quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Empresas de TIC são mais produtivas



As novas empresas de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) registam taxas de sobrevivência mais elevadas do que as organizações na área da indústria e nos serviços. A conclusão faz parte do estudo "Avaliação da Economia Digital", realizado pela OCDE, que estuda o papel das Tecnologias de Informação e da Comunicação (TIC) e da Internet na Economia.

De acordo com o estudo, a produtividade do trabalho no setor da economia da informação é cerca de 60% superior à da economia total. As indústrias da informação representavam, em 2012, cerca de 6% do valor acrescentado total e estas empresas detinham também cerca de 4% do emprego total e 12% do investimento fixo total na zona da OCDE. 

Quanto às receitas, o setor das TIC parece também resistir à crise, apesar da contração no investimento de investigação e desenvolvimento (I&D), quando comparado com aquele que habitualmente era feito no início da década. Ainda assim, em 2012 as empresas do setor não conseguiram ir além dos 3,8% de empregabilidade.

As TIC em Portugal

Em Portugal, segundo o estudo "Radiografia das TIC em Portugal", da Informa D&B, datado de maio de 2014, e referente às contas relativas ao exercício de 2012, o setor das TIC em Portugal é mais jovem na análise da idade das sociedades: a maioria das empresas do setor (53%) tem até cinco anos, o que não se verifica nas sociedades do restante tecido empresarial nacional (33%). As empresas TIC apresentam uma idade média de 7,4 anos (12,9 anos nas restantes), tem 42% de empresas consideradas jovens, i.e., com um a cinco anos de vida (27% nas restantes) e 11% de start-ups com menos de um ano (6% nas restantes). Na análise da idade, mais de metade das empresas do setor TIC tem menos de cinco anos (53%)

domingo, 25 de janeiro de 2015

A Internet Como a Conhecemos Vai Desaparecer



Eric Schmidt no Fórum Económico Mundial,
 em Davos, na Suíça Ruben Sprich/Reuters 
Tirada daqui.

Eric Schmidt, chairman da Google, defendeu  em Davos que a Internet como a conhecemos tende a acabar nos próximos anos.

«No seu lugar surgirá um ecossistema em que tudo está ligado e em que cada dispositivo será cada vez mais inteligente e personalizável. "Vão existir tantos endereços IP, tantos dispositivos, sensores, coisas que vamos vestir e com as quais vamos interagir que nem vamos ter noção disso", defendeu Eric Schmidt quando lhe pediram previsões sobre o futuro da Internet». Continue a ler.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

1.ª Conferência Anual da Rede Saúde



A 1.ª Conferência Anual da Rede Saúde vai realizar-se na segunda-feira, 2 de fevereiro, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa.

A Rede Temática Interdisciplinar Saúde (Rede Saúde) é uma iniciativa da Reitoria da Universidade de Lisboa (ULisboa) para valorizar as competências de investigação e desenvolvimento da universidade numa área estratégica para a região e para o país.

A ULisboa agrega, no conjunto das suas 18 escolas, grupos de investigação muito competitivos nas áreas da Biomedicina, Tecnologias e Políticas Públicas para a Saúde. O grupo inicial de peritos da Rede tem vindo a preparar um diagnóstico de competências internas e a debater os grandes desafios colocados à inovação em Saúde.

A 1.ª Conferência Anual da Rede Saúde será um momento para partilhar estas reflexões com a comunidade académica da ULisboa e assim «fortalecer o trabalho colaborativo que permitirá à universidade reforçar o posicionamento estratégico enquanto parceiro competitivo do ponto de vista internacional», antecipa a organização.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e podem ser feitas aqui. No sítio na web da APDSI está disponível o programa.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

II Curso de Cibersegurança e Gestão de Crises no Ciberespaço (CGCiber 2015)



O Instituto da Defesa Nacional (IDN), em parceria com a Academia Militar, vai realizar no ano letivo 2014/2015 o II Curso de Cibersegurança e Gestão de Crises no Ciberespaço.

O curso pretende contribuir para a sensibilização e formação de quadros intermédios e superiores das estruturas do Estado e da sociedade civil, bem como de elementos com potencial para o desempenho de funções relevantes no futuro, habilitando-os a intervir em questões relacionadas com situações de crise no ciberespaço.

