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sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Millennials vão ser ultrapassados pela Geração Z já em 2019
Em 2019, a Geração Z deverá ultrapassar a Geração Y (millennials) em percentagem da população mundial. A estimativa foi feita pela Bloomberg.
A Geração Z é composta por indivíduos que nasceram a partir de 2001 e nunca conheceram o mundo sem internet. Estes indivíduos atingem a maioridade no ano que vem e, com ela, o direito ao voto a par de liberdade no consumo.
Segundo a análise da agência, em 2019, cerca de 32% da população mundial será composta por pessoas da Geração Z, percentagem que compara com a quota de 31,5% dos millennials.
A Bloomberg cita um estudo da EY que indica que, enquanto a Geração Y (millennials) é tendencialmente mais egocêntrica, as pessoas da Geração Z são mais autoconscientes e capazes de indicar com grande rapidez o lhes é relevante ou não.
A notícia está a ser encarada com particular otimismo pelas empresas de tecnologia e da nova economia da partilha, assim como para os fabricantes de gadgets, empresas de entregas de encomendas e outros players do mercado do comércio eletrónico.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
17.ª Tomada de Posição do Grupo de Alto Nível da APDSI
Intitulada “Internacionalização das TICs - Impacto das Medidas 23 e 24 do PGE”, a 17.ª Tomada de Posição do GAN teve por base um inquérito dirigido, em Julho de 2013, às 1000 maiores empresas nacionais de TI’s, do qual resultaram 73 respostas válidas, apresentadas por João Matias, do GAN, num sinal que a APDSI entende como ser de alguma “despreocupação” por parte das PME’s relativamente ao seu futuro e às possibilidades de exportação.
O “Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas TIC (o PGE), na Administração Pública” visa, segundo se lê nos objetivos traçados pelo documento, «a capitalização do investimento TIC na AP, nomeadamente em administração eletrónica, através da produtização de ferramentas inovadoras, metodologias e conhecimento, em geral, resultantes da colaboração da AP e empresas industriais/comerciais, que as desenvolvem e comercialização internacionalmente».
De entre as várias obrigações previstas pela medida, destaca-se a pretensão do Governo de vir a estimular as PME nacionais para desenvolvimento de parcerias e investimentos junto da Administração Pública, com eventuais incentivos.
Baseada nos indicadores resultantes do inquérito feito pela APDSI, esta Tomada de Posição mostra que apenas quatro empresas terão sentido algum impacto do apoio institucional, sendo que dez o solicitaram e seis receberam-no. Assim, o GAN conclui que «não é explícito um impacto significativo da implementação da medida 24 do PGE». De entre as conclusões apresentadas é, também, de referir um «ligeiro crescimento do volume de negócios global e um aumento do volume de exportações entre 2011 e 2013 (de 15% para 18%) com uma distribuição equilibrada entre UE e outras regiões». De acordo com as respostas recebidas, maioritariamente pequenas e médias empresas, o peso do setor público nacional no volume total de vendas é bastante reduzido (cerca de 7%).
De entre as cinco recomendações que o GAN faz para que as medidas 23 e 24 do PGE tenham maior impacto sublinha-se um reforço da comunicação da medida a organismos/institutos envolvidos e da comunidade do setor, o retomar do investimento em TIC por parte das entidades públicas, e a tomada de atitudes por parte dos decisores políticos «que traduzam uma efetiva importância estratégica e prioridade política à utilização das TIC na Administração Pública», lê-se no documento final.
Esta 17.ª Tomada de Posição pública do Grupo de Alto Nível da APDSI sobre a “Internacionalização das TICs - Impacto das Medidas 23 e 24 do PGE”, decorreu no dia 14 de maio de 2015, no Auditório do CIUL - Centro de Informação Urbana de Lisboa, situado no Picoas Plaza, integrando um total de cinco recomendações.
O GAN é composto por um pequeno número de membros selecionados individualmente pela direção da APDSI, colocando o seu conhecimento e experiência ao serviço da comunidade nacional. O GAN tem a missão de facultar à Direção da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, de forma sistemática e continuada, uma avaliação qualitativa e quantitativa da ação dos Órgãos de Soberania e de outras iniciativas relevantes na área da Sociedade da Informação e do Conhecimento.
