Mostrar mensagens com a etiqueta debate partidos políticos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta debate partidos políticos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Partidos Políticos discutem estratégias atuais e de futuro para a SI



A APDSI reuniu com os representantes dos partidos políticos com assento na Assembleia da República no passado dia 17 de junho de 2015. Em discussão nesta 8.ª edição do encontro estiveram as “Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento” das diferentes forças políticas para áreas como a Sociedade da Informação e crescimento económico, a Sociedade da Informação e a reforma do Estado, bem como prioridades políticas e legislativas no domínio da Sociedade da Informação.

Paulo Almeida, do CDS/PP, começou por fazer referência aos diplomas e normas que já foram publicados sobre Sociedade da Informação, enquanto lembrou iniciativas que o Governo tem levado a cabo nesta área como o Portal do Cidadão, o Portal Empreendedor, o processo eletrónico de marcação de consultas, o Programa Nacional de Compras Eletrónicas, a possibilidade de entrega da declaração do IRS online,, entre outras iniciativas que, segundo os dados que apresentou, corresponderam a uma poupança na ordem dos 147 milhões de euros, o que faz com que «as TIC tenham um papel estruturante e sejam um pilar na melhoria do funcionamento interno da própria Administração Pública». De entre os vários projetos que anunciou virem a acontecer num futuro próximo está a Chave Móvel Digital, de que Joaquim Pedro Cardoso da Costa, Secretário de Estado para a Modernização Administrativa, já tinha dado conta na conferência da APDSI de 29 de abril. Outra das novidades anunciadas pelo representante social democrata é a «contratualização com as autarquias para a prestação de serviços públicos sempre a assentar nas TIC».

Miguel Tiago, deputado do PCP, abordou a importância das TIC enquanto «elemento de apoio e potenciador do associativismo» mas também como algo cujo consumo tem de ser incentivado pelos mais jovens aos mais velhos. O deputado focou, também, a sua apresentação no facto de as novas tecnologias não estarem, propriamente, a reduzir as horas de trabalho mas sim a obrigarem a «uma crescente exploração do trabalhador». Miguel Tiago apresentou, ainda, a mais recente proposta do PCP no âmbito das TIC na SI: «A liberação da partilha de conteúdos na Internet, independentemente de estarem protegidos por direitos de autor ou direitos conexos. A atual lei da cópia privada ilegaliza ou criminaliza mas não resolve problemas. Se eu produzo uma obra a intenção é que seja partilhada».

Júlio Sá, do Partido Ecologista “Os Verdes”, lembrou os confrontos gerados pelo capitalismo. Quanto à avaliação que faz do próprio Governo e Administração Pública é categórico: «Há um caminho óbvio a seguir - a adoção de software em open source ao invés de software proprietário».

A rede complementar de espaços de apoio ao cidadão esteve no centro do discurso da deputada do PSD, Mónica Ferro, que falou do lançamento dos Espaços do Cidadão, que «já estão contratualizados com autarquias e CTT’s», bem como o apoio aos media locais para o seu desenvolvimento ao abrigo da Sociedade da Informação. A deputada referiu os passos que o Governo tem dado com o objetivo de alcançar um patamar de modernização como a criação da Agência para a Modernização Administrativa, o novo Portal do Cidadão em tecnologia open source, o repositório de software público do Estado, o Portal do Utente e o Portal das Contra Ordenações, entre outros, como exemplos de «tecnologias ao serviço do Estado e da reforma da Administração Pública. Tudo isto contribui para a simplificação e governação eletrónica na qual o país tem sido pioneiro».

Com um maior enfoque na questão dos empregos digitais, Porfírio Silva, do PS, referiu, por um lado, que não há trabalhadores com competências digitais suficientes para colmatarem as carências da economia mas, por outro, referiu que a desmaterialização de processos e computação criam, do ponto de vista do Secretário Nacional do partido, um problema: «A expansão infinita do horário de trabalho de cada cidadão. Hoje em dia, se não quiser ter problemas com o meu chefe, sou obrigado a falar com clientes às 23h00 a partir do meu smartphone. Estas são questões muito importantes e que põem em causa o direito à conciliação da vida profissional e pessoal». Porfírio Silva não se esqueceu, também dos cidadãos com dificuldades de transporte e a viverem em locais mais isolados. «Damos o nosso apoio à criação de uma espécie de mediadores que ajudam a deslocar o balcão digital até pessoas com dificuldades acrescidas», acrescentou.

Durante o debate com a assistência percebeu-se alguma insatisfação pelo facto dos representantes dos principais partidos políticos não terem dado atenção a questões como a cidadania, a cibersegurança, o serviço público de Internet ou ter ignorado, nas apresentações ali feitas, a questão da iliteracia digital de uma parte significativa da população portuguesa.

