Numa primeira fase o objetivo será colocar wi-fi de acesso público em vários pontos estratégicos da Região Oeste, sendo que, a visão de futuro passa por ter uma rede transversal ao Oeste, ou seja, uma solução única integradora entre todos os Municípios. 

O concurso público para gestão de backups já foi lançado, estando a abertura de propostas marcada para dezembro de 2018. Quanto ao Sistema de Informação Geográfica, a sua aquisição também está prevista para dezembro de 2018.  

Também já arrancou o processo de desmaterialização, com o início dos trabalhos de instalação de soluções informáticas nos Municípios do Oeste, que deverá estar concluído em dezembro de 2018.

Há dois anos a OesteCIM já tinha avançado com o projeto “Oeste Digital 3.0” executado pela Comunidade Intermunicipal do Oeste, enquanto beneficiário líder, em co promoção com os seus 12 municípios membros: Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Peniche, Óbidos, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.

Esta operação contribuiu para uma melhoria dos serviços online prestados ao cidadão e para a modernização da Administração Pública através da melhoria do acesso às TIC bem como da sua utilização e qualidade, reduzindo os custos de contexto.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Transformação das Operações de IT pouco valorizadas pelas empresas


A Cisco, que inquiriu mais de 1500 gestores de IT de todo o mundo (entre 500 a 50 mil colaboradores) demonstra que apesar de a maturidade das operações de IT ainda estar numa fase inicial, 88% dos CIO acreditam que o investimento nestas operações é essencial para obter capacidades de prevenção e oferecer um valor estratégico.

As organizações com níveis mais altos de maturidade reúnem dados de mais áreas da sua infraestrutura, realizam mais análises e apoiam-se na automatização em grande medida. Para obter capacidades "preventivas" (o nível máximo de maturidade), as organizações devem estar mais orientadas para os dados através da utilização de indicadores de dados, de forma a prever ocorrências (como interrupções) e na automatização para realizar alterações contínuas e manter um estado ideal dos seus processos.

De acordo com o estudo da Cisco, 28% dos orçamentos de TI dos entrevistados são gastos em otimizar e corrigir as Operações de TI, sendo que 68% dos inquiridos esperam aumentar este orçamento nos próximos 12 meses. Paralelamente, 88% dos gestores de TI afirmam que o seu investimento em operações de TI nos últimos 12 meses melhorou a satisfação dos clientes externos, enquanto 89% salienta progressos na inovação.

Atualmente, apenas 14% alcançaram o nível mais alto de capacidades de operações de TI, denominado pela Cisco de "preventivo". Cerca de 26% ainda se encontram num nível mais baixo, onde os acontecimentos de TI reagem à medida que ocorrem (operações "reativas"). No entanto, 33% esperam alcançar as operações "preventivas" dentro de dois anos.

Os mais avançados, aqueles com capacidades operativas "preventivas", têm o dobro de probabilidades de realizar operações de automatização contínua do que as organizações menos avançadas, e mais de 50% têm mais probabilidade de implementar uma recolha automática de dados ao longo de toda a organização.

Quando as Operações de TI têm os dados certos, os conhecimentos corretos extraídos desses dados, e a capacidade de automatizar as tarefas operacionais através de toda a infraestrutura, podem otimizar-se.

Porém, de acordo com o relatório da Cisco, apenas 26% dos entrevistados reúnem os dados de forma contínua, 17% utilizam análises automatizadas em tempo real. A maioria das atividades ainda são periódicas.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

APDSI apoia tertúlia / debate "Cidadania Digital - Será o Fim da Democracia?"


A APDSI, enquanto associação fundadora da PASC - Casa da Cidadania e, no atual mandato, a presidir à Direção desta Plataforma, apoia a Tertúlia - Debate intitulada "Cidadania Digital - Será o fim da democracia?" que se vai realizar no dia 14 de dezembro no Salão Palacete da Junta de Freguesia do Lumiar, entre as 16h30 e as 19h30.

O desenvolvimento tecnológico, particularmente a Internet, a inteligência artificial e o big data, permitiram acelerar e massificar a comunicação personalizada, através de uma enorme diversidade dos canais digitais. O discurso do ódio, a maquinação dos medos e o aproveitamento das fragilidades da democracia passaram a fazer parte do nosso quotidiano.

