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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

A APDSI divulga a 3.ª Conferência Anual da PASC – Casa da Cidadania

PASC – Casa da Cidadania promove a 3.ª Conferência Anual, a ser realizada no próximo dia 26 de fevereiro, entre as 14 e as 18 horas, na Sala do Senado da Assembleia da República.
Este ano, a Conferência Anual terá como tema genérico “Democracia e Cidadania: Encontros e desencontros” e pretende ser um encontro ao mais alto nível entre a  Casa da Cidadania e a Casa da Democracia, promovendo o debate entre perspetivas cívicas e académicas sobre o acompanhamento, a dinamização e a intervenção ativa, de forma orgânica ou inorgânica, em torno das grandes causas da sociedade portuguesa.
Simultaneamente, pretende-se ouvir os vários grupos partidários e algumas das comissões parlamentares, sobre a forma como acompanham e procuram responder aos movimentos sociais e às iniciativas orgânicas e inorgânicas que surgem no âmbito da sociedade civil.
As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias. Inscreva-se aqui.
Consulte o Programa aqui.

A APDSI divulga o Prémio Anual da Cidadania 2019 promovido pela PASC – Casa da Cidadania

PASC – Casa da Cidadania, convida todas as associações a promoverem candidaturas individuais ou coletivas ao Prémio Anual da Cidadania 2019, que irá ser anunciado na 3ª Conferência Anual da PASC – Casa da Cidadania, a ser realizada na tarde do próximo dia 26 de fevereiro na Sala do Senado da Assembleia da República.
As candidaturas poderão ser enviadas por email utilizando o impresso incluso ao regulamento ou através do acesso à página da PASC-CC ou através de um clique aqui.
A receção de candidaturas que inicialmente foi comunicada até 31 de janeiro foi estendida até ao próximo dia 10 de fevereiro.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

PASC debate o futuro do jornalismo e o papel das redes sociais em 2018


A APDSI, enquanto associação fundadora da PASC – Casa da Cidadania e, no atual mandato, a presidir à Direção desta Plataforma, apoiou a Tertúlia – Debate intitulada “Cidadania Digital – Será o fim da democracia?” que decorreu a 14 de dezembro na Junta de Freguesia do Lumiar.

A captura do jornalismo por grandes grupos económicos institucionalizou uma comunicação social baseada nas notícias sensacionalistas e de impacto de curto prazo, com menos investigação e com pouco contraditório.

Esta questão foi o ponto de partida para um debate que veio dar eco às preocupações da PASC relativamente à cidadania digital nas suas várias vertentes.

O painel de debate contou com a participação de Ana Maria Evans, Carlos Magno, José Emílio Amaral Gomes, José Magalhães, Paulo Pena e Pedro Fonseca que manifestaram as suas tantas vezes opostas opiniões sobre quem, realmente, nos governa e a extinção a médio prazo da profissão de jornalista, caso não se comece a contrariar o fenómeno das fake news – a conclusão mais consensual.
Nesta conferência, foi ainda abordado o tema da certificação dos jornalistas, identificada como uma oportunidade para a devolução da confiança nos media de informação.

Esta iniciativa da PASC – Casa da Cidadania cruzou perspetivas diferentes e aparentemente contraditórias, abrindo caminho ao aprofundamento do papel das redes sociais no jornalismo de hoje.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

APDSI apoia tertúlia / debate "Cidadania Digital - Será o Fim da Democracia?"


A APDSI, enquanto associação fundadora da PASC - Casa da Cidadania e, no atual mandato, a presidir à Direção desta Plataforma, apoia a Tertúlia - Debate intitulada "Cidadania Digital - Será o fim da democracia?" que se vai realizar no dia 14 de dezembro no Salão Palacete da Junta de Freguesia do Lumiar, entre as 16h30 e as 19h30.

O desenvolvimento tecnológico, particularmente a Internet, a inteligência artificial e o big data, permitiram acelerar e massificar a comunicação personalizada, através de uma enorme diversidade dos canais digitais. O discurso do ódio, a maquinação dos medos e o aproveitamento das fragilidades da democracia passaram a fazer parte do nosso quotidiano.

