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terça-feira, 3 de abril de 2018

Especialistas em smart cities e presidentes de Câmara debatem o futuro



A quarta edição do FICIS - Fórum Internacional das Comunidades Inteligentes e Sustentáveis, vai reunir no Museu D. Diogo de Sousa, a partir de hoje e ao longo de três dias, mais de 20 especialistas em smart cities e 10 presidentes de Câmara, para debater e apresentar soluções projetadas para transformar as cidades portuguesas em cidades inteligentes. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa.

A mobilidade, a regeneração urbana, a tecnologia e inovação, a criatividade e arte urbana serão alguns dos temas de fundo em discussão, numa iniciativa que éaberta ao público e pretende afirmar-se como um exemplo de democracia participativa.

"Pelo quarto consecutivo, o FICIS volta a abrir à comunidade uma porta para a partilha de conhecimento sobre como será viver, no futuro, nas nossas cidades. É fundamental incluir os cidadãos nesta discussão, pois o sucesso do futuro das cidades passa, em larga medida, pela colaboração dos próprios cidadãos", refere Ana Fragata, diretora executiva do FICIS 2018.

A mesma responsável destaca que "em Portugal, há vários casos de concelhos menos povoados que têm desenvolvido boas práticas ao nível do futuro sustentável das cidades e que podem, igualmente, beneficiar as grandes cidades portuguesas. Este ano, teremos a oportunidade de conhecer os testemunhos de vários presidentes de Câmara de cidades que são casos práticos de sucesso na aplicação destas soluções".

Além de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, que terá a seu cargo a sessão de abertura do FICIS 2018, a iniciativa vai também contar com as participações dos presidentes das autarquias de Arcos de Valdevez, Montalegre, Melgaço, Castelo de Paiva, Gondomar, Tabuaço, Vila Nova de Cerveira, Caminha e Monção.

Do lado dos especialistas em smart cities, os paineis de oradores vão contar com o contributo de responsáveis de entidades como o INL - Internacional Iberian Nanotechnology Laboratory, a Universidade do Minho e o IPCA - Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, e das empresas Siemens, IBM, Deloitte, EDP Distribuição, Bosch, Transportes Intermodais do Porto, Cisco, PT Empresas, Armis, BSB, REN Portgás Distribuição, CaetanoBus, Efacec, entre outras.

terça-feira, 27 de março de 2018

Já há uma empresa portuguesa acreditada para certificar Smart Cities



A Winning, empresa 100% portuguesa, que se especializou nas competências de Gestão Estratégica, Gestão da Inovação, Gestão de Benefícios, Gestão de Projeto, Gestão da Mudança, Computer Science e Data Science, obteve a acreditação exclusiva do World Council on City Data (WCCD), ao nível da Península Ibérica para apoiar a certificação dos municípios na ISO 37120.

Esta distinção, a primeira ao nível ibérico, reconhece o compromisso da consultora «pela melhoria contínua em todas as áreas distintas da sua atuação» e, com esta acreditação do WCCD, a Winning é reconhecida pela norma que certifica a "Qualidade de Vida dos Munícipes".

De acordo com o Professor Leandro Pereira, CEO da consultora de gestão científica, «para que uma organização seja competitiva tem de saber implementar uma estratégia de negócio resiliente e única, por este motivo, a criação de valor acrescentado constitui o objetivo fulcral da Gestão. Esta acreditação constitui um importante pilar para o reconhecimento da Winning, uma vez que temos vindo a realizar um trabalho único, ao nível nacional, no apoio que prestamos aos municípios para que alcancem a certificação na ISO 37120».

Esta norma ajuda as cidades a criarem uma "cultura de dados" o que globalmente engendra uma cultura de inovação - a base de uma smart city.

De salientar que a questão das smart cities, além de já ter sido abordada nalgumas edições do Fórum da Arrábida, é, neste momento, um dos temas a que o Grupo de de Estudo da APDSI "Território e Urbanismo Inteligente" se está a dedicar.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Smart Connected Kitchen: o futuro da domótica apresentado em Nova Iorque


Foi apresentada esta semana durante o "Retail's BIG Show", em Nova Iorque, uma nova solução de robótica para móveis e eletrodomésticos de cozinha conectados, acionados por voz, assentes na Internet das Coisas (IoT).

