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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Workshop da itSMF Portugal sobre a nova norma ISO 20000-1:2018 - Gestão de serviços TI


A itSMF Portugal vai promover um workshop para apresentação da nova norma ISO 20000-1:2018 - Gestão de serviços TI no próximo dia 27, pelas 14h15, no Lionesa Resort Empresarial, em Leça do Balio, no Porto.

A nova norma ISO 20000-1:2018 - Gestão de serviços TI, que vai entrar em vigor no próximo dia 15, traz oportunidades e desafios para as empresas já certificadas na norma ISO 20000-1 ou que se pretendem certificar.

A itSMF Portugal, organismo de normalização setorial, desempenhou um papel ativo na elaboração, discussão e aprovação desta norma que se caracteriza por requisitos e processos orientados à melhoria da eficiência dos serviços TI.

As inscrições são gratuitas mediante registo prévio que pode fazer aqui.

Confira a agenda para dia 27:

14h15: Receção dos participantes e café de boas vindas
14h45: Abertura, Rogério Costa, Presidente itSMF Portugal
15h00: A certificação ISO 20000-1 em Portugal, Hermano Correia, APCER
15h30: A nova Norma ISO/IEC 20000-1:2018, Mário Rui Costa, TRANSPONDER CONSULTORES, Presidente CT191

16h00: Coffee break 

16h20: Caso prático de uma implementação ISO/IEC 20000-1, Clara Pereira, PAMAFE
16h40: A experiência de uma certificação ISO/IEC 20000-1, dificuldades e benefícios, Manuel Silva, DECSIS
17h00: Mesa de debate: Gestão de serviços TI, certificação oportunidades e desafios.
- Moderada por Luís Azevedo, Direção Normalização itSMF
- Mário Rui Costa, Presidente CT191, TRANSPONDER CONSULTORES
- Manuel Silva, DECSIS
- Hermano Correia, APCER

17h30: Encerramento, Luís Azevedo, Direção itSMF Portugal

terça-feira, 15 de maio de 2018

Formação para fornecedores de contratação pública em Coimbra pela Saphety


A Saphety, empresa do grupo Sonae responsável pela plataforma eletrónica de contratação pública SaphetyGov, estará no dia 17 de maio em Coimbra com o objetivo de formar todos os operadores económicos passíveis de participar em procedimentos de contratação pública da CIMRC ou dos Municípios da Região de Coimbra, sobre as principais alterações ao Código dos Contratos Públicos (CCP), nomeadamente sobre a questão da obrigatoriedade da faturação eletrónica nos contratos com a Administração Pública.

Temas como a nova legislação da fatura eletrónica, soluções tecnológicas integradas e partilha de casos de sucesso na Administração Pública, são parte do programa que tem o objetivo de formar todas as empresas potenciais fornecedoras da Região ou dos Municípios da Região, no sentido de as capacitar da informação necessária para continuarem a fornecer as entidades públicas de acordo com as novas regras. O workshop é mais uma iniciativa da Saphety para preparar as empresas portuguesas de acordo com o artigo 299.º-B do DL n.º 111-B/2017, de 31 de agosto .

O workshop será da responsabilidade da Saphety, que a convite da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIMRC) vai até Coimbra para formar as empresas de forma gratuita. A formação decorrerá no Auditório da Fundação CEFA, em Coimbra, a partir das 09h30 do dia 17 de maio de 2018 e é aberto a todos os fornecedores de contratação pública através de inscrição prévia a partir da página do evento.

"Para a Saphety, o convite por parte da CIMRC é o reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver junto dos Operadores Económicos e das Entidades Adjudicantes. Enquanto empresa líder na área da Contratação Pública e da Faturação Eletrónica, estamos comprometidos com o cumprimento legal, com as melhores práticas de mercado e com a passagem de conhecimento e formação à Administração Pública e aos seus Fornecedores", lê-se na nota oficial sobre o evento.

