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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Lançamento do livro My Europe



Realiza-se amanhã, pelas 18h00, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o lançamento do livro "My Europe", da autoria de Jaime Quesado, com apresentação de Carlos Costa e Francisco Seixas da Costa.

A publicação celebra uma década de colaboração do presidente do Conselho Diretivo da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública - eSPap - no Jornal de Bruxelas.

O livro será apresentado por Carlos Costa (Governador do Banco de Portugal) e pelo Embaixador Francisco Seixas da Costa, sendo a sessão presidida e moderada por Rui Leão Martinho (Bastonário da Ordem dos Economistas).


sábado, 20 de junho de 2015

Apresentação pública da Estratégia Nacional para a Empregabilidade Digital e Plano de Ação 2015 - 2020



A Estratégia Nacional e Plano de Ação para a Empregabilidade Digital 2015-2020 será apresentada publicamente no dia 24 de junho, numa cerimónia a realizar pelas 9h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

A estratégia visa criar condições para o estímulo ao emprego na área digital e surge como resultado de uma reflexão conjunta de dezoito entidades públicas e privadas que integram a Coligação Portuguesa para a Empregabilidade Digital, uma estrutura criada em abril deste ano, coordenada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, e que conta com a participação de 18 entidades públicas e privadas.

Constituída como plataforma para potenciar e facilitar a colaboração multistakeholder entre entidades dos setores público e privado, a Coligação Portuguesa para a Empregabilidade Digital pretende incentivar a adoção de medidas que promovam a formação de jovens na área das TIC e a requalificação da força de trabalho desempregada, aproveitando oportunidades e colmatando necessidades e lacunas destes profissionais no mercado de trabalho.

Envolvendo as áreas da Economia, Educação e Emprego, o objetivo é através da conjugação de instrumentos públicos e privados contribuir-se para a criação de 5 mil postos de trabalho no setor das TIC em 2015, perspetivando-se para 2020 uma meta de 15 mil novos empregos nesta área.

O projeto foi lançado pela Comissão Europeia em março de 2013 e sistematizado em fevereiro de 2014 através de um conjunto de princípios que integram a Davos Declaration on the Grand Coalition for Digital Jobs, no âmbito do World Economic Forum.

O objetivo que está na sua base é a constituição de uma plataforma que contribua para facilitar e potenciar a colaboração entre entidades do setor público, privado, comunidades académica e técnica, organizações não-governamentais e sociedade civil na adoção de medidas que promovam a formação e a empregabilidade no espaço europeu na área das TIC, setor que se estima possa vir a atingir um défice de novecentos mil profissionais em 2020.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Estudo revela importância da oferta de educação e formação em TICE



Um estudo feito feito pela Coligação Nacional Para a Empregabilidade Digital da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação para a Ciência e Eecnologia, I.P. revela a importância da oferta de educação e formação em TICE. Ana Cláudia Valente e Isabel Correia fizeram um "Mapeamento da Oferta de Educação e Formação em TICE em Portugal" que envolveu o sector das Tecnologias de Informação, Comunicação e Eletrónica (TICE) nas suas múltiplas atividades de desenvolvimento de produtos e de prestação de serviços.

Uma das principais conclusões é que a área das TIC constitui uma oportunidade de criação de emprego jovem e qualificado em Portugal «quase sem paralelo». No entanto, ainda segundo o estudo, há vários anos que se regista uma escassez de especialistas e técnicos qualificados no domínio das TIC. Apesar das várias iniciativas europeias no sentido da superação deste "ICT skills gap", as mais recentes projeções de necessidades e de oferta de mão-de-obra em TIC, no horizonte 2020, apontam para sua continuidade na Europa. Mesmo assumindo um modesto crescimento económico e moderados investimentos em TIC, estima-se que cerca de meio milhão de empregos em TIC fiquem por preencher por falta de mão-de-obra já em 2015 e, em 2020, quase um milhão.

As projeções realizadas para Portugal apontam para cerca de 15 000 vagas não preenchidas por falta de mão-de-obra em 2020, cerca de cinco vezes mais do que em 2012 já era estimado.

Procurando fazer um levantamento da oferta de educação e formação em TICE disponível no país, o estudo visa contribuir para o desenvolvimento do programa de ação da Coligação Portuguesa para a Empregabilidade Digital. O levantamento abarca a formação inicial, desde o nível do ensino secundário de dupla certificação até ao ensino superior, e a formação contínua, com particular atenção para as oportunidades de requalificação de jovens qualificados em áreas não-TICE ou relacionadas, de baixa empregabilidade.

«A utilização das TIC no ensino e o desenvolvimento das competências digitais podem ter um papel importante na motivação das crianças e jovens para estas disciplinas e na qualidade das aprendizagens. Nomeadamente, as experiências de introdução do ensino da programação nas escolas são cada vez mais encaradas como forma de desenvolver as capacidades de pensamento lógico e de resolução de problemas e também de atrair mais alunos para as ciências informáticas», lê-se no estudo, que pode ler, na íntegra, no sítio na web da APDSI.

O estudo conclui que «aproveitar o potencial de criação de emprego qualificado é indispensável, sobretudo num momento em que o desemprego jovem tem vindo a atingir níveis muito elevados e o desemprego entre os licenciados a aumentar».

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Apresentação do livro "Telemedicina em Portugal: onde estamos?"



O livro "Telemedicina em Portugal: onde estamos?" vai ser apresentado ao público no próximo dia 29 de setembro, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, às 10h00. A sessão de lançamento é de entrada livre.

Trata-se de um projeto desenvolvido pela Escola Nacional de Saúde Pública sobre a identificação da capacidade instalada da Telemedicina em Portugal.

A publicação tem por objetivo definir a frequência "real" da utilização dos equipamentos de telemedicina existentes no país e o impacto da sua utilização nos cuidados de saúde e na redução dos seus custos, nomeadamente em situações clínicas solucionáveis à distância por meios informáticos.