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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

OMS lança o primeiro curso de e-Learning sobre Política de Financiamento em Saúde


Este curso de e-learning compreende seis módulos que cobrem as principais funções da política financeira de saúde, conforme conceituada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Este curso visa participantes de vários níveis de experiência e especialização e é um dos considerados fundamentais pela OMS.
O curso foi concebido para ser usado de várias formas: como preparação para aqueles que irão participar num curso presencial da OMS, para aqueles que, por vários motivos, não puderem participar nesse tipo de curso, e para aqueles que já participaram em alguns cursos e desejam atualizar os seus conhecimentos. O curso funcionará em vários dispositivos, sistemas operacionais e navegadores.
Saiba mais aqui.

APDSI divulga o maior projeto de investigação coordenado por Portugal: o Smart4health


O Smart4health é coordenado por Portugal no âmbito do Programa Europeu de Investigação e Inovação Horizonte 2020, e tem como principal objetivo fomentar soluções personalizadas de saúde através da troca universal de Registos de Saúde Eletrónicos.
Este projeto recebeu um financiamento de 22 milhões de euros, dos quais mais de 4 milhões para entidades portuguesas. O desenvolvimento deste projeto vai permitir que os cidadãos e prestadores de cuidados de saúde colaborem de forma integrada e digital com médicos e investigadores. Com isto, o Smart4Health capacitará o cidadão europeu para a gestão da sua própria saúde no contexto de uma vida ativa numa sociedade digital.
O Smart4Health assenta em dois grandes pilares que derivam das necessidades do cidadão numa sociedade cada vez mais digital: participar na gestão da própria saúde e ajudar a sociedade através da partilha dos seus dados.
Saiba mais aqui.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019



"A APDSI está fortemente empenhada em ser um agente facilitador deste conhecimento – Saúde e Segurança Digital – das suas estratégias de difusão e das transformações necessárias na sociedade em geral e em Portugal em particular” – Filipa Fixe e Luís Nunes, Vogais da Direção da APDSI com responsabilidade na área da Saúde, em entrevista ao Fórum Hospital do Futuro. https://bit.ly/2RUjPeY

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

APDSI debate Saúde e Segurança Digital




A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI) organizou ontem a Conferência “Saúde e Segurança Digital”, no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa. O evento dá continuidade aos bons resultados de anos anteriores nas edições da Conferência “As TIC e a Saúde no Portugal de Hoje”, sempre desenvolvido em articulação com entidades do Ministério da Saúde, entidades prestadoras de cuidados de saúde públicas e privadas e com fornecedores de soluções e tecnologias.

A abertura da conferência esteve a cargo de Maria Helena Monteiro, presidente da direção da APDSI, num painel que contou com a participação de Francisco Ramos, secretário de Estado Adjunto e da Saúde e Teresa Sustelo de Freitas, presidente do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL).

Nesta edição, a APDSI contou ainda com a participação de Henrique Martins, presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), António Gameiro Marques, diretor geral do Gabinete Nacional de Segurança (GNS), Francisco Rocha Gonçalves, da administração do IPO do Porto, Marco Prazeres, da Luz Saúde, Maria de Lurdes Gonçalves, da Vieira de Almeida e Associados, e Joaquim Cunha, diretor executivo do Health Cluster Portugal. Participaram também representantes da Deloitte, Everis, IBM, Glintt, Maxdata, Microsoft, Oracle e SAP, os principais fornecedores de soluções tecnológicas a operar em Portugal.

Com este conjunto diversificado de oradores, a APDSI considerou estarem reunidos os principais players para refletir, de forma assertiva e pertinente, sobre os principais desafios associados à segurança e à confidencialidade da informação.

Do conjunto das participações, concluiu-se que é consensual a noção de que os sistemas de informação na saúde são fundamentais, como catalisadores da progressiva "digitalização" da saúde e de uma maior qualidade na prevenção, tratamento e acompanhamento dos doentes.

