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quinta-feira, 30 de junho de 2016

OCDE alerta para os desafios de uma economia digital


Os governos devem agir mais rapidamente para ajudar cidadãos e empresas a uma maior utilização da Internet e no eliminar de barreiras regulamentares à inovação digital. 

O alerta foi deixado na semana passada pela OCDE - Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico - que reforçou aos representantes de cerca de 40 países a importância de não se arriscarem a perder os benefícios económicos e sociais da economia digital.

O economista Ángel Gurría, secretário-geral da OCDE, pretendeu com o encontro do passado dia 22, priorizar a agenda digital em quatro áreas-chave: Internet aberta à inovação, confiança numa economia digital, construção de uma conectividade global, empregos e formação numa economia digital.

Os desafios que uma economia digital traz, estão sintetizados aqui.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Grand Coalition junta empresas europeias num objetivo comum



No âmbito da Agenda Digital para a Europa, várias empresas apresentaram compromissos ao abrigo da Grand Coalition, cuja missão passa por apoiar a criação de emprego nas novas tecnologias e dotar os europeus de capaciadades profissionais nessa área.

As entidades que assinaram compromissos no âmbito desta iniciativa europeia foram: a SAP, Telefonica, CISCO, the European Schoolnet, the Council of European Professional Informatics Societies (CEPIS), the ECDL (European Computer Driving Licence) Foundation, the European e-Skills Association, HP, Microsoft, Oracle, Fast Track to IT and the Corporate IT Forum.

Foi também anunciado que a Google, Randstad e a ENI estariam a traçar um compromisso nesse sentido.

As associações europeias mais significativas na área das novas tecnologias também marcam presença. São elas: a Digital Europe, CIONET, EUROCIO e a PIN-SME.

A Comissão Europeia solicita às empresas envolvidas a oferta de formação e adequação dos cursos para empregos na área digital, uma ligação entre as qualificações que as pessoas obtêm e as que as empresas necessitam, o evitar a falta ou excedente de mão de obra nas diferentes regiões, certificação válida entre Estados-Membros, sensibilização dos cidadãos para o setor digital e um sistema de aprendizagem mais inovador.

Apesar de não ser possível prever que empregos serão necessários no futuro, as entidades responsáveis consideraram, contudo, que se pode observar uma clara tendência tecnológica em toda a indústria que deverá ser optimizada com formação dos funcionários.

Ao nível europeu, o pedido de compromissos continuará aberto até 31 maio, sendo apresentados na Assembleia da Agenda Digital, em Dublin, na Irlanda, a 19 e 20 junho.

No sítio na web da APDSI encontra o documento de enquadramento da Grand Coalition.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Sociedade Civil consultada sobre a nova Agenda Digital


Está a decorrer até 30 de setembro uma consulta pública para recolher propostas de medidas a incluir na Nova Agenda Digital nacional. Neste processo, que se pretende inclusivo, solicitam-se contributos de toda a sociedade civil que poderão ser submetidas através do site do Programa Estratégico para o Empreendedorismo e a Inovação.

Na base do novo plano de atuação está a criação de condições para estimular o desenvolvimento e a utilização da economia digital pelos cidadãos e empresas, em especial as PME, favorecendo atividades mais competitivas e orientadas para o mercado global, em linha com os objetivos do Programa Nacional para o Empreendedorismo e Inovação.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

APDSI apresenta tomada de posição pública sobre o Plano Tecnológico e a Agenda Digital


A APDSI assinalou o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação com várias iniciativas.

As actividades foram dinamizadas, a partir das 14h30, na Fundação Portuguesa das Comunicações. Para além do lançamento da edição 2011 do Glossário da Sociedade da Informação e da apresentação do livro "Do Plano Tecnológico à Agenda Digital - cinco anos de tomadas de posição do grupo de alto nível da APDSI", foi apresentada, também, a 10ª tomada de posição do Grupo de Alto Nível (GAN) da APDSI sobre o caminho percorrido do Plano Tecnológico (PT) à Agenda Digital (anunciada pelo Governo em Setembro de 2010 e enquadrada no Plano Tecnológico, em paralelo com a Estratégia Europa 2020 e a Agenda Digital Europeia).

O GAN considera que a generalidade dos resultados publicados sobre o PT são positivos, subsistindo, no entanto, alguns objectivos a serem alcançados. O Grupo destaca que é preciso assegurar a elevação dos níveis educativos médios e o esforço de aprendizagem, bem como os seus reflexos na economia portuguesa. Ainda na mesma avaliação pode ler-se que "progressos importantes foram conseguidos na ligação dos agregados familiares à banda larga".

Esta avaliação do GAN assenta em três eixos. São eles o conhecimento, com o destaque para a importância da qualificação, a tecnologia, com o objectivo de se vencer o atraso tecnológico, e um novo impulso necessário à inovação. Pela positiva são destacados "os progressos na utilização da Internet, no número de alunos por computador nas escolas, no esforço para aumentar as competências científicas e tecnológicas e na mobilização das empresas". Por outro lado a análise do GAN diz que na Agenda Digital 2015 não se consegue "promover a alteração do perfil da indústria e dos serviços de modo a aumentar a produtividade e a competitividade, nem é evidente a estratégia de médio e longo prazo que é posta em prática e que o país precisaria para corrigir a actual trajectória e construir a sociedade da informação e do conhecimento".

O GAN é composto por um pequeno número de membros seleccionados individualmente pela direcção da APDSI, colocando o seu conhecimento e experiência ao serviço da comunidade nacional.