O debate, que reuniu mais de meia centena de participantes, foi moderado pelo jornalista Vasco Trigo e decorreu na passada quarta-feira, 17 de junho, na Assembleia da República.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

APDSI em debate com os partidos políticos "Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento" [2015]



No seguimento de uma atividade que a APDSI desenvolve desde 2002, este ano vai voltar a realizar-se, no próximo dia 17 de junho, entre as 17h30 e as 19h30, no auditório do edifício novo da Assembleia da República, em Lisboa, o debate com representantes dos partidos políticos.

Em discussão nesta 8.ª edição estarão as "Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento" das diferentes forças políticas para áreas como a Sociedade da Informação e crescimento económico, a Sociedade da Informação e a reforma do Estado, bem como prioridades políticas e legislativas no domínio da Sociedade da Informação.

De recordar que em 2013 a APDSI também promoveu o debate bienal com os representantes dos partidos políticos. Há dois anos, durante o debate com a assistência, percebia-se a preocupação generalizada face ao impacto que a robótica e as novas tecnologias estariam a ter na criação de emprego e desenvolvimento económico.

Faça a sua inscrição, gratuita mas obrigatória, aqui.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

APDSI em debate com os partidos políticos "Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento"

Os Partidos Políticos com assento na Assembleia da República discutiram futuras estratégias para a SI, numa iniciativa da APDSI.


Durante o debate com a assistência percebeu-se a preocupação generalizada face ao impacto que a robótica e as novas tecnologias poderão ter na criação de emprego e desenvolvimento económico, tendo os representantes dos partidos políticos ouvido críticas e sugestões de alterações necessárias para a sociedade atual. Veja o resumo na versão que a APDSI disponibiliza no Youtube.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Partidos Políticos discutem futuras estratégias para a SI


A APDSI reuniu com os representantes dos partidos políticos com assento na Assembleia da República para debater as estratégias e propostas para a Sociedade da Informação e do Conhecimento, centradas numa perspetiva de futuro para a economia.

Tiago Ivo Cruz, representante do Bloco de Esquerda, advertiu para alguns aspetos menos positivos que estão diretamente relacionados com o desenvolvimento das novas tecnologias sem, no entanto, valorizar em excesso o colapso de certas cadeias laborais a que este processo levou. “É um erro de análise apontar um colapso geral de certos setores da economia como consequência do desenvolvimento trazido pela Internet e da circulação da informação, que trouxe um novo potenciar de escalas económicas que não têm razão para não funcionarem lado a lado com as cadeias tradicionais”, sublinha o membro do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda.

Lembrando que apenas 4% dos serviços do Estado português têm software livre, Tiago Ivo Cruz apela ao inverter desta realidade: “O software livre corresponde a uma opção que os serviços públicos devem tomar porque é ele que melhor responde à necessidade de uniformização da informação e a uma melhoria da relação com os cidadãos, centralização, credibilidade e reutilização da própria informação. É de valorizar a possibilidade de se mexer nele de forma livre e criativa”.

Raúl Almeida, em representação do Centro Democrático Social/Partido Popular, lê o desenvolvimento da Sociedade da Informação como uma revolução que provoca uma quebra no emprego tradicional. “Há uma acessibilidade direta e em tempo real a tudo. As funções de todos os quadros médios de empresas são, hoje em dia, mais de interpretação dos dados disponíveis e da realidade funcional de cada companhia, do que eram antigamente. Esta realidade tem que ser importada para a reforma do Estado”. A diferença entre regulamentação e regulação do setor também mereceu a atenção de Raúl Almeida.

Repetindo a experiência de participação neste debate bi anual que a APDSI promove, Bruno Dias, do Partido Comunista Português, referiu-se ao papel das TIC na produção nacional: “Crescimento económico. Temos usado muito esta expressão como uma expressão do passado e não pode continuar a ser assim. Está a registar-se uma quebra no investimento superior a 26% o que pode pôr em causa o próprio potencial produtivo do país. Não era este cenário que esperávamos ter pela frente quando falávamos que era urgente pôr Portugal a produzir para as nossas próprias necessidades. Estamos a substituir exportação por emigração”.

Para o deputado a resposta que o Governo deverá dar tem de estabelecer uma melhor relação entre a Sociedade da Informação e a atividade económica. “O apelo ao uso de software livre, presente no Orçamento de Estado para 2013, só faz sentido se eu não for prejudicado na minha relação com o Estado ao usá-lo. Cá estaremos até ao final do ano para ver como é que isto será cumprido”, concluiu Bruno Dias.

O Licenciamento Zero esteve no centro do discurso do representante do Partido Ecologista “Os Verdes”. Rui Lopo destacou a tentativa de implementação desta medida que tem por objetivo facilitar a implementação de actividades económicas no país: “Reconheço que o Estado tem um longo caminho a percorrer para melhorar a relação que tem com os cidadãos no âmbito da Sociedade da Informação. Na Reforma do Estado é urgente que haja uma maior agilidade nestes tópicos”.