Contudo, estes desenvolvimentos qualitativos e quantitativos implicam um aumento dos riscos de segurança, que importa gerir no sentido de geração de uma maior confiança que possa resultar numa maior segurança dos pacientes, colocando-os no centro da decisão. Essa gestão deverá ser desenvolvida segundo análises de custo-benefício cuidadas, que considerem equilibradamente os imperativos de segurança, privacidade e compliance.

Os cidadãos gostam de segurança, mas não a pedem. Ou seja, demasiado tempo sem incidências de segurança leva-nos a desprezá-la, pelo que se deve apostar em “security by design”, recorrendo também à open innovation.

Nesta conferência, foi ainda abordado o tema do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) identificado como uma oportunidade para, com base em relações de confiança, melhorar a qualidade dos dados e dos processos que fazem a sua gestão.

Existem já casos de sucesso na aplicação destes princípios, apresentados por um conjunto variado de empresas com presença internacional no mercado da saúde. Como sempre, é intenção da APDSI promover, na sociedade civil, a reflexão sobre o movimento de transformação do setor da saúde, com particular ênfase em Portugal, o que passa também por identificar boas práticas e casos de sucesso nacionais e internacionais que possam vir a contribuir para boas performances num contexto nacional.

As TIC são os principais agentes inovadores desta transformação do setor da Saúde e devem ser também quem garante uma maior equidade e uma maior qualidade de cuidados em saúde centrados no cidadão. Conduzir à perceção deste papel alargado das TIC no setor é um dos principais objetivos desta iniciativa da APDSI.




segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Conferência da APDSI sobre "Saúde e Segurança Digital"



A APDSI vai realizar uma conferência sobre "Saúde e Segurança Digital", no dia 11 de dezembro, entre as 8h30 e as 14h00, no auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, na Avenida do Brasil, n.º 53. 

A saúde com Tecnologias de Informação e de Comunicação garante maior equidade e maior qualidade de cuidados em saúde centrados no cidadão.

A Conferência "Saúde e Segurança Digital" vai reunir especialistas, bem como representantes de instituições de saúde, públicas e privadas, para debater e partilhar casos de estudo sobre os desafios de segurança e de confidencialidade da informação.

O que nos trouxe o Regime Geral da Proteção de Dados? Que transformação implicou nas Unidades de Saúde e no percurso do cidadão no Sistema Nacional de Saúde? Estas são algumas das questões a que vamos procurar responder em mais um momento de reflexão sobre a transformação do setor da Saúde.


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

APDH promove workshop "Como referenciar para a Rede Nacional de Cuidados Continuados"



Estão abertas as inscrições para o workshop "Como referenciar para a Rede Nacional de Cuidados Continuados", que se realiza no dia 21 de novembro de 2018, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa - ESTeSL.

Com vista à agilização e desmaterialização do processo de referenciação para a RNCCI, a organização pretende aumentar o envolvimento dos profissionais de saúde no processo de referenciação dos utentes para as respetivas unidades e equipas, sabendo que para as mesmas podem ser referenciadas pessoas com dependência funcional transitória decorrente de processo de convalescença ou outro, dependência funcional prolongada, idosas com critérios de fragilidade, incapacidade grave, com forte impacte psicossocial e doença severa, em fase avançada ou terminal.

Os objetivos do workshop são esclarecer quais as condições gerais de admissão em todas as tipologias da RNCCI, demonstrar o processo de referenciação para unidades e equipas da RNCCI e interagir com o aplicativo de referenciação para RNCCI.

A metodologia aplicada vai passar pela exposição de conteúdos teóricos e demonstração do preenchimento dos módulos obrigatórios para referenciação à RNCCI.

Os formadores são Carla Pereira, da equipa de apoio à reforma dos Cuidados Continuados e Joaquim Magalhães, dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

24.ª ISfTeH International Conference realiza-se em conjunto com a Portugal eHealth Summit 2019




A conhecida ISFTeH - International Society for Telemedicine and eHealth realiza conferencias internacionais todos os anos.

A 24.ª ISfTeH International Conference vai realizar-se em Portugal em conjunto com a Portugal eHealth Summit 2019, de 19 a 22 de março.

A Portugal eHealth Summit é uma iniciativa do Ministério da Saúde, promovida pela SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde - e CNTS - Centro Nacional de TeleSaúde.

