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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Internet of Things (IoT) Segurança e Privacidade na Internet 12 de maio



O Internet Society - Portugal Chapter vai realizar, na próxima quinta-feira, dia 12, o "Internet of Things (IoT) Segurança e Privacidade na  Internet" no Auditório do Centro de Congressos do Instituto Superior Técnico.

Vão ser duas sessões de debate e reflexão com o seguinte programa:

09h30 : 10h00 - Recepção e registo
10h00 : 10h30
- "Abertura e objetivos", Pedro Veiga, ISOC Portugal.
- "The Internet of Things: An Overview - Understanding the Issues and Challenges of a More Connected World", apresentação e discussão do relatório da ISOC, Frédérick Donck (Diretor ISOC Europe)

10h30 : 11h00
- "SIGFOX, uma nova rede de comunicações dedicada à Internet das Coisas", Pedro Costa, NarrowNet
11h00 : 11h20 - Intervalo para Café
11h20 : 12h40 - Painel
- "IoT na perspectiva da Microsoft", Marco António Silva, Microsoft Portugal
- "Smart Grid e IoT", Augusto Casaca, IST
- "IoT: Oportunidades e desafios", Pedro Rosa, Main Hub - Innovation, Incubation & Development
Moderador: Pedro Oliveira, Diretor da Exame Informática
12:40 - Sessão de encerramento, Pedro Veiga, ISOC Portugal.
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Programa da sessão da tarde:
14h00 : 14h30 - Receção e registo
14h30 : 15h00
- "Abertura e objetivos"
José Legatheaux Martins, ISOC Portugal.
- "Encription and Privacy - Understanding the Issues and Chalenges of a More Connected World", apresentação e discussão do relatório da ISOC, Frédérick Donck (Diretor ISOC Europe)
15h00 : 15h20 - Intervalo para Café
15h20 : 16h40 - Painel
- José Pacheco Pereira, Historiador
- André Zúquete, Professor de Segurança Informática, Universidade de Aveiro
- Filipa Calvão, Presidente da Comissão Nacional de Proteção de Dados
Moderador: José Victor Malheiros, Jornalista
16h40 - Sessão de encerramento, José Legatheaux Martins, ISOC Portugal.
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17h30 - Assembleia Geral dos Membros da ISOC Portugal (sujeito a confirmação)

terça-feira, 3 de julho de 2012

Fórum sobre a Governação da Internet

A ISOC Portugal e a Fundação para a Ciência e Tecnologia, com o apoio da Internet Society, organizam na terça-feira, dia 10 de julho, o II Fórum Português sobre a Governação da Internet, no Auditório D.Pedro IV, nº 124 da Av.D. Carlos I, em Lisboa, entre as 9h00 e as 17h00.

Temas como a Governação da Internet, propriedade intelectual no mundo digital, privacidade e segurança, normas abertas e inovação, assim como desafios decorrentes das novas formas de criação e disponibilização de conteúdos digitais e redes sociais, serão os principais temas a serem debatidos neste fórum.

Confirme a sua presença através do e-mail isoc@isoc.pt. Mais informações no sítio oficial do evento.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Net Neutrality - Neutralidade da Internet: Problemática, estado da arte em Portugal

A ISOC Portugal e a APDSI vão organizar um evento destinado a discutir o tema "Net Neutrality - Neutralidade da Internet: Problemática, estado da arte em Portugal". O encontro realiza-se no próximo dia 30 de Novembro, entre as 9h30 e as 18h00, no Hotel Villa Rica, em Lisboa. O objectivo é envolver a sociedade civil, as empresas e os agentes políticos.

Esta problemática da Net Neutrality tem um enquadramento: Toda a informação trocada através da Internet é convertida em sequências de pacotes que são enviadas de uma origem a um destino.
Na génese da invenção da Internet está o facto desta ser uma rede baseada na transferência de pacotes (packets, datagramas) de um ponto da rede até outro segundo uma filosofia de best-effort, isto é, a rede procura transportar um pacote de uma origem a um destino mas sem garantia desta entrega. Ao longo dos anos foram desenvolvidas outras tecnologias de comunicações, como as definidas pelo modelo de referência OSI ou o ATM, que tiveram menos sucesso e alguns já desapareceram, por seguirem abordagens em que a rede procurava garantir a entrega de todos os pacotes ou procurava criar níveis de serviço para diferentes aplicações e/ou clientes.

De modo resumido a Internet é uma rede com uma enorme eficiência de transporte de informação de uma origem a um destino, por ser uma rede que faz processamento mínimo dos fluxos de informação que a atravessam. Além disso é uma rede com uma arquitectura muito distribuída e resiliente.

Nos últimos anos algumas entidades no mundo das comunicações voltaram a insistir numa abordagem em que "a rede" deveria ser alterada para garantir qualidade de serviço a alguns tipos de clientes, com maiores exigências de entrega da informação de uma origem para um destino e dispostos a pagar tarifas mais elevadas para este efeito. Esta abordagem altera a filosofia em que assentou a criação da Internet baseada, como se disse, no tratamento de pacotes independentemente do seu conteúdo, e privilegiando o tráfego de certas origens para certos destinos.

Um factor de preocupação de muitos reside no facto que uma Internet que deixe de ser neutra em relação ao tipo de tráfego que transporta, possa dar início a uma transformação da rede marcada por: filtragem de tráfego que não interessa a alguns operadores da rede (como VoIP), filtragem de tráfego de alguns tipos de conteúdo com base em critérios económicos ou políticos obscuros, uma menor capacidade de ligação à Internet de pequenos fornecedores de conteúdos que poderão ser discriminados contribuindo-se para uma menos inovação na Internet, etc. A nível internacional muitos governos, organizações e empresas se têm debruçado sobre a neutralidade da Internet. A questão, na sua vertente mais técnica, tem-se resumido em saber qual o modo como a Internet deve tratar os pacotes: de modo neutro ou de modo diferenciado. Esta matéria passou desde há muito da pura discussão técnica para a análise do respectivo impacto a nível social, económico, regulatório e legal. A OCDE, no "Communiqué on Principles for Internet Policy-Making", que resultou da conferência de Paris em Junho, defende que devem haver normas de responsabilização do sector privado (para os ISP's, por exemplo) tendo em vista a protecção da propriedade intelectual na Internet.