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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Smartphones cada vez mais usados em Portugal para aceder à Internet



Os smartphones e tablets estão a tornar-se cada vez mais populares e, segundo dados de novembro, já são usados em 35% das visitas a sites em Portugal. Os resultados são avançados pela Marktest.

Os computadores continuam a liderar nos acessos à Internet (65%), mas o número de portugueses que usa os dispositivos móveis para navegar online tem vindo a crescer (8% comparativamente com o período homólogo do ano passado).

Em novembro, 35% das páginas dos sites auditados pela Marktest foram acedidas através de telefones ou tablets. Entre os dispositivos móveis, os smartphones representam 30% dos acessos mensais, enquanto os tablets foram responsáveis por 5% das páginas visitadas.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Mercado da eletrónica cresce com a ajuda dos smartphones e tablets



O mercado da eletrónica em Portugal está a crescer. No terceiro trimestre do ano foi registado um crescimento superior a 11% quando em comparação com igual período de 2013. O segmento das telecomunicações, onde estão incluídos os smartphones, foi o que mais cresceu durante o último ano, ao apresentar um registo quase 30% superior. Os números foram avançados pela GfK que destaca o crescimento de 7% registado na compra de tablets, mas apesar deste resultado positivo, ainda são os computadores quem mais contribui para o grosso das receitas conseguidas em TIC. 

No total os portugueses gastaram 617 milhões de euros em produtos de eletrónica entre os meses de julho e setembro deste ano. As telecomunicações contribuíram com 159 milhões, com as tecnologias da informação (que inclui computadores e tablets) a ocuparem a segunda posição. 

Olhando para os índices disponíveis sobre o mercado da eletrónica em Portugal percebe-se que apenas o segmento da fotografia está em crise. Na análise da GfK é referido que existem segmentos que estão a atrair o interesse dos consumidores, como as smart cameras e as compactas de lentes intermutáveis, mas ainda assim a quebra é muito significativa: perto de 28%.