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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Portal da Queixa recebeu 80.939 reclamações em 2017



Aquela que é considerada a maior rede social de consumidores de Portugal registou um aumento de 85% face a 2016 e, no ano passado, recebeu 80.939 reclamações. Os números foram divulgados em comunicado enviado à imprensa.

O número divulgado atesta que os portugueses estão a reclamar mais e que preferem as plataformas digitais na hora de reclamar.

Apesar de não intervir na relação dos consumidores com as marcas, não efetuando qualquer mediação do conflito entre as partes, o Portal da Queixa, enquanto canal de comunicação digital ao serviço do consumo, tem registado a preferência dos consumidores na altura de reclamar.

Em contrapartida, e ainda segundo as informações divulgadas, as associações de consumidores tradicionais assistiram a uma redução do número de consumidores que as procuraram no ano transato, ora porque não conseguem dar resposta em tempo útil, «ora porque têm custos associados e apresentam mecanismos obsoletos». Consequentemente, a convergência na Internet pelo novo consumidor resulta na crescente opção da via online para registar e dirigir as suas reclamações e ganha, cada vez mais, adeptos por ser «mais direta, mais rápida, sem recurso a mediadores ou intermediários e pode ser efetuada em qualquer lugar com acesso à rede».

Na opinião de Pedro Lourenço, CEO & Founder do Portal da Queixa, «as redes sociais e plataformas digitais, assumem-se hoje como ferramentas poderosas ao dispor dos consumidores. Ninguém quer perder tempo a escrever uma reclamação que ninguém lê, nem pagar por um serviço de mediação de conflitos quando os próprios consumidores têm ao seu alcance o poder da partilha de opinião, experiências e conseguem influenciar outros. Aqui, quem perde são as marcas se não optarem por estar onde estão os consumidores».

Os dados recolhidos referentes às reclamações recebidas em 2017, permitiu ainda ao Portal da Queixa traçar um perfil dos consumidores portugueses que reclamaram através da plataforma:
- 54% são homens;
- 54% têm entre os 25 e os 44 anos;
- residem nos principais centros urbanos de Lisboa (30%), Porto (17%) e Setúbal (10%).

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Pequeno-Almoço "Gestão de Território 2.0"



A APDSI organizou, a 16 de fevereiro de 2016, mais um Pequeno-Almoço temático, desta vez numa abordagem informal à "Gestão de Território 2.0". Como habitualmente, as duas horas de debate e troca de ideias decorreram na sede da Associação e passaram à volta de assuntos como a participação dos cidadãos no registo territorial através das redes sociais bem como as vantagens e desvantagens de haver dados territoriais abertos.

A Eng.ª Ana Neves dinamizou a conversa na qual participou o moderador do grupo de Sistemas de Informação Geográfica da APDSI, Mário Rui Gomes, representantes da academia, da Segurança Social e vários outros profissionais com percursos ligados à geografia ou à programação informática.

Com o pequeno-almoço em simultâneo, a primeira grande conclusão a que o grupo chegou é que nós, enquanto cidadãos, precisamos dos dados territoriais mas não sabemos exatamente que dados são esses, que entidades os gerem, nem de que entraves concretos se fala quando o acesso à informação não é facultado.

Há projetos-piloto e vários outros já desenvolvidos ao nível autárquico mas foi unânime a convicção de que falta organização e coordenação, que poderiam ser ultrapassadas mediante um inventário do que já foi feito para se evitarem, deste modo, repetições de tarefas, produtos e resultados. Há oferta tecnológica e capacidade para se construírem plataformas mas é necessário agregar dados e construir pontes. 

O princípio de custo-benefício foi outro caminho apontado para se conseguirem bons sistemas georreferenciados integrados e uma boa base cartográfica que os sustente.