AGENDA
09h30 | Receção
10h00 | Início da sessão
10h10 | About us
10h20 | Contratação Pública
11h15 | Coffee break
11h30 | Principais Alterações ao Código dos Contratos Públicos (CCP)
12h15 | Questões / Esclarecimentos
12h30 | Almoço livre
14h30 | Registo na plataforma SaphetyGov
14h40 | Demonstração da plataforma SaphetyGov
15h15 | Otimização da plataforma SaphetyGov
16h15 | Questões / Esclarecimentos
16h30 | Encerramento

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Workshop: Introdução à Vida Artificial - Construção de Ecossistemas Artificiais



A APDSI vai realizar um workshop exclusivo para sócios que se interessam pela problemática ligada à construção de sistemas inteligentes. O encontro está marcado para quinta-feira, dia 22 de fevereiro, entre as 9h00 e as 18h30, na sede da APDSI, em Telheiras, Lisboa.

O workshop tem como principal objetivo introduzir a temática da Construção de Ecossistemas Artificiais, fornecendo, simultaneamente, o suporte teórico e a perspetiva prática necessários para o desenho e implementação de Ecossistemas Artificiais. 

Serão abordados os aspetos teóricos fundamentais relacionados com esta temática, nomeadamente algoritmos genéticos e redes neuronais artificiais. No final será desenhada a arquitetura completa e concreta de um Ecossistema Artificial.

Este é um evento exclusivo para sócios da APDSI e está limitado a 30 pessoas. A inscrição é gratuita mas obrigatória e pode fazê-la aqui

Programa: 

Part 1 - Introduction to Artificial Life (1h)

1.1 Basic Principles: The Natural, the Artificial and the Synthetic
1.2 Life and Evolution
1.3 Genotypes, Phenotypes and Mutations
1.4 Individual Fitness and Natural Selection
1.5 Reproduction and Death
1.6 Artificial Life as a Way for building Artificial Intelligence Systems
      Evolution and Emergence in Artificial Life

Part 2 - Modeling of Artificial Life Systems (7h)

2.1 Strategies: GA; ANN; Automat Theory, Agent Theory...
2.2 An example of building an artificial ecosystem
2.2.1st draft
       An introduction to neurocomputation
2.2.2 2nd draft
       An introduction to Genetic Algorithms
2.2.3 GO live !!

*O workshop é dinamizado em português

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Manuela Veloso no workshop da APDSI: «Não estamos habituados a ver robôs a andarem ao nosso lado como se fossem pessoas ou animais»

A APDSI realizou, a 24 de maio, um workshop sobre “Desafios Sociais e Tecnológicos na Conceção de Robôs”

Manuela Veloso, professora da americana Carnegie Mellon University (CMU) e co-fundadora da RoboCup Federation, foi a oradora principal do workshop que a APDSI realizou a 24 de maio no auditório da Lispolis - Pólo Tecnológico de Lisboa. Para a professora, que há mais de três décadas se dedica ao estudo e conceção da robótica, ainda há um longo caminho a percorrer para que os robôs sejam autónomos e, principalmente, rumo à sua harmoniosa interação com os humanos, ou seja, como é que máquinas artificiais podem fazer a integração da perceção, tomada de decisão,
estabelecimento de objetivos, planeamento do movimento autónomo e atuarem sobre esses valores. «Não vale a pena alimentarem-se visões catastróficas. Os robôs ainda sabem fazer poucas coisas, terão sempre limitações e vão sempre precisar de nós», afirmou Manuela Veloso.

A líder do departamento de Machine Learning na CMU criou, há alguns anos, os “cobots”, robôs colaborativos que partilham informação entre si e com os humanos. Os seus “cobots”, além de mapearem o espaço onde circulam também executam tarefas: «Não há ninguém que me visite no meu gabinete que não seja guiado por um robô, desde que sai do elevador até chegar ao pé de mim. Eles andam pelo edifício todo e qualquer pessoa pode interagir com eles. Às vezes vagueiam até a bateria acabar», revelou a professora, testemunhando este desempenho dos “cobots” em vídeo.

