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quinta-feira, 1 de março de 2018

APDSI junta-se ao pedido de revisão de apoio à diretiva de "copyright"


Foi enviado ao Governo um pedido de revisão de apoio à diretiva de "copyright". A notícia foi divulgada pela agência Lusa.

As signatárias de uma carta aberta dirigida ao Governo incluem a Beta-i e a ANSOL, mas também a APDSI e a ISOC PT que alertam para restrições nos seus direitos dos cidadãos que dificultarão a inovação.

Nove entidades portuguesas, representantes de várias áreas da sociedade civil e da economia, apelam que o Governo reveja o apoio manifestado à proposta de reforma da diretiva europeia de copyright. Já em outubro, a Associação Portuguesa de Defesa de Direitos Civis Digitais (D3) denunciava que as emendas propostas por Portugal, Espanha e Franca vão desencorajar ​a​ ​criação​ ​de startups.

A esta entidade juntam-se agora mais oito signatárias - ISOC PT, APDSI, ESOP, ANSOL, BAD, AEL, CC Portugal - de uma carta aberta endereçada no mês passado ao Governo. A iniciativa desencadeada em outubro pela D3 acaba por ganhar peso, não só com o suporte da ANSOL e ESOP, mas também da APDSI e mesmo da Beta-i, entre outros.

Para o conjunto de signatários, as medidas da legislação a ser reformada não só restringem os direitos dos cidadãos como dificultam a inovação.

"A proposta de Diretiva de Copyright que o Governo de Portugal apoia e pretende agravar torna as plataformas de Internet - sejam elas de armazenamento, lojas de e-commerce, redes sociais, plataformas de vídeo, imagens, código ou texto gerado pelos utilizadores - (1) responsáveis pelo conteúdos dos seus utilizadores, (2) obrigando-as a monitorizar e filtrar ativamente todos os conteúdos partilhados, com fortes obrigações para a deteção e eliminação daqueles que poderiam estar protegidos por direitos de autor. Tais medidas serão impossíveis de implementar sem impôr aos cidadãos uma excessiva restrição nos seus direitos fundamentais", lê-se num excerto da missiva.

O conjunto de entidades concorda que a referida responsabilidade e obrigação estão expressamente proibidas pela directiva europeia de comércio electrónico. E que em questão está a defesa "do ecossistema digital e empreendedor que é hoje, a par do turismo, o principal atrativo do país" à escala internacional.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

I Congresso da Cidadania Lusófona



O I Congresso da Cidadania Lusófona vai realizar-se na Sociedade de Geografia, em Lisboa, nos dias 2 e 3 Abril.

Subordinado ao tema "A Afirmação da Sociedade Civil", o congresso vai juntar Associações da Sociedade Civil de todo o Espaço Lusófono (que congrega não só os países da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, como também as diversas regiões com ligações históricas a esta Comunidade, e ainda as diversas Diásporas lusófonas).

Entre os objetivos do congresso está a promoção do conceito de "Cidadania Lusófona" num diagnóstico sobre o estado da Sociedade Civil em todos os países e regiões do Espaço Lusófono, tendo em conta os diversos fatores que condicionam a sua devida afirmação (relação com o Estado, representação política, liberdade económica, associativismo cultural e cívico, bem como a presença na comunicação social).

Nestes dois dias a organização pretende também promover a criação de uma Plataforma de Associações Lusófonas (PALUS), que congregue Associações da Sociedade Civil de todo o Espaço Lusófono através de plataformas setoriais, que agreguem as Associações da Sociedade Civil de todo o Espaço Lusófono conforme a área de interesse de cada uma delas.

O "I Congresso Internacional da Cidadania Lusófona" está aberto a todas as Associações da Sociedade Civil do Espaço Lusófono.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Petição Pública da PASC


Está disponível a petição pública "Contra o Uso Abusivo do Termo Sociedade Civil pelo Governo da República" para assinatura, na sequência da Carta Aberta enviada pela PASC - Plataforma Activa da Sociedade Civil - ao Primeiro-Ministro de Portugal.

