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quarta-feira, 17 de maio de 2017

APDSI no Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação - "Big Data for Big Impact"



A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI) voltou a associar-se à sessão comemorativa do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, assinalado na Fundação Portuguesa das Comemorações. Este ano, o grande foco do debate sobre Sociedade da Informação em Portugal foi "Big Data For Big Impact".

Os painéis de debate sobre o ecossistema da big data pretenderam sensibilizar a opinião pública e decisores para a influência no domínio económico e social da Internet, mais concretamente sobre a «enorme quantidade de informação mundial e a sua reconversão em todas as áreas e setores do conhecimento», ou seja, a big data e as suas aplicações.

Hoje em dia, mais do que o aquilo se faz, pesa a rapidez com que se faz, daí que a Portugal Telecom/MEO, representada no primeiro painel, admita que procura recolher informação útil para a empresa mas também para a sociedade. Uma filosofia de negócio secundada pela Vodafone.

Coube à APDSI traçar um cenário para o panorama universitário face aos empregos do futuro, nomeadamente a figura de data analyst que começa a surgir como alguém fundamental para "desembrulhar" a big data circulante. «Este é um assunto que preocupa e de grande relevância. As máquinas já conseguem aprender sozinhas; é a chamada aprendizagem não supervisionada. O que vamos fazer, quem vai ter acesso aos resultados coletados por essas máquinas e como vão ser utilizados é um problema para o qual não temos ainda solução», afirma Vítor Santos, da Direção da APDSI. 

Filipa Martins da PT/MEO admite que essa é uma consequência da "vida acelerada na lógica do digital", para o qual o tempo encontrará uma resposta: «Vamos avançando no sentido de fazer testes e depois é preciso adaptar com regulamentos».

Para a Vodafone, a robotização do mercado de trabalho é preocupante. «Muitos empregos vão ser destruídos mas vamos criar mais valor e novos empregos embora nunca à mesma proporção, é um facto», reconhece Pedro Gonçalves. 

Sem surpresa, Marcel Leonardi, da Google, prefere olhar para a big data como algo que virá a construir valor. «A cadeia de valor está também nos métodos que se utilizam para extrair dados. A Google financia pesquisas de machine learning e, para a toda comunidade que nelas trabalha, disponibilizou uma ferramenta open source», afirma, rejeitando o rótulo de canibal digital (de players no mercado das tecnologias de informação).

Já na reta final das celebrações, Fernando Bação, da Universidade Nova, mostrou-se otimista quanto ao futuro, mesmo debaixo da "nuvem" imprevisível da evolução tecnológica. «Vamos trabalhar com as tecnologias e com os robôs, ao invés de sermos substituídos por eles. A tecnologia não substituirá a presença humana», concluiu.

Internacionalmente, o dia 17 de maio é o World Telecommunication and Information Society Day. Comemora-se nesse dia a realização da primeira convenção internacional sobre telegrafia e a criação da ITU - International Telecommunications Union. Em 2017 celebram-se 152 anos desde a fundação.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

APDSI junta-se às comemorações do Dia das Telecomunicações e da SI


A APDSI vai juntar-se às comemorações do Dia das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, a decorrer na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, na próxima quarta-feira, dia 17, a partir das 14h30.

O dia 17 de maio de 1865 marca a assinatura da primeira Convenção Telegráfica Internacional e a criação da União Internacional das Telecomunicações (UIT). Este ano, o dia é subordinado ao tema "Big Data for Big Impact".

A Fundação Portuguesa das Comunicações (FPC) associa-se às comemorações através de um programa que inclui o debate subordinado ao tema "O Ecosistema do Big Data", com a participação de vários oradores, e a apresentação "Desafios da Big Data Society", de Fernando Bação.

Vítor Santos, da direção da APDSI, vai intervir no painel "Os Impactos nos Operadores de Telecomunicações".

O Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, assinala o encerramento da sessão (a confirmar).

As inscrições devem ser feitas para: info@fpc.pt

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação 2015



O Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação é este ano celebrado, excecionalmente, a 18 de maio, uma vez que 17 de maio (dia oficial) é domingo.

Em Portugal, as comemorações decorrem na Fundação Portuguesa das Comunicações (FPC) entre as 15h30 e as 16h30.

