sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Conclusões | APDSI realizou 20º Fórum da Arrábida 2025

 


A APDSI realizou no passado dia 20 de novembro, no Convento da Arrábida, a 20ª edição do Fórum da Arrábida, com o tema: Repensar o futuro da Sociedade da Informação – As Instituições Face ao “Caos” na Era da AGI*, cujas conclusões estamos agora a difundir.

Conclusões: https://apdsi.pt/wp-content/uploads/2026/01/Forum-da-Arrabida-2025.pdf
Vídeo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLdLI1zLDLBmRjgCAH3NcQoeFPjezoTo0k

Conclusões | APDSI realizou a conferência “Desafios da IA na Saúde”

 


A APDSI realizou no passado dia 26 de novembro, no decorrer da Semana da Ciência e Tecnologia, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, a conferência “Desafios da Inteligência Artificial na Saúde”. Um evento que reuniu representantes do setor científico, político e tecnológico para discutir o impacto crescente da inteligência artificial no sistema de saúde, cujas conclusões estamos agora a difundir.
Conclusões: https://apdsi.pt/wp-content/uploads/2026/01/CONCLUSOES-Desafios-da-IA-e-Saude.pdf
Vídeo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLdLI1zLDLBmQunoza4WN6wzdWHRBIv95G

APDSI divulga a edição 2026/2027 do Observatório Internacional da Quidgest

 


APDSI divulga a edição 2026/2027 do Observatório Internacional da Quidgest.
A Quidgest, multinacional de origem portuguesa pioneira na utilização de IA generativa para o desenvolvimento automático de software, anuncia o lançamento da edição 2026/2027 do seu Observatório Internacional.

Depois de uma primeira edição centrada no impacto da IA na transformação digital, esta nova edição reflete um momento de maior maturidade no debate. O foco sai da simples adoção tecnológica para temas como governação, responsabilidade, autonomia dos sistemas, interoperabilidade, soberania dos dados e impacto real no negócio. Desta vez, o Observatório aprofunda o papel dos agentes de IA (sistemas capazes de planear e executar tarefas) e as condições em que a sua utilização é considerada aceitável, segura e eficaz.

→ Para participar neste Observatório basta responder ao questionário disponível em: https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=cvejCZV01kCyB12nDaW-8EgVpTuXAoZDi6dz7HDf1bdUNTZHTEdGSjE4Q1hQVlpJVjFWV0tNSlpKWSQlQCN0PWcu&route=shorturl

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

A APDSI promove a 38.ª Edição Olimpíadas Nacionais de Informática

 A APDSI organiza a 38.ª Edição das Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI) e promoverá a participação portuguesa em mais uma edição das Olimpíadas Internacionais de Informática (IOI). As inscrições para as Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI) estão abertas até às 23:59 horas de dia 15 de março em: https://oni.dcc.fc.up.pt/inscricoes



Em 2026, Portugal voltará a marcar presença naquelas que são uma das seis olimpíadas mundiais da Ciência, tendo como aspiração a superação dos resultados da edição anterior. Desde 2005, temos vindo a proporcionar a numerosos jovens dos ensinos básico e secundário, a oportunidade de participar numa iniciativa estimulante e desafiante na área da informática. Para mais informações sobre o tema poderá consultar o website https://oni.dcc.fc.up.pt/.

A equipa que representará Portugal nas Olimpíadas Internacionais de Informática (IOI) é selecionada através do concurso de informática designado por Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI). A componente científica da prova é da responsabilidade do Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e da Universidade de Princeton.

As Olimpíadas Internacionais de Informática, IOI (https://ioinformatics.org/), por sua vez, são uma das seis olimpíadas de Ciência, destinadas a estudantes do ensino secundário de todo o mundo. Esta iniciativa revela-se de grande pertinência, na medida em que motiva a participação dos jovens numa atividade complementar de grande interesse e de importância para o seu futuro. O objetivo principal das IOI é estimular o interesse dos jovens pela informática e pelas tecnologias da informação e os seus vencedores, em cada ano, pertencem ao grupo dos melhores jovens cientistas mundiais no domínio da Informática. A primeira edição das IOI teve lugar em 1989 na Bulgária, com o apoio da UNESCO e este ano realizar-se-á no Uzebequitão.

As ONI decorrem em duas fases: a primeira é um concurso realizado online, no qual podem concorrer todos os alunos do ensino secundário, e que consiste na resolução de três problemas de programação de natureza algorítmica, sendo as soluções submetidas num sistema de avaliação automático. Os 30 concorrentes que obtiverem melhor classificação nesta prova preliminar passam à final nacional.

