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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Pós-graduação em Sistemas e Tecnologias de Informação para as Organizações



Estão abertas as inscrições para a pós-graduação em Sistemas e Tecnologias de Informação para as Organizações (STIO), promovida pelo Instituto para o Desenvolvimento e Estudos Económicos, Financeiros e Empresariais do ISEG.

A pós-graduação destina-se a executivos e a quadros médios e superiores que desempenham ou pretendem vir a desempenhar, funções na área dos sistemas e tecnologias da informação.

O plano de estudos do curso concilia a tradição que a pós-graduação tem obtido no mercado, uma vez que já vai na 26.ª edição, com uma revisão de matérias e de conteúdos considerando as mais recentes tendências do mercado de sistemas de informação para as organizações.

Para mais informações consulte a página oficial do curso.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Tecnológica portuguesa procura colaboradores



A tecnológica portuguesa Olisipo quer contratar mais 70 colaboradores até ao final do ano na área das tecnologias da informação, sejam juniores ou seniores.

A empresa pretende assim manter o ritmo de contratações, quando no primeiro semestre de 2014 recrutou um número idêntico de profissionais. «A Olisipo contrata de forma consistente durante todo o ano, procurando responder às solicitações diárias dos clientes e tem neste momento diversas oportunidades em aberto», refere a empresa, em comunicado.

A Olisipo tem oportunidades para projetos em Portugal, mas também no estrangeiro, sobretudo para o norte da Europa e o Dubai.

De recordar que a contratação em TI é umas das apostas fortes da Comissão Europeia para colmatar o desemprego em Portugal, como foi demonstrado na Grand Coalition for Digital Jobs Portugal, onde a APDSI também esteve presente.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Conferência do INA: "A coprodução de serviços públicos com as tecnologias de informação"

Vai ter lugar mais uma audioconferência do INA, no âmbito de um protocolo com a APDSI, na próxima sexta-feira, dia 11, entre as 14h00 e as 15h30 sobre "A coprodução de serviços públicos com as tecnologias de informação". A sessão será moderada por José Maria Pedro, da Inspecção-Geral de Finanças.

Nesta sessão serão debatidas algumas questões, tais como:

- O que é a coprodução de serviços públicos?
- Como podemos obter economia de recursos com as tecnologias de informação?
- Há casos interessantes que ilustrem a redução de custos através da coprodução de serviços públicos?
- Somos capazes de atenuar as barreiras aos fluxos de dados entre serviços?
- Haverá novas formas de cooperação entre organismos públicos?
- Estamos preparados para a gestão de valor na Administração Pública?
- Quais os desafios?

Faça a sua inscrição no sítio na web do INA. Este evento é gratuito mas limitado ao número de inscrições existentes.

segunda-feira, 29 de março de 2010

IPAD ou não IPAD

De vez em quando descobrem-se uns depoimentos curiosos sobre pessoas inovadoras e produtos inovadores.Ora aqui fica link http://government.zdnet.com/wp-mobile.php
relativo à temática "Young Steve Jobs and why 2010 might be like 1984".
E Boa Páscoa para os Bloguistas que marcam presença neste magnifico blog que não tem necessidade de um PE (programa de estabilidade) mas tem necessidade de um PC (programa de crescimento).
FVRoxo

quarta-feira, 10 de março de 2010

Tecnologia do Dinheiro em época de crise do Euro

O nosso Sistema de Pagamentos (na verdade a face mais visivel da Tecnologia do Dinheiro para a Sociedade Portuguesa desde há mais de 25 anos) é um sistema maioritariamnente baseado em cartões de plástico, agora com chip, utilizando a rede SIBS, (antes rede Multibanco).
Nasceu,cresceu,evoluiu e lá vai fazendo o seu percurso de vida em base serena, com a sua lógica de um bom Modelo de Negócio, utilizando uma tecnologia tradicional e segura, operada por um grupo de profissionais dedicados e garantindo uma grande confiança por parte dos utilizadores diários.
E,principalmente, com a boa actuação tecnológica dos Bancos Portugueses que funcionam bem como bancos comerciais, como banca de proximidade com clientes satisfeitos (Tem dias ...).
Entretanto, enquanto esta tecnologia do dinheiro tem sido um nosso ponto de orgulho nacional, o mundo vai mudando (e a Europa tambem...)neste dominio mas não só.
E ainda que relativamente slow, esta mudança, com o tema da crise a alterar algum do caminho traçado, vai certamente acelerar no pós crise e tambem naturalmente no campo da tecnologia do dinheiro.Como sempre acontece, mesmo que de uma forma um pouco diferente da esperada.
Assim a crise financeira talvez até dê lugar ao FMI europeu.Talvez consolide a SEPA (single euro payments area) e reforce o principio humorístico "tecnologias há muitas seus palermas".Seriedade na sua utilização é que não.

