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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

"Miúdos Seguros na Net" pede ajuda financeira para continuar



O projeto português MiudosSegurosna.Net, dirigido a crianças, pais e encarregados de educação, está a pedir ajuda financeira para continuar com a sua atividade.

Este sítio na web tem divulgado, ao longo dos últimos dez anos, informação sobre comportamentos seguros na Internet, além de promover ações de formação em escolas e associações. 

Os promotores do projeto, liderado por Tito de Morais, estão a recorrer ao crowdfunding para conseguir manter o ritmo das sessões de esclarecimento, workshops e palestras que nos últimos anos têm feito por todo o país. Para tal são necessários 2.500 euros.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Nova plataforma Olmo quer ajudar a financiar projetos de responsabilidade social



A Olmo, uma plataforma de crowdfunding criada por portugueses e destinada a financiar projetos sociais e humanitários em todo o mundo, está disponível em versão beta.


Durante este período experimental a plataforma está a funcionar normalmente, não permitindo, apenas, a submissão de projetos que se encontra limitada a um conjunto de iniciativas pré-aprovadas. 

Os objetivos da Olmo passam por reunir financiamento de empresas e do público em geral, através de mecanismos de colaboração comunitária, mas aplicados numa vertente social, tendo em conta projetos destinados ao desenvolvimento sustentável das populações em países em vias de desenvolvimento.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Financiamento colaborativo pode tornar-se realidade em Portugal

O financiamento colaborativo - crowdfunding - pode vir a ter um quadro legal em Portugal, depois da análise que está a ser feita pela comissão parlamentar de economia e obras públicas. O Parlamento aprovou o projeto de lei N.º 419/XII que prevê a criação de um quadro legal para o financiamento colaborativo em Portugal. O PS acredita que o crowdfunding pode ser uma alternativa aos métodos de financiamento tradicionais, mas para isso precisa de uma base legal para assegurar o seu bom funcionamento. O Partido Socialista admite que a proposta ainda precisa de ser revista por «reguladores, agentes em atuação no mercado e juristas especializados».

Além de incluir a figura do financiamento colaborativo na legislação, o PS cobriu desde logo os vários tipos de crowdfunding mais populares. São eles o financiamento por donativo e o financiamento por recompensa, usados em plataformas como o Kickstarter e Indiegogo, mas estão também "cobertos" o financiamento colaborativo por capital e por empréstimo.

Pelo documento atual, quem pretender criar uma plataforma de crowdfunding por donativo ou recompensa terá apenas que comunicar o início de atividade à Direção-Geral do Consumidor, enquanto o financiamento por capital e empréstimo vai exigir o registo junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e respeito pelas regras da entidade. No total, o projeto de lei é composto por 20 artigos.