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quarta-feira, 14 de março de 2018

Organizações estão preocupadas com questões de cibersegurança mas são resilientes aos incidentes



Cerca de 90% dos gestores revelam-se preocupados com incidentes de cibersegurança, mas 98% afirmam ser resilientes ou "algo resilientes" em relação a esta matéria, segundo um estudo da consultora KPMG.

Cerca de 90% das 76 organizações inquiridas garantem estar preocupadas com a possibilidade de sofrerem incidentes de cibersegurança e 83% com a disrupção das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). A falha de outros recursos, como fornecedores críticos da cadeia de valor (78%), eletricidade, gás e água (71%), incidentes de saúde e segurança no trabalho (71%) também são fatores de preocupação.

Para responder e assegurar a resiliência a eventos disruptivos que possam afetar a sua atividade, quase todas as organizações (98%) colocam em prática um programa de Gestão da Continuidade do Negócio (GCN) que determina como esta é planeada, implementada, mantida e melhorada continuamente.

A execução deste processo passa pela existência de controlos preventivos para a redução da exposição ao risco, por mecanismos de resposta a incidentes e soluções de recuperação das funções críticas para minimizar os impactos financeiros, reputacionais e legais. E, porque implica um grande investimento, é necessário o envolvimento de várias áreas da organização na implementação e gestão destes sistemas. Mais de três quartos dos inquiridos (76%) garantem ter equipas dedicadas com competências em Gestão da Continuidade do Negócio.

Quase metade dos inquiridos (44%) atribuiu a liderança da GCN à direção de gestão de risco, 17% aos líderes de tecnologias da informação e 17% aos responsáveis pela organização, qualidade e ambiente. Para um terço das organizações (33%), a liderança da área também pode ser atribuída ao presidente do Conselho de Administração, ao administrador de tecnologias da informação (21%) ou ao administrador de segurança de informação e segurança física (9%).

Relativamente ao modelo a seguir na decisão de implementar um programa de GCN, quase metade das organizações (45%) seguem as recomendações da legislação sectorial na matéria. De igual forma, 45% seguem os requisitos da ISO 22301, uma norma desenvolvida para ajudar as organizações a minimizar o risco associado a ocorrências que possam interromper o normal funcionamento de uma organização.

Na hora de monitorizar e avaliar o desempenho dos seus programas, 64% das organizações fá-lo através de auditorias internas, 41% através da revisão pela administração, 38% através de auditoria externa e 38% através de indicadores de desempenho (KPI's).

O relatório revelou que 71% das organizações já sofreram um incidente que causou a indisponibilidade dos serviços de TI nos últimos cinco anos. Para a elaboração do estudo, realizado entre setembro e novembro de 2017, foram aplicados dois questionários eletrónicos a 76 gestores e entrevistados quatro administradores executivos na área da Continuidade do Negócio.

Em 2016 o tema do Fórum da Arrábida da APDSI foi, precisamente, a cibersegurança. Recorde aqui o relatório daí resultante.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Cidadania Ativa


O Programa Cidadania Ativa, gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian, é destinado às Organizações Não-Governamentais e foi apresentado publicamente a 22 de março.

O Programa Cidadania Ativa vai disponibilizar 5,8 milhões de euros às Organizações Não Governamentais (ONG) portuguesas. Na cerimónia oficial de lançamento foi, ainda, anunciada a abertura dos principais concursos do Programa no próximo dia 29 de abril.

O Programa Cidadania Ativa decorre entre 2013 e 2016 e os apoios serão concedidos através de concursos periódicos (projetos financiados a 90%). O financiamento é destinado a apoiar projetos de ONG para o fortalecimento da Sociedade Civil portuguesa, conforme pode conferir, em detalhe, no regulamento disponível na página web da APDSI.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Estudo de Gestão de Conhecimento

A Knowman está a realizar a terceira edição do estudo "Gestão de Conhecimento em Portugal".

Este estudo assenta em respostas a um breve questionário online e destina-se a organizações públicas ou privadas, grandes ou pequenas, familiarizadas ou não com a expressão "gestão de conhecimento". O único requisito é que tenham presença em Portugal ou em Espanha, uma vez que a edição de 2013 do estudo é ibérica e procura perceber a disseminação de práticas e ferramentas de gestão de conhecimento em organizações dos dois países.

O tempo médio de resposta é de 10 minutos e o questionário pode ser preenchido até ao dia 31 março.

O que ganha a minha organização com isto?

1 - Contribui para um instrumento de trabalho que valida esforços (quem sabe os seus?);

2 - Pode aproveitar algumas ideias de práticas e ferramentas para a sua organização;

3 - Habilita-se a si e à sua organização a alguns prémios;

4 - Alguns sorrisos (preencha e perceberá porquê!).

À semelhança dos anos anteriores, o relatório geral do estudo ficará disponível para consulta gratuita.

O questionário está disponível para organizações em Portugal deverá ser respondido aqui.

Se está em Espanha o questionário a preencher é este.