A captura do jornalismo por grandes grupos económicos institucionalizou uma comunicação social baseada nas notícias sensacionalistas e de impacto de curto prazo, com menos investigação e com pouco contraditório. Será que estamos a deixar de ser cidadãos para passarmos a viver numa sociedade comandada por algoritmos de computador? Qual o Futuro do Jornalismo? Quem nos governa afinal? Será que trocámos o nosso controlo político por uma aparente liberdade individual de publicar nas redes sociais?

Esta iniciativa da PASC - Casa da Cidadania pretende ser um espaço de debate aberto entre perspetivas diferentes e aparentemente contraditórias, capaz de desconstruir o papel das redes sociais no aprofundamento da democracia participativa ou no seu enfraquecimento.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

APDSI apoia tertúlia da PASC sobre o racismo


A APDSI, enquanto associação fundadora da PASC - Casa da Cidadania e, no atual mandato, a presidir à Direção desta Plataforma, apoia a Tertúlia - Debate intitulada "Será Portugal um país racista?" que se vai realizar no dia 10 de novembro na Sala Nietzsche da Fábrica Braço de Prata em Lisboa.

Inclusão social, culturas, segurança e outros medos estarão refletidos neste encontro que espelha a atividade da PASC cujo objetivo é promover a participação cívica dos cidadãos, através das associações suas filiadas, visando reforçar o contributo consciente e ativo da cidadania para uma sociedade mais justa, solidária e onde a confiança entre a sociedade civil e os poderes públicos seja reforçada.



quarta-feira, 18 de julho de 2018

Participação da APDSI na PASC


No dia 5 de julho a APDSI participou na reunião do Conselho de Representantes da PASC – Plataforma de Associações da Sociedade Civil – Casa da Cidadania. A PASC é uma plataforma de associações que visa contribuir para a mobilização dos cidadãos portugueses para o exercício de uma cidadania ativa e responsável.

Nesta reunião foi apresentada a nova Direção da PASC que passa a ser presidida pelo Dr. Luís Vidigal, ex-Presidente da APDSI, que sucede nestas funções ao Prof. Dias Coelho. Entre os principais pontos da reunião sobressai a discussão sobre a estratégia para reforçar a voz da sociedade civil e a apresentação do plano de atividades. Este integra a realização de diversos estudos, a criação de um prémio anual da cidadania e a 3.ª Conferência da Casa da Cidadania.

A PASC foi convidada a integrar o Open Government Partnership tendo lançado um levantamento sobre as iniciativas a desenvolver no seu âmbito, que está disponível aqui.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

2.ª Conferência Anual da PASC a 30 de novembro


A PASC - Casa da Cidadania vai realizar a sua 2.ª Conferência Anual no próximo dia 30 de novembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

No evento será entregue pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o Prémio Cidadania 2017 à Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrogão Grande.

A conferência decorre a partir das 16h30. As inscrições devem ser feitas para secretariado@pasc.pt.





segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Presidente da República na 1.ª Conferência Anual da PASC


No próximo dia 23 de novembro vai realizar-se a 1.ª Conferência Anual da PASC, entre as 9h30 e as 17h30, no Fórum Lisboa.

O encontro conta com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e durante o dia vão ser abordados os temas da Cidadania Ativa, o Cluster do Mar e a Reforma da Administração Pública.

Veja aqui programa completo.

A participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória para o mail secretariado@pasc.pt.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Conferência da PASC: "Radiografia da Situação Portuguesa - Pontos Fracos e Fortes"



A PASC - Plataforma Ativa da Sociedade Civil vai realizar a conferência "Radiografia da Situação Portuguesa - Pontos Fracos e Fortes", inserida no Ciclo de Conferências "Cidadania Ativa".

O encontro vai decorrer no próximo dia 2 de junho, entre as 18h00 e as 19h30 no Campus de Campolide da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.

A conferência é gratuita mas de inscrição obrigatória para o mail secretariado@pasc.pt.

Veja o programa completo no sítio na web da APDSI.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Sessão de encerramento do projeto de fundação da PASC



No próximo dia 25 vai realizar-se a sessão de encerramento do projeto de fundação da PASC - Casa da Cidadania.

A sessão vai realizar-se a partir das 18h00 no Clube Militar Naval, na Avenida Defensores de Chaves, n.º 26, em Lisboa.