Este ano a APDSI assegura a participação de uma equipa feminina nas European Girls’ Olympiad in Informatics (EGOI), de 12 a 18 de maio em Itália, https://egoi2026.it/. As participantes nas EGOI serão as raparigas mais bem classificadas nas Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI), sendo objetivo da APDSI levar uma equipa de 3 raparigas a representar Portugal.

A Final Nacional será presencial no Departamento de Ciência e Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (DCC-FCUP), a 18 de abril. Os concorrentes melhor classificados na prova final representarão Portugal na 38.ª edição das Olimpíadas Internacionais da Informática, que terá lugar no Uzebequitão de 9 a 16 de agosto.

As inscrições das Olimpíadas Nacionais de Informática são realizadas em https://oni.dcc.fc.up.pt/inscricoes até às 23:59 horas do dia 15 de março.

Links úteis:

Coorganização:                             Com o apoio:

                     


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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

APDSI divulga relatório elaborado pelo Grupo de Missão Advocacia perante a Inteligência Artificial (ADVIA)


 O Grupo Missão ADVIA, designação abreviada do Grupo de Missão “A Advocacia perante a Inteligência Artificial”, foi constituído no âmbito da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI) e conta atualmente com quase três anos de atividade.

A principal motivação para a criação do grupo ADVIA resultou da percepção, por parte de alguns advogados e consultores de outras áreas profissionais (frequentemente envolvidos na atividade jurídica), de que existiam entendimentos muito diversos entre os advogados relativamente às mudanças — potenciais e expectáveis — associadas à adoção da Inteligência Artificial na sociedade em geral e, em particular, na profissão jurídica.

Ao longo da sua atividade, o grupo observou, analisou e recolheu informações e experiências provenientes de personalidades de reconhecido mérito, de responsáveis de várias Sociedades de Advogados e do trabalho desenvolvido nas diversas reuniões realizadas.

Desde o início, entendeu-se que a atividade do grupo deveria ser orientada segundo três eixos prioritários de atuação:

  • Atualização de informação e de conhecimento sobre a temática da Inteligência Artificial;

  • Atualização de informação e de conhecimento sobre produtos e soluções especialmente orientados para o setor da Advocacia;

  • Discussão, no seio do grupo, dos principais impactos da adoção da Inteligência Artificial na prática da Advocacia.

O Grupo desenvolveu o presente documento, no qual se encontram refletidos os principais resultados do trabalho realizado até dezembro de 2025.

Os trabalhos planeados no grupo ADVIA vão continuar e aconselhamos uma leitura atenta deste documento a todos os interessados nestas temáticas .


Pode consultar o relatório em: 

https://apdsi.pt/wp-content/uploads/2026/01/ADVIA-Reflexao-2025-f1.pdf



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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

APDSI está nas Jornadas IA na Universidade de Lisboa

 









A APDSI encontra-se representada, através da Presidente da Direção, Maria Helena Monteiro, nas Jornadas de Inteligência Artificial da Universidade de Lisboa, que decorrem hoje no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), entre as 09h00 e as 18h00, por iniciativa da Universidade de Lisboa.

Este evento afirma-se como um espaço privilegiado de reflexão e diálogo, visando fomentar a partilha de preocupações, percursos, experiências e soluções. Para esse efeito, privilegia momentos de debate e de trabalho colaborativo entre docentes, investigadores, pessoal técnico e administrativo, bem como estudantes.

O crescimento acelerado das potencialidades e a ampla disponibilização de ferramentas de Inteligência Artificial colocam novos e exigentes desafios às Instituições de Ensino Superior. Entre estes destacam-se a necessidade de definir orientações que promovam uma utilização informada, responsável e eticamente sustentada destas tecnologias, assegurar formação adequada para toda a comunidade académica e, simultaneamente, explorar o potencial da Inteligência Artificial como elemento estratégico no desenvolvimento de novas abordagens pedagógicas.

Poderá consultar o programa em: https://www.ulisboa.pt/evento/jornadas-ia-na-universidade-de-lisboa

 

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

APDSI divulga a Agenda Nacional de Inteligência Artificial (ANIA) publicada hoje em Diário da República

 APDSI divulga a Agenda Nacional de Inteligência Artificial (ANIA) publicada ontem em Diário da República.

