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sexta-feira, 13 de março de 2015

ENSP promove ciclo de seminários ao sábado




A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/UNL) promove durante os meses de maio e junho de 2015, o ciclo de seminários aos sábados subordinados ao tema "Sistemas e Tecnologias de Informação e Comunicação nos Hospitais".

Os seminários, organizados por Rita Veloso Mendes e Teresa Magalhães, têm os seguintes temas e datas de realização:


Processo clínico eletrónico - 9 de maio (manhã); 
Farmácia hospitalar - 9 de maio (tarde);
Logística e BPM (Business Process Management) aplicado à saúde - 23 de maio (manhã); 
ERP's (Enterprise Resources Planning) - Aprovisionamento, Financeiro, RH - 23 de maio (tarde); 
Business Intelligence - 30 de maio (manhã); 
Laboratório e Imagem (MCDT's) - 6 de junho (manhã); 
Telemedicina - 6 de junho (tarde); 
Estratégias SI / TI - que futuro? - 20 de Junho (manhã).

 
Os seminários pretendem promover a ligação entre o setor de conceção e o de implementação das tecnologias e sistemas de informação e comunicação no setor da saúde, reunindo decisores e compradores destes serviços e os seus principais utilizadores, quer no setor público quer no privado, bem como desenvolver uma análise crítica das necessidades específicas do setor e da capacidade de lhes dar resposta, envolvendo todos os intervenientes no processo de uso das TIC/SI na saúde.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Apresentação dos resultados do estudo "VIH/sida: Financiamento e Contratualização assente na Eficiência e Qualidade"



Dia 28 de outubro realiza-se, no Auditório do INFARMED, em Lisboa, a sessão pública de apresentação dos resultados do estudo "VIH/sida: Financiamento e Contratualização, assente na Eficiência e Qualidade", desenvolvido pela Escola Nacional de Saúde Pública, da Universidade Nova de Lisboa (ENSP, UNL), em colaboração com a biofarmacêutica Gilead Sciences. A iniciativa começa às 9h30.

O estudo incide sobre «modelos de financiamento e contratualização efetiva, enquanto mecanismo por excelência de garantia do acesso com qualidade, num patamar de sustentabilidade, a todos os doentes em tratamento», lê-se em comunicado.

Além do secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, do presidente do Infarmed, Eurico Castro Alves, e do diretor do Programa Nacional para a Infeção VIH/SIDA, António Diniz, a sessão pública de apresentação dos resultados vai contar com a intervenção de outros especialistas e representantes de várias entidades.

A entrada é livre mas inscrição deve ser feita enviando os seus dados para: projeto_VIH@ensp.unl.pt

PROGRAMA

9h30 - Abertura
Prof.ª Doutora Ana Escoval (ENSP)
9h45 - Apresentação dos Resultados do Painel de Delphi

10h00 - Debate
Comentadores:
Dr.ª Marta Temido (Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares)
Dr. José Poças (Centro Hospitalar de Setúbal)
Dr. Luís Mendão (Associação GAT)

Debate:
Moderação: Marina Caldas
Dr.ª Clara Carneiro (Presidência da República)
Dr. Ricardo Batista Leite (Comissão Parlamentar da Saúde)
Dr. Rui Ivo (ACSS)
Dr. João Martins (INFARMED)
Eng. Pedro Batista (SPMS)
Dra. Maria João Faria (Ordem dos Médicos)
Mestre João Paulo Cruz (Ordem dos Farmacêuticos)
Enf. Germano Couto (Ordem dos Enfermeiros)

11h20 - Pausa para Café
11h40 - Conclusões
Dr. António Diniz (Diretor do Programa Nacional para a infeção VIH/SIDA - DGS)

12h10 - Cerimónia de encerramento
Dr.ª Cristina Bernardo (GILEAD SCIENCES)
Prof. Doutor João Pereira (ENSP)
Dr. Eurico Castro Alves (INFARMED)
Dr. Manuel Teixeira (Secretário de Estado da Saúde)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Apresentação do livro "Telemedicina em Portugal: onde estamos?"



O livro "Telemedicina em Portugal: onde estamos?" vai ser apresentado ao público no próximo dia 29 de setembro, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, às 10h00. A sessão de lançamento é de entrada livre.

Trata-se de um projeto desenvolvido pela Escola Nacional de Saúde Pública sobre a identificação da capacidade instalada da Telemedicina em Portugal.