A PASC - Plataforma Ativa da Sociedade CIVIL repudia a utilização "abusiva" da designação "Sociedade Civil" pelo Governo da República.

"Em 15 de janeiro o Primeiro-Ministro de Portugal manifestamente incapaz de diálogo político e social, incapaz de comunicar com a sociedade portuguesa cada vez mais "cegamente" isolado, decretou que Sociedade Civil se reduz a meia dúzia de secretários de estado, uns quantos antigos ex-governantes e deputados e alguns cidadãos mais próximos, tudo num total de cerca de trinta pessoas. O senhor Primeiro - Ministro promoveu esta reunião porque pensou, erradamente, que bastaria este exercício para legitimar, através da utilização indevida da designação "Sociedade Civil", o seu exercício de "Refundação do Estado" este, que por sua vez, serve de slogan para justificar mais cortes discricionários, por agora mais quatro mil milhões de euros. Este facto não se pode repetir», descreve a PASC na apresentação do manifesto que antecedeu a petição pública "Contra o Uso Abusivo do Termo Sociedade Civil pelo Governo da República".

Por isso a PASC - Plataforma Ativa da Sociedade Civil manifestou junto do Primeiro Ministro a sua posição, com a legitimidade de quem, como muitos outros portugueses, se preocupa com Causa de uma cidadania activa e participativa em Portugal. A APDSI é uma das Associações que integra a PASC.

Pode assinar a petição aqui.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O Papel da SI na Sociedade Civil

É inquestionável a importância das organizações da chamada Sociedade Civil no sentido de uma maior consciencialização e mobilização da própria sociedade como um todo, para o exercício de uma cidadania mais activa, com direitos de escolha e de opinião na construção de uma sociedade mais participativa, mais justa e mais solidária.

Infelizmente nem sempre a voz da Sociedade Civil tem sido ouvida por políticos e dirigentes e mesmo naqueles casos em que consegue alguma atenção, muitas vezes as suas posições não foram equacionadas ou levadas em consideração sequer. Em Portugal há um déficit de consideração pelo papel que a Sociedade Civil pode ter no desenvolvimento de soluções e vias alternativas aos problemas que o país enfrenta.

Para além dos aspetos culturais e cívicos que têm levado a esta situação, note-se que há uma fraca utilização das potencialidades das plataformas tecnológicas associadas à Sociedade da Informação que servem para potenciar diálogos, mobilizar ideias, passar mensagens ou avaliar a receptividade dessas mensagens.

Facebook, LinkedIn, Twitter e outras formas de Social Media não são hoje apenas novos meios de comunicação, são também potentes catalizadores que estão a mudar os métodos como os cidadãos e as organizações usam a tecnologia para se organizarem, mobilizarem e interagirem a nível global. A maioria das organizações que integram a Sociedade Civil ainda não se apercebeu desta realidade não tirando, por isso, inteiro proveito desta situação. A Sociedade Civil tem, com o uso das potencialidades da Sociedade da Informação, capacidades para ver reforçados os seus direitos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O Papel da SI na Sociedade Civil

A APDSI continua a querer saber como vê o papel da SI na Sociedade Civil.

Será que estamos a saber tirar o melhor partido do Facebook, LinkedIn, Twitter e outras formas de Social Media?

Estas redes sociais podem ser potentes catalizadoras na mudança como cidadãos e as organizações usam a tecnologia para se mobilizarem e interagirem a nível global. Concorda?

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O Papel da SI na Sociedade Civil

Continuamos a querer saber como vê o papel da SI na Sociedade Civil.

Acha que as potencialidades das plataformas tecnológicas associadas à Sociedade da informação estão a ser bem utilizadas para potenciar diálogos, mobilizar ideias e passar mensagens?