As candidaturas para o II Curso de Cibersegurança e Gestão de Crises no Ciberespaço decorrem até 6 de fevereiro e as aulas começam a 16 de março. No total, o curso compõe-se de cinco módulos, cada um com a duração de um dia (6 horas), a decorrer nas instalações do IDN em Lisboa (módulos 1 a 4) e da Academia Militar na Amadora (módulo 5), subordinados aos temas:

- Perspetiva Global do Ciberespaço, 16 de março;
- Economia, Tecnologia e Segurança, 17 de março;
- Cibersegurança, 19 de março;
- Ciberdefesa, 20 de março;
- Exercício de Decisão Estratégica, 26 ou 27 de março.

A frequência do curso implica o pagamento de propina única no valor de 200 euros.

Para mais informações sobre as candidaturas visite o sítio na web do IDN.



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

«World Economic Forum | Global Risks 2015»



Donde:
«Box 1.7: Governing the Internet — the need for mechanisms to maintain a unified and resilient network
The pace of innovation and the highly distributed nature of the Internet require a new approach to global Internet governance and cooperation. As more people rely on the Internet, the question of Internet governance becomes increasingly important. Two kinds of issues exist: technical matters, to make sure all the infrastructure and devices that constitute the Internet can talk to each other; and overarching matters, to address cyber crime, Net neutrality, privacy and freedom of expression.
Responsibility for the technical infrastructure of the Internet is dispersed among several organizations, including the Internet Engineering Task Force (IETF) and the World Wide Web Consortium (W3C), the Regional Internet Registries (RIRs), the root servers’ operators, and the Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN). The solutions they propose – policy models, standards, specifications or best practices – spread through voluntary adoption or ad hoc conventions, regulations, directives, contracts or other agreements.
No such systems exist for developing and implementing solutions to the overarching issues. Consequently, governments are feeling pressure to enact national measures to deal with their citizens’ data and privacy concerns. While laws that force the “localization” of infrastructure may be easier short-term solutions than collaborating to define global mechanisms for addressing the issues, the risk is that “data nationalism” could endanger the network effects that underlie the Internet’s ability to drive innovation and create social and economic value. (...)».

O comunicado de imprensa em português aqui.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Workshop "Interoperabilidade e Open Data na Covilhã"



A Universidade da Beira Interior e o Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Eletrónica (TICE.PT) vão realizar um workshop subordinado ao tema "Interoperabilidade e Open Data", na quinta-feira, dia 22, nas instalações da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI, na Covilhã.

O programa está estruturado de forma a proporcionar «uma forte participação tanto das empresas como dos setores da investigação, ensino superior e organismos governamentais». De manhã serão abordadas temáticas de interoperabilidade e, durante a tarde, o tema Open Data.

Os painéis terão os seguintes tópicos de discussão:
- A Interoperabilidade na Saúde
- Interoperabilidade na Administração pública
- Open Data nos transportes
- Open Data nas Cidades

Este é mais um evento que conta com a participação de Luís Vidigal, da Direção da APDSI.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e devem ser feitas aqui e no sítio na web da APDSI já encontra o programa.

ENCONTRO | Preservação Digital do Património Musical | JANEIRO 2015 | 15 | 14:30H | LISBOA






















«O encontro intitulado "SOS Digital - Património musical e preservação digital: Atualização do estado atual do projeto continuidade digital e o universo da música", realiza-se a partir das 14:30, no espaço O'culto da Ajuda, em Lisboa.

Em debate vai estar "a problemática do património digital, que aparece como sendo muito mais frágil e potencialmente muito menos perene, por causa da evolução tecnológica", disse à Lusa o compositor e músico Miguel Azguime, diretor do Centro de Investigação & Informação da Música Portuguesa, um dos participantes no encontro.
Azguime salientou que, "ao contrário do que todos supõem, as plataformas digitais são mais perecíveis do que os tipos de arquivos que as antecederam".

Uma das preocupações dos arquivistas é "a sucessiva alteração de suportes e sistemas operativos, impedindo, por exemplo, que um documento guardado em MS-DOS, não seja acessível"». Continue a ler.