O Smart Kitchen Commerce, bem como a tecnologia que opera nos bastidores, resulta de uma parceria entre a NCR Corporation, líder global em soluções pluricanal, e a Freshub. A nova tecnologia permite estabelecer uma ligação entre os mundos físico e digital, e cria uma cozinha controlada por tecnologias de voz e movimento mas sem esquecer as preferências e as lojas de referência dos consumidores conectados.

Outra novidade é que a combinação da tecnologia de serviço de pedidos da NCR Retail ONE com a Smart Connected Kitchen, da Freshub, dá aos comerciantes a oportunidade de fazerem parte do universo dos aparelhos domésticos, permitindo a conexão de bens de consumo, como frigoríficos e fogões ligados à Internet, aos produtos e preferências pré-definidas. Cada um de nós pode, em qualquer altura, fazer uma encomenda, sem nunca usar as mãos.

A Freshub, líder de tecnologias para a Smart Kitchen Commerce, é o primeiro fornecedor de soluções a integrar-se completamente com tecnologia NCR Retail ONE - ecossistema de aplicações para o comércio inovador - e a permitir soluções da IoT para os comerciantes se ligarem aos clientes.

De recordar que o futuro das cidades e das casas foi um dos temas abordados pela APDSI em junho do ano passado no debate sobre o futuro, intitulado "O Aprofundamento da Era Digital - Um Cenário para 2030".

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Schneider Electric lança projeto Go Green in the City


A Schneider Electric, especialista global em gestão de energia, está a preparar a quarta edição do projeto “Go Green in the City”, um desafio de âmbito internacional que pretende incentivar o desenvolvimento de soluções inovadoras para a eficiência energética em “smart cities”.

O desafio “Go Green in the City” destina-se a estudantes universitários de engenharia e gestão que podem fazer a sua inscrição aqui até 15 de Fevereiro de 2014.

O valor da eficiência energética para o futuro do planeta, está implícito nesta edição para a qual os estudantes deverão concorrer apresentando um case study que ilustre as suas concepções para soluções de gestão de energia viáveis, adaptadas a um dos cinco setores urbanos básicos (residencial, universidades, empresarial, água e hospitalar).

As equipas a participar devem ser formadas por dois membros, um dos quais, obrigatoriamente... mulher.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A APDSI acredita nas smart cities

A APDSI subscreve a visão de cidades inteligentes ("smart cities") como cidades nas quais o uso intensivo das tecnologias e da informação constituem a base para a gestão integrada do respectivo funcionamento quotidiano, criando um ambiente propício à melhoria sustentada da qualidade de vida dos habitantes e dos visitantes, ao desenvolvimento da atividade económica, à gestão integrada e racional dos recursos naturais e dos serviços (transportes, energia, infra-estruturas), num contexto de governança participativa.

Com mais de 50% da população mundial a viver em cidades (que se estima se estejam a expandir a um ritmo de 2 habitantes/segundo), mais de 50% do PIB mundial gerado em cidades acima dos 750.000 habitantes, representando as cidades 75% do consumo mundial de energia e 80% das emissões de CO2, o uso inteligente da tecnologia para transformar o modo como os cidadãos vivem, trabalham, aprendem e se divertem, num ambiente mais "verde" e sustentável de realização social, constitui um desafio civilizacional incontornável e inadiável.

A APDSI acredita ser este um dos mais relevantes vetores de realização da Sociedade da Informação.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Smart Cities - desafio inadiável ou sonho inalcançável?

Sabia que, com mais de 50% da população mundial a viver em cidades (que se estima se estejam a expandir a um ritmo de 2 habitantes/segundo), mais de 50% do PIB mundial gerado em cidades acima dos 750.000 habitantes, representando as cidades 75% do consumo mundial de energia e 80% das emissões de CO2, o uso inteligente da tecnologia pode transformar o modo como os cidadãos vivem, trabalham, aprendem e se divertem, num ambiente mais "verde" e sustentável de realização social?

Concorda que este constitui mais um desafio civilizacional incontornável e inadiável?