Os seus parceiros robotizados têm sensores e são extremamente rigorosos quanto à sua localização, o que permite a toda a equipa que com eles trabalha perceber que já andaram mais de mil quilómetros no ambiente da instituição de ensino. Contudo, os “cobots” não podem abrir portas, carregar em botões e, como também não têm braços, não conseguem colocar objetos no seu cesto. Face a estas limitações, a única solução foi recorrer à autonomia simbiótica, explicou Manuela Veloso: «Nesses casos eles pedem ajuda a humanos ou à Internet. Por exemplo, quando chega o elevador eles pedem a alguém: podes carregar no botão para o 7.º andar e segurar a porta para eu entrar? Se as pessoas forem mazinhas e tentarem enganá-los, eles vão perceber que estão a demorar muito tempo para alcançar determinado objetivo, por isso, mandam um e-mail ao seu “dono” a fazer “queixinhas”». A interação dos robôs com os humanos é uma necessidade que se trabalha com recurso à inteligência artificial (IA) e o grande desafio neste momento passa por transformar algoritmos em linguagem. 

Os “cobots” da CMU guiam-se por corredores virtuais pelo que se alguém tapar temporariamente as paredes ou o tentar bloquear, ele enfrentará algumas dificuldades. No entanto, a professora garante que nada no ambiente envolvente o pode fazer divergir da sua tarefa. «Por questões de segurança ele não vai fazer nada perigoso se alguém o tentar prejudicar. Não podemos criar máquinas com as quais não possamos interagir», acrescentou.

Apesar de algumas visões menos otimistas partilhadas no workshop da APDSI, muitas foram as vozes a lembrar que a Humanidade sempre soube reinventar-se e, portanto, apesar de muitos empregos se extinguirem à medida que a robotização avança, outras profissões vão nascer e o Homem vai coexistir com a IA desempenhando o trabalho mais criativo, enquanto as máquinas ficam com as tarefas mais rotineiras.

Carlos Cardeira, presidente da Direção da Sociedade Portuguesa de Robótica, referiu que em Portugal a robótica, do ponto de vista de investigação, está bem colocada face a outros países, sendo o setor do calçado e o da pedra os que mais aplicações de robótica já têm. «O calçado, não era, tradicionalmente uma área de ponta na robotização. Interessa que as novas gerações sejam capazes de absorver isto», referiu. 

Paulo Soeiro de Carvalho, diretor de Economia e Inovação da Câmara Municipal de Lisboa, fez referência às evoluções e áreas de teste que a cidade se prepara para receber neste âmbito: «Estamos atentos aos desafios regulamentares e legais que vão existir para colocar um automóvel a circular em Lisboa, por exemplo. Queremos perceber que desafios éticos e morais se colocam à sociedade».



No painel sobre conceção de robôs no trabalho, na comunicação e no entretenimento, Estela Bicho, professora da Universidade do Minho - Centro Algoritmi, diz que o objetivo dos robôs é «assistir e colaborar com as pessoas» e próximo passo é ter «robôs que aprendem a fazer de acordo com os gostos de várias pessoas».

João Sequeira, do projeto “Multi-Robot Cognitive Systems Operating in Hospitals”, lembra que uma Internet estável é fundamental para o bom funcionamento dos robôs.

Luís Almeida, professor da Universidade do Porto, cético em relação à natureza humana, reconhece que «ensinar um robô a fazer o caminho não tem grande novidade; ensiná-lo a escolher o caminho é o que nos deslumbra».

Patrícia Arriaga, psicóloga e professora do ISCTE, acredita que as relações humanas podem ser aplicadas ao universo da robótica. «Os robôs vão ser personalizados de acordo com o interesse das pessoas (se são mais extrovertidas ou mais introvertidas, mais cooperativas ou mais competitivas). O aspeto deles também vai ser importante porque gostamos de quem tem a imagem mais bonita».

Tiago Ribeiro, doutorando do IST, partilhou a experiência que a faculdade já realizou com robôs a jogarem “à sueca” com idosos.