Na apresentação pública foi, no entanto, anunciado o «fim de um ciclo em que o GAN teve sempre enorme autonomia na escolha dos temas e elaboração das tomadas de posição» e que corresponderá ao início de uma nova fase nas “Tomadas de Posição” da APDSI na qual a direção pretende «reforçar o papel dos associados».
Pode consultar a apresentação e o documento final no sítio na web da APDSI.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Empresas de TIC são mais produtivas
As novas empresas de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) registam taxas de sobrevivência mais elevadas do que as organizações na área da indústria e nos serviços. A conclusão faz parte do estudo "Avaliação da Economia Digital", realizado pela OCDE, que estuda o papel das Tecnologias de Informação e da Comunicação (TIC) e da Internet na Economia.
De acordo com o estudo, a produtividade do trabalho no setor da economia da informação é cerca de 60% superior à da economia total. As indústrias da informação representavam, em 2012, cerca de 6% do valor acrescentado total e estas empresas detinham também cerca de 4% do emprego total e 12% do investimento fixo total na zona da OCDE.
Quanto às receitas, o setor das TIC parece também resistir à crise, apesar da contração no investimento de investigação e desenvolvimento (I&D), quando comparado com aquele que habitualmente era feito no início da década. Ainda assim, em 2012 as empresas do setor não conseguiram ir além dos 3,8% de empregabilidade.
As TIC em Portugal
Em Portugal, segundo o estudo "Radiografia das TIC em Portugal", da Informa D&B, datado de maio de 2014, e referente às contas relativas ao exercício de 2012, o setor das TIC em Portugal é mais jovem na análise da idade das sociedades: a maioria das empresas do setor (53%) tem até cinco anos, o que não se verifica nas sociedades do restante tecido empresarial nacional (33%). As empresas TIC apresentam uma idade média de 7,4 anos (12,9 anos nas restantes), tem 42% de empresas consideradas jovens, i.e., com um a cinco anos de vida (27% nas restantes) e 11% de start-ups com menos de um ano (6% nas restantes). Na análise da idade, mais de metade das empresas do setor TIC tem menos de cinco anos (53%)
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Empresas de TI entre as melhores para se trabalhar em Portugal
A Cisco Systems Portugal, a Gatewit e a Microsoft Portugal foram distinguidas com o prémio "Great Place to Work Portugal 2014", por serem consideradas as empresas que melhores condições oferecem aos seus funcionários. De referir que as três atuam no setor de Tecnologias de Informação.
Tanto a Cisco, como a Gatewit e a Microsoft Portugal integram uma multiplicidade de pontos fortes que, segundo testemunham os próprios funcionários, cimentam o grau de confiança na organização, gerado pela colaboração entre colegas, pela valorização do trabalho e pela construção e manutenção de um ecossistema profissionalmente descontraído.
Com este prémio, a Cisco, a Gatewit e a Microsoft Portugal são candidatas às Listas Europeia e Global de 2014, que serão divulgadas em junho e outubro, respetivamente.
Tanto a Cisco, como a Gatewit e a Microsoft Portugal integram uma multiplicidade de pontos fortes que, segundo testemunham os próprios funcionários, cimentam o grau de confiança na organização, gerado pela colaboração entre colegas, pela valorização do trabalho e pela construção e manutenção de um ecossistema profissionalmente descontraído.
Com este prémio, a Cisco, a Gatewit e a Microsoft Portugal são candidatas às Listas Europeia e Global de 2014, que serão divulgadas em junho e outubro, respetivamente.
Os padrões pelos quais se rege a avaliação do Great Place to Work Institute são a opinião dos colaboradores, a aplicação de práticas e de políticas que visem a satisfação dos funcionários, e o exame das médias obtidas pela entidade empresarial. As três vencedoras têm em comum o investimento em programas de recrutamento de talentos, angariando os melhores alunos de doutoramento sempre que estejam disponíveis vagas para estágios ou para empregos full-time.
Cisco, Gatewit e Microsoft Portugal também organizam concursos de ideias nas mais diversas áreas, com direito a premiados e têm programas destinados à promoção do bem-estar físico, mental e social dos seus colaboradores, além de apostarem na criação de programas de ajuda financeira para os funcionários com menos disponibilidade financeira.
Cisco, Gatewit e Microsoft Portugal também organizam concursos de ideias nas mais diversas áreas, com direito a premiados e têm programas destinados à promoção do bem-estar físico, mental e social dos seus colaboradores, além de apostarem na criação de programas de ajuda financeira para os funcionários com menos disponibilidade financeira.
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