A SPMS criou em Portugal um evento anual representativo da transformação e inovação digital no setor da saúde. Este evento já é reconhecido como um dos maiores da Europa com mais de 13.000 pessoas presentes, e ainda mais (22.000) que acompanharam o evento de 2018 em livestream

A "Portugal eHealth Summit" foi este ano, distinguida com o Alto Patrocínio da Presidência da República. Marcelo Rebelo de Sousa participou na sessão oficial de encerramento da edição de 2018, sublinhando que "Portugal está na liderança do digital".

Para mais informações envie um e-mail para info@isfteh.org.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Aplicação portuguesa ajuda a detetar sintomas de anemia



Uma aplicação desenvolvida em Portugal vai ajudar a identificar sintomas da anemia. Com o nome "Sintomas de deficiência de ferro", a nova app propõe-se ajudar a resolver um problema que afeta um terço da população mundial.

Os dados da Organização Mundial de Saúde indicam que a deficiência de ferro é um problema generalizado e um dos principais responsáveis pela anemia, doença que afeta um em cada cinco portugueses adultos.

Mais especificamente, 52,7% de todos os casos de anemia são resultado de uma deficiência de ferro. Quando esta se instala, significa que o ferro é insuficiente para dar resposta às necessidades do organismo, uma vez que este é um elemento essencial para o funcionamento saudável de todo o corpo.

Foi a pensar na necessidade de identificar estes casos que foi lançada a aplicação disponível para Android que contém um explorador de sintomas interativo, vídeos informativos, um guia de discussão para doentes e links para o site que lhe deu origem. O principal objetivo é que os utilizadores aprendam a reconhecer os sintomas da deficiência de ferro e da anemia por deficiência de ferro.

Em março de 2016 a APDSI trouxe momentos de reflexão para a sociedade civil sobre o movimento de transformação do setor da saúde com particular ênfase em Portugal onde as TIC foram apresentadas como as principais agentes inovadoras desta transformação. Recorde aqui as apresentações e os vídeos.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Lisboa Robotics na Semana Europeia de Robótica



Está a decorrer até dia 26 a Semana Europeia de Robótica. Esta é já a sexta edição de um evento que conta com mais de mil eventos em cidades de toda a União Europeia, com o objetivo de demonstrarem a importância crescente deste setor em campos como a educação e a saúde, por exemplo.

Desde o seu lançamento, em 2011, a European Robotics Week aproximou mais de 400 mil participantes das últimas novidades na pesquisa e no desenvolvimento das tecnologias robóticas.

Neste grande evento europeu participam, desenvolvendo várias ações, muitas organizações de robótica da Europa. O Lisboa Robotics está a dinamizar um conjunto de iniciativas. No átrio do Edifício Central da CML, no Campo Grande, está um stand por um período de meio dia / um dia para cada projeto / empresa que tenha demonstrado interesse em participar. Este espaço permite mostrar os vários projetos a um público que atinge em média os mil visitantes diários e permite, também, a interação com os munícipes no Serviço de Atendimento do Edifício.

Até domingo também se vão realizar open-houses que permitem mostrar a dinâmica que se vive com a robótica instalações das instituições aderentes.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

3rd eHealth Security Conference - "Segurança em eHealth | Proteção do Hospital do futuro"



O Conselho de Administração da SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, E.P.E. e a ENISA - Agência Europeia para a Segurança das Redes e da Informação organizam a 3rd eHealth Security Conference - "Segurança em eHealth | Proteção do Hospital do futuro", que se realiza amanhã, 15 de novembro, no auditório Prof. Simões dos Santos na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa.

Tendo em conta os trabalhos desenvolvidos pela SPMS, EPE em matéria de segurança, a ENISA escolheu Portugal como país anfitrião da sua conferência anual. A iniciativa conta com especialistas de diferentes estados-membros com o objetivo de partilharem  conhecimento e promoverem a troca de experiências.

Num espaço de duas semanas, e até ao momento, o evento já conta com 500 inscrições, e mais de 20 oradores nacionais e internacionais confirmados, na sua maioria especialistas internacionais.

