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quinta-feira, 27 de abril de 2017

APDSI assinalou o Girls in ICT Day 2017



A APDSI associou-se, novamente, à iniciativa mundial da União Internacional de Telecomunicações (UIT), "Girls in ICT", para aumentar a voz feminina na Sociedade da Informação. Reconhecendo a relevância deste dia, a APDSI organizou, com o Fórum dos Cidadãos, uma sessão de trabalhos no ICT Day - 27 de abril, na Universidade Lusófona, em Lisboa.

A sessão, dinamizada por Lourenço Jardim de Oliveira, em representação do Fórum dos Cidadãos, teve como preocupação fundamental contrariar o reduzido número de mulheres em cursos e carreiras ligadas às tecnologias de informação e comunicação.

A sessão de trabalho contou com a contribuição de uma dezena de cidadãos, direta, ou indiretamente, ligada ao mundo das TIC que identificaram cinco propostas concretas:

- Criar uma disciplina com o objetivo de transmitir aos alunos do 7.º, 8.º e 9.º ano informação de diversas áreas profissionais e vias de ensino disponíveis;
- Produzir um estudo para entender as razões pelas quais as raparigas não escolhem percursos escolares na área das TIC;
- Fazer vídeos publicitários com uma mensagem forte e provocadora que, subtilmente, veiculem a ligação entre mulheres e as TIC;
- Incluir papéis de mulheres com ocupações ligadas às TIC em séries televisivas, campanhas publicitárias e documentários;
- Criar uma coleção de livros de aventura em que as personagens femininas sejam as heroínas e utilizem as tecnologias para atingir os seus propósitos.

Para a elaboração destas propostas contribuíram Clara Celestino, Senior HR Manager da Microsoft, Ana Gato, docente em representação da ANPRI, João Baracho, diretor executivo da CDI Portugal, Leonor Almeida, docente e investigadora do INDEG-ISCTE, Margarida Teixeira, editora na Máquina de Voar, Maria Carolina de Menezes, aluna da Universidade Lusófona, Nuno Vinagre, HR Director da Critical Software, Paula Fernandes, colaboradora da  Axians Portugal, a qual  pertence ao
Grupo Francês VINCI, Vera Gouveia Barros, técnica superior, e Winnie Picoto, docente e investigadora do ISEG.

Outra iniciativa que a APDSI realizou neste Girls in ICT Day, foi a oferta de um desconto na inscrição anual de sócia de todas as mulheres que se juntaram à Associação a 27 de abril. A inscrição foi de cinco euros, ao invés dos habituais 30, num primeiro ano de anuidade.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Neste sábado há Girls in ICT Day na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa



No dia 30 de Abril, comemora-se o Girls in ICT Day, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Campo Grande).

A iniciativa consiste em conversas com mulheres profissionais e estudantes de Informática e workshops de programação para jovens mulheres em início de carreira.

Pode inscrever-se aqui para participar nesta iniciativa.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Girls in ICT Day - participe no desafio do Twitter



Assinala-se nesta quinta-feira, 28 de abril, o International Girls in ICT Day; uma iniciativa da União Internacional de Telecomunicações (ITU) que se traduz num esforço global para aumentar a sensibilização das jovens de todo o mundo para uma carreira profissional em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Até à data, já participaram mais de 177.000 raparigas e jovens mulheres em mais de 5.300 eventos ocorridos em mais de 150 países.

Quais são as oportunidades de emprego para jovens mulheres interessadas em carreiras na área das TIC?

Dê-nos a sua perspetiva. Siga a hashtag #‎GirlsinICT‬ no dia 28 de abril, a partir das 14h00, e junte-se ao debate no Twitter, organizado pela Oxfam e pela ITU, contribuindo para a celebração do Dia Internacional Girls in ICT (apenas tem de incluir #GirlsinICT quando quiser partilhar o seu contributo na rede).

Saiba mais acerca da iniciativa internacional aqui. Também pode acompanhar o desenrolar do evento através do Facebook.

sábado, 18 de abril de 2015

APDSI assinala o "Girls in ICT Day"



A APDSI, tendo como uma das suas preocupações fundamentais a promoção e inclusão dos cidadãos no mundo digital, sem exceções, acompanha novamente a iniciativa da União Internacional de Telecomunicações (UIT), “Girls in ICT”, que se assinala a 23 de abril.