Logo, porque me parece que o tema "Tecnologia do Dinheiro em sentido lato" em Portugal (mas não só, como a crise do Euro evidencia), é um tema que deverá ser discutido na directa relação com a util desmaterialização das transações financeiras e do combate à economia paralela (ainda está o Programa PRODIGI em execução?)em época de PEC e sem perder a necessidade de modernização segura (e não monopolista mesmo que temporariamente), o "Sistema Multibanco" tambem terá de mudará (ou talvez não dirão alguns sábios dos que sabem sempre tudo).
E tal como acontecerá com o Banco de Portugal, a mais curto prazo. Por "cause" evidente.
É claro que pode sempre fazer-se como a Coca Cola fez quando lançou com a Nestlé o Nestea.Aliar-se.Mas sempre e só no negócio das bebidas...ou tambem no do dinheiro (sob qualquer forma, para comprar bebidas?
A questão aqui está em saber se há ou não novo paradigma em aberto para cross production e cross selling, com novas tecnologia do dinheiro em sentido lato.Como bem viu o criativo dono do grupo Virgin noutras áreas ligadas à tecnologia do dinheiro.

Mas como e porquê, é que é a grande questão!E é também a razão porque aqui a coloco, com justificação simples: o comportamento dos clientes vindouros e actuais (pessoas,familias,empresas num contexto Euro cheio de problemas)face a um "cartão bancário", já não estarão para grandes " temas de chip ou não chip", máquina ou não máquina", mas para outra formas tecnológicas seguras de "receber ou pagar" em que o controlo interactivo do processo "seja tão natural como a sua sede".E isso até vai aparecendo.

As alterações para os pagamentos, por exemplo, que ainda estão demasiado no dinheiro vivo, exactamente como eram para os nossos pais vão ou não mudar?
E esta crise poderá criar condições para repensar bem o tema?
Ou só depois de o Euro estabilizar se pode pensar bem no tema?
E como ultrapassar muitas das utilizações tradicionais dos cartões financeiros / bancários, como o que já está a acontecer no campo dos social media systems?

Aqui deixo link para artigo da revista Wired, para lançar o debate (para simples cidadãos que pagam e por vezes não recebem) e que se orgulham, dos êxitos portugueses (como o do sistema Multibanco) mesmo que sejam por vezes mais "rosé " do que puro tinto ou branco na SICSS.
E, no caso Europeu, face à necessidade de salvação do Euro, para já, como dizia o saudos Vasco Santana o " tema é politicamente palheto".
Mas será "carrascão" tecnológicamente falando?

http://www.wired.com/magazine/2010/02/ff_futureofmoney/

FVRoxo

domingo, 7 de março de 2010

Free Information Society

Comunicar não é um tema fácil.
É como sorir.Algo muito diferente de gargalhar.
Comunicar, particularmete na SICSS, tem muito de educar as novas gerações, sobre as mudanças que as velhas gerações foram introduzindo e os problemas de mudança que as "velhas" instituições enfrentam, em especial em tempos de crise.
Vem esta introdução a propósito de um tema actual:
Muito do que se tem passado com o Sistema financeiro Internacional no pós susto, prova, para além de tudo, que este sistema comunica deficientemente (em particular em Portugal para o caso que me interessa evidenciar).

Neste quadro, deixo um exemplo que evidencia como o que é simples está para ser feito, mas alguns vão fazendo.
E em Portugal poderia e deveria ser seguido.