A conferência destina-se a todos os profissionais de Saúde por forma a terem mais informações sobre as diferentes soluções tecnológicas e boas práticas neste âmbito.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Maria Manuel Leitão Marques defende o valor dos dados pessoais na saúde



A Ministra Maria Manuel Leitão Marques defende que os «dados de saúde são muito pretendidos e devem ser protegidos apenas para serem usados para tratar melhor a saúde dos utentes».

As declarações da ministra da Presidência e da Modernização Administrativa foram feitas à margem da conferência Portugal eHealth Summit, que se realizou na passada semana, em Lisboa.

Para a ministra, «a ciência de dados vai ser provavelmente um desafio em muitos domínios para a administração pública, mas provavelmente aquele onde será mais importante é na saúde», adiantou.

Maria Manuel Leitão Marques sublinhou o benefício que é possível obter do tratamento da informação, nomeadamente para o desenvolvimento da ciência, ressalvando que nunca se deve identificar o titular.

Presente na cerimónia de abertura do Portugal eHealth Summit, o ministro da Saúde confirmou a aposta do Governo na transformação digital e disse que este país é hoje um exemplo nesta matéria para outros países. «Entre os vários benefícios da digitalização está o combate à fraude na saúde», referiu.

Sem contabilizar os ganhos obtidos com estas medidas, Adalberto Campos Fernandes frisou que estes são visíveis através de indicadores indiretos, nomeadamente as detenções e as mudanças de comportamento. Ainda assim, o ministro disse que os ganhos são sempre na ordem das dezenas largas de milhares de euros.


segunda-feira, 20 de março de 2017

Seminário sobre Empreendedorismo em Saúde - Telessaúde



O Seminário sobre Empreendedorismo em Saúde - Telessaúde, inserido na Unidade Curricular de Empreendedorismo, realiza-se amanhã, dia 21 de março, entre as 10h30 e as 12h30, na Escola Superior de Saúde de Santa Maria. O evento insere-se no âmbito da unidade curricular de Empreendedorismo e é o primeiro de três seminários programados para as próximas semanas.

Segundo a escola, o programa conta com "três convidados que se destacam na área do empreendedorismo", que vão partilhar as suas experiências, nomeadamente Eduardo Rodrigues, cofundador da Uphill e vencedor do Prémio Jovem Empreendedor 2016, Inês Caetano, vencedora do Prémio Inovação Tecnológica Engenheiro Jaime Filipe, e José Paulo Carvalho, Fundador da Hope Care.

O evento realiza-se nas instalações da escola, no Porto, e é de entrada gratuita. Os próximos seminários serão sobre "Empreendedorismo Social", no dia 29 de março, e "Transição para o Mercado de Trabalho", no dia 5 de abril.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Ministério da Saúde quer proteger os dados recolhidos no âmbito da saúde


O Ministério da Saúde considera que as entidades públicas responsáveis pela gestão dos dados eletrónicos dos cidadãos portugueses não devem, sem as devidas justificações e autorizações, partilhá-los com outras entidades. A resolução integra o Despacho n.º 913-A/2017, redigido pelo secretário de Estado da Saúde, Manuel Martins dos Santos Delgado.

Há, contudo, algumas exceções previstas para a partilha de dados, como em casos de investigação criminal ou em casos de realização de estudos feitos por "serviços e organismos integrados na administração direta e indireta do Estado, no âmbito do Ministério da Saúde".

Desta feita, as entidades públicas afetas a esta área, que estejam na posse de dados eletrónicos dos portugueses, têm até 15 dias úteis, a partir da data de publicação do despacho, para comunicar ao Ministério da Saúde cedências de informação feitas a terceiros.

Cabe aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) emitir um relatório no qual estará discriminada toda a informação acerca dos processos de cedência de informação.

Manuel Martins dos Santos Delgado reconhece que as TIC têm um papel cada vez mais significativo na área da Saúde e que trazem consigo um rol de novas funcionalidades que "possibilitam ao Estado alcançar uma utilização mais racional e eficiente dos recursos disponíveis".

