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quarta-feira, 5 de junho de 2013

APDSI debate com os partidos políticos "Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento" [2013]


Após ter realizado um evento semelhante em anos anteriores, a APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação vai voltar a promover um debate com os representantes dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República sobre "Estratégias para a Sociedade da Informação e do Conhecimento".

O debate terá lugar no Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República na terça-feira dia 25 de junho de 2013, entre as 17h30 e as 19h30.

Dada a relevância que a temática da Sociedade da Informação e do Conhecimento tem na agenda política contemporânea, quer no domínio instrumental da modernização operacional do Estado quer no do padrão de desenvolvimento do perfil de competência do país na procura de fatores de competitividade, esta iniciativa tem vindo a ser reeditada a cada campanha eleitoral para a Assembleia da República e, quando oportuno, a meio das respetivas legislaturas.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e limitadas à lotação da sala. Deve enviar os seus dados para secretariado@apdsi.pt.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Indicadores do Plano (do Portugal) Tecnológico, ao serviço da diferença reconhecida

Alguem me ajuda a encontrar no site do Plano Tecnológico os indicadores para as medidas por destinatário?
Os indicadores para as medidas por eixo estratégico ainda lá estão alguns (e em especial dados "em grande" na página de entrada do site www.planotecnologico.pt para além de um vídeo sobre o Portugal tecnológico 2009) mas o que eu considerava importante e queria não estava nem "à mão" nem "ao pé".
Sendo assim: E que tal a APDSI lançar uma recolha sistematizada de dados e informações, a partir de várias fontes, sobre os segmentos : Cidadãos/administração Pública, Organizações(sobretudo empresas)/Administração Pública e Empresas/Investigação e Desenvolvimento, enquanto combinação simples (no meu entender)para medir resultados e melhorar acções "final user oriented"?

Era mais directo e em termos de cross analysis mais esclarecedor.Tipo 2.0 (no minimo).

Três exemplos para ilustrar aquilo que procuro identificar:

1-Que medidas tomou a ADP Central e Local e que se repercurtiram sobre a melhoria da relação com os cidadãos (Dados elementares e sintéticos e alguma informação deles resultantes) para áreas como a saude, educação,segurança interna, justiça, economia -sobretudo indústria- mas tambem agricultura e pescas?

2-Que medidas tomou a ADP Central e local e que se repercutiram sobre a melhoria da produtividade, qualidade e rentabilidade das Organizações em geral e das empresas em especial, organizadas por sectores primário, secundário, terciário e do terceiro sector (dados elementares e sintecticos e alguma informação deles resultantes)?

3- Quem fez e quanto custou em 2009 a Investigação e Desenvolvimento e que resultados teve em 2009 (sobretudo a que já vinha desde, por exemplo, o inicio do Plano Tecnológico.E a que se fechou em 2009, logo que possível)?
Que se pode concluir do comércio internacional portugues como resultado desta acção? (dados elementares, sintecticos e informações posssiveis)

Nota complementar:
Naturalmente que, quanto à Correlação PRACE /Acções do Plano Tecnológico,tambem não era dificil fazer algo simples e esclarecedor...Mas o momento não é certamente propicio devido ao deficit de disponibilidade mental mais crise oriented neste momento.
FVRoxo
Em domingo chuvoso e a lamentar a tragédia da Madeira que põe de lado, por motivos bem tristes, o longo tempo perdido com a discussão da lei das finanças Regionais.
E parece que um radar metereológico não existe na Madeira...Pena que com tanto dinheiro investido no turismo Madeirense e com tão bons resultados obtidos, um elemento da segurança de um arquipélago no meio do Oceano como é um Radar Meteriológico, não tivesse sido contemplado no Plano Tecnológico do Turismo (há algum?).
Somos "bons" nas formulações de estratégias .Mas apenas bombeiros nas implementações das mesmas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

OE ou não É (para todos)?

A preparção do OE é uma tarefa "Titânica" para toda uma vasta equipa de gente competente e nem todos os portugueses o sabem. Em particular a máquina da DGO funciona e a experiencia acumulada dos excelentes profissionais que por lá trabalham, permite que o "documento saia a tempo e horas".
Quanto ao conteúdo e à sua apresentação e explicação, cabe ao Senhor MFAP e à sua equipa de SEs, a tarefa de o "defender" e descodificar em sede de opções politicas.E em matéria de "competitividade do País" explicar bem o que se quer fazer e ou demonstrar como está previsto ser feito.

Sendo um documento técnico e com as leituras politicas " à la carte" consoante os angulos e figuras de análise, conviria que, sobretudo nesta dificil fase da vida do País, o mesmo fosse bem descodificado, para "uma maioria de portugueses" que ainda acha que o OE não é para todos.
O exemplo Noruegues de divulgação do OE não seria um modelo a seguir? (documentos electrónicos hierarquizados para diferentes niveis de literacia económica e recurso a infografias explicativas dos inputs e outputs).Penso que para isto ainda não são necessárias RNGs...