PROGRAMA 

18h00 | Recepção dos convidados 

18h15 – 20h00 | Intervenções: 

O Futuro da PASC - Prof. José Dias Coelho, Presidente da Direcção da PASC;
A PASC e a Cidadania - Dr. João Salgueiro, SEDES;
A história da PASC - Dra. Maria Perpétua Rocha, Coordenadora da Comissão Instaladora da PASC;
O Papel da Assembleia - Prof. Dr. António Gentil Martins, Presidente da Mesa da Assembleia da PASC;
O Papel do Conselho Fiscal - Dr. Mário Baptista, Presidente do Conselho Fiscal da PASC;
Observatório da Cidadania - Prof. Dr. João Vieira da Cunha, Universidade Europeia;
O nascimento da PASC - Casa da Cidadania General Garcia Leandro, Presidente da Comissão Eleitoral da PASC;
Código de Conduta - Dra. Paula Barata, Advogada.

20h00 | Porto de Honra

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Jornadas do GEOTA no próximo dia 27


O GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente) juntamente com a Universidade Lusófona do Porto, vai realizar, no próximo dia 27, as jornadas "Desafios para uma Economia de Baixo Carbono".

O encontro vai decorrer nas instalações da Universidade Lusófona do Porto, a partir das 9h00.

Aqui fica o programa:

09h30 - Painel "Eficiência Energética";
10h45 - Painel "Boas Práticas para uma Economia de Baixo Carbono";
11h45 - Debate;
14h30 - Painel "Energias Renováveis Marítimas";
15h45 - Painel "Questões Jurídicas sobre os Recursos Energéticos do Mar";
16h45 - Debate;
14h30 - 16h45: Sessão Plenária | Mobilidade Elétrica: desafios e oportunidades.

Para mais informações consulte o sítio na web do GEOTA.

O GEOTA é um associado da PASC - Plataforma Ativa da Sociedade Civil.

terça-feira, 31 de março de 2015

3.º Congresso da Cidadania Lusófona



À semelhança do que aconteceu em abril de 2014, a PASC vai organizar o III Cidadania Lusófona. Trata-se de um congresso que vai reunir uma série de personalidades que, na teoria e na prática, se têm dedicado ao reforço dos laços entre os países e regiões do espaço da Lusofonia - no plano cultural, desde logo, mas também no plano social, económico e político. O Cidadania Lusófona vai realizar-se no dia 1 abril de 2015.

Adriano Moreira vai ser o Presidente Honorário do Congresso que vai reunir várias Associações da Sociedade Civil, de todo o espaço da Lusofonia, que estão cada vez mais conscientes da importância estratégica deste desígnio.

Tal como ocorreu nos I e II Congressos, também neste vai ser entregue o Prémio Personalidade Lusófona, promovido pelo MIL, com o patrocínio do Instituto Internacional de Macau. já foi premiado premiado Lauro Moreira, Ximenes Belo, Adriano Moreira, Domingos Simões Pereira e, mais recentemente, Ângelo Cristóvão. Desta vez o galardão vai para será Gilvan Müller de Oliveira, em reconhecimento de todo o seu incansável trabalho em prol da difusão da Lusofonia, à frente do Instituto Internacional da Língua Portuguesa.



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

PASC promove Ciclo do Mar


A PASC - Plataforma de Associações da Sociedade Civil - Casa da Cidadania vai promover um ciclo de quatro conferências, a decorrerem em Lisboa e em Aveiro entre outubro e dezembro, dedicadas ao mar e que vão contar com a presença do Secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu.

A PASC definiu, no âmbito das Associações que a integram, que o mar é, conjuntamente com o potencial humano português e a posição geoestratégica do país, a maior fonte de riqueza e de afirmação nacional. Por isso, importa que todos os portugueses conheçam, acompanhem e se revejam na sua Governança.


Desde a sua fundação que a PASC tem procurado contribuir para que o mar seja tema de debate na agenda pública. A carta aberta enviada em 2010 ao Primeiro-Ministro José Sócrates, "Portugal e o Mar - o Recurso Estratégico do Século XXI", inspirou, segundo testemunho do próprio Secretário de Estado do Mar, a elaboração do documento "Plano do Mar".

Os principais objetivos deste Ciclo do Mar passam por aproximar os cidadãos da decisão política nas questões do mar que mais interessam ao país e procurar respostas a questões decisivas sobre a estratégia para o mar.