No âmbito das experiências positivas partilhadas no encontro "Gestão de Território 2.0" foram deixados os testemunhos de trabalhos (apps) já feitos no mapeamento de casas devolutas e obstáculos para deficientes, também o exemplo da SenseMyCity, uma aplicação desenvolvida para smartphones que regista o dia-a-dia dos utilizadores, para avaliar níveis de stress, nascida no seio do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, também o planeador colaborativo de deslocações em bicicleta em Lisboa, do Instituto Superior Técnico e INESC-ID, Cycle My City, ou, ainda, o exemplo de como a população mundial e, mais especificamente, a comunidade OpenStreetMap se uniu para ajudar a mapear estradas completamente destruídas depois do trágico sismo que, em 2010, afetou o Haiti. 

Nos minutos finais das duas horas dedicadas à "Gestão de Território 2.0" ficou decidido encaminhar o desafio às entidades governamentais que poderão tirar partido de eventuais projetos europeus que existam para a gestão do território no âmbito digital.

O objetivo principal dos Pequenos-Almoços temáticos da APDSI é provocar a discussão sobre como as ferramentas sociais estão a influenciar a sociedade. De recordar que esta foi a 5.ª edição dos Pequenos-Almoços sobre a temática 2.0. No ano passado foram abordados os "Negócios 2.0", em duas sessões, o "Amor 2.0" e a "Educação 2.0". Em abril, a APDSI retomará esta atividade.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Pequeno-Almoço Gestão de Território 2.0



Quais as vantagens e desvantagens dos dados territoriais se tornarem abertos? Como impulsionar a participação dos cidadãos no registo territorial através das ferramentas sociais? Estas são algumas questões à volta das quais vai decorrer o próximo Pequeno-Almoço 2.0 da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI).

No dia 16 de fevereiro, entre as 8h00 e as 10h00, a APDSI convida-o a vir tomar o pequeno-almoço em 120 minutos dedicados à conversa informal e troca de experiências sobre "Gestão de Território 2.0".

Inscreva-se e venha ter connosco à sede da APDSI, na Rua Alexandre Cabral, nº2 - Loja A, em Telheiras, Lisboa.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e devem ser feitas para secretariado@apdsi.pt, lembrando que a sala é limitada a 20 participantes.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Pequeno-Almoço Educação 2.0



Quais os perigos e oportunidades que as redes sociais oferecem em ambiente escolar? Que lugar ocupam as redes e ferramentas sociais no diálogo entre professores e alunos? Como pode ser feita a aprendizagem ao longo da vida através das redes e ferramentas sociais? Estas são algumas questões à volta das quais vai decorrer o próximo Pequeno-Almoço 2.0 da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI).

No dia 10 de julho, entre as 8h00 e as 10h00, a APDSI convida-o a vir tomar o pequeno-almoço em 120 minutos dedicados à conversa informal e troca de experiências sobre o impacto das redes e ferramentas sociais na educação.

Inscreva-se e venha ter connosco à sede da APDSI, na Rua Alexandre Cabral, nº2 - Loja A, em Telheiras, Lisboa.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e devem ser feitas aqui: http://fs3.formsite.com/APDSI/Educacao20/index.html, lembrando que a sala é limitada a 20 participantes.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

APDSI junta-se no Pequeno-Almoço “Amor 2.0”



A APDSI organizou hoje mais uma edição dos Pequenos-Almoços temáticos, desta vez dedicado ao “Amor 2.0”. Em ambiente de informal troca de opiniões e experiências, na sede da Associação, a Engª Ana Neves lançou algumas das questões em debate, em colaboração com a aluna de mestrado Patrícia Matos, também a aprofundar as relações humanas no universo online.