A Agenda Nacional de Inteligência Artificial (ANIA) integra o Plano de Ação da Estratégia Digital Nacional e foi agora oficialmente publicada em Diário da República, abrangendo todo o ecossistema, desde universidades e centros de investigação até empresas, startups e a Administração Pública.
De acordo com o Governo, a ANIA pretende definir uma orientação sólida para a aplicação da inteligência artificial de forma ética, segura e responsável, com o objetivo de reforçar a competitividade do país e aproximá-lo dos Estados-membros mais avançados da União Europeia. Um dos principais propósitos passa por elevar a produtividade dos trabalhadores portugueses até 2030, promovendo a convergência com a média europeia.
A agenda assenta em seis princípios orientadores e desenvolve-se através de quatro áreas estratégicas de intervenção: infraestruturas e dados, inovação e adoção tecnológica, talento e competências, bem como responsabilidade e ética.
Poderá consultar o documento completo em https://apdsi.pt/wp-content/uploads/2026/01/Agenda-Nacional-de-Inteligencia-Artificial.pdf

Save the Date | Webinar “Impacto do Digital Omnibus na Proteção de Dados”

 



APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, tem o prazer de o(a) convidar para o Webinar “Impacto do Digital Omnibus na Proteção de Dados”, que terá lugar no próximo dia 28 de janeiro de 2026pelas 18:30 horasno Dia Europeu da Proteção de Dados.

 

A proposta do Digital Omnibus introduz várias alterações pontuais ao Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), visando clarificar normas, reduzir a carga administrativa para as empresas e fomentar a inovação em áreas como a IA, embora os críticos apontem o seu potencial para enfraquecer o nível elevado de proteção de dados pessoais atualmente existente.

 

Trata-se de uma iniciativa da maior atualidade, a não perder.

 

Inscrições no webinar através do formulário:

https://pt.surveymonkey.com/r/Impacto_do_Digital_Omnibus_na_Protecao_de_Dados

 

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

APDSI divulga o Plano de Ação da Estratégia Digital Nacional aprovado pelo Governo recentemente

 


APDSI divulga o Plano de Ação da Estratégia Digital Nacional para 2026-2027, aprovado pelo Governo recentemente, reafirmando a ambição de posicionar Portugal entre os dez países mais avançados da União Europeia em matéria de transformação digital até 2030.

A opção governamental, consagrada na Resolução do Conselho de Ministros n.º 214/2025, procede à revisão do plano anteriormente em vigor e enquadra-se num cenário de forte aceleração tecnológica à escala mundial, impulsionado pela afirmação da inteligência artificial, pela valorização dos dados e pelo reforço das preocupações com a cibersegurança. O Governo destaca a urgência de um modelo de governação digital mais flexível, capaz de antecipar ameaças, aproveitar novas oportunidades e assegurar a consonância de Portugal com as orientações e compromissos europeus.

O plano revisto organiza-se em dez eixos estratégicos de atuação, que incluem o desenvolvimento de competências digitais, a transformação das empresas, a modernização dos serviços públicos, as infraestruturas tecnológicas, a gestão de dados, a interoperabilidade e a inovação no setor público. Entre os objetivos estruturantes está a ambição de dotar 80% da população de competências digitais básicas e de assegurar que, no mínimo, 7% dos trabalhadores sejam especialistas em tecnologias da informação e comunicação.

No contexto empresarial, o Executivo propõe-se intensificar a digitalização das pequenas e médias empresas, estabelecendo como metas que 90% atinjam um nível elementar de maturidade digital e que 75% passem a utilizar soluções de computação em nuvem. A Agenda Nacional de Inteligência Artificial assume um papel determinante neste percurso, prevendo-se um contributo relevante para o fortalecimento do ecossistema empreendedor e para a concretização do objetivo de alcançar 6.000 startups até 2030.

Relativamente ao setor público, o plano aponta para uma modernização profunda da Administração Pública, através da definição de uma arquitetura comum de sistemas de informação, da centralização e transição gradual para soluções em cloud e do reforço das competências da Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE). Está igualmente prevista a constituição de uma equipa de intervenção tecnológica destinada a prestar apoio célere a organismos públicos com necessidades urgentes.

A transformação digital dos serviços públicos surge como um dos pilares centrais da estratégia, com iniciativas como a Carteira Digital da Empresa, a Carteira Digital do Edifício e a Loja de Cidadão Virtual, orientadas para garantir que, até 2030, todos os serviços públicos possam ser acedidos por via digital. Em paralelo, o Governo aposta no alargamento da utilização da chave móvel digital e da identidade digital, com a meta de alcançar seis milhões de utilizadores.

No que respeita às infraestruturas e à segurança, o Plano de Ação contempla a implementação da Estratégia Nacional de Cibersegurança e investimentos em cloud soberana, centros de dados, cabos submarinos e na cobertura 5G em zonas ainda sem acesso adequado, visando reforçar a resiliência e a autonomia digital do país.

Com esta iniciativa, o Executivo pretende transformar o potencial digital de Portugal num fator determinante de inovação, competitividade, inclusão social e sustentabilidade, preparando o país para os desafios da economia digital global.

Consulte o documento completo aqui.

 

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