A captura do jornalismo por grandes grupos económicos institucionalizou uma comunicação social baseada nas notícias sensacionalistas e de impacto de curto prazo, com menos investigação e com pouco contraditório. Será que estamos a deixar de ser cidadãos para passarmos a viver numa sociedade comandada por algoritmos de computador? Qual o Futuro do Jornalismo? Quem nos governa afinal? Será que trocámos o nosso controlo político por uma aparente liberdade individual de publicar nas redes sociais?

Esta iniciativa da PASC - Casa da Cidadania pretende ser um espaço de debate aberto entre perspetivas diferentes e aparentemente contraditórias, capaz de desconstruir o papel das redes sociais no aprofundamento da democracia participativa ou no seu enfraquecimento.


segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Conferência da APDSI sobre "Saúde e Segurança Digital"



A APDSI vai realizar uma conferência sobre "Saúde e Segurança Digital", no dia 11 de dezembro, entre as 8h30 e as 14h00, no auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, na Avenida do Brasil, n.º 53. 

A saúde com Tecnologias de Informação e de Comunicação garante maior equidade e maior qualidade de cuidados em saúde centrados no cidadão.

A Conferência "Saúde e Segurança Digital" vai reunir especialistas, bem como representantes de instituições de saúde, públicas e privadas, para debater e partilhar casos de estudo sobre os desafios de segurança e de confidencialidade da informação.

O que nos trouxe o Regime Geral da Proteção de Dados? Que transformação implicou nas Unidades de Saúde e no percurso do cidadão no Sistema Nacional de Saúde? Estas são algumas das questões a que vamos procurar responder em mais um momento de reflexão sobre a transformação do setor da Saúde.


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

APDH promove workshop "Como referenciar para a Rede Nacional de Cuidados Continuados"



Estão abertas as inscrições para o workshop "Como referenciar para a Rede Nacional de Cuidados Continuados", que se realiza no dia 21 de novembro de 2018, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa - ESTeSL.

Com vista à agilização e desmaterialização do processo de referenciação para a RNCCI, a organização pretende aumentar o envolvimento dos profissionais de saúde no processo de referenciação dos utentes para as respetivas unidades e equipas, sabendo que para as mesmas podem ser referenciadas pessoas com dependência funcional transitória decorrente de processo de convalescença ou outro, dependência funcional prolongada, idosas com critérios de fragilidade, incapacidade grave, com forte impacte psicossocial e doença severa, em fase avançada ou terminal.

Os objetivos do workshop são esclarecer quais as condições gerais de admissão em todas as tipologias da RNCCI, demonstrar o processo de referenciação para unidades e equipas da RNCCI e interagir com o aplicativo de referenciação para RNCCI.

A metodologia aplicada vai passar pela exposição de conteúdos teóricos e demonstração do preenchimento dos módulos obrigatórios para referenciação à RNCCI.

Os formadores são Carla Pereira, da equipa de apoio à reforma dos Cuidados Continuados e Joaquim Magalhães, dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

APDSI apoia a 5.ª conferência internacional sobre Sistemas de Informação, Segurança e Privacidade - ICISSP 2019



A 5.ª Conferência ICISSP (Conferência Internacional sobre Sistemas de Informação de Privacidade e Segurança), organizada pelo INSTICC (Instituto de Sistemas e Tecnologias de Informação, Controlo e Comunicação) e que conta com o apoio da APDSI, vai decorrer de 23 a 25 de fevereiro de 2019, em Praga, na República Checa.

A Conferência Internacional sobre Segurança e Privacidade de Sistemas de Informação tem como objetivo criar um ponto de encontro para pesquisadores e profissionais que abordem desafios de segurança e privacidade que dizem respeito a sistemas de informação, especialmente em organizações, incluindo não apenas questões tecnológicas, mas também questões sociais.

A conferência acolhe artigos de natureza prática ou teórica, apresenta pesquisas ou aplicações, abordando todos os aspetos de segurança e privacidade, e que preocupam organizações e cidadãos individuais, criando assim novas oportunidades de pesquisa. O período de submissão de papers decorre até 15 de novembro deste ano.

A ICISSP vai juntar investigadores e académicos do mundo inteiro sobre esta área. Os principais tópicos abordados serão a segurança de dados e software, a criação de confiança em equipamentos e online, segurança em dispositivos móveis, privacidade e confidencialidade.

Bill Buchanan, da Edinburgh Napier University, do Reino Unido, e Roberto Di Pietro, da Hamad Bin Khalifa University, no Qatar, são os keynote speakers já anunciados.

Os sócios da APDSI beneficiam de um desconto na inscrição do evento. Encontra aqui mais informação.