As inscrições devem feitas até ao dia 15 de outubro para pasc.plataformaactiva@gmail.com. Consulte o programa no sítio na web da APDSI.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

PASC formalmente constituída



Foi hoje formalmente constituída a PASC - Plataforma de Associações da Sociedade Civil. Casa da Cidadania. A APDSI é uma das suas Sócias Fundadoras.

Desejamos à PASC e a todas as Associações que a integram os maiores sucessos!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

3ª Exposição GAMMA de fotografia



Está em exibição, no Pavilhão das Galeotas do Museu de Marinha, em Lisboa, a "III Exposição GAMMA de Fotografia" da autoria de Miguel Fernandes.

Intitulada "A Força da Simples Presença - A "Álvares Cabral" na Somália", a mostra de fotografias vai estar patente ao público até ao dia 6 de Abril, e pode ser vista de terça a domingo, entre as 10h00 e as 17h00.

Esta é uma iniciativa do Grupo de Amigos do Museu de Marinha - GAMMA.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

XII Encontro Público PASC



O 12º Encontro Público PASC - Plataforma Ativa da Sociedade Civil, intitulado "Um Olhar Interior Sobre a Realidade Nacional", vai realizar-se a 18 de janeiro de 2014, às 15h30, na Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu.

Este Encontro Público PASC, parceira da APDSI, vai contar com as intervenções de Fernando Ruas, José Luís Nogueira, João Salgueiro e Adriano Moreira.

Esta é a primeira vez que a organização, que reúne 38 associações da sociedade civil, vai fazer um dos seus encontros públicos fora de Lisboa numa decisão que a PASC explica em comunicado publicado no seu blogue oficial: «Viseu, porque foi considerada a melhor cidade para viver; porque é o centro do país, no lugar do coração; porque é um lugar de memórias que vão de Viriato, a Afonso Henriques, D. Duarte, Infante D. Henrique, Grão Vasco; porque é uma terra que no presente já se constrói no futuro. E, por fim, porque entre as sete pessoas que iniciaram esta ideia da PASC, em finais de 2009, dois são de Viseu, isto é, a PASC tem também alguma coisa de Viseu e de Viriato».

A entrada para o 12º Encontro Público PASC é gratuita.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

XIV encontro PASC sobre “Orçamento de Estado 2014, que visão para o futuro?"


A PASC, de que a APDSI é uma das Associações fundadoras, vai realizar na próxima segunda-feira, dia 11 de novembro de 2013, o seu XIV Encontro sobre "Orçamento de Estado 2014, que visão para o futuro?", pelas 9h30, no ISEG, Instituto Superior de Economia e Gestão, (Edifício do Quelhas, Auditório CGD, Piso 2).

Neste encontro vão estar presentes três ex-Ministros das Finanças, um ex-Secretário de Estado e o Presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal.

A entrada é gratuita, limitada à capacidade do auditório, e requer inscrição até sexta-feira, dia 8 de novembro, para aaa@iseg.utl.pt.

PROGRAMA:

9h30 - Abertura - Maria Perpétua Rocha (Coordenadora da PASC)

Intervenções

Emanuel dos Santos - Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento nos XVII e XVIII Governos
Manuela Ferreira Leite - Ministra de Estado e das Finanças no XV Governo
António Saraiva - Presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal
João Salgueiro - Ministro de Estado, das Finanças e do Plano no VIII Governo

Moderador: Luis Campos e Cunha

12h30 - Encerramento

terça-feira, 23 de julho de 2013

PASC participa no Ciclo de Conferências da CIP



A CIP - Confederação Empresarial de Portugal - iniciou um ciclo de conferências subordinadas ao tema "Economia Portuguesa / Competitividade e Crescimento".

No passado dia 9 de julho, o debate, moderado por Manuela Ferreira Leite, foi sobre "O Processo de Reforma do Estado - O Estado Social e o Crescimento Económico" e teve como oradores António Bagão Félix, Suzana Toscano, Maria de Lurdes Rodrigues e Luís Valadares Tavares.

A PASC, parceira da APDSI, também participou neste debate, representada pela sua coordenadora, Maria Perpétua Rocha, autora da síntese que pode ler mais abaixo.

Tendo por base as declarações de António Saraiva, Presidente da CIP, a PASC sublinha que:

«As empresas estão preocupadas com as condições que determinam o seu funcionamento e o seu desempenho. As empresas não estão apenas preocupadas com os fatores que diretamente as afetam - financiamento, fiscalidade, energia, reindustrialização, justiça ou muitos outros que direta e indiretamente condicionam e influenciam a actividade económica, os projetos das empresas, o investimento e o emprego. Têm uma noção mais ampla do interesse nacional.