Pedro Lima, investigador do Institute for Systems and Robotics / IST, quer uma sociedade que consiga «tirar o peso negativo que muitas vezes está associado à chegada dos robôs. Os riscos não são tão grandes como às vezes parecem. É preciso é tomar medidas para que o impacto não seja tão elevado».

António Pires dos Santos, do projeto Watson da IBM, afirma que a empresa está a trabalhar para que os robôs não sofram um ataque de vírus porque «nenhuma organização consegue resolver estes problemas sozinha».

Já no painel sobre impactos e desafios sociais e políticos, Ana Maria Evans, investigadora da FCT e NOVA-IMS em Políticas Públicas, acredita que para Portugal voltar a ser competitivo, depois de ter perdido mercado para países asiáticos com custos de produção muito baixos, tem de investir mais na automação: «O contrato social a que estamos habituados é que vai ser diferente».

Também defensor dos robôs, José Castro Caldas, investigador do CES Universidade de Coimbra, refere que «o desemprego, enquanto fenómeno, existe devido a crises recursivas do modo em que vivemos que pouco têm a ver com tecnologia, embora transformem profundamente muitas profissões. Quando a humanidade pensa em robôs, pensa em algo que possa substituir pessoas. Que diabo de sociedade é esta que está preocupada em criar máquinas que a substitua?».

Isabel Ferreira, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, acredita que um robô é um conceito em evolução e «não pode ter dimensões desproporcionadas».

Questionado sobre a personalidade jurídica dos robôs, Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP-IN, diz não ter nada contra os robôs: «Venham eles. O problema é outro: estarão ao serviço de quem e com que finalidade? Só estou preocupado porque se fala muito em robôs e tão pouco em pessoas. Paulatinamente vai-se substituindo o princípio do direito ao trabalho pelo princípio do direito comercial».

Por outro lado, Ivan Gonçalves, deputado do partido socialista, defende que os robôs virão transformar a sociedade para melhor: «A automação vai ter consequências no mercado de trabalho e hoje já vemos isso. O nosso modelo de sociedade atual está em risco e isso coloca-nos alguns desafios para a segurança social e para o sistema fiscal».

Ricardo Oliveira, deputado do partido comunista português, está confiante que algumas tarefas, quando automatizadas, vão permitir ganhos de produtividade: «Para o PCP a libertação do ser humano do tempo necessário para a satisfação das suas necessidades é aquilo que ambicionamos e por que lutamos, pelo que a robotização, a digitalização e outras componentes da aplicação económica e social dos avanços da ciência e do desenvolvimento tecnológico, o desenvolvimento das forças produtivas, é algo que consideramos necessário e desejável».

O workshop da APDSI “Desafios Sociais e Tecnológicos na Conceção de Robôs” foi coordenado Luís Vidigal, presidente da Direção da APDSI.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fórum para a Sociedade da Informação - APDSI e FCT organizam o Workshop "Governação da Internet para um crescimento inclusivo"



A APDSI e a FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia organizam o workshop "Governação da Internet para um crescimento inclusivo" integrado no Fórum para a Sociedade da Informação 2016. O evento realiza-se no próximo dia 15 de novembro, a partir das 14h00, no Salão Nobre do IAPMEI, Campus do Lumiar, em Lisboa.

Consulte aqui o programa completo e faça aqui a sua inscrição, gratuita, mas obrigatória.

Cerca de 35% da população portuguesa nunca teve qualquer contacto ou experiência com serviços disponíveis na Internet, correndo o risco de exclusão digital, numa sociedade cada vez mais marcada pela mediação tecnológica.

São já evidentes os impactos da utilização da Internet no mundo do trabalho e no acesso ao emprego, tornando-se urgente uma nova abordagem nas estratégias e prioridades de educação e de aprendizagem ao longo da vida, bem como na capacidade de requalificação de postos de trabalho que irão certamente ser destruídos ou substituídos nos próximos anos pelo uso intensivo das tecnologias da informação e comunicação.