A questão da proteção dos dados na saúde há já várioas anos que preocupa a APDSI. O mais recente encontro da Associação sobre saúde decorreu no ano passado.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Já são conhecidos os resultados do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico



Já foram divulgados os resultados do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF); um estudo transversal de prevalência, de base populacional, que tem como finalidade contribuir para a melhoria da saúde dos portugueses, apoiando as atividades nacionais e regionais de observação e monitorização do estado de saúde da população, avaliação dos programas de saúde e a investigação em saúde pública. O estudo tem como mais-valia o facto de conjugar informação colhida por entrevista direta ao indivíduo, sobre o seu estado de saúde, determinantes de saúde e utilização de cuidados de saúde, com uma componente objetiva de exame físico que inclui medições antropométricas e recolha de sangue para análise laboratorial.

Do projeto são publicados dois relatórios: um primeiro que descreve os materiais, os métodos e os procedimentos que ilustram e justificam o rigor e qualidade dos dados e materiais recolhidos, e um segundo que descreve alguns dos principais indicadores epidemiológicos sobre o estado de saúde, determinantes de saúde e utilização de cuidados, designadamente preventivos, na população portuguesa em 2015.

Realizado a uma amostra probabilística de 4911 pessoas, representativa da população portuguesa a nível nacional e regional, tendo como população-alvo pessoas entre os 25 e os 74 nos de idade, residentes em Portugal Continental ou Regiões Autónomas, do presente inquérito destacam-se os seguintes resultados:

- A prevalência de hipertensão arterial (Tensão Arterial Sistólica (TAS)≥140 ou Tensão Arterial Diastólica (TAD)≥90 ou a tomar medicação para a hipertensão) foi de 36,0%;
- A prevalência de obesidade foi de 28,7%, sendo mais elevada no sexo feminino (32,1%) do que no sexo masculino (24,9%);
- A prevalência de indivíduos que declararam que a situação que melhor descreve as suas atividades de tempo livre era "Ler, ver televisão ou outras atividades sedentárias" foi de 44,8;
- A prevalência de consumo diário de vegetais ou saladas (incluindo sopa de legumes) foi de 73,3%;
- A percentagem de indivíduos que referiu ter realizado uma consulta de saúde oral com um dentista, estomatologista, higienista oral ou outro técnico de saúde dentária foi de 51,3%;
- A percentagem de mulheres que efetuaram uma mamografia (50 aos 69 anos) nos últimos 2 anos e uma citologia cervico-vaginal (25 aos 64 anos) nos últimos 3 anos, foi mais elevada nas mulheres com médico de família atribuído pelo SNS (mamografia: 95,6%; citologia: 87,3%), comparativamente às mulheres sem médico de família atribuído (mamografia: 88,3%; citologia: 79,9%).

O primeiro INSEF realizado em Portugal é promovido e coordenado pelo Instituto Ricardo Jorge através do seu Departamento de Epidemiologia, em parceria com o Instituto Norueguês de Saúde Publica e em colaboração com as Administrações Regionais de Saúde do Continente e Secretarias Regionais de Saúde das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Já são conhecidos os vencedores da 9.ª Edição do Prémio de Boas Práticas em Saúde



Já são conhecidos os vencedores da 9.ª Edição do Prémio de Boas Práticas em Saúde, promovido pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar (APDH), pela Direção-Geral da Saúde, pela Administração Central do Sistema da Saúde e pelas Administrações Regionais de Saúde.

A cerimónia de entrega dos Prémios decorreu no Auditório do Edifício Tomé Pires, do INFARMED, durante a sessão de encerramento da Conferência "Os Caminhos da Inovação. Envelhecimento Saudável". Na cerimónia esteve presente o Secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, em representação do Ministério da Saúde.