Federal Reserve Releases Propaganda Video to Explains What it Does to Kids
http://www.youtube.com/watch?v=Kj9-kRv0e6s

Desde Setembro de 2008 que o Sistema Finaceiro Portugues tem provado que resistiu bem à crise internacional.
Os únicos "bicos de obra" são conhecidos.
No meio de todos os problemas, assistimos a tentativas várias de "descridibilização dessa Grande Instituição que é o Banco de Portugal", acusado de, apesar dos seus mais de 1000 funcionários, não ter sido eficaz nalgumas das suas tarefas de supervisão.E comunicando, para esclarecer, que há comunicação e há confusão, quando se quer deturpar a comunicação.
Entristeceu-me tudo isto, em especial pela dimensão política de "ataque" ao Governador (que considero não actuou bem), mas sobretudo, entristeceu-me pensar que os nossos jovens, grandes utilizadores das TIC, poderiam a estar a ser influenciados mais do que informados, sobre o interesse nacional de ter Instituições Prestigiadas como o Banco de Portugal que o é e tem de continuar a ser no contexto da Eurolandia.
Daí este meu post.
Comunicar coisas simples para publicos complexos (as novas gerações) é um tema free of charges na SICSS.
Mas obrigatório não falhar!!
A Comunicação das Empresas Financeiras é sobretudo publicidade encantadora.Falham muito na explicação dos seus "lucros" (ainda bem que os têm)
A Comunicação do Banco Portugal tem sido centrada sobretudo no papel do Governador.Falha na explicação do seu papel no contexto nacional e internacional das economias de moeda e crédito.
A Comunicação de um Sistema Financeiro tem de ser um mix de Bom Senso, Descrição e Educação das várias gerações.
Com o apoio das tecnologias de comunicação e informação.
E nem é necessário Banda Larga para isto.
Basta Larga Visão e estratégia KISS(keep it simple stupid.
Até porque é (quase) free.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O debate da "Agenda Digital" na Comissão Europeia

As "Hearings of Commissioners-designate" para a Comissão Europeia estão a decorrer. Estes Comissários indigitados são convidados a reagir a diversas questões colocadas pelos deputados do Parlamento Europeu, pois aí será ratificada a proposta de uma nova Comissão. A pergunta nº 5 diz respeito a questões de política comunitária:
5. What are the specific legislative and non-legislative initiatives you intend to put forward, and according to what timetable? What specific commitments can you make regarding in particular the committees' priorities and requests attached hereto which would fall within your portfolio? How would you personally ensure the good quality of legislative proposals?

Em particular, a Comissão Parlamentar (Parlamento Europeu) de Indústria, Investigação e Energia elaborou uma lista de questões específicas sobre a "Sociedade da Informação" que a seguir se apresentam.

List of parliamentary Committee on Industry, Research and Energy priorities and requests on:
  • Concrete measures to complete the single market for telecommunications: Commission action plan focusing, in particular, on roaming issues and the development of advanced ‘next generation’ networks
  • Necessity of a legislative initiative on Net neutrality
  • Intellectual property, privacy and security
  • - new opportunities afforded by the worldwide web and the global information society, for example for the application of ICTs in health care, education and major infrastructure
  • - the post-i2010 strategy for making Europe a true information society
  • Digital society
  • - 'spectrum agenda' and implementing measures
  • - coordination and effective allocation of the 'digital dividend' in the Union
  • - development of a spectrum single market
  • Review of the Universal Service Obligation: proposals to deliver broadband to all without distorting the market or imposing high taxes on telecoms consumers or operators
A Vice-Presidente para a Agenda Digital, Srª Neelie Kroes (Holanda) respondeu o seguinte:
  • My initial priorities are:
  • (i) building the high speed networks of the future;
  • (ii) making the online single market a reality;
  • (iii) ensuring that all citizens participate in the information society; and
  • (iv) generating more, better targeted support for ICT research and innovation. Both citizens and industry have a role to play in driving innovation, whether big or small, incumbent or challenger, blue-chip or start-up.
  • We will vigorously pursue the twin goals of giving all Europeans access to basic broadband by 2013 and of stimulating the rapid and widespread upgrade to new generation networks over the next 5 to 10 years.
  • There is much more to be done, on issues ranging from provision of digital content to reassuring consumers about electronic payments and their contractual rights.
  • We must continue to improve the quality of online services in the public and private sector (such as eHealth, eGovernment, e-Inclusion). For this, we need effective ICT standards which promote notably interoperable solutions.
  • I feel strongly that ICT research and innovation is the key to meeting some of Europe's most serious challenges – from the development a low-carbon green economy to caring for our ageing population, and so needs to be at the centre of many of our future policy initiatives. I will also review the operation of the existing Joint Technology Initiatives (Artemis and ENIAC) and prepare for new Public Private Partnerships in the ICT field.
  • I intend to implement the Digital Agenda through both legislative and non legislative initiatives in the following three areas:
  • (i) building the high-speed networks of the future (immediate action to set up the Body of European Regulators of Electronic Communications (BEREC); the Commission is actively encouraging the Member States complete their digital switch over by January 2012 and to open up the 800 MHz band for the further development of wireless communication services).
  • (ii) European digital content (examination of the licensing provisions that allow access to content, notably for out of print and orphan works, and for the establishment of a sustainable basis for the European Digital Library (Europeana) and large-scale digitisation of cultural works in Europe); and
  • (iii) digital citizenship (European citizens should benefit from digital services also when they exercise free movement rights; proposals for a Regulation on the eCall vehicle safety system and for the development of our policy on ICT for Energy Efficiency).