A CIP elegeu, para a prossecução dos seus objectivos estratégicos dominantes, a defesa de três grandes prioridades para a economia portuguesa em 2013:
1. Promover a Internacionalização;
2. Promover a Reindustrialização;
3. Concretizar a Reforma do Estado.

A CIP tem defendido um forte compromisso para a redução estrutural da despesa pública, de modo a atingir, a prazo, um peso no PIB consentâneo com um nível da carga fiscal e parafiscal na economia. que permita uma maior competitividade externa e uma maior capacidade de atracção de investimento. Tal objetivo só será possível mediante a redefinição do papel do Estado na economia e uma reforma profunda de toda a Administração Pública e do Sector Empresarial do Estado.

A Reforma do Estado não pode ser feita olhando apenas para a sua função - que também a tem - de patrão e de empregador. Esta é uma função que o Estado tem assumido e que, talvez, lhe tenha condicionando as opções. Um Estado que se assume apenas enquanto empregador é levado a recear mais pelos efeitos que as suas políticas tenham no emprego, do que pelas consequências que terão na eficiência e na eficácia. Essa poderá ser uma das razões do enorme atraso na Reforma do Estado.

O Estado para ser eficiente tem que saber exactamente quais são as suas funções e quais as suas responsabilidades;
O Estado tem que saber fazer bem feito o que lhe compete e tem que abandonar o que cabe a uma Sociedade organizada fazer;
É necessário definir onde o Estado deve estar e intervir, com que meios, o deve fazer, quanto custa esse Estado, quais os recursos de que necessita para se sustentar e onde colhe esses recursos. Não se trata apenas da redução da despesa pública. A Sociedade Civil organizada tem obrigação de se pronunciar sobre como atingir este objetivo. Consequentemente deve participar nesta reforma contribuindo para definir quais os seus objetivos, que devem ir além dos meros resultados financeiros, bem como metodologia para a realizar.

A Reforma do Estado não pode continuar a ser confundida com o tema Reforma da Administração Pública. São temas diferentes e como tal devem ser tratados. No entanto, o que for feito na Reforma da Administração Pública tem que resultar das definições que ocorram no quadro da Reforma do Estado. A questão da Reforma do Estado é uma questão de falta de meios ou uma questão de falta de Visão? A Reforma do Estado não deve surgir para reduzir desequilíbrios orçamentais mas, principalmente para:

- Adequar o Estado à Visão e às Estratégias de Desenvolvimento pretendidas para Portugal;
- Estabelecer as Políticas Públicas decorrentes dessa Visão e dessas Estratégias;
- Organizar os aparelhos administrativos do Estado que permitam concretizá-las com eficácia e eficiência;
- Afetar os recursos públicos possíveis à sua utilização de acordo com as disponibilidades nacionais.

A Reforma do Estado deve ter como objetivos:
- Ganhar eficiência gerindo os recursos públicos de forma a garantir um melhor serviço público, com os mesmos recursos;
- Garantir que a intervenção do Estado não se transforma num bloqueio para a iniciativa individual, o desenvolvimento da atividade económica e o funcionamento das instituições públicas e privadas num quadro de competição regulada;
- Os serviços públicos têm que ser reconhecidos pela sua utilidade e pela importância que têm para os cidadãos.

A Reforma das Administrações Públicas, implica:
- Apreciar o seu mérito;
- Reforçar o seu sistema de avaliação de desempenho;
- Oferecer rescisões amigáveis aos menos qualificados;
- Reforçar as competências especializadas, através de formação e de contratações apropriadas;
- Reduzir o desperdício a Zero: A Reforma da Administração Pública deve assentar na lógica do serviço que presta. O resultado será uma estrutura mais eficiente, mais eficaz, consumindo menos recursos e propiciando um serviço público de maior qualidade.

O Estado Social desenvolveu-se com uma crescente afirmação e estruturação dos poderes do Estado, que evoluiu de mínimo, ou assistencialista, a providencial e a garante do bem-estar, e as sociedades modernas correspondem com maior ou menor grau a esta organização. Este sistema de garantia e segurança levou à dinamização da economia e à iniciativa individual. Em contrapartida, atenuou-se fortemente a noção de solidariedade e alimentaram-se individualismos, ao mesmo tempo que aumentava a dependência dos poderes políticos.

