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terça-feira, 14 de agosto de 2018
Roupas de nanotubos de carbono podem ser usadas como bateria
Engenheiros da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, em parceria com a Base Aérea de Wright-Patterson, estão a desenvolver uma roupa que pode ser usada como bateria, sendo assim capaz de carregar outros dispositivos elétricos.
Segundo o Interesting Engineering, o tecido das roupas é feito a partir de nanotubos de carbono, que são materiais com excelentes propriedades de condução térmica e resistência ao calor. Graças às tecnologias de ponta da Força Aérea americana, os cientistas são capazes de criar materiais inteligentes para aprimorar as aplicações de tecnologia militar.
No centro destas aplicações estão os nanotubos de carbono. De acordo com os cientistas, no futuro, será possível substituir o cobre dos carros e dos aviões, de forma a diminui o peso dos veículos e melhorar a eficiência do combustível.
Os nanotubos de carbono poderão também ser utilizados para filtrar as nossas águas e para nos dar mais informação sobre as nossas vidas e corpos, através de sensores biométricos. Além disso, estes materiais devem também substituir o poliéster e outras fibras sintéticas.
Os nanotubos de carbono são os objetos mais negros encontrados na Terra, absorvendo cerca de 99,9% de toda a luz visível.
A Internet das Coisas e o seu impacto na vida dos cidadãos a 20 anos, foi um dos temas abordados pela APDSI em 2013 no seu encontro anual no Fórum da Arrábida que pode recordar aqui.
terça-feira, 12 de junho de 2018
15.ª Conferência Anual itSMF Portugal | “A Gestão de Serviços no Limiar da 4.ª Revolução Industrial”
Realizou-se no dia 7 de junho a 15.ª Conferência Anual da itSMF subordinada ao tema “A Gestão de Serviços no Limiar da 4.ª Revolução Industrial”. O encontro teve lugar no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, contou com a presença de ilustres figuras do meio e abordou temas como o contributo da Gestão de Serviços na atual Estratégia de Transformação Digital.
Luís Portugal Deveza, Consultor de Empresas TI, falou sobre Indústria 4.0 ou transformação digital, destacando que, hoje em dia, há uma pressão significativa por parte dos clientes (procura) que têm a capacidade de ser cada vez mais exigentes.
Na Indústria 4.0, a dispersão geográfica já não é um problema e as tecnologias oferecem uma capacidade de produção mais automatizada, bem como o acesso a dados importantes para a sua atividade. A produção em real time é outra vantagem apontada por Luís Portugal Deveza: «A grande novidade na Indústria 4.0 é o fator inteligência porque, na maior parte do tempo, os equipamentos não a tinham. A introdução do machine learning e da inteligência artificial faz com que cada "coisa" capte dados que podem ser usados».
Em Portugal, mais de 50% das empresas está a resistir a esta revolução ou, na melhor das hipóteses, está apenas curiosa sobre ela, não se sentindo suficientemente esclarecida para a adotar sem hesitação, demonstra Luís Portugal Deveza. Portugal é, contudo, um país que se "desenrasca" bem quando o caminho é incerto, sendo esta uma característica que, segundo Luís Portugal Deveza, nos pode trazer benefícios nesta área. A segurança é a grande preocupação do consultor, a par do emprego para a geração atual de crianças: «Não estou otimista quanto à questão da criação ser equivalente à destruição».
João Machado, IoT Connectivity Solution Architect Manager da Vodafone Portugal, enumerou as oportunidades e desafios que a IoT coloca ao mundo industrial ressalvando que há impactos técnicos e as tecnologias ainda são caras: «A segurança é o melhor ativo que as empresas vão ter; a confiança tem de ser criada e será uma grande oportunidade porque a empresa que a conseguir está melhor preparada para os desafios do futuro». Uma melhor gestão da informação vai trazer grandes desafios regulatórios mas João Machado mostra-se otimista: «Acho que os benefícios superam as dificuldades. Confio na aprendizagem anterior e, por isso, acredito que a sociedade vai saber minimizar os impactos».
Rui Ribeiro Pereira, Manager of Information Systems Operations da Galp, também esteve presente na conferência e mostrou os bons exemplos da empresa que aposta na integração, reutilização e simplificação dos sistemas de informação - geridos em outsourcing. «A imaginação e a capacidade de sonhar são mais importantes que o conhecimento», concluiu. Com uma empresa gerida em multisourcing, os maiores desafios prendem-se com a integração de serviços: «Todos os envolvidos estão comprometidos em operar sobre uma plataforma comum de processos, de forma a haver uma gestão de trabalho por parte de todos, automatizada e integrada».
Indústria 4.0 e RGPD
Ainda da parte da manhã, Rui Soares, da itSMF Portugal, fez uma apresentação intitulada "Serviço Alerta, Privacidade Certa", onde destacou os cuidados que as empresas devem ter com o RGPD e as alternativas que existem ao consentimento. Na sua apresentação foi dada particular importância ao service desk onde cada colaborador tem de saber que dados são controlados, como são tratados e como vão resolver se os clientes quiserem exercer os seus direitos: «A formação de quem está no service desk tem de ser acautelada porque mesmo que não tenham a resposta adequada, têm de saber para onde encaminhar as questões».