Seguindo as indicações da UIT (União Internacional das Telecomunicações), o tema deste ano é "As Tecnologias de Informação e Comunicação como condutoras da inovação (ICTs as the drivers of innovation)". O programa nacional, além de incluir a inauguração de exposições e ainda uma atividade especial para o público escolar, conta com uma sessão institucional e uma sessão de debate sobre "O Cabo Submarino num mar de conetividades", onde a APDSI vai marcar presença através da intervenção do presidente da Associação, Raul Mascarenhas. A APDC, a FCT e o Instituto de História Contemporânea, também vão participar nesta sessão.

Reginaldo de Almeida será o moderador do evento.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

APDSI assinala o Dia Mundial das Telecomunicações e da SI dedicado à Banda Larga



A APDSI associou-se mais uma vez às comemorações do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação
para, em parceria com a APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, promover hoje a sessão de debate sobre “A Banda Larga como suporte ao desenvolvimento socioeconómico sustentável”.

O debate, moderado pelo jornalista e professor Reginaldo Rodrigues de Almeida, levou os oradores a refletirem sobre o percurso percorrido e a percorrer na perseguição do desiderato de se conseguir o acesso universal à banda larga e aos conteúdos identificando métodos para o alcançar.

José Perdigoto, da ANACOM, diz que o desafio maior que atualmente se coloca na questão da banda larga, passa por atrair o cliente: «O consumidor, do ponto de vista técnico, não sabe, nem quer saber, o que é isso da banda larga; quer é ter uma Internet rápida e segura». Analisando o enquadramento em que a banda larga se insere em Portugal, o representante do regulador apresentou os dados que demonstram que, do ponto de vista da oferta dos serviços, o nosso país tem um desempenho superior ao da média da União Europeia no que concerne à oferta de banda larga fixa: temos uma cobertura de 84 % do território, enquanto a média da União Europeia se situa nos 68%. Estes valores são idênticos ao da oferta de banda larga móvel. No entanto, nas percentagens para a penetração de mercado a realidade inverte-se, ou seja, Portugal passa para níveis abaixo dos da União Europeia, o que significa, na opinião de José Perdigoto, que «existe uma grande disponibilidade de infraestrutura mas do ponto de vista das famílias e das empresas não é feita a total utilização que o mercado já permite».

É nesta questão que o representante da ANACOM acredita que o desafio para o futuro deve «passar para o lado da procura». Em Portugal apenas 35 % das empresas se dedica ao e-commerce contra os 59% da média da União Europeia mas a tónica positiva passou com a reflexão de José Perdigoto: «O aproveitamento da infraestrutura não é uma despesa; deve ser, isso sim, visto numa perspetiva de valor».

Xavier Rodríguez-Martín, da DSTelecom, não hesita quando afirma que «o mundo está melhor graças à banda larga» e justifica esta visão dando exemplos da realidade atual em África com o desenvolvimento da tecnologia a servir de inegável apoio ao negócio. Mas Portugal também não fica de fora desta abordagem otimista feita pelo responsável da DSTelecom: «Pela primeira vez a tecnologia está dar lugar ao conhecimento e à indústria, à dignificação da agricultura e à consolidação do talento onde ele está, que não necessariamente apenas nas grandes cidades». Medidas para financiar o desenvolvimento das novas tecnologias e uma «fiscalidade adequada» foram defendidas por Xavier Rodríguez-Martín que acredita que no universo político e empresarial é possível fazer muito mais: «o grande valor da banda larga vai ser a sua inteligibilidade, por isso, o fato de Portugal ser o "cantinho da Europa", pode ser uma mais-valia» mas para tal a saída da crise é a alavanca que urge ver concretizada, uma vez que «a austeridade europeia tem sido muito penalizadora para a indústria das tecnologias. A sustentabilidade da banda larga tem muito a ver com este quadro institucional», referiu o representante da empresa que construiu a infraestrutura de banda larga em Portugal.

