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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Neutralidade da Internet em discussão nos Estados Unidos



Google, BitTorrent, Facebook, Microsoft, Dropbox, LinkedIn e eBay, são apenas algumas das 150 empresas de Internet, que assinam uma carta enviada à Federal Communications Commission - FCC, num apelo à manutenção do chamado princípio de neutralidade da rede nos Estados Unidos.

Esta iniciativa ocorreu depois de a Comissão ter anunciado que vai mudar as regras da neutralidade da rede, por ordem dos tribunais. 

Na carta, as empresas recordam que nos últimos 20 anos foram criadas nos Estados Unidos várias aplicações, ferramentas e serviços baseados na Internet num processo assente numa Internet «sem discriminações». As empresas sublinham que o compromisso e as acções empreendidas pela entidade reguladora das comunicações norte-americanas para assegurar uma Internet livre e aberta «são a principal razão pela qual a Internet continua a ser um motor de iniciativa empresarial e do crescimento económico».

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A neutralidade na Internet - posição da APDSI

A nível internacional governos, reguladores, organizações e empresas têm-se debruçado sobre a questão da neutralidade da Internet. Esta resume-se, de uma forma muito simples, em saber o modo como a Internet deve tratar os pacotes de informação: de modo neutro como até aqui ou de modo diferenciado com diferentes privilégios. A filosofia em que assentou a criação da Internet baseou-se no tratamento dos pacotes independentemente do seu conteúdo e não privilegiando o tráfego de certas origens para certos destinos.

Esta matéria passou, desde há muito, da pura discussão técnica para a análise do respectivo impacto a nível social, económico, regulatório e legal. Por exemplo, a Comissão Europeia, nas palavras da Vice-Presidente para a Agenda Digital, afirmou estar empenhada na salvaguarda da neutralidade da Internet com o objectivo de garantir a transparência, qualidade de serviço e abertura do mercado.

Um fator de preocupação reside, assim, no facto de poder existir uma Internet que deixe de ser neutra em relação ao tipo de tráfego. A implementação de diferentes formas de neutralidade, mais ou menos restritivas, terá impacto nos atuais modelos de negócio dos diferentes intervenientes da rede, conduzindo, a curto e médio prazos, a novos modelos.

Atendendo a que os consumidores podem hoje fazer as suas livres escolhas sobre os serviços e aplicações a usar, sendo livres também de decidir quais os conteúdos que desejam aceder, criar ou compartilhar, a neutralidade promove a concorrência, permitindo, por outro lado, o investimento e a inovação nas diferentes componentes da net.

Por estas razões, a APDSI defende que a neutralidade da Internet deve ser garantida como a conhecemos hoje, até se mostrar, de uma forma inequívoca, através de uma análise económica prudente, que se pode evoluir para modelos de negócio que garantam o crescimento do mercado, e em que todos os intervenientes beneficiem, longe de distorções regulatórias ou tecnológicas.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A APDSI quer saber o que pensa sobre a neutralidade da Internet

Como a Internet deve tratar os pacotes de informação? De modo neutro como até aqui ou de modo diferenciado com diferentes privilégios?

Atendendo a que os consumidores podem hoje fazer as suas livres escolhas sobre os serviços e aplicações a usar, sendo livres também de decidir quais os conteúdos que desejam aceder, criar ou compartilhar, a neutralidade promove a concorrência, permitindo, por outro lado, o investimento e a inovação nas diferentes componentes da net. Concorda?

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Neutralidade da Internet - uma preocupação necessária?

A Comissão Europeia, nas palavras da Vice-Presidente para a Agenda Digital, afirmou estar empenhada na salvaguarda da neutralidade da Internet com o objectivo de garantir a transparência, qualidade de serviço e abertura do mercado.

Um factor de preocupação reside, assim, no facto de poder existir uma Internet que deixe de ser neutra em relação ao tipo de tráfego.

Esta questão preocupa-o? Valerá a pena a preocupação de Governos e consumidores?