O Pequeno-Almoço “Amor 2.0” propôs para discussão questões como as alterações comportamentais que as redes sociais podem potenciar nas relações familiares, amorosas e de amizade. Será que o Facebook está a destruir relações? Não. Apesar da palavra “Facebook” ser mencionada em 40% dos processos de divórcio atuais, no grupo de discussão foi unânime a opinião de que as redes sociais facilitam e aceleram aquilo que já se passa na vida real, ou seja, relacionamentos pouco sólidos, mais rapidamente se fragilizam com a intervenção da web, mas não é a web que potencia o fim, enquanto relações saudáveis não saem “beliscadas” pela vida online. Parece, no entanto, haver uma tendência crescente para a criação de regras entre o casal para a utilização e atenção que se dedica ao Facebook.

A rede social de Mark Zuckerberg foi, de fato, aquela que o grupo considerou a maior “ameaça” às relações amorosas que não parecem sustentar as suas rupturas no Twitter ou no LinkedIn que mantém intacta a sua imagem de rede exclusivamente profissional.

Outra das consequências da presença no mundo virtual e da facilidade com que fotografias e participações em festas testemunham o nosso lado lúdico, são os chamados “pedidos de amizade”. A possibilidade de serem apenas episódios pontuais de contacto é real mas foi também feita a comparação com o “piropo” à antiga que mais não seria que uma tentativa de aproximação de alguém a quem despertámos interesse. 

Com um café, uma fatia de bolo e uma fruta pelo meio, o assunto “Amor 2.0” conduziu a uma outra problemática que poderá ter consequências graves e descontroladas por parte dos utilizadores mais incautos (eventualmente, a maioria da população, mesmo a mais esclarecida, atendendo às constantes mudanças nas políticas de privacidade, nomeadamente, do Facebook, concluiu o grupo): a questão da privacidade online que levanta questões sobre o que se deve expor e o que se deve proteger. A aluna Patrícia Matos aludiu ao trabalho de mestrado que está a desenvolver para mencionar que nas zonas do interior sul do país, os utilizadores têm poucas cautelas em matéria de privacidade online.

A fechar, ficou a pergunta de retórica sobre estas questões do “Amor 2.0”: será um assunto que o tempo vai resolver ou estaremos perante um conjunto de dúvidas que vão manter-se?

No próximo dia 10 de julho, a sede da APDSI vai acolher outro Pequeno-Almoço Temático, neste caso dedicado à “Educação 2.0”.

sábado, 26 de abril de 2014

« Engajados das Redes Sociais»


«Em seguida, o mesmo pedinte apareceu com outra placa dizendo “Ajude os pobres”, e segurando um copo para arrecadar doações. Desta vez ninguém notou a cena tão comum em metrópoles. O homem, quase invisível perante os apressados pedestres, tampouco recebeu alguma doação.
A mensagem do vídeo é clara: “Nós sabemos que você se importa. Por favor, se importe o suficiente para doar”. A ação é uma severa crítica ao ser humano de modo geral e um tapa na cara dos engajados das redes sociais que compartilham campanhas edificantes e exemplos de boas ações, mas que não realizam nada de efetivo para o próximo, sempre esperando que terceiros façam isso por eles». SAIBA MAIS.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Pequeno-Almoço Negócios 2.0 | 2ª edição




A APDSI organizou, a 27 de março de 2014, a segunda edição do Pequeno-Almoço temático dedicado aos "Negócios 2.0". Num debate descontraído, na sede da Associação, a Engª Ana Neves e o Dr. Luís Vidigal dinamizaram a apresentação de ideias e sugestões práticas sobre negócios online.

Nesta segunda edição, que contou com a participação de cerca de duas dezenas de intervenientes, o Pequeno-Almoço "Negócios 2.0" foi dividido em dois grupos tendo o primeiro debatido a questão "Como as redes e ferramentas sociais podem originar novos modelos de negócio e empresas" e o segundo grupo abordado as questões: "Como as redes sociais podem ajudar a construir / destruir uma marca, como recolher a opinião dos seus clientes através das redes sociais e as redes sociais como forma de ficar a conhecer melhor o mercado".