Luís Vidigal, da direção da APDSI, apresentou no debate uma outra visão complementar; a da tecnologia mais vocacionada para as pessoas: «A oferta é excelente, a qualidade da rede é excelente mas no que concerne ao poder de compra, devido ao desemprego e ao desconhecimento por parte de uma larga fatia da nossa sociedade, ainda estamos longe das médias da União Europeia. Temos que ter políticas orientadas à realidade portuguesa porque mesmo os níveis de acesso estão a entrar num patamar de onde é difícil descolar. Há pouca coordenação, há tecnologias que nascem e morrem. O discurso tem que mudar da despesa para a produtividade». Luís Vidigal referiu, ainda aquele que considera ser um contra-senso entre a oferta e a procura no e-Gov onde os serviços, entende o representante da APDSI, deviam estar mais orientados para as pessoas. «É preciso fazer algumas correções para que as tecnologias não sejam uma despesa, como redundâncias ou anulações entre uns governos e outros, por exemplo, para criar políticas que não estejam diretamente ligadas ou dependentes dos ministérios», concluiu Luís Vidigal que defende que as tecnologias não devem estar diretamente ligadas ou dependentes dos ministérios.

António Gameiro Marques, do Ministério da Defesa Nacional, partilha da mesma opinião, de que as tecnologias não devem estar acantonadas a um ministério, quer nas organizações, quer na sociedade em geral. Considerando a Holanda um bom país de referência, o representante do Governo não tem dúvidas que «a massa humana portuguesa é igual. Quando os recursos financeiros começam a ter um peso substantivo é que começa a discrepância. Na área do conhecimento estamos ao melhor nível e nas iniciativas que requerem investimentos com capacidade de execução e sustentabilidade ao longo do seu ciclo de vida também estamos alinhados com os países de referência da União Europeia».

António Gameiro Marques lançou para o debate a questão da iliteracia digital para demonstrar que, apesar de ser um chavão, «o futuro são as crianças, são elas que, à semelhança do que já fizeram com os ecopontos, estão a ensinar boas práticas aos pais. Devia humanizar-se a tecnologia investindo bastante numa educação para a humanização, transportando o conhecimento para as gerações mais novas porque as crianças podem ajudar os mais adultos a seguirem esses caminhos». Este exemplo foi sustentado pelo representante do Ministério da Defesa Nacional no caso prático que está a seguir seguido nalgumas turmas do 2º Ciclo no norte do país.

António Robalo de Almeida, Principal Advisory, tem um ponto de vista mais voltado para as suas preocupações pessoais que acredita serem o espelho de uma sociedade de «pobres e idosos» como a portuguesa: «Temos neste momento duas crises para combater; a do sector e a crise económica. As receitas das empresas caem todos os anos, há falta investimento para alavancar a banda larga e não há uma estratégia adequada para a segurança de proteção de dados e no combate ao terrorismo digital».

António Robalo de Almeida concorda, contudo, com o representante da ANACOM ao reconhecer que «o problema não está na oferta; está na procura. Não há evidência de que a banda larga por si só leve ao crescimento».

Exercendo aquilo a que Reginaldo Rodrigues de Almeida definiu como “figura do contraditório”, o Principal Advisory crê que a solução passa pela criação de um Ministério da Economia Digital: «O conhecimento é o recolher e tirar partido da informação disponível, é melhoria na qualidade de vida. O verdadeiro alcance económico passa pelo e-working, e-learning e e-health ou seja passa pelo conhecimento. É preciso que haja quem trabalhe para os sectores-alvo: os seniores e os cidadãos de baixo rendimento fazendo uma forte aposta na segurança», concluiu.

A tónica na segurança também foi sustentada pela ANACOM que, nas palavras do seu representante, «exige coordenação internacional, nenhum regulador por si só vai conseguir atuar sozinho». Xavier Rodríguez-Martín apontou o caminho para que se consiga garantir uma maior segurança nas transações online: «Todos os mercados que crescem, segmentam e essa segmentação vai ajudar-nos a resolver alguns dos problemas que agora se colocam. Vamos ter Internet a várias velocidades e o preço a pagar por isso vai permitir investir em segurança».

Quando as lacunas em matéria de segurança estiverem ultrapassadas, António Gameiro Marques, do Ministério da Defesa Nacional, tem um sonho que gostava de ver cumprido: o de ver nascer «um hipermercado digital onde eu possa tratar de toda a minha documentação, um local que resolva todas as minhas questões que impliquem interação com o Estado».