A CIP considera que há que transformar um Estado que abafa e tolhe a responsabilidade da sociedade, num Estado possibilitador. Um Estado que, ao invés de criar dependências, promova a autonomia e a iniciativa da Sociedade Civil. Um Estado que fomente uma cultura de partilha de riscos e que assegure a igualdade de oportunidades. Alterou-se o tempo e o espaço das decisões e os poderes públicos enfrentam hoje uma limitação à sua soberania, ficando em risco os objetivos de justiça social e desprotegendo os cidadãos diante dos novos e antigos riscos.

A gestão desta mudança exige consciência dos riscos mas também uma noção clara do que deve ser preservado no inevitável processo de adaptação. O que está em causa  deve ser séria e profundamente discutido na Sociedade, sem sofismas, preconceitos ou maniqueísmos. Podem condensar-se as seguintes opções:
- Sistema público totalizante ou sistema misto baseado numa complementaridade responsável?
- Soluções óptimas mas inexequíveis ou soluções de segunda ordem exequíveis?
- Menos Estado ou melhor Sociedade?
- Visão determinista e impositiva do aforro ou alguma liberdade de escolha?

Em qualquer caso, o Estado Social deve assentar nos seguintes pontos:
- Reconhecimento da proteção social universal como um bem público;
- Não confusão entre provisão pública de direitos sociais e a sua produção pública, com a afirmação plena do princípio da subsidiariedade social;
- Conjugação gradual, sensata e equilibrada entre a proteção social e a liberdade de escolha;
- Conjugação integral entre direitos e deveres sociais;
- Promoção da família como núcleo natural de solidariedade geracional.

A verdadeira reforma do Estado, e em particular a reforma do Estado Social, passa por aumentar a produtividade. Só há melhor redistribuição se houver criação de riqueza. Não cabe ao Governo indicar o caminho às Empresas. Compete ao Governo facilitar esse caminho e remover os obstáculos que continuam a levantar-se como custos de contexto absurdos e desmotivadores, uma burocracia pesada e quase obsessiva e uma multiplicidade de taxas que penalizam a competitividade e consomem tempo e recursos das empresas. A Reforma do Estado é um tema que diz respeito a toda a Sociedade Civil e não penas ao Governo e aos partidos políticos. A Reforma do Estado deve ser objeto de um compromisso de futuro, envolvendo todas as forças políticas e sociais num pacto consistente e firme, no qual todos se comprometam decididamente e com determinação de cumprir e fazer cumprir. A Reforma do Estado é um tema de todos».

segunda-feira, 8 de abril de 2013



Na próxima quarta-feira, dia 10 de abril, vai realizar-se a conferência "O Futuro da Segurança", a partir das 10h00, no Auditório Agostinho da Silva da Universidade Lusófona de Lisboa.

Esta é uma iniciativa do Instituto de Estudos de Segurança, da EuroDefense Portugal e da Decide com o patrocínio da Securitas. A EuroDefense Portugal é uma das 12 associações fundadoras da PASC - Plataforma Ativa da Sociedade Civil e uma das 31 que atualmente a integram.

O programa está disponível no sítio na web da APDSI.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

XIII Encontro Público PASC - "Um modelo de ensino profissional para Portugal"




A PASC está a promover o seu XIII Encontro Público, intitulado "Um modelo de ensino profissional para Portugal".

O encontro terá lugar no dia 7 de março, na Ordem dos Engenheiros, na Av. António Augusto Aguiar - 3º Dto., em Lisboa, e pretende alertar para os aspetos considerados essenciais ao sucesso da implementação deste modelo de ensino profissional para Portugal. Eis os pontos principais em debate:

- O  Ensino Profissional tem que ser valorizado socialmente;
- A implementação do modelo de Ensino Profissional tem que ter em conta a visão e a experiência das empresas que operam no país;
- A experiência acumulada pelos antecedentes de ensino técnico-profissional do Instituto dos Pupilos do Exército, o seu impacto nas Indústrias para a defesa e pólos tecnológicos das Forças Armadas e de Segurança e o seu potencial no âmbito da cooperação no espaço lusófono. A APDSI é uma das Associações que integra a PASC.

Veja aqui o programa do evento.