Os participantes, com interesse na partilha de experiências ou, ao invés, na obtenção de mais informação sobre o assunto debruçaram-se, no Grupo I, sobre as implicações legais que o futuro poderá trazer à luz, tendo em conta o crescimento das micro-empresas no ambiente online, bem como os direitos de autor e as profundas mas previsíveis alterações que a sociedade vai enfrentar com o desenvolvimento exponencial da impressão em 3D. Uma das conclusões a que o grupo chegou é que, cada vez mais, os cidadãos convivem no ciberespaço em vez do espaço físico. Ainda assim, é certo que a constante presença na Internet vai proporcionar novas aproximações de negócio.

Com o pequeno-almoço em simultâneo, também o Grupo II se focou nas redes sociais, nomeadamente no quanto hoje em dia são uma ferramenta importante no momento de contratar alguém. Foram apresentados alguns exemplos de como uma breve passagem pela página de Facebook de um candidato pode impulsionar ou, pelo contrário, eliminar uma possível contratação. Questões de coerência de identidade, reputação online e necessidade de criação de um histórico que evite extração de frases ou opiniões fora de contexto, foram algumas das dicas deixadas nesta segunda edição do Pequeno-Almoço temático "Negócios 2.0".

Recorde-se que na primeira edição, a 27 de fevereiro, o Pequeno-Almoço Temático 2.0 foi dinamizado pela Eng.ª Ana Neves e pelo Eng.º Jorge Pereira.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Governo pretende regular publicidade nas redes sociais



O Governo quer fazer alterações no Código da Publicidade para regular os anúncios nas redes sociais e no comércio eletrónico. A notícia é avançada pelo Correio da Manhã que cita  fontes do gabinete do Secretário de Estado da Economia que falam numa «ampla revisão» da legislação.

A alteração do Código da Publicidade atualizará a legislação que regula esta atividade em domínios que passaram a ser utilizados por boa parte da população nos últimos anos, um universo onde são frequentes os públicos mais vulneráveis. Um dos objetivos da revisão é a proteção dos consumidores mais jovens.

Ainda de acordo com o mesmo jornal, o novo pacote legislativo já estará a ser preparado pelo ministério da economia mas irá também envolver outras entidades.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Pequeno-Almoço Negócios 2.0

À esq.: Eng.ª Ana Neves e Prof.Dias Coelho, presidente da Direção da APDSI

A APDSI organizou, a 27 de fevereiro de 2014, o Pequeno-Almoço temático dedicado aos "Negócios 2.0". Num ambiente informal e de proximidade, na sede da Associação, a Eng.ª Ana Neves e o Eng.º Jorge Pereira dinamizaram o debate de temas relacionados com as redes sociais enquanto potenciadoras de novos negócios e ferramentas com capacidade para construir ou destruir uma marca.

Os participantes, com experiência e interesse comprovado nos assuntos, expuseram dúvidas e intervieram de forma dinâmica.

Uma das questões que motivou alguma controvérsia teve a ver com o fato da presença nas redes sociais poder ser, ou não, prejudicial. Desde que a linguagem e a estratégia de comunicação estejam bem adaptadas, concluiu-se que é sempre positiva a presença no Facebook, Twitter ou LinkedIn.

O papel dos social media no apoio ao cliente também foi apontado como uma mais-valia, principalmente para as grandes marcas. Com o pequeno-almoço em simultâneo, os intervenientes terminaram com um saudável debate de ideias construtivo e agradável.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Justiça e Redes Sociais

Talvez tenha reparado no trabalho seguinte do NYT porque recentemente tinha sabido da inicitiva da APDSI Pequeno almoço-Negócios 2.0, e pensei que, quem sabe!,  poderia estar aqui mais um ponto de partida para  uma futura conversa. E assim sendo, registe-se para tomar lugar:
 