O encontro culminou com o sintetizar de algumas conclusões sobre “A Banda Larga como suporte ao desenvolvimento socioeconómico sustentável”. São elas:

- Necessidade de combate à iliteracia de pessoas e empresas sobre as potencialidades da banda larga;
- O verdadeiro alcance económico passa por transformar a Sociedade da Informação em Sociedade do Conhecimento;
- Portugal precisa de consolidar o crescimento económico com uma diminuição do desemprego e da emigração;
- Tem de haver uma reforma do Estado.

Este dia teve enquadramento na proposta da UIT - União Internacional das Telecomunicações “Broadband For Sustainable Development” para o ano de 2014. A sessão debate da APDSI/APDC decorreu na Fundação Portuguesa das Telecomunicações, em Lisboa.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

APDSI no Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação - vídeo

A APDSI juntou-se às comemorações do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, a 17 de maio de 2013. Este ano o tema escolhido internacionalmente, e sobre o qual a APDSI organizou a mesa-redonda para assinalar a data, foi "ICTs and improving road safety". Um encontro coordenado pelo Prof. J. Dias Coelho (APDSI) e pelo Eng.º José Luis Almeida Mota (FPC). Leia a notícia desenvolvida, as apresentações e veja os vídeos já disponíveis.



No Youtube encontra a versão sintetizada deste evento.



segunda-feira, 20 de maio de 2013

APDSI assinala o Dia Mundial das Telecomunicações e da SI dedicado à segurança rodoviária


A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação assinalou, na sexta-feira, 17 de maio de 2013, o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação com uma mesa-redonda sobre o tema "ICTs and improving road safety". 17 de maio é, agora, também conhecido como o Dia Mundial da Internet.

Sendo Portugal um dos países mais desenvolvidos da União Europeia no que diz respeito à Sociedade da Informação, José Luís Almeida Mota, Presidente da Fundação Portuguesa das Comunicações, considera que é fundamental haver uma reflexão sobre as implicações desse desenvolvimento na sociedade: "Com as redes de telecomunicações a crescerem desde os anos 90, fomo-nos esquecendo da altura em que comunicar à distância era falar ao telefone ou mandar telegramas. O desenvolvimento dos últimos 25 anos mudou drasticamente a forma como comunicamos no nosso dia-a-dia".

Carlos Lopes, Diretor de Serviços da Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária, começou por fazer um enquadramento que, num contexto de crise, desperta as atenções para o tema deste 17 de maio. Em Portugal, os custos com acidentes rodoviários correspondem a 1,64% do PIB, ou seja, os acidentes de viação tiveram, no estudo apresentado por Carlos Lopes, entre 1996 e 2010, um custo económico e social anual médio que rondou os 2.500 milhões de euros. "Algumas características de personalidade do Ser Humano são mais propensas a causar acidentes. O fator humano intervém em 96% dos acidentes, pelo que podemos dizer que os atos inseguros por detrás da condução podem ser intencionais e não intencionais", revelou o representante da Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária.

Como exemplo de intervenção das TIC na segurança rodoviária, Carlos Lopes apontou o controlo automático de velocidade e a sua fiscalização que, desde o momento da infração até à cobrança da multa, é um processo que já está totalmente informatizado, e defendeu um parque automóvel mais moderno como forma de combate à sinistralidade rodoviária.

Pedro Barradas, do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, reforçou como as políticas de promoção e de adoção de novas tecnologias podem contribuir para uma melhoria da segurança rodoviária. Sendo que cerca de 44% das mercadorias são transportadas pela rodovia, a União Europeia tem vindo a investir em normas técnicas harmonizadas. Para o Chefe de Departamento de Normalização Técnica do Instituto, o White Paper 2050 para o transporte na União Europeia, vai trazer mudanças em vários quadrantes da sociedade: "As TIC vão ter um papel fundamental na contribuição para transbordos mais simples e mais fiáveis. As orientações estratégicas também apontam para uma melhoria do consumo energético. A qualidade de vida vai ser medida em função da qualidade do transporte", diz.