Graça Carvalho, Strategic Alliances Director - Department of Computer and Science from UCL, falou-nos sobre os impactos que a IoT está a ter na gestão das empresas e interação com os clientes, contudo, é preciso fazê-lo «degrau a degrau». É preciso experimentar e com parceiros, defende.
Nesta nova Era da Indústria 4.0, é preciso ter em atenção o que têm em comum as novas tecnologias. Os dados são a "cola" do sistema e a velocidade de transformação das organizações vai mudar muito mais nos próximos dois anos, do que aconteceu nestes dois últimos anos. A investigadora também partilhou o resultado de um estudo feito no Reino Unido em 2015 e que procurava perceber porque é que a IoT não estava a ter o sucesso que deveria. Questões de privacidade e segurança surgiram na resposta. «Já não se pode dizer que não estamos conscientes do impacto de determinada tecnologia; o diferenciador é a importância comercial dos dados», rematou.
ISO 20000-1
Da parte da tarde, coube a Lynda Cooper, perita de renome mundial na normalização Gestão e Governação de Serviços TIC, abrir a sessão com uma apresentação sobre a norma ISO 20000-1 que, até 2016, apresentou um crescimento significativo que se espera que continue a verificar-se. A especialista sublinhou que se está a assistir a uma alteração de tendências no service management com um maior ênfase a ser dado ao consumidor.
Paulo Sousa, CEO da Maxdata, apresentou o software de controlo de análises clínicas - é o software que diz o que os equipamentos têm de fazer e determina se um exame é válido ou tem de ser repetido. Mais de 80% do serviço diário é assegurado por máquinas. A Maxdata adotou o ISO 20000-1 porque percebeu que seria uma mais-valia competitiva para a empresa que passou na auditoria com 0% de inconformidades.
No final, José Carlos Martins moderou o Grande Debate sobre o tema da conferência com um painel constituído por António Câmara (YGroup e UNL), Luís Vidigal (APDSI) e Miguel Moreira (DSPA).
António Câmara antecipou que até 2021 a Internet vai mudar radicalmente na medida em que qualquer pessoa pode inventar, criar e vender um produto globalmente porque as «novas gerações criam mais conteúdos do que consomem, ao contrário das gerações anteriores».
Luís Vidigal perfila o fim da economia como a conhecemos e prevê que nesta revolução da Indústria 4.0 vai haver desequilíbrio entre empregos criados e empregos gerados pelo que o “rendimento mínimo” se vai impor.
Por fim, Miguel Moreira também acredita que a transição para uma nova estrutura de trabalho não vai ser pacífica porque envolve toda a massa de trabalho que já está no ativo, sendo este um dos grandes desafios que a sociedade enfrenta.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Ameaças aos dispositivos móveis e IoT podem aumentar
Ameaças aos dispositivos móveis e à Internet of Things podem aumentar. O alerta foi deixado na conferência de utilizadores de tecnologia WeDo onde cerca de 43% dos operadores de telecomunicações presentes acreditam que os dispositivos móveis constituem a área tecnológica mais exposta.
Um inquérito desenvolvido pela WeDo Technologies, envolvendo 64 empresas, revela que os operadores de telecomunicações consideram os dispositivos móveis, área citada por 43%, e as redes IoT (39%) os mais vulneráveis a riscos de fraude.
No global, 64% dos operadores prevê adotar soluções em cloud computing nos próximos quatro anos. Um grupo de 43% pretende fazê-lo num prazo de dois a quatro anos e os restantes 21 consideram fazê-lo já nos próximos 12 meses.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
IoT dá mais um passo com a IBM e a Bosch
A IBM e a Bosch juntaram-se para trabalharem em projetos de Internet of Things industrial, com o objetivo de «atualizar eficazmente milhões de dispositivos IoT», lê-se no comunicado da Bosch.
Graças à iniciativa conjunta das duas multinacionais, a reconhecida empresa de consultoria Gartner já faz previsões que apontam para que, em 2020, existam 20,8 mil milhões de aparelhos conectados. As empresas acreditam que os consumidores pretendem que os seus dispositivos tenham sempre as actualizações mais recentes para usufruirem das respetivas melhorias de desempenho.
Já se sabe que os clientes de ambas as marcas vão poder aceder a serviços de implantação através da cloud da IBM.
As empresas explicam que, por exemplo, num futuro próximo os fabricantes de automóveis passam a poder agendar e organizar as atualizações de software de milhões de veículos de forma «segura e eficiente», sem necessitar que se desloquem a uma oficina.