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O Papel da SI na Sociedade Civil

Esta semana a APDSI quer saber como vê o papel da SI na Sociedade Civil. É inquestionável a importância das organizações da chamada Sociedade Civil no sentido de uma maior consciencialização e mobilização da própria sociedade como um todo.

Mas será que a voz dessa Sociedade Civil está a chegar a todo o lado? Está a fazer-se ouvir?

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Conferência "A Sociedade Civil: entre o Poder da Palavra e a Palavra do Poder"

O Instituto da Defesa Nacional e a PASC - Plataforma Ativa da Sociedade Civil co-organizam uma conferência subordinada ao tema "A Sociedade Civil: entre o Poder da Palavra e a Palavra do Poder", no dia 10 de outubro, pelas 16h30, no auditório principal do IDN.

O Prof. Doutor Adriano Moreira é o conferencista.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Carta Aberta aos decisores políticos portugueses


Por uma Revolução Digital na Administração Pública Portuguesa

A Plataforma Activa da Sociedade Civil - PASC é o ponto de encontro, discussão e acção de dezassete Associações provenientes dos mais diversos sectores da Sociedade Civil. Conscientes da grave situação em que o país se encontra, reconhecendo as dificuldades económicas, a necessidade de medidas de austeridade mas, e sobretudo, conscientes de que é urgente e vital modernizar, dinamizar, e agilizar a Administração Pública Portuguesa levámos a cabo um debate público sobre "O Papel Estratégico da Sociedade da Informação no Desenvolvimento Económico e Social de Portugal".

Na sequência deste VIII Encontro Público PASC realizado a 2 de Março decidimos, enquanto elementos da Sociedade Civil, apresentar esta Carta Aberta porque há questões que necessitam de resposta, responsabilidades que têm que ser identificadas, decisões a tomar para não corrermos o risco, neste, como em outros domínios, que tudo continue no século XXI exactamente como nos últimos vinte anos. A multiplicação de entidades paralelas e redundantes, mesmo depois do PRACE, tem criado um clima de anulação recíproca que resulta apenas no aumento da despesa pública e consequentemente no aumento de custos de contexto.

No último relatório do World Economic Forum sobre a Competitividade Global 2010-2011 considera-se que Portugal dispõe de infra-estruturas físicas e tecnológicas suficientes para aumentar a sua competitividade, mas o maior bloqueio continua a ser o excesso de carga burocrática. Paradoxalmente, se por um lado estamos a criar condições tecnológicas para desobstruir e acelerar processos (cartão do cidadão, plataforma de serviços comuns, etc.), estamos ao mesmo tempo a criar um clima de redundância entre serviços, entre a administração directa e indirecta do Estado, entre níveis de governo, entre administrações regionais e locais, etc., que em nada facilitam a transformação dos serviços públicos e a sua orientação para o cidadão.

Tem-se gasto dinheiro em infra-estruturas que não estamos a saber utilizar. Acima de tudo, estamos, na prática, a promover atitudes e valores de redundância, muito distantes da reorientação do funcionamento do Estado para os processos básicos dirigidos aos eventos de vida dos cidadãos e das empresas. Apesar das boas intenções do Teste SIMPLEX, que já ninguém parece aplicar preventivamente, e apesar das iniciativas correctivas avulsas de carácter departamental, estamos longe de uma verdadeira "revolução digital" nos processos administrativos do Estado.

A maioria dos processos da administração pública actual foram concebidos para a era do papel, desconfiando das pessoas e da própria informação detida pelo Estado, transformando os cidadãos em "paquetes" destinados a recolher e entregar certidões e comprovantes que não fazem mais do que alimentar sistemas obsoletos, desconexos e inconsistentes entre si. A revolução digital nos serviços públicos exige novos paradigmas de governação dos Sistemas de Informação, e novos relacionamentos entre as várias estruturas do Estado. Não se trata de gastar mais dinheiro em infra-estruturas TIC, pois as que existem serão suficientes para lançar a revolução que se preconiza há vários anos. Trata-se de fazer apenas investimentos mais inteligentes e rentáveis em pessoas, processos e modelos organizacionais, capazes de permitir a desmaterialização e a interoperabilidade dos processos.

Esta revolução passa sobretudo pela partilha de informação acabando definitivamente com as certidões e comprovantes inúteis. Propomos que a maioria dos papéis actualmente entregues pelos cidadãos sejam substituídos pela troca de informação digital em back office. Estamos a falar de enormes poupanças para o Estado e para a sociedade relativamente aos custos processuais que se praticam actualmente. Se a administração pública – central, regional e local – continuar a fazer as coisas como até aqui, o dinheiro que se gasta em qualquer plano tecnológico ou agenda digital não irá resultar significativamente na melhoria dos serviços, mas irá decerto avolumar a "burocracia electrónica" que apenas serve para alimentar territórios de poder e aumentar ainda mais a despesa pública. O choque tecnológico parece estar aí, mas infelizmente o choque motivacional tem sido de sinal contrário.

Os processos administrativos do futuro deverão constituir orquestrações bem sincronizadas entre pessoas e máquinas. Deste equilíbrio depende o sucesso de Portugal e a qualidade de vida dos seus cidadãos. Visando um futuro com qualidade, os agentes públicos precisam de se consciencializar de que ele se atinge no desconforto e na angústia de quem acredita na mudança e tem o desejo de ir mais além.

Os políticos e a sociedade continuam a estigmatizar negativamente a função pública esquecendo-se que deverão ser os funcionários públicos, especialmente, os agentes desta transformação.

Precisamos de pessoas com um perfil diferente na orientação da Administração Pública actual. Dirigentes que detenham competências e experiência específicas, que não se intimidem diante das crises e das dificuldades, que utilizem a criatividade, a compreensão, a humildade, a perseverança, a motivação e o espírito de liderança como meios para transformar a sociedade portuguesa.

A Direcção da APDSI NESTA, COMO EM OUTRAS ÁREAS VITAIS PARA O PORTUGAL, A SOCIEDADE CIVIL EXIGE À GOVERNAÇÃO OBJECTIVOS MENSURÁVEIS ATRIBUÍDOS A ENTIDADES RESPONSÁVEIS.

Associações que promovem a PASC

AAACM – Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar; AACDN – Associação de Auditores dos Cursos de Defesa Nacional; ANJAP – Associação Nacional de Jovens Advogados Portugueses; AORN – Associação dos Oficiais da Reserva Naval; APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação; APE – Associação dos Antigos Alunos dos Pupilos do Exército; APG – Associação Portuguesa de Gestores; API – Associação Portuguesa de Imprensa; Associação 5º Elemento; CNAF – Confederação Nacional das Associações de Família; CAVITOP – Centro de Apoio à Vítima da Tortura em Portugal; Centro de Estudos EuroDefense – Portugal; DECIDE – Associação de Jovens Auditores para a Defesa, Segurança e Cidadania; IDP – Instituto da Democracia Portuguesa; IHD – Instituto de Humanismo e Desenvolvimento; LBP – Liga dos Bombeiros Portugueses; SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social.

PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil

Um conjunto de 17 Associações da Sociedade Civil decidiu organizar-se numa Plataforma Activa da Sociedade Civil (PASC) e fomentar um relacionamento em rede, para se assumir, independentemente de partidos políticos e de políticas estabelecidas, como parceiro da mudança necessária do País e dar contributos efectivos à sociedade portuguesa. Com a sua actividade, a Plataforma pretende mobilizar a Sociedade Civil, seja a nível nacional, regional ou local. É nossa intenção que essa mobilização se faça em torno de questões e acções concretas e que a Sociedade Civil possa contribuir com soluções de qualidade e encontrar oportunidades que revigorem o país em que vivemos.