A publicação tem por objetivo definir a frequência "real" da utilização dos equipamentos de telemedicina existentes no país e o impacto da sua utilização nos cuidados de saúde e na redução dos seus custos, nomeadamente em situações clínicas solucionáveis à distância por meios informáticos.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Sessão: Connected Health: Bridging the Gap Between Innovation and Practice - Champions & Partnerships (Portugal and UK)



No dia 7 de outubro, o Salão Nobre da Escola Nacional de Saúde Pública em Lisboa, vai receber uma sessão subordinada ao tema "Connected Health: Bridging the Gap Between Innovation and Practice - Champions & Partnerships (Portugal and UK)".

Nesta sessão vão ser apresentados os casos de estudo mais inovadores no que diz respeito à saúde em rede e, segundo a organização, esta é também uma boa oportunidade para conhecer as propostas atuais que a indústria das tecnologias da saúde em Portugal e no Reino Unido oferece.

Consulte o programa no sítio na web da APDSI.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Interoperabilidade na Saúde - onde estamos?


A APDSI apresentou hoje o estudo “Interoperabilidade na Saúde - onde estamos?”, no Auditório da Escola Nacional de Saúde Pública - UNL, em Lisboa, sob a coordenação do Dr. Fernando Rodrigues.

Haverá uma solução única para todos os problemas que surgem em matéria de interoperabilidade na saúde? Poderá o Serviço Nacional de Saúde ser pensado e criado de outra maneira? Estas foram apenas algumas das questões que serviram de ponto de partida para a elaboração deste estudo cujo objetivo principal foi divulgar as experiências em marcha e as melhores práticas que existem no setor.

Para esclarecer a problemática que está por detrás deste trabalho de observação e pesquisa, o Prof. Pedro Pita Barros fez a definição: «Interoperabilidade é o que não se vê, é quando tudo “fala” com tudo e ninguém percebe. Isso acontece quando tudo funciona bem». No estudo, a concorrência entre o sistema público e o sistema privado de saúde também é abordada para se concluir que «não têm de ser diferentes. Tem de se escolher o melhor». Os direitos sobre a propriedade da informação privada dos utentes também mereceram atenção, embora esta seja uma questão que os autores do estudo entendam que é sobrevalorizada.

A existência de uma grande diversidade conceptual, de plataformas de hardware e software distintas, a necessidade de pesquisa de comunicação de informações clínicas e administrativas em tempo real e a viabilização do uso de sistemas de apoio à decisão cada vez mais sofisticados, levaram um conjunto de sócios da APDSI e personalidades de instituições relevantes na área, a elaborarem este documento que reflete o momento que se vive em matéria de interoperabilidade na saúde.

Segundo os inquéritos feitos pela equipa que desenvolveu o estudo, a maioria dos médicos está disponível para fazer uma opção tecnológica mas a forma como os serviços estão a funcionar pode não ser a melhor. Ainda na sequência destas entrevistas realizadas, o grupo concluiu que os Conselhos de Administração das instituições de saúde gostariam de ver criado um Conselho Técnico Nacional, «englobando os diferentes grupos profissionais envolvidos na saúde, que permita estimular, propor ideias e soluções estratégicas credíveis para serem consideradas pelo Governo atual e futuros», acrescentou Fernando Rodrigues. A interoperabilidade na saúde é composta por características e sistemas TICE habilitados ou serviços prestados no domínio da saúde e deverá permitir aos seus utilizadores trocar, entender e agir sobre e entre os “ativos de saúde”, num conhecimento interpretado de igual forma por todos.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Estudo: Interoperabilidade na Saúde - onde estamos?


A APDSI vai apresentar publicamente o estudo “Interoperabilidade na Saúde - onde estamos”, no próximo dia 26 de novembro, às 11h00, no Auditório da Escola Nacional de Saúde Pública - UNL, na Av. Padre Cruz, sob a coordenação do Dr. Fernando Rodrigues.

A existência de uma grande diversidade conceptual, plataformas de hardware e software distintas, procura e comunicação de informações clínicas e administrativas em tempo real e a viabilização do uso de sistemas de apoio à decisão cada vez mais sofisticados, obriga a uma integração comunicacional sistémica, contínua, progressiva e segura.

A complexidade que deriva dos vários agentes de saúde, incluindo hospitais, centros de saúde, laboratórios, ordens profissionais, seguradoras, sistemas de pagamento e associações de doentes, torna evidente a necessidade de garantir uma fluidez de informação - necessária e suficiente - entre todos os processos das diversas redes (nos seus diversos níveis de agregação de informação) em atividade e seus respetivos cruzamentos.

Foi a pensar na conjugação de todos estes aspetos que a APDSI se propôs estimular este estudo, convidando os associados e as personalidades e instituições relevantes na área, numa troca de conhecimentos sobre o momento que se vive em matéria de interoperabilidade na saúde.

A conferência decorre entre as 11h00 e as 13h00. A inscrição é gratuita mas obrigatória para secretariado@apdsi.pt.