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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Faltam profissionais de segurança em TI



Falta cerca de um milhão de profissionais de segurança de TI. O deficit de profissionais para combater ameaças informáticas foi testemunhado no Relatório Anual de Segurança da Cisco.

Segundo os dados apresentados, em 2013 as ameaças destinadas a tirar partido da confiança dos utilizadores em sistemas, aplicações e redes pessoais atingiram «níveis alarmantes em que as vulnerabilidades e ameaças a nível global atingiram os seus mais altos níveis desde 2000».

Esta falta de profissionais está a surgir, também de acordo com a empresa de soluções para redes e comunicações, devido à sofisticação das táticas e da tecnologia utilizada pelos cibercriminosos que são, actualmente, superiores à capacidade de resposta dos departamentos de TI e profissionais de segurança. 

O relatório mostra que o cenário mudou drasticamente dos ataques individuais, com prejuízos limitados, para operações de cibercrime organizado bastante sofisticadas e capazes de causar consequências significativas às grandes empresas e aos Governos. 


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cibercrime afasta clientes das compras online


O cibercrime está a desincentivar os europeus a fazerem compras online. Este é o resultado do mais recente Eurobarómetro, divulgado na semana passada, no qual 12% dos europeus inquiridos revelou já ter sido vítima de ataques informáticos através do email ou das redes sociais.

O mesmo estudo mostra que um universo menor também foi vítima de fraude com cartão de crédito ou através dos serviços de banca online enquanto a maioria (76%) diz ter a noção que no último ano o risco de se tornar vítima de cibercrime aumentou.

O facto de haver cada vez mais pessoas informadas pode estar a afastar os potenciais compradores online, como comprovam estas sondagens onde 70% dos inquiridos tem capacidade para fazer compras online ou utilizar um serviço de banca online, mas apenas 50% usa, efetivamente, estes canais. 

Entre os receios mais frequentes estão o medo de facilitar uma utilização abusiva dos seus dados pessoais e a segurança dos sistemas de pagamento, aspetos apontados por 37 e 35% dos inquiridos, respetivamente. 

O inquérito europeu foi realizado junto de 27 mil utilizadores. Os dados apurados para Portugal, onde foram realizadas cerca de mil entrevistas, mostram que a desinformação relativamente aos perigos da Internet é ainda mais elevada que na média europeia (68%).

De recordar que a APDSI realizou, no passado dia 21 de novembro, a segunda edição da conferência Internet, Negócio e Redes Sociais, desta vez dedicada ao tema "Financiar, Inovar e Empreender", sobre a qual pode ler mais aqui.