«Social Media, a Trove of Clues and Confessions
(...)
But legal scholars, judges and ethicists say that social media is also creating a range of new challenges for law enforcement. In some cases, the flood of digital information has overwhelmed investigators. False tips, now easier to submit anonymously, send the police on more wild goose chases. Meanwhile, these new types of evidence are forcing judges to make tough calls about how best to ensure impartiality and what limits to put on jurors’ free speech rights.
“We all have a Fifth Amendment right not to incriminate ourselves,” said Lori B. Andrews, a social media expert and law professor at Chicago-Kent College of Law of the Illinois Institute of Technology, who maintains that social media is creating novel threats to the right to a fair trial. (...)». Leia na integra.
E como estas coisas são como as cerejas, como ler isto à luz do conceito de Informação documental e do valor de prova em geral?

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Presidente da República não gosta do Twitter


O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, não parece nutrir grande simpatia pela rede social Twitter. Até meio do ano, o líder político português só tinha publicado seis mensagens via Twitter, onde também tem pouco mais de cinco mil seguidores.

O perfil @prcavacosilva fica mal posicionado quando comparado com outros líderes mundiais, tanto na periodicidade com que escreve, como na relação com a rede social numa análise mais global. Barack Obama, por exemplo, tem 33,5 milhões de seguidores e é o líder mundial mais seguido na rede de microblogues, segundo o estudo Twitplomacy.

Apesar da grande diferença de resultados quando comparado com os presidentes de outras nações, o Presidente da República consegue ainda superar o perfil oficial de Pedro Passos Coelho, atual Primeiro-Ministro, que deixou de escrever na plataforma social há dois anos.

Dilma Rousseff, presidente do Brasil, também deixou de fazer partilhas em janeiro de 2011.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

SMS, emails e telefone interditos aos candidatos às autárquicas


A Comissão Nacional de Eleições proibiu o recurso a emails, SMS e chamadas telefónicas de propaganda política durante as campanhas eleitorais. Desta interdição exclui-se a informação relativa a comícios ou sessões de esclarecimento.

De recordar que, no âmbito das autárquicas 2013, já tinham sido impostos limites à utilização do Facebook, onde é proibido aos candidatos recorrerem a publicidade paga.

Na origem desta proibição estão queixas de alguns cidadãos do Porto e de Braga. A CNE quer que os partidos moderem a forma como se promovem.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O Papel da SI na Sociedade Civil

É inquestionável a importância das organizações da chamada Sociedade Civil no sentido de uma maior consciencialização e mobilização da própria sociedade como um todo, para o exercício de uma cidadania mais activa, com direitos de escolha e de opinião na construção de uma sociedade mais participativa, mais justa e mais solidária.

Infelizmente nem sempre a voz da Sociedade Civil tem sido ouvida por políticos e dirigentes e mesmo naqueles casos em que consegue alguma atenção, muitas vezes as suas posições não foram equacionadas ou levadas em consideração sequer. Em Portugal há um déficit de consideração pelo papel que a Sociedade Civil pode ter no desenvolvimento de soluções e vias alternativas aos problemas que o país enfrenta.

Para além dos aspetos culturais e cívicos que têm levado a esta situação, note-se que há uma fraca utilização das potencialidades das plataformas tecnológicas associadas à Sociedade da Informação que servem para potenciar diálogos, mobilizar ideias, passar mensagens ou avaliar a receptividade dessas mensagens.

Facebook, LinkedIn, Twitter e outras formas de Social Media não são hoje apenas novos meios de comunicação, são também potentes catalizadores que estão a mudar os métodos como os cidadãos e as organizações usam a tecnologia para se organizarem, mobilizarem e interagirem a nível global. A maioria das organizações que integram a Sociedade Civil ainda não se apercebeu desta realidade não tirando, por isso, inteiro proveito desta situação. A Sociedade Civil tem, com o uso das potencialidades da Sociedade da Informação, capacidades para ver reforçados os seus direitos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O Papel da SI na Sociedade Civil

A APDSI continua a querer saber como vê o papel da SI na Sociedade Civil.