Nuno Encarnação, do PSD, destacou, em contrapartida, a evolução que o Estado já fez na evolução digital nos serviços relativos ao IRS e ao selo do carro, por exemplo, que considerou “uma óbvia otimização de serviços”.

Quanto à evolução tecnológica e à mudança que a mesma provoca na estrutura de emprego, o deputado Social Democrata deixou as suas preocupações serem alvo de debate: “Daqui a 20 anos como é que tudo isto será? Se as lojas se tornam virtuais, o que será feito dos shopping centers? É que já hoje em dia verificamos que as vendas online têm promoções melhores do que as das lojas franchisadas”.

Com um maior enfoque na dinamização do mercado dos media, Inês de Medeiros, do PS, ressalvou a importância de haver legislação supra nacional dirigida àquela que chamou de nova revolução industrial: “Não tenho dúvidas de que a Sociedade da Informação vai alterar todo o sistema social existente. Devemos analisar todas as relações sociais ou comerciais que o advento digital trouxe. A noção de território e de Estado-Nação vai alterar-se e isso é um desafio muito grande para as autoridades europeias que são muito lentas a refletir nesta matéria”.

Antes de terminar a sua intervenção, a deputada disse acreditar que a criatividade humana continuará a ser o valor fundamental num mercado onde as máquinas estão a conquistar terreno.

Durante o debate com a assistência percebeu-se a preocupação generalizada face ao impacto que a robótica e as novas tecnologias poderão ter na criação de emprego e desenvolvimento económico, tendo os representantes dos partidos políticos ouvido críticas e sugestões de alterações necessárias para a sociedade atual que passam, nomeadamente, por uma maior aposta nas empresas de TIC e numa educação precoce assente na informática.

O debate, que reuniu cerca de meia centena de participantes, foi moderado pelo jornalista Vasco Trigo e decorreu na passada terça-feira, 25 de junho, na Assembleia da República.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

APDSI debate com os partidos políticos "Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento" [2013]


Após ter realizado um evento semelhante em anos anteriores, a APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação vai voltar a promover um debate com os representantes dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República sobre "Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento".

O debate terá lugar no Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República na terça-feira dia 25 de junho de 2013, entre as 17h30 e as 19h30.

Dada a relevância que a temática da Sociedade da Informação e do Conhecimento tem na agenda política contemporânea, quer no domínio instrumental da modernização operacional do Estado quer no do padrão de desenvolvimento do perfil de competência do país na procura de fatores de competitividade, esta iniciativa tem vindo a ser reeditada a cada campanha eleitoral para a Assembleia da República e, quando oportuno, a meio das respetivas legislaturas.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e limitadas à lotação da sala. Deve enviar os seus dados para secretariado@apdsi.pt.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

APDSI debate com os partidos políticos "Estratégias para a Sociedade da Informação"


A APDSI voltou a juntar representantes dos partidos políticos com assento na Assembleia da República para debater as estratégias e propostas para a Sociedade da Informação e do Conhecimento, abrindo espaço para um balanço do que foi feito pelo Governo PS nesta área. A aposta dos vários partidos na promoção da Sociedade da Informação, no acesso ao conhecimento e na utilização das TIC na administração pública, foram os temas que motivaram maior discussão. No final, os vários representantes políticos ainda se pronunciaram sobre a questão do número 5 do artigo 35º da Constituição. Durante o debate com a assistência, para além das questões mais polémicas relacionadas com as patentes de software e o computador Magalhães, todos os partidos reconheceram a urgência do cadastro único do território português, enquanto "projecto estruturante sistematicamente adiado".

O debate, que reuniu cerca de uma centena de participantes, foi moderado pelo jornalista Vasco Trigo e decorreu na passada terça-feira, 31 de Maio, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa.

Maria Manuel Leitão Marques foi quem começou as apresentações para dizer que a introdução das TIC no nosso dia-a-dia, mais do que uma mudança de tecnologia, implicam uma mudança na cultura: "O que debatemos aqui hoje é uma mudança da cultura dentro da administração pública e da forma como nós interagimos, enquanto utentes, com a mesma".

A representante do PS lembra que o processo de desmaterialização não se resume aos serviços online mas também corresponde a uma melhoria dos serviços presenciais. Para o futuro, Maria Manuel Leitão Marques quer continuar a aposta no crescimento: "Vai ser preciso fazer mais com menos investimento". Partilhar plataformas, reduzir o número de data centers, usar normas abertas, apostar numa maior participação do cidadão e espalhar mais conhecimento pelos actores públicos são alguns dos objectivos.