E, no caso do contexto da SICSS que tal explicar bem que os "sacrificios" não são apenas para os funcionários públicos?Nesta fase do País somos todos "funcionários da Salvação Pública".E privada.
Convém saber e divulgar bem que ninguem está fora das responsabilidades passadas e futuras.Penso que para isto até estamos bem apetrechados com Banda Larga...convirá é que a Banda toque uma música diferente da que tem tocado insistentemente:O "hino da Alegria em versão folclórica"
E, no fim, resta-nos a fé no consenso sobre OE2010 e o regresso de melhores dias dentro de 3 a 4 anos.
Mais poupadinhos e mais Informados , Conhecedores e Sabedores sobre o velho principio"não há almoços grátis", nem "OE à borla" mesmo que apresentado em "pen ou cartão" comprada numa loja de produtos chineses.

Nota final (em euros de balanço):
E agora que não podemos gastar muito "OEmente" falando e temos mais tempo para pensar e fazer "balanços positivos e proactivos sem o apoio de consultores", não seria o momento ideal para em sede de SICC , o site de cada Ministério, DG, etc, ter lá com clareza uma fotografia "bem revelada" de qual o nível e segurança da infraestutura tecnológica e a literacia 1 ou 2.0, dos diferentes níveis hierarquicos para sabermos se estivémos perante pagamentos ou investimentos ?
Naturalmente descontando o envio de emails privados e as famosas "googladas" de temas e imagens, convinha que se soubesse tambem como são geridos em segurança, dados e informações que abundam mas normalmente "amontoados".
E que são de interesse público e não reservado.
Mais do que a fuga para a frente "juridicamente bem enquadrada", interessa retomar a caminhada de "mil passos" com um de cada vez.
"O Povo que paga" agradecerá certamente.Como sempre o tem feito na nossa história com mais ou menos "histórias" contadas para o enterter.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

PRACE-Para que te quis...?

Vivemos um momento dificil.Parece-me que poucos momentos foram tão dificeis para a Pátria, desde que me conheço.E muitos amigos e conhecidos partilham comigo deste estado de espirito.
Alguns "questionamo-nos em grupo" e dizemos: será por já termos passado o meio século de idade que vemos tudo "tão mal"?
Outros "respondemo-nos em unissomo" dizendo:mas se até os nossos filhos acham o mesmo...
A realidade nua e crua é que estamos mesmo "à rasca". Não todos...mas muitos! E vá lá saber para que serviu a estratégia de Lisboa, o Plano tecnológico (o da Banda Larga, etc) e...até o PRACE que anda fugido da Praça Pública.
A propósito:
Para além de tudo o mais que nos apoquenta em sede de Finanças Públicas e Competitividade, é urgente e imperioso que, "sem facas na mão e na liga", se discuta com sentido positivo, afinal o que fica/ficará do PRACE para além de macro e microestruturas Ministeriais.
E afinal, para além do cartão do cidadão e de muitos outros aspectos positivos, Simplex e não Simplex, levados à prática nos últimos 10 anos (já lá vai uma decada do XXI...) para colocar a Administração Pública (central e local) mais lado a lado, menos frente a frente, mas sempre visando fazer melhor em conjunto CIDADÃO/PRESTADORES DE SERVIÇOS, que balanço podemos fazer dos resultados (mas sem grandes textos porque sdepois ninguem os lê...)

É certo que " a mudança de mentalidades", "a mudança de atitudes", a "mudança das mudanças", são sempre dificeis de fazer (parecia ser mais fácil num pequeno País, mas parece que não é ...e nunca o foi...). Mas no contexto da Sociedade da Informação, do Conhecimento, dos Saberes e da Sabedoria (SICSS) talvez tenhamos de admitir outras explicações para o que continua por fazer.Porque caiu afinal muito do PRACE na Praça Pública?
Afinal qual o estado da arte dos processos de trabalho com apoios tecnológicos "modernissimos", para melhorar a relação com o cidadão, com os colegas e com outros Serviços?
Qual a relação entre Estratégia, Estruturas e Processos implementados no quadro de uma Administração Pública (e Empresas Públicas de serviço social) orientada para o SERVIÇO À COMUNIDADE muito para além do que se diz" em colóquios,conferencias e sessões de formação,etc.E que eram, em ultima instancia uma das metas do PRACE?
Afinal há 1 (uma) ou 13 (treze) " funções públicas" (fora o que fica de fora do OE mas está dentro da perspectiva de serviço público)?
E porque é que nem sequer os sites de cada Ministério têm um look de entrada normalizado e uma navegação facilitadora da transparencia de informação para todos (mesmo os infoexcluidos)? E em que se possa validar que "antes PRACE era assim.E agora é assim!! (para melhor!!).
Mais uma vez parece que os Teóricos das GRANDES REFORMAS da AP se esqueceeram que os resultados a alcançar na SICSS não são como os "burocráticamente obtidos" nas velhas lógicas das reformas feitas à luz do "velho" (mas bem elaborado) manual do Direito Administrativo de Marcelo Caetano e dos principios das políticas públicas visando a melhoria da produtividade AP, postas em prática dos ultimos 15 anos tipo " lá vai lei e segurem-se.Mas poucos vão cair...".