De recordar que a APDSI realizou, a 27 de junho de 2016, na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, um debate sobre o futuro, intitulado "O Aprofundamento da Era Digital - Um Cenário para 2030". Nele foram debatidas questões também relacionadas com a IoT.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Smart Connected Kitchen: o futuro da domótica apresentado em Nova Iorque
Foi apresentada esta semana durante o "Retail's BIG Show", em Nova Iorque, uma nova solução de robótica para móveis e eletrodomésticos de cozinha conectados, acionados por voz, assentes na Internet das Coisas (IoT).
O Smart Kitchen Commerce, bem como a tecnologia que opera nos bastidores, resulta de uma parceria entre a NCR Corporation, líder global em soluções pluricanal, e a Freshub. A nova tecnologia permite estabelecer uma ligação entre os mundos físico e digital, e cria uma cozinha controlada por tecnologias de voz e movimento mas sem esquecer as preferências e as lojas de referência dos consumidores conectados.
Outra novidade é que a combinação da tecnologia de serviço de pedidos da NCR Retail ONE com a Smart Connected Kitchen, da Freshub, dá aos comerciantes a oportunidade de fazerem parte do universo dos aparelhos domésticos, permitindo a conexão de bens de consumo, como frigoríficos e fogões ligados à Internet, aos produtos e preferências pré-definidas. Cada um de nós pode, em qualquer altura, fazer uma encomenda, sem nunca usar as mãos.
A Freshub, líder de tecnologias para a Smart Kitchen Commerce, é o primeiro fornecedor de soluções a integrar-se completamente com tecnologia NCR Retail ONE - ecossistema de aplicações para o comércio inovador - e a permitir soluções da IoT para os comerciantes se ligarem aos clientes.
De recordar que o futuro das cidades e das casas foi um dos temas abordados pela APDSI em junho do ano passado no debate sobre o futuro, intitulado "O Aprofundamento da Era Digital - Um Cenário para 2030".
De recordar que o futuro das cidades e das casas foi um dos temas abordados pela APDSI em junho do ano passado no debate sobre o futuro, intitulado "O Aprofundamento da Era Digital - Um Cenário para 2030".
sexta-feira, 10 de junho de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Portugal recebe a IoT Week 2015
Portugal é o país anfitrião da IoT Week 2015 que vai decorrer de 16 a 18 junho no Centro de Congressos de Lisboa.
A IoT Week teve origem no Cluster Europeu de Investigação em Internet-das-Coisas (IERC) e tornou-se num evento proeminente que atrai profissionais da indústria e investigação de todo o mundo para debater e demonstrar a "Internet-das-Coisas de hoje e do futuro".
Depois da IoT ter sido a principal atração na CES 2015 e CeBIT 2015, em Lisboa vão ser analisados e debatidos os caminhos a percorrer para uma utilização generalizada e uma adoção massiva da Internet-das-Coisas. A IoT Week 2015 pretende contribuir para a compreensão do futuro da Internet-das-Coisas considerando as dimensões tecnológica e de investigação, mas também a inovação, aceitação, modelos de negócios, segurança e privacidade.
A IoT Week 2015 ambiciona também abrir caminho para os futuros Pilotos Europeus em Larga Escala de Internet-das-Coisas (LSP) e ainda projetar a nova aliança europeia para a inovação em IoT.
Em paralelo ao programa vai estar patente uma mostra de tecnologias, soluções e inovação IoT.
A IoT Week 2015 promove também uma maratona de criação da soluções IoT - um IoT Hackathon - o primeiro de sempre em Portugal, além da conferência CHIST-ERA SPIoT (Segurança e Privacidade em IoT), sessão de informação acerca de oportunidades de financiamento de investigação em IoT os Prémios IoT e a Noite da Internet-das-Coisas.
O programa está disponível aqui.
terça-feira, 14 de abril de 2015
«How the Internet of Things could redefine green workspaces»

Infografia do artigo
«How the Internet of Things could redefine green workspaces»
“It will fundamentally change a lot of how we do things, at the same scale as the World Wide Web transformed the workplace in the ’90s,” he said. “And office workers won’t notice these things, but for the person who owns the building or pays the bills, it will dramatically change things and make businesses more competitive.”
More automatic operations will allow businesses to innovate with new products, ultimately creating new revenue streams». Leia na integra.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
«The Internet of Everything»
Do nosso ponto de vista, a não perder a HBR de novembro 2014, nomeadamente:
How Smart, Connected Products Are Transforming Competition
sábado, 6 de setembro de 2014
«M2M and IoT Immersion»
Gosto de seguir a construção de conferências e afins, penso que é um bom processo para mergulharmos em determinada matéria, nomeadamente quando não se é especialista no assunto, que é o caso. Neste momento persigo iniciativas relacionadas com «M2M -Machine-to-Machine» e «IoT - Internet of Things» (não é acidental o meu post anterior). Neste ambiente, cheguei à conferência Get M2M & IoT Strategies You Can Implement Today que vai ter lugar no início do próximo ano, em Miami. Em regra, mostram-nos agendas atuais e futuras.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
«IoT - Internet of Things»
Do nosso ponto de vista, a não perder o artigo «'Industry 4.0' and the next wave of embedded machines»: aqui, no GreenBiz.
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