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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Dia RGPD - Conferência a 25 de maio



A um ano da aplicação do Regulamento Geral de Proteção de Dados, é inevitável que se comecem a manifestar as preocupações, desafios e oportunidades para as empresas. O que fazer nos 12 meses que faltam?

Com a aplicação do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), em maio de 2018, o novo quadro legal europeu coloca o ônus de responsabilidade nas organizações, públicas e privadas, acrescentando obrigações com impacto considerável nas suas operações.

No seguimento da iniciativa ocorrida em novembro de 2016, o IAPMEI, a APDSI e o Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados promovem uma conferência, no dia 25 de maio,  no auditório da Escola Superior de Comunicação Social, precisamente a um ano da entrada em vigor do Regulamento, por forma a contribuir para a necessária dinâmica pública, de sensibilização de empresas e cidadãos.

Num momento em que a transformação digital é parte intrínseca do desenvolvimento da economia e da capacidade empresarial do país, a devida adequação do tecido empresarial português para responder aos constantes desafios de inovação e competitividade não pode deixar de integrar a capacitação ao nível de recursos, processos, sistemas e competência de gestão para garantir a segurança, proteção e privacidade dos dados. A natureza supranacional com que as empresas operam hoje em dia, correspondendo a uma maior vocação exportadora, exige que as organizações estejam devidamente alinhadas com a realidade dos restantes Estados Membros da União Europeia.

Os resultados do inquérito distribuído pelo IAPMEI, APDSI e APG serão apresentados durante a conferência, ilustrando o estado de preparação e maturidade das PMEs portuguesas para a aplicação do RGPD.

A inscrição é gratuita e deve ser feita aqui

A falta de um programa de proteção de dados e o risco de não desenvolver as medidas organizativas, processuais e técnicas adequadas, terá eventuais repercussões de dimensão reputacional e de eventual perda de confiança por parte do mercado, mas também no plano financeiro, já que o incumprimento dará lugar a possíveis sanções e penalizações significativas.

Consulte aqui o programa.



terça-feira, 30 de julho de 2013

Outras notícias: APG prepara Great Lisbon Internacional Conference on Games & Tel


A APG (parceira da APDSI), o ISCTE e a sua parceria europeia do projeto GREAT vão realizar a Conferência Internacional - Great Lisbon Internacional Conference on Games & Tel, nas instalações do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, a 15 e 16 de setembro. A entrada é gratuita.

O GREAT LX está no alinhamento da Estratégia UE 2020 e pretende juntar esforços e vontade a nível nacional e europeu para analisar o papel dos jogos e das tecnologias no desenvolvimento de competências e aprendizagens, designadamente, em contextos informais e não formais.

Os jogos digitais e os chamados serious games (que educam, treinam e informam) estão identificados no topo das tendências de I&D para o Future of Learning na Europa exigindo um enorme esforço na sua produção. Esta tendência é reforçada pelo facto do Plano de Formação Financeira (PFF) apresentado recentemente pelo Banco de Portugal integrar elementos relevantes de aprendizagem com recurso ao e-learning e aos jogos.

terça-feira, 24 de maio de 2011

APDSI e APG discutem impacto das redes sociais na produtividade


Os sítios de redes sociais vieram para ficar mas a sua utilização dentro do espaço e tempo de trabalho depende de uma questão de compromisso e das motivações de cada um. Esta foi uma das principais conclusões da sessão organizada pela APDSI, em conjunto com a APG (Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos), realizada no passado dia 12 de Maio.

A partir da pergunta: "O desenvolvimento das Redes Sociais produz fortes ganhos de produtividade e pode levar a novas áreas de crescimento que Portugal precisa?" os participantes e intervenientes do público manifestaram as suas opiniões e experiências pessoas, de forma informal, sob a coordenação de Etelberto Costa.
Mais do que uma moda, Facebook, Linkedin e Twitter fazem parte da vida do cidadão comum e nem sempre se consegue dissociar com clareza a sua utilização pessoal e lúdica da profissional.