A exclusão digital afeta também grande parte da população na sua incapacidade de acesso aos serviços públicos eletrónicos, obrigando os governos à criação de novos acessos multicanal e à mobilização de mediadores de cidadania para as novas oportunidades do mundo digital. Existem grupos e minorias sociais onde a fratura digital se torna mais evidente e que requerem estratégias de governação mais específicas, nomeadamente em relação aos emigrantes, refugiados e demais população vulnerável e em situação de pobreza.

A APDSI entende que, apesar do desenvolvimento acelerado dos serviços de telecomunicações, existem ainda bolsas territoriais de exclusão e de má qualidade dos serviços digitais, que impedem o desenvolvimento económico e social harmonioso de algumas regiões do país, contribuindo para o seu progressivo abandono.

Este workshop visa abrir o debate em torno das medidas de política capazes de promover a inclusão e a sustentabilidade de toda a sociedade portuguesa, cada vez mais baseada numa economia digital e na utilização massiva dos serviços da Internet, chamando à atenção para a urgência de uma atuação concertada entre governo, reguladores, administração pública, agentes económicos e associações da sociedade civil.

Em debate vão estar as seguintes questões:

- Que estratégias estão em curso ou que devem ser adoptadas para garantir o acesso universal aos serviços públicos digitais?
- Em que medida os serviços públicos electrónicos estão orientados às necessidades efetivas dos cidadãos em termos, nomeadamente, de usabilidade, eventos de vida e outros?
- Qual o impacto que as novas tecnologias no domínio do digital estão a fazer-se sentir no domínio do emprego e das condições de trabalho?
- Que iniciativas estão a ser tomadas no sentido de se garantir a inclusão nas  transformações que se verificam nas diferentes áreas profissionais em particular naquelas mais afectadas pela digitalização da economia?
- De que forma estão a ser encarados os impactos do digital na sustentabilidade do estado social?
- Que iniciativas estão ou devem ser tomadas para a inclusão na Sociedade da Informação dos imigrantes, refugiados e outras minorias?
- De que forma o Serviço Universal de telecomunicações garante a acessibilidade e a qualidade de serviço à Internet por parte de toda a população portuguesa?
- Em que medida as políticas de governação da Internet garantem o acesso intergeracional e a igualdade de género a todos os cidadãos?
- Responde o atual sistema educativo e de aprendizagem ao longo da vida aos desafios decorrentes da transformação digital da sociedade portuguesa?

Objetivo global do FSI-GI

O Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet (FSI-GI), tem como objetivo principal refletir e debater, em Portugal, a temática da Governação da Internet, cada vez mais relevante no panorama internacional.

Este ano o debate do FSI-GI decorre em torno de temas tais como o futuro da Governação da Internet, Neutralidade da Internet, Acesso e Inclusão Digitais, incluindo as Mulheres nas TIC, Proteção das Crianças em Linha, Tecnologias da Internet e Discurso do Ódio.

A reflexão nacional multissetorial (multistakeholder) e as principais mensagens de Portugal que vão sair desta edição do Fórum, contribuem para a discussão que decorre a nível mundial, no IGF 2016, no México, de 6 a 9 de dezembro, sob o tema "Enabling Inclusive and Sustainable Growth".

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Câmara Municipal de Lisboa vai criar o portal Lisboa Aberta


A Câmara Municipal de Lisboa vai realizar um workshop no próximo dia 19, nas próprias instalações da autarquia, para recolher sugestões e propostas para um portal de dados abertos, designado Lisboa Aberta, que está a desenvolver.

A criação do portal tem como objetivo a disponibilização de informação sobre a cidade de Lisboa em formatos abertos. 

Segundo informações da Câmara, a sessão de brainstorming será um espaço informal de discussão e elaboração de propostas sobre o portal e outras que potenciem a reutilização e a investigação sobre os dados, bem como a identificação de parcerias para o efeito. 

Pode obter mais informações aqui.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Workshop "UE- América Latina: Desafios na Área da Inovação e da Tecnologia"



A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa organiza, no próximo dia 21, entre as 14h00 e as 17h30, em colaboração com a Eurochambres - Associação de Câmaras de Comércio e Indústria Europeias, o workshop "UE- América Latina: Desafios na Área da Inovação e da Tecnologia", para dar a conhecer as oportunidades de cooperação tecnológica e de desenvolvimento de negócios na América Latina.