Aqui fica a lista dos prémios atribuídos:

Melhor Projeto
Unidade de Saúde Mental Comunitária Leiria Norte - Integração de Cuidados de Saúde Primários
Instituição: Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE
Responsável: Ana Maria Vieira Araújo

Menção Honrosa
Programa de Prevenção Secundária de Doença Coronária de Cardiologia 
Instituição: Hospital Beatriz Ângelo 
Responsável: Miguel Almeida Ribeiro

Melhor Poster Científico
Projeto: Lancheira Sorriso em Movimento 
Instituição: Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, EPE
Responsável: Maria Felicidade Oliveira Ortega

Menção Honrosa pelo Poster Científico
Projeto: Plataforma on-line do Rastreio Auditivo Neonatal Universal 
Instituição: Centro Hospitalar Baixo Vouga, EPE 
Responsável: Maria Luísa Gil Azevedo


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Foi publicado o livro "O Valor da Inovação, Criar o Futuro do Sistema de Saúde"



"O Valor da Inovação , Criar o Futuro do Sistema de Saúde" é o título do livro de Casimiro Cavaco Dias, publicado em setembro, pelas Edições Almedina.

O livro resulta de um estudo sobre o impacto da inovação no desempenho do Sistema de Saúde em Portugal e recebeu o prémio Dr. António Arnaut para a Excelência da Investigação em Saúde, atribuído pelas Edições Almedina e pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Na visão do autor, o futuro do sistema de saúde passa por revisitar a finalidade com que foi criado e imaginar novas formas, mais efetivas, de lhe acrescentar valor. O foco no valor, premiando resultados na saúde em relação aos custos, permite libertar o enorme potencial de inovação do sistema de saúde para enfrentar os novos desafios.

A natureza da inovação em saúde vai além das novas tecnologias, está mais focada nas pessoas enquanto coprodutoras, e é cada vez mais aberta a outros sectores da sociedade. «O livro traz uma compreensão dinâmica da inovação para os profissionais de saúde, as universidades, a indústria tecnológica, os políticos e o cidadão em geral, no atual debate sobre a sustentabilidade do sistema de saúde», lê-se na sinopse de apresentação. O tema ganha particular interesse no contexto de crise económica e financeira.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

1.ª Conferência Anual da Rede Saúde



A 1.ª Conferência Anual da Rede Saúde vai realizar-se na segunda-feira, 2 de fevereiro, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa.

A Rede Temática Interdisciplinar Saúde (Rede Saúde) é uma iniciativa da Reitoria da Universidade de Lisboa (ULisboa) para valorizar as competências de investigação e desenvolvimento da universidade numa área estratégica para a região e para o país.

A ULisboa agrega, no conjunto das suas 18 escolas, grupos de investigação muito competitivos nas áreas da Biomedicina, Tecnologias e Políticas Públicas para a Saúde. O grupo inicial de peritos da Rede tem vindo a preparar um diagnóstico de competências internas e a debater os grandes desafios colocados à inovação em Saúde.

A 1.ª Conferência Anual da Rede Saúde será um momento para partilhar estas reflexões com a comunidade académica da ULisboa e assim «fortalecer o trabalho colaborativo que permitirá à universidade reforçar o posicionamento estratégico enquanto parceiro competitivo do ponto de vista internacional», antecipa a organização.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e podem ser feitas aqui. No sítio na web da APDSI está disponível o programa.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Apresentação dos resultados do estudo "VIH/sida: Financiamento e Contratualização assente na Eficiência e Qualidade"



Dia 28 de outubro realiza-se, no Auditório do INFARMED, em Lisboa, a sessão pública de apresentação dos resultados do estudo "VIH/sida: Financiamento e Contratualização, assente na Eficiência e Qualidade", desenvolvido pela Escola Nacional de Saúde Pública, da Universidade Nova de Lisboa (ENSP, UNL), em colaboração com a biofarmacêutica Gilead Sciences. A iniciativa começa às 9h30.

O estudo incide sobre «modelos de financiamento e contratualização efetiva, enquanto mecanismo por excelência de garantia do acesso com qualidade, num patamar de sustentabilidade, a todos os doentes em tratamento», lê-se em comunicado.

Além do secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, do presidente do Infarmed, Eurico Castro Alves, e do diretor do Programa Nacional para a Infeção VIH/SIDA, António Diniz, a sessão pública de apresentação dos resultados vai contar com a intervenção de outros especialistas e representantes de várias entidades.