Jaime Quesado, em representação do PSD, reconhece que nos últimos dez anos foram feitos muitos investimentos, do ponto de vista público, na Sociedade da Informação e do Conhecimento, mas destaca o problema da interoperabilidade que ainda não existe entre ministérios: "Não há racionalização nem monitorização financeira e tecnológica".

Os mais de mil espaços públicos que existem de acesso à Internet mereceram a atenção de Jaime Quesado. O representante do PSD diz que é preciso avançar-se mais na capacitação digital dos cidadãos: "Ainda não temos o conceito de "cidadão digital". As PME's, por exemplo, ainda não fazem dos meios tecnológicos um investimento. Temos de evoluir para uma sociedade de inteligência competitiva, ou seja, fazer com que a inteligência consiga gerar valor ao nível nacional".

Congratulando a APDSI pela oportunidade da iniciativa e pela intervenção que a associação tem tido na discussão de temas pertinentes, Francisco Madeira Lopes, do Partido Ecologista os Verdes, aponta os perigos das TIC: "É importante perceber que as potencialidades trazem perigos. Este é um crescimento que devemos cultivar, acarinhar e acompanhar com equidade social e territorial com maior eficiência e inteligência no uso dos meios". Francisco Madeira Lopes acredita que é preciso fazer um reforço do ensino na aplicação das tecnologias nas escolas para prevenir a "analfabetização informática e digital e a décalage entre gerações".

A questão da aplicação do Plano Tecnológico nas escolas foi também levantada por Bruno Dias, do PCP, que referiu o programa e-escolas: "Foi um programa que teve um grande envolvimento mediático mas o pensamento estratégico falhou". A incorporação das TIC no sector empresarial é outra questão que preocupa Bruno Dias: "Nas micro empresas o cenário ainda é pior. Nas grandes empresas e no sector financeiro estamos à frente, nos relatórios da OCDE, porque as TIC já estão rotinadas. O problema está nas micro-empresas e nos sectores produtivos. É certo que há casos excepcionais mas não podem ocultar a realidade".

A análise custo-benefício esteve no centro do discurso do representante do CDS-PP. Manuel Castelo Branco sublinha que a relação entre os organismos públicos e os cidadãos melhorou bastante mas entende que ainda falta fazer muito em termos de conteúdo. "Temos muitas auto-estradas com poucos carros", comparou. A Justiça foi outra das áreas que mereceu o tom crítico de Manuel Castelo Branco: "Não senti que as TIC tivessem contribuído para a Justiça, os serviços não vão melhorar. Mas mesmo assim as TIC ajudam a desmaterializar documentos e permitem um maior controlo da produtividade de todos os agentes envolvidos". Antes de terminar a sua intervenção, Manuel Castelo Branco levantou, ainda, a questão do registo de patentes que considera fulcral para o futuro do país.

Mantendo o mesmo espírito crítico em relação ao trabalho realizado pelo Governo, Carlos Patrão, do Bloco de Esquerda, mostrou-se preocupado com o impacto das TIC na educação e na pedagogia: "Somos absolutamente contra o Magalhães. O ensino das TIC devia ser feito através de laboratórios nas escolas".

Identificando alguns pontos de melhoria que entende serem necessários corrigir a breve trecho, como a regulação da concorrência entre empresas que prestam serviços de Internet, o representante do BE lembrou que a Sociedade da Informação e do Conhecimento traz oportunidades e ameaças: "Estamos perante um problema de desigualdade social porque há quem tenha acesso à Sociedade da Informação mas há quem ainda não tenha. A Sociedade da Informação deve aproximar as pessoas, diminuir esse fosso e essas assimetrias".

No encerramento da sessão, José Dias Coelho, presidente da APDSI, enalteceu a participação de todos os intervenientes, salientando que na Sociedade da Informação e do Conhecimento ainda há muito a fazer e a desbravar para melhoria dos serviços aos cidadãos e desenvolvimento do país.

Vídeos do Debate dos Partidos Políticos sobre a Estratégia para a Sociedade da Informação em Portugal

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Debate “Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento”


No seguimento de uma actividade que a APDSI desenvolve desde 2002, também este ano a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação organiza, no próximo dia 31 de Maio, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, um debate com representantes dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República.

Em discussão estarão as "Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento" das diferentes forças políticas.

Esta é a sexta edição deste encontro promovido pela APDSI que se repetiu em 2004, 2006, 2007 e 2009. O último encontro da APDSI com os representantes dos Partidos Políticos teve lugar a 15 de Setembro de 2009.

O debate marcado para o próximo dia 31 de Maio decorre entre as 17h30 e as 19h00 na Sala do Senado da Reitoria da UNL.

O programa completo da conferência pode ser consultado no sítio da APDSI. A inscrição para este debate é gratuita mas obrigatória.