No âmbito do programa do workshop, que se realiza nas instalações da CCIP nas rua das Portas de Santo Antão, em Lisboa, vão ser apresentados dois programas co-financiados pela Comissão Europeia. O ELANNETWORK visa apoiar e diversificar a presença das PMEs na América Latina (Brasil, Peru, Colômbia, Argentina, Costa Rica, Chile e México) mediante a gestão de oportunidades de negocio baseadas em tecnologia entre PMEs da América Latina e União Europeia e o LATIN AMERICA IPR SME HELPDESK presta serviços de apoio em matéria de direitos de propriedade intelectual, para o desenvolvimento de projetos inovadores na América Latina. Estes programas têm como objetivo apoiar parcerias para o desenvolvimento de projetos inovadores entre empresas e organizações de apoio à internacionalização e de I&D, da União Europeia e da América Latina.


As inscrições podem ser feitas aqui.


terça-feira, 27 de outubro de 2015

Geocompetitivo 2015 - Partilha de SIG em Serviços de Utilidade Pública em novembro



A APDSI vai realizar, a 18 de novembro de 2015, entre as 9h00 e as 13h00, o workshop "Geocompetitivo 2015 - Partilha de SIG em Serviços de Utilidade Pública", sob a coordenação do Prof. Mário Rui Gomes. O encontro vai realizar-se em Lisboa, no Auditório da Escola Profissional Gustave Eiffel, no Campus Académico do Lumiar (Alameda das Linhas de Torres, 179), e vai ser dedicado à questão da partilha de infraestruturas geográficas nas utilities em Portugal, designadamente nos setores das comunicações, energia, mobilidade terrestre, águas e saneamento.

Em outubro do ano passado o Grupo Permanente de Sistemas de Informação Geográfica da APDSI, organizou o encontro "Sistemas de Informação Geográfica - Que políticas afinal?", para uma audiência de mais de uma centena de dirigentes e quadros superiores da administração pública, no qual se debateu, com responsáveis políticos e entidades reguladoras, a estratégia para a criação do cadastro predial. Recorde aqui a conferência de 2014.

É na sequência desse evento que a APDSI promove, agora, o workshop "Geocompetitivo 2015". A organização do workshop inclui dois painéis, sendo um dedicado à partilha de SIG nas Comunicações e outro à partilha de SIG nos setores das Águas, Energia e Mobilidade. Em debate vai estar a representação geográfica e de tecnologia SIG na gestão de redes e na gestão de outro tipo de infraestruturas, sublinhando o retorno dos investimentos decorrente de boas práticas colaborativas entre os operadores.

A participação na conferência é gratuita. Todas as inscrições estão sujeitas a inscrição prévia aqui e ficarão condicionadas à disponibilidade de lugares do auditório.

O programa completo já está disponível no sítio na web da APDSI.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Email 0 - Produtividade 10



Está cansado de chegar de férias e ter a inbox do seu e-mail profissional com centenas de contactos à espera de uma resposta? A capacidade do seu e-mail de trabalho estourou só porque foi 8 dias de férias? Estes são apenas dois dos 5 Grandes Problemas do Email que pode encontrar aqui: http://kmol.pt/blog/2015/09/01/5-grandes-problemas-do-email

Segundo Luis Suarez qualquer um de nós pode reduzir em 80% o recurso ao e-mail no contexto profissional em apenas cinco semanas, tirando partido das ferramentas sociais corporativas, sem qualquer prejuízo para o ritmo de trabalho e gestão do conhecimento. O consultor em Social Business & Digital Transformation propõe uma redefinição da forma como usamos o e-mail tornando o trabalho mais transparente e colaborativo através da adoção de novas políticas e de um sistema de gestão de fluxo de e-mails diferente daquele a que estamos habituados.

Sugestões para reduzir o volume de e-mails e para não deixar o conhecimento "morrer" nas caixas de e-mail serão a proposta de Luis Suarez no workshop "Working Smarter with Less Email", organizado pela Knowman, e que decorre no hotel Tivoli Oriente, em Lisboa, no dia 24 de setembro.