Para a Associação, o dia internacionalmente dedicado às “Girls in ICT” pretende dar voz no feminino à Sociedade da Informação, por isso, decidimos partilhar o testemunho de nove mulheres, sócias da APDSI, com um percurso assinalável na área e diferentes experiências e perceções sobre aquele que é, ainda, um meio tipicamente masculino. Apesar das dificuldades encontradas, Graça Ermida diz que tudo valeu a pena: «Recordo-me de barreiras e desafios que tive que ultrapassar e vencer, quer em ICT quer noutras atividades, em Portugal ou noutros países, mas que só contribuíram para eu me habituar a enfrentar e vencer desafios». Rita Espanha, considera que este é um mundo onde as barreiras estão a ficar mais esbatidas: «Penso que as mulheres já se sentem bastante atraídas pelas tecnologias».

A iniciativa internacional corresponde a um esforço global para aumentar a sensibilização, capacitar e incentivar as jovens de todo o mundo no sentido de considerarem estudar e fazer carreira nas TI. Reconhecendo a relevância deste dia para a  Sociedade da Informação, Maria Joaquina Barrulas entende que ainda há muito a fazer porque «a desigualdade no que se refere a posições de chefia e remuneração ainda persiste, neste como nos demais setores de atividade. A igualdade de género é também influenciada positivamente pelas tecnologias».

Neste contexto, será que Portugal tem um comportamento diferente de tantos outros países onde o fosso entre homens e mulheres é muito elevado? Clara Cidade Lains acredita que as TIC têm tudo para ajudar a superar essa diferença: «As TIC podem contribuir para uma igualdade entre géneros bastante sustentável e com condições de influenciar outros setores».

Segundo dados do INE para o ano de 2013, em Portugal a utilização de computador e de Internet é relativamente mais frequente nos homens do que nas mulheres: 68,1% dos homens utilizam computador e 66,3% acedem à Internet, enquanto 60,2% das mulheres utilizam computador e 58,2% utilizam Internet. No que respeita ao comércio eletrónico, a diferença entre homens e mulheres ainda é menor (cerca de 3 p.p.): 16,1% dos homens e 13,5% das mulheres efetuam encomendas pela Internet. Estas são diferenças que se verificam no dia-a-dia mas quando se fala de quadros superiores o intervalo entre percentagens será muito maior, como o testemunhou Margarida Pires, que, ainda assim, não se arrepende de nada de ter um percurso profissional numa área mais masculina na medida em que «ver um projeto inovador desenvolver-se e concretizar-se é muito compensador, tando intelectualmente como pessoalmente. E quando se trabalha na área das tecnologias da informação e comunicação, vêm-se “coisas” feitas, aplicadas, úteis, simplificando a vida das pessoas e contribuindo para o seu bem-estar».

Internacionalmente, o 23 de abril de 2015 é apontado como um dia que pode vir a encorajar mais mulheres a considerarem um futuro nas tecnologias. Até agora, e segundo dados da União Internacional de Telecomunicações, mais de 111 mil raparigas marcaram presença em mais de 3.500 eventos em TI realizados em 140 países. Os números começam a ser otimistas mas Maria Augusta Fernandes não afasta a importância do fator “sorte”: «Nem sempre temos a sorte de encontrar visionários e rebeldes para nos inspirarem e apontarem outras formas de fazer. A designada “Ciência dos Serviços” anda por aqui, mas parece-me que esta linha de trabalho está “desativada” e que nunca conseguiu espalhar-se pela academia.

Contudo, contrariar esta tendência e atrair talentos para a área tecnológica é, segundo Maria do Carmo Lucas, possível e desejável: «Como em qualquer profissão esta tem muito a ver com a exigência de disponibilidade para horários extraordinários o que poderá, ainda,  afastar mais as mulheres do que os homens de exercerem profissões nas TI. Mas vejo que cada vez menos. Remunerações mais justas e próximas das dos homens poderão atrair mais mulheres». Já Fernanda Pedro olha para o problema da desigualdade de uma forma mais transversal. «Não me parece que seja um problema das ICT, mas um problema das tecnologias no seu todo, como também acontece nas engenharias, por exemplo». Será caso para ainda se notar algum preconceito? Maria Helena Monteiro é da opinião que é preciso acabar com ele para não haver a obrigatoriedade de imposição de quotas. «Não haver preconceitos ligados aos géneros e às profissões, quer na formação e desenvolvimento profissional, quer no mercado de trabalho», concluiu.

O “Girls in ICT Day” vai passar a ser comemorado mundialmente todos os anos, na última quinta-feira do mês de abril.

No nosso sítio na web encontra as entrevistas completas.

sábado, 19 de abril de 2014

«Debate sobre as Jovens Mulheres nas TIC» | 24 ABRIL 2014 | 14:00H



CONVITE
Debate sobre as Jovens Mulheres nas TIC
24 de abril | 14h00

Fundação Portuguesa das Comunicações
Entrada livre e não sujeita a inscrição prévia.
Saiba Mais.