"O Papel das TICs na Conceção e Requalificação da Rede Rodoviária Nacional Presente e Futura" foi o tema defendido por António Palma Ramalho, Presidente da Estradas de Portugal. "Não sendo a infraestrutura um elemento essencial da segurança rodoviária, é uma das parcelas do triângulo [infraestrutura | veículo | condutor] que está a enfrentar enormes desafios: redução de fundos, aumento da idade média do parque automóvel e uma gestão da atitude e comportamento do utilizador”, reconhece Palma Ramalho que está, no entanto, otimista quanto ao futuro: “a comunicação veículo-veículo está em estado de maturidade mas precisa de inovar".

Paulo Pereira, Consultor Principal da Direção da Segurança das Comunicações da ANACOM, baseia-se em dados da União Europeia para sustentar que 2500 vidas serão salvas anualmente e a severidade dos ferimentos pode reduzir-se até 15% assim que começar a vigorar a eCall - chamada de emergência (112) feita pelos próprios veículos. "A chamada de emergência é desencadeada automaticamente por sistema específico (IVS) instalado no veículo. É estabelecida uma chamada de voz e é enviada informação relevante para o tratamento da chamada de emergência", explicou Paulo Pereira. Esta medida será harmonizado por toda a União Europeia e a partir de 1 de outubro de 2015 todos os veículos novos deverão ter este equipamento incorporado de série.

Quanto às preocupações com a questão da privacidade, o consultor da ANACOM tranquiliza os mais céticos: "A informação não é rastreada durante todo o tempo de utilização do veículo. A aplicação só é ativada em caso de acidente e os dados ficam na rede apenas durante uma hora. A privacidade é garantida com o fim do tratamento da chamada de emergência".

O encontro culminou com uma mesa-redonda sobre como o mercado e as tecnologias estão a dar resposta às TIC e à questão da Segurança Rodoviária, moderada por Reginaldo de Almeida, Jornalista e Professor Universitário.

Jorge Sales Gomes, da Brisa Inovação, Ana Dias, da Portugal Telecom, Joel Silveirinha, da Cisco e Hélder Alves, da Indra, apresentaram os equipamentos de sucesso desenvolvidos pelas respetivas empresas.

Este dia teve enquadramento na proposta da UIT – União Internacional das Telecomunicações "ICTs and improving road safety" para o ano de 2013. A mesa-redonda da APDSI decorreu na Fundação Portuguesa das Telecomunicações, em Lisboa.


quinta-feira, 2 de maio de 2013

APDSI participa no Dia Mundial das Telecomunicações e da SI 2013 com mesa-redonda sobre "ICTs and improving road safety"


A APDSI junta-se às comemorações do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, a decorrer na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, a 17 de maio de 2013.

Este ano o tema escolhido internacionalmente, e sobre o qual a APDSI organiza a mesa-redonda para assinalar a data, foi "ICTs and improving road safety". Um encontro que tem coordenação do Prof. J. Dias Coelho (APDSI) e do Eng.º José Luis Almeida Mota (FPC).

A APDSI e a Fundação Portuguesa das Comunicações pretendem atribuir a este evento uma relevância que assegure a notoriedade desta efeméride. Assim, à semelhança de anos anteriores, irá procurar dar-se ao Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação a projeção mediática que o papel atualmente desempenhado por estes setores na sociedade portuguesa justamente merece.

Esta mesa-redonda pretende envolver entidades representativas de diversos setores da vida nacional, nomeadamente entidades públicas, empresas e centros de investigação e de desenvolvimento que estejam ligados ao tema das TICs na melhoria das condições rodoviárias ao nível nacional e europeu. O objetivo é debater e esclarecer quais as políticas e os principais eixos de desenvolvimento que estão hoje em curso, bem como as expetativas que se abrem no domínio da melhoria das condições de segurança rodoviária pela via das TICs.

Consulte o programa no sítio na web da APDSI.

O Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação comemora-se a 17 de maio, (WTISD - 2013 World Telecommunication and Information Society Day), sendo levado a cabo sob os auspícios da ONU desde 1969.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

APDSI assinala o Dia Mundial das Telecomunicações e da SI no feminino


A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação assinalou ontem o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação com uma Mesa-Redonda sob o tema "As Mulheres na Sociedade da Informação". Dar voz no feminino à Sociedade da Informação, através do testemunho de um conjunto de jovens mulheres com um percurso assinalável nesta área, foi o principal objetivo da APDSI.