Ambos os workshops contam com o contributo de Ana Neves, sócia fundadora e CEO da Knowman, que trará sugestões sobre como as plataformas sociais corporativas podem ser usadas para melhorar a produtividade e acelerar partilha e retenção de conhecimento.

Os formandos vão beneficiar de uma forte componente prática, sendo este o método de eleição das atividades promovidas pela Knowman.

As inscrições podem ser feitas aqui: http://www.knowman.pt/servicos/workshopskm/

Outro workshop na série: "Reducing Risk and Enhancing Value by Capturing and Exploiting Critical Knowledge". Hotel Tivoli Oriente, Lisboa, 29 de outubro. Liderado por Paul Corney, consultor em gestão do conhecimento com larga experiência de trabalho em organizações públicas e privadas de todo o mundo. http://www.knowman.pt/servicos/workshopskm/#pcorney


Sobre a Knowman:
A Knowman é uma empresa privada especializada em gestão de conhecimento e colaboração organizacional. Presta também serviços de consultadoria e formação nas áreas das redes sociais, mudança cultural e cidadania 2.0. Para mais informação sobre serviços, clientes e projetos: http://knowman.pt

Sobre Luis Suarez:
Luis Suarez é um experiente evangelista de Social / Open Business e utilizador de ferramentas sociais. Tem mais de 15 anos de experiência em gestão de conhecimento, colaboração, aprendizagem, comunidades online e redes sociais corporativas. Em 2008 iniciou uma "vida sem email" desafiando o status quo de como os trabalhadores do conhecimento colaboram e partilham o seu conhecimento. As suas práticas de trabalho promovem a abertura, a transparência, a confiança, o crescimento sustentável e o trabalho inteligente. Luis Suarez pode ser contactado através do Twitter onde partilha as suas ideias como @elsua.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Workshop "Interoperabilidade e Open Data na Covilhã"



A Universidade da Beira Interior e o Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Eletrónica (TICE.PT) vão realizar um workshop subordinado ao tema "Interoperabilidade e Open Data", na quinta-feira, dia 22, nas instalações da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI, na Covilhã.

O programa está estruturado de forma a proporcionar «uma forte participação tanto das empresas como dos setores da investigação, ensino superior e organismos governamentais». De manhã serão abordadas temáticas de interoperabilidade e, durante a tarde, o tema Open Data.

Os painéis terão os seguintes tópicos de discussão:
- A Interoperabilidade na Saúde
- Interoperabilidade na Administração pública
- Open Data nos transportes
- Open Data nas Cidades

Este é mais um evento que conta com a participação de Luís Vidigal, da Direção da APDSI.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e devem ser feitas aqui e no sítio na web da APDSI já encontra o programa.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Anacom promove workshop sobre cibersegurança

A Anacom, em colaboração com a Direção Geral das Atividades Económicas (DGAE), vai promover, a 30 de setembro, o workshop "Cibersegurança: aspetos económicos".

A iniciativa, que vai decorrer na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, entre as 8h00 e as 16h30, pretende informar, debater e avaliar o impacto económico da Diretiva para implementação de medidas destinadas a garantir um elevado nível comum de segurança das redes e da informação em toda a União Europeia (Diretiva SRI).

A extraordinária evolução da Internet e de outras tecnologias de informação tornou as sociedades e as economias altamente dependentes do seu bom funcionamento, para garantir a satisfação de necessidades essenciais, tais como comunicações, compra e venda de bens e serviços, cuidados de saúde, socorro e emergência, água, energia e transportes.

A participação no workshop é gratuita e aberta a todos os interessados, apenas sujeita a inscrição prévia online, que pode fazer aqui.

Neste momento, a ANACOM e a DGAE também estão a realizar um questionário online que permitirá obter elementos para caraterização de situação atual ao nível da segurança das redes e da informação e do impacto da introdução da Diretiva SRI, cujos resultados serão apresentados durante o workshop.