Pedro Caramez, webstrategist na MBU Intelligence, começou por lembrar que algumas redes sociais, como o LinkedIn, por exemplo, são utilizadas para fins profissionais, permitindo a funcionários e empresas ultrapassar as barreiras territoriais e aumentar o seu índice de competitividade: "A aproximação dos tecidos empresariais traz índices de produtividade muito positivos".

Antonieta Rocha, do Laboratório de Educação à distância e e-Learning (UAB), salientou a importância desta "reflexão conjunta sobre uma temática que urge ser continuadamente pensada, trabalhada e enriquecida" para que estas redes ajudem na criação de uma identidade de pertença, na construção de coesão organizacional e na partilha de boas práticas.

Actualmente, as redes sociais colocam às organizações desafios semelhantes a outros que já surgiram no passado, por isso, é necessário incentivar os colaboradores a terem as competências adequadas para tornar as redes sociais numa mais valia. "Tem de haver uma mudança de paradigma em relação às redes sociais. Os mind sets estão mal informados, com pouca formação e, sobretudo, com dificuldades na concepção de planos de comunicação com definição de objectivos verdadeiramente críticos e mensuráveis e respectiva monitorização" alertou Luisa António, innovative trainer da Cegoc.

Luísa António anunciou, ainda, que está a desenvolver dois trabalhos na área das redes sociais: "A Comunicação Interna através das Redes Sociais" e o "Retorno da Lealdade dos Clientes Internos e Externos através das Redes Sociais".

A fechar a manhã de trabalho foram apresentados os resultados de um questionário feito a 150 sócios da APDSI e da APG, que demonstra que a maioria dos inquiridos utiliza o Facebook e o Linkedin sobretudo para “encontrar e conviver com amigos” embora se note um número crescente de indivíduos que recorrem às redes sociais para "contactar com colegas de trabalho” e “discutir assuntos de interesse profissional".


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sessão "Redes Sociais – Produtividade: Sim ou Não"


A APDSI, com o apoio da APG (Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos), realizou na quinta-feira, 12 de Maio, na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, uma sessão de troca de ideias sobre a utilização no espaço da empresa e durante o tempo de trabalho das redes sociais na web.

A partir da pergunta: "O desenvolvimento das Redes Sociais produz fortes ganhos de produtividade e pode levar a novas áreas de crescimento que Portugal precisa?" os participantes e intervenientes do público foram unânimes na opinião de que a sua correcta utilização está dependente de uma questão de compromisso e das motivações de cada colaborador. "Esta é uma área mais comportamental que tecnológica, tudo depende de como usamos os novas tecnologias, mas acho que sempre que as redes sociais solucionarem problemas de comunicação, são produtivas" destacou Ricardo Andorinho, Business Developer at MBU Intelligence.

Facebook, Linkedin e Twitter têm registado um crescimento acentuado e sustentado. A estratégia de expansão dos sítios das redes sociais a nível mundial tem sido de tal forma bem pensada que já ninguém fica indiferente a estas ferramentas. Longe vão os tempos em que eram apenas os adolescentes ou os geeks de informática a interessarem-se por estas matérias. Hoje em dia, o cidadão comum também tem presença na web o que levanta questões sobre como é que o acesso às redes deve ser feito no local de trabalho.

Ana Neves, sócia-gerente da Knowman, refere a importância de se estabelecer a diferença entre sítios sociais e redes de organizações: "As redes sociais públicas podem levantar algumas reticências no horário de trabalho. É a distinção entre a utilização individual ou corporativa".

Miguel Faro Viana, director da APG, reconhece que, apesar de não ser adepto deste tipo de sítios, a discussão à volta do impacto dos mesmos no universo laboral, parte do paradigma errado: "Esta temática baseia-se no pressuposto de que a produtividade tem a ver com o tempo que passamos nas organizações. O que tem de ser percebido é se estas ferramentas estão, ou não, a produzir resultados individuais ou em grupos da organização".

A sessão encerrou com a apresentação dos resultados de um questionário feito a 150 sócios da APDSI e da APG, que demonstra que a maioria dos inquiridos utiliza o Facebook e o Linkedin sobretudo para "encontrar e conviver com amigos" embora se note um número crescente de indivíduos que recorrem às redes sociais para "contactar com colegas de trabalho" e "discutir assuntos de interesse profissional".