Será que estamos a saber tirar o melhor partido do Facebook, LinkedIn, Twitter e outras formas de Social Media?

Estas redes sociais podem ser potentes catalizadoras na mudança como cidadãos e as organizações usam a tecnologia para se mobilizarem e interagirem a nível global. Concorda?

segunda-feira, 28 de maio de 2012

APDSI apresenta a Internet e as Redes Sociais como formas de potenciar negócios


"Internet, Negócio e Redes Sociais - Um Caminho para a Internacionalização" foi o tema da conferência da APDSI que decorreu no auditório do ISEGI, no Campus de Campolide, da Universidade Nova de Lisboa, a 24 de Maio.


A conferência teve coordenação do Prof. Ramiro Gonçalves e sub-coordenação do Eng. Jorge Pereira. Leia a notícia e veja as apresentações dos oradores já disponíveis no sítio na web da APDSI.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

"Internet, Negócio e Redes Sociais - Um Caminho para a Internacionalização”


"Internet, Negócio e Redes Sociais - Um Caminho para a Internacionalização” é o tema da próxima conferência da APDSI que se vai realizar a 24 de Maio, entre as 9h30 e as 18h00, no auditório do ISEGI, no Campus de Campolide, da Universidade Nova de Lisboa.

A conferência tem coordenação do Prof. Ramiro Gonçalves (na foto) e sub-coordenação do Eng. Jorge Pereira.

Saiba mais no sítio na web da APDSI.

terça-feira, 24 de maio de 2011

APDSI e APG discutem impacto das redes sociais na produtividade


Os sítios de redes sociais vieram para ficar mas a sua utilização dentro do espaço e tempo de trabalho depende de uma questão de compromisso e das motivações de cada um. Esta foi uma das principais conclusões da sessão organizada pela APDSI, em conjunto com a APG (Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos), realizada no passado dia 12 de Maio.

A partir da pergunta: "O desenvolvimento das Redes Sociais produz fortes ganhos de produtividade e pode levar a novas áreas de crescimento que Portugal precisa?" os participantes e intervenientes do público manifestaram as suas opiniões e experiências pessoas, de forma informal, sob a coordenação de Etelberto Costa.
Mais do que uma moda, Facebook, Linkedin e Twitter fazem parte da vida do cidadão comum e nem sempre se consegue dissociar com clareza a sua utilização pessoal e lúdica da profissional.

Pedro Caramez, webstrategist na MBU Intelligence, começou por lembrar que algumas redes sociais, como o LinkedIn, por exemplo, são utilizadas para fins profissionais, permitindo a funcionários e empresas ultrapassar as barreiras territoriais e aumentar o seu índice de competitividade: "A aproximação dos tecidos empresariais traz índices de produtividade muito positivos".

Antonieta Rocha, do Laboratório de Educação à distância e e-Learning (UAB), salientou a importância desta "reflexão conjunta sobre uma temática que urge ser continuadamente pensada, trabalhada e enriquecida" para que estas redes ajudem na criação de uma identidade de pertença, na construção de coesão organizacional e na partilha de boas práticas.

Actualmente, as redes sociais colocam às organizações desafios semelhantes a outros que já surgiram no passado, por isso, é necessário incentivar os colaboradores a terem as competências adequadas para tornar as redes sociais numa mais valia. "Tem de haver uma mudança de paradigma em relação às redes sociais. Os mind sets estão mal informados, com pouca formação e, sobretudo, com dificuldades na concepção de planos de comunicação com definição de objectivos verdadeiramente críticos e mensuráveis e respectiva monitorização" alertou Luisa António, innovative trainer da Cegoc.

Luísa António anunciou, ainda, que está a desenvolver dois trabalhos na área das redes sociais: "A Comunicação Interna através das Redes Sociais" e o "Retorno da Lealdade dos Clientes Internos e Externos através das Redes Sociais".