A entrada é livre mas inscrição deve ser feita enviando os seus dados para: projeto_VIH@ensp.unl.pt

PROGRAMA

9h30 - Abertura
Prof.ª Doutora Ana Escoval (ENSP)
9h45 - Apresentação dos Resultados do Painel de Delphi

10h00 - Debate
Comentadores:
Dr.ª Marta Temido (Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares)
Dr. José Poças (Centro Hospitalar de Setúbal)
Dr. Luís Mendão (Associação GAT)

Debate:
Moderação: Marina Caldas
Dr.ª Clara Carneiro (Presidência da República)
Dr. Ricardo Batista Leite (Comissão Parlamentar da Saúde)
Dr. Rui Ivo (ACSS)
Dr. João Martins (INFARMED)
Eng. Pedro Batista (SPMS)
Dra. Maria João Faria (Ordem dos Médicos)
Mestre João Paulo Cruz (Ordem dos Farmacêuticos)
Enf. Germano Couto (Ordem dos Enfermeiros)

11h20 - Pausa para Café
11h40 - Conclusões
Dr. António Diniz (Diretor do Programa Nacional para a infeção VIH/SIDA - DGS)

12h10 - Cerimónia de encerramento
Dr.ª Cristina Bernardo (GILEAD SCIENCES)
Prof. Doutor João Pereira (ENSP)
Dr. Eurico Castro Alves (INFARMED)
Dr. Manuel Teixeira (Secretário de Estado da Saúde)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Interoperabilidade na Saúde - onde estamos?


A APDSI apresentou hoje o estudo “Interoperabilidade na Saúde - onde estamos?”, no Auditório da Escola Nacional de Saúde Pública - UNL, em Lisboa, sob a coordenação do Dr. Fernando Rodrigues.

Haverá uma solução única para todos os problemas que surgem em matéria de interoperabilidade na saúde? Poderá o Serviço Nacional de Saúde ser pensado e criado de outra maneira? Estas foram apenas algumas das questões que serviram de ponto de partida para a elaboração deste estudo cujo objetivo principal foi divulgar as experiências em marcha e as melhores práticas que existem no setor.

Para esclarecer a problemática que está por detrás deste trabalho de observação e pesquisa, o Prof. Pedro Pita Barros fez a definição: «Interoperabilidade é o que não se vê, é quando tudo “fala” com tudo e ninguém percebe. Isso acontece quando tudo funciona bem». No estudo, a concorrência entre o sistema público e o sistema privado de saúde também é abordada para se concluir que «não têm de ser diferentes. Tem de se escolher o melhor». Os direitos sobre a propriedade da informação privada dos utentes também mereceram atenção, embora esta seja uma questão que os autores do estudo entendam que é sobrevalorizada.

A existência de uma grande diversidade conceptual, de plataformas de hardware e software distintas, a necessidade de pesquisa de comunicação de informações clínicas e administrativas em tempo real e a viabilização do uso de sistemas de apoio à decisão cada vez mais sofisticados, levaram um conjunto de sócios da APDSI e personalidades de instituições relevantes na área, a elaborarem este documento que reflete o momento que se vive em matéria de interoperabilidade na saúde.

Segundo os inquéritos feitos pela equipa que desenvolveu o estudo, a maioria dos médicos está disponível para fazer uma opção tecnológica mas a forma como os serviços estão a funcionar pode não ser a melhor. Ainda na sequência destas entrevistas realizadas, o grupo concluiu que os Conselhos de Administração das instituições de saúde gostariam de ver criado um Conselho Técnico Nacional, «englobando os diferentes grupos profissionais envolvidos na saúde, que permita estimular, propor ideias e soluções estratégicas credíveis para serem consideradas pelo Governo atual e futuros», acrescentou Fernando Rodrigues. A interoperabilidade na saúde é composta por características e sistemas TICE habilitados ou serviços prestados no domínio da saúde e deverá permitir aos seus utilizadores trocar, entender e agir sobre e entre os “ativos de saúde”, num conhecimento interpretado de igual forma por todos.