Leia a notícia completa e veja os vídeos no sítio na web da APDSI.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Dia Mundial das Telecomunicações

A APDSI convida-o a juntar-se à Comemoração do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, a decorrer na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, no próximo dia 17 de Maio.

Entre as 16h00 e as 17h00 vai realizar-se uma Mesa Redonda sob o tema "As Mulheres na Sociedade da Informação". O objectivo é dar voz no feminino à Sociedade da Informação, através de um conjunto de oradoras com um percurso assinalável nesta área.

A Fundação Portuguesa das Comunicações situa-se na Rua do Instituto Industrial, nº 16, em Lisboa.

A inscrição é gratuita mas obrigatória através do e-mail secretariado@apdsi.pt.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

APDSI apresenta edição de 2011 do Glossário da Sociedade da Informação


Com seiscentos termos, distribuídos por mais de 160 páginas, já está disponível a edição 2011 do Glossário da Sociedade da Informação, da autoria do grupo de trabalho de José Palma Fernandes, num desafio lançado há seis anos pela APDSI.
O lançamento oficial e na versão papel do glossário realizou-se na passada terça-feira, 17 de Maio, na Fundação Portuguesa das Comunicações, integrado nas comemorações da APDSI do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação.

Segundo o coordenador do projecto, o Glossário da Sociedade da Informação pretende "contribuir para um melhor entendimento dos conceitos, já que quase todos têm origem anglo-saxónica". Iniciar uma sessão remotamente, em vez de fazer um remote login, ou circuito integrado, em vez de chip, são apenas alguns exemplos das propostas que o glossário oferece.

José Palma Fernandes lembra que para este trabalho recorreu a colaboradores interessados na problemática da Sociedade da Informação, provenientes de várias organizações, e contou com a participação de duas professoras – Margarida Correia e Mafalda Antunes - ligadas ao Instituto de Linguística Teórica e Computacional. "Não adaptámos simplesmente a definição. Em muitos casos procurámos uma definição nossa, recorrendo a dicionários, fontes bibliográficas e propostas de termos apresentados. O glossário de 2011 também já está traduzido segundo o acordo ortográfico, para ser usado em países de língua oficial portuguesa", explicou o coordenador.

José Dias Coelho, presidente da direcção da APDSI, felicitou os envolvidos neste trabalho que corresponde a um aumento gradual em cerca de 100 termos a cada nova edição que surge: "Este trabalho é fruto de um grupo grande, feito por profissionais e em regime de voluntariado. É uma das mais emblemáticas iniciativas da Associação".

O Glossário da Sociedade da Informação é utilizado na Biblioteca Nacional e no Instituto Camões. Destina-se, principalmente, a jornalistas, estudantes e docentes que sintam necessidade de entender e expressar estes termos na língua portuguesa. A edição 2011 contém 600 termos globais, 280 remissivos, 150 abreviaturas e 45 referências documentais.

Foi em 2005 que a APDSI lançou um projecto destinado à recolha, sistematização e divulgação da terminologia portuguesa considerada mais adequada para representar os conceitos relevantes da Sociedade da Informação em que vivemos. Esse projecto conduziu à elaboração de um documento intitulado "Glossário da Sociedade da Informação", onde foram incluídos mais de quatrocentos termos em português e respectivas definições, com os equivalentes em inglês. O trabalho foi continuado pelo grupo de forma permanente, tendo sido possível publicar em 2007 uma segunda versão com cerca de quinhentos termos.

Pode descarregar gratuitamente a edição de 2011 aqui.



segunda-feira, 23 de maio de 2011

APDSI apresenta tomada de posição pública sobre o Plano Tecnológico e a Agenda Digital


A APDSI assinalou o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação com várias iniciativas.