Nem todas as medidas respondidas estão aqui explícitas. Para isso vale a pena consultar os documentos de que foram incluídas ligações (links). Mas, para já, estas merecem uma reflexão de todos nós. Em resumo não parece existirem propostas de medidas radicalmente novas ou diferentes, mas antes a continuação de uma política definida antes. As medidas melhor definidas estão mais relacionadas com a temática de serviços (a empresas e aos cidadãos), mas menos no domínio do desenvolvimento tecnológico e da sua implicação na esfera produtiva.

domingo, 20 de setembro de 2009

Pensar a Sociedade da Informação

Perspectivar o futuro é uma actividade normal da natureza humana. Em áreas com uma evolução muito rápida é uma necessidade.
A temática da sociedade da informação e do conhecimento está precisamente nesta última categoria.
As implicações no quotidiano dos cidadãos, na organização da sociedade, nos comportamentos colectivos, na forma de gerir os negócios, na comunicação social, na educação, na saúde, na cultura e no entretenimento, para referir apenas algumas das áreas em que as suas repercussões se fazem sentir, são muito importantes.
Pensar o futuro é deste modo uma actividade imprescindível para todos aqueles que desejam intervir no desenvolvimento deste processo, que se encontra em curso na sociedade, em que a informação e o conhecimento ganham um papel progressivamente mais importante na criação de riqueza e na melhoria da qualidade de vida.
Os efeitos fazem-se sentir no campo social e no domínio da organização política. As transformações tecnológicas são o gatilho que faz detonar essas alterações, nem sempre de forma imediata. É habitual existir um período mais ou menos longo de assimilação da tecnologia e de exploração das suas potencialidades.
No domínio do social e dos diferentes modelos sociais, é relevante debaterem-se questões como:
Que novas estratificações sociais são expectáveis? Como actuarão no futuro?
O que pensam os cidadãos sobre o que lhes é importante para o futuro, que valores estão em causa, necessidades pessoais e motivações individuais?
Que tipo de evolução terão as instituições existentes? Que tipo de novas instituições se espera possam vir a existir?
Sobre a economia da sociedade da informação devem levantar-se questões da seguinte natureza:
Que modelos económicos poderão estar subjacentes ao desenvolvimento da SI?
Como é que o mercado se apresentará no futuro? Como evoluirá a sua estrutura, que propriedades e dinâmica apresentarão?
Que tipos de novas empresas aparecerão no futuro? Que tipos de modelos de negócios irão desenvolver-se?
Quais são e onde emanam as forças dominantes do mercado no futuro?
No que se refere aos modelos políticos para o desenvolvimento da Sociedade da Informação debatem-se tópicos como os que se seguem:
Que modelos ou políticas poderão identificar-se para a construção da Sociedade de Informação?
Como se desenvolverá o conceito de democracia à luz duma sociedade que tenha por base a informação e o conhecimento? Qual o efeito nas campanhas eleitorais?
Como reagirão as instituições de índole global, governos nacionais e organizações locais?
Como notarão, há neste conjunto de interrogações matéria relevante, para excluir o alheamento e promover o ‘Pensar o Futuro’.