Afinal:PRACE-Para que te fizeram? (no contexto da SICSS).

ERPendeste-te de teres começado? CRManchaste a tua vida)?WORKfloaste a tua Visão que nunca mais a viste?

Haja quem preste contas.Para que TODOS possamos ajudar a corrigir o que correu menos bem.Ou não foi feito.
Porque BEING é fácil!!! DOING é que é complicado.... Dizia-me há uns anos um cozinheiro portugues a trabalhar em Londres desde 1980, quando o interpelei sobre o que achava dos novos rumos da Pátria depois do 25 de Abril.
Levei a resposta (BEING / DOING com sotaque Beirão) para o lado do humor e disse-lhe : tem de voltar a Portugal.Há lá muita coisa na restauração para DOINGuer ("Fazer" em terminologia de humor britanico, género da série ALO ALO).
A resposta foi pronta: "por enquanto, com tantos por lá a "BEINguar", só regresso quando realmente sentir que posso ter o meu Restaurante e SER o que aqui estou a FAZER.
Será que o PRACE foi apenas sopa "nouvelle cuisine" e que, no final teremos apenas "sushi alentejano" regado com "gasosa" fabricada numa "fábrica totalmente robotizada" ?
Já pensei perguntar ao cozinheiro Luso-Britânico que ainda está por terras de Sua Majestade.Mas tive receio de ele me mandar dar uma volta ao PRACE.

domingo, 20 de setembro de 2009

Pensar a Sociedade da Informação

Perspectivar o futuro é uma actividade normal da natureza humana. Em áreas com uma evolução muito rápida é uma necessidade.
A temática da sociedade da informação e do conhecimento está precisamente nesta última categoria.
As implicações no quotidiano dos cidadãos, na organização da sociedade, nos comportamentos colectivos, na forma de gerir os negócios, na comunicação social, na educação, na saúde, na cultura e no entretenimento, para referir apenas algumas das áreas em que as suas repercussões se fazem sentir, são muito importantes.
Pensar o futuro é deste modo uma actividade imprescindível para todos aqueles que desejam intervir no desenvolvimento deste processo, que se encontra em curso na sociedade, em que a informação e o conhecimento ganham um papel progressivamente mais importante na criação de riqueza e na melhoria da qualidade de vida.
Os efeitos fazem-se sentir no campo social e no domínio da organização política. As transformações tecnológicas são o gatilho que faz detonar essas alterações, nem sempre de forma imediata. É habitual existir um período mais ou menos longo de assimilação da tecnologia e de exploração das suas potencialidades.
No domínio do social e dos diferentes modelos sociais, é relevante debaterem-se questões como:
Que novas estratificações sociais são expectáveis? Como actuarão no futuro?
O que pensam os cidadãos sobre o que lhes é importante para o futuro, que valores estão em causa, necessidades pessoais e motivações individuais?
Que tipo de evolução terão as instituições existentes? Que tipo de novas instituições se espera possam vir a existir?
Sobre a economia da sociedade da informação devem levantar-se questões da seguinte natureza:
Que modelos económicos poderão estar subjacentes ao desenvolvimento da SI?
Como é que o mercado se apresentará no futuro? Como evoluirá a sua estrutura, que propriedades e dinâmica apresentarão?
Que tipos de novas empresas aparecerão no futuro? Que tipos de modelos de negócios irão desenvolver-se?
Quais são e onde emanam as forças dominantes do mercado no futuro?
No que se refere aos modelos políticos para o desenvolvimento da Sociedade da Informação debatem-se tópicos como os que se seguem:
Que modelos ou políticas poderão identificar-se para a construção da Sociedade de Informação?
Como se desenvolverá o conceito de democracia à luz duma sociedade que tenha por base a informação e o conhecimento? Qual o efeito nas campanhas eleitorais?
Como reagirão as instituições de índole global, governos nacionais e organizações locais?
Como notarão, há neste conjunto de interrogações matéria relevante, para excluir o alheamento e promover o ‘Pensar o Futuro’.