As actividades foram dinamizadas, a partir das 14h30, na Fundação Portuguesa das Comunicações. Para além do lançamento da edição 2011 do Glossário da Sociedade da Informação e da apresentação do livro "Do Plano Tecnológico à Agenda Digital - cinco anos de tomadas de posição do grupo de alto nível da APDSI", foi apresentada, também, a 10ª tomada de posição do Grupo de Alto Nível (GAN) da APDSI sobre o caminho percorrido do Plano Tecnológico (PT) à Agenda Digital (anunciada pelo Governo em Setembro de 2010 e enquadrada no Plano Tecnológico, em paralelo com a Estratégia Europa 2020 e a Agenda Digital Europeia).

O GAN considera que a generalidade dos resultados publicados sobre o PT são positivos, subsistindo, no entanto, alguns objectivos a serem alcançados. O Grupo destaca que é preciso assegurar a elevação dos níveis educativos médios e o esforço de aprendizagem, bem como os seus reflexos na economia portuguesa. Ainda na mesma avaliação pode ler-se que "progressos importantes foram conseguidos na ligação dos agregados familiares à banda larga".

Esta avaliação do GAN assenta em três eixos. São eles o conhecimento, com o destaque para a importância da qualificação, a tecnologia, com o objectivo de se vencer o atraso tecnológico, e um novo impulso necessário à inovação. Pela positiva são destacados "os progressos na utilização da Internet, no número de alunos por computador nas escolas, no esforço para aumentar as competências científicas e tecnológicas e na mobilização das empresas". Por outro lado a análise do GAN diz que na Agenda Digital 2015 não se consegue "promover a alteração do perfil da indústria e dos serviços de modo a aumentar a produtividade e a competitividade, nem é evidente a estratégia de médio e longo prazo que é posta em prática e que o país precisaria para corrigir a actual trajectória e construir a sociedade da informação e do conhecimento".

O GAN é composto por um pequeno número de membros seleccionados individualmente pela direcção da APDSI, colocando o seu conhecimento e experiência ao serviço da comunidade nacional.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Comemoração "Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação"


O Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação assinala-se amanhã. A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI), como habitualmente, associa-se à data, realizando uma sequência de três eventos que evidenciam a importância deste dia, bem como o esforço constante da Associação em estimular a Sociedade da Informação em Portugal.

Na Sala Polivalente da Fundação Portuguesa das Comunicações, a partir das 15h30, o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação será marcado pela comunicação da 10ª tomada de posição do Grupo de Alto Nível da APDSI sobre o caminho percorrido do Plano Tecnológico à Agenda Digital. À luz dos indicadores de impacto propostos no Plano Tecnológico, o GAN interpreta os seus resultados. Reconhecendo o progresso que já foi conseguido, o GAN constata, contudo, que «não foi possível promover a alteração do perfil da indústria e dos serviços de modo a aumentar a produtividade e a competitividade.

Será distribuído um exemplar do livro "Do Plano Tecnológico à Agenda Digital - Cinco Anos de Tomadas de Posição do GAN" a todos os sócios presentes que (à data) tenham a sua situação regularizada.

Antes disso, no mesmo local, às 14h30, será feito o lançamento da edição 2011 do Glossário da Sociedade da Informação. Com uma revisão das expressões que integram a nossa linguagem do dia-a-dia e novas entradas lexicais, este documento procura adaptar à língua portuguesa termos, originalmente, ingleses.

A inscrição para esta sessão é gratuita mas obrigatória e deve ser feita através do e-mail secretariado@apdsi.pt.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação

A 17 de Maio assinala-se o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação. Inicialmente designada apenas por Dia Mundial das Telecomunicações, a data foi estabelecida pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) e celebra a criação da União Internacional de Telecomunicações (UIT) a 17 de Maio de 1864.

Desde os dias do telégrafo, passando pelas comunicações na Era Espacial, até à nova Era do ciberespaço em que hoje estamos, a UIT sempre desenvolveu esforços para ligar toda a humanidade. Na sequência da Cimeira Mundial sobre a Sociedade da Informação, que decorreu em duas fases (em Genebra, em 2003, e em Túnis, em 2005), foi proposto que se comemorasse, também a 17 de Maio, o Dia Mundial da Sociedade de Informação. E assim acontece desde 17 de Maio de 2006, dia a partir do qual ocorreu a mudança de designação, com o alargamento à Sociedade da Informação, num sinal de convergência para a sociedade do conhecimento.

Neste dia, que visa