A fechar a manhã de trabalho foram apresentados os resultados de um questionário feito a 150 sócios da APDSI e da APG, que demonstra que a maioria dos inquiridos utiliza o Facebook e o Linkedin sobretudo para “encontrar e conviver com amigos” embora se note um número crescente de indivíduos que recorrem às redes sociais para "contactar com colegas de trabalho” e “discutir assuntos de interesse profissional".


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sessão "Redes Sociais – Produtividade: Sim ou Não"


A APDSI, com o apoio da APG (Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos), realizou na quinta-feira, 12 de Maio, na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, uma sessão de troca de ideias sobre a utilização no espaço da empresa e durante o tempo de trabalho das redes sociais na web.

A partir da pergunta: "O desenvolvimento das Redes Sociais produz fortes ganhos de produtividade e pode levar a novas áreas de crescimento que Portugal precisa?" os participantes e intervenientes do público foram unânimes na opinião de que a sua correcta utilização está dependente de uma questão de compromisso e das motivações de cada colaborador. "Esta é uma área mais comportamental que tecnológica, tudo depende de como usamos os novas tecnologias, mas acho que sempre que as redes sociais solucionarem problemas de comunicação, são produtivas" destacou Ricardo Andorinho, Business Developer at MBU Intelligence.

Facebook, Linkedin e Twitter têm registado um crescimento acentuado e sustentado. A estratégia de expansão dos sítios das redes sociais a nível mundial tem sido de tal forma bem pensada que já ninguém fica indiferente a estas ferramentas. Longe vão os tempos em que eram apenas os adolescentes ou os geeks de informática a interessarem-se por estas matérias. Hoje em dia, o cidadão comum também tem presença na web o que levanta questões sobre como é que o acesso às redes deve ser feito no local de trabalho.

Ana Neves, sócia-gerente da Knowman, refere a importância de se estabelecer a diferença entre sítios sociais e redes de organizações: "As redes sociais públicas podem levantar algumas reticências no horário de trabalho. É a distinção entre a utilização individual ou corporativa".

Miguel Faro Viana, director da APG, reconhece que, apesar de não ser adepto deste tipo de sítios, a discussão à volta do impacto dos mesmos no universo laboral, parte do paradigma errado: "Esta temática baseia-se no pressuposto de que a produtividade tem a ver com o tempo que passamos nas organizações. O que tem de ser percebido é se estas ferramentas estão, ou não, a produzir resultados individuais ou em grupos da organização".

A sessão encerrou com a apresentação dos resultados de um questionário feito a 150 sócios da APDSI e da APG, que demonstra que a maioria dos inquiridos utiliza o Facebook e o Linkedin sobretudo para "encontrar e conviver com amigos" embora se note um número crescente de indivíduos que recorrem às redes sociais para "contactar com colegas de trabalho" e "discutir assuntos de interesse profissional".

terça-feira, 10 de maio de 2011

“Redes Sociais – Produtividade: Sim ou Não”


A utilização dos sites de redes sociais no local de trabalho

A APDSI, com o apoio da Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos, vai realizar uma sessão de troca de ideias sobre a utilização no espaço da empresa e durante o tempo de trabalho dos "espaços de presença incontornável" que são, hoje em dia, os sites de redes sociais.

A actual conjuntura económica e social obriga a uma nova discussão sobre as questões da produtividade.

Terão ou não as redes sociais uma relação positiva com os índices de produtividade? São um contributo ou um entrave à produtividade? Serão uma perda de tempo ou um entretenimento saudável?

A sessão será conduzida em Técnica de Painel de Oposição sob a coordenação do Eng. Etelberto Costa, e realiza-se nesta quinta-feira, dia 12, às 9h00, na Sala Polivalente da Fundação Portuguesa das Comunicações, na Rua do Instituto Industrial, nº 16.


A inscrição para esta sessão é gratuita mas obrigatória e deve ser feita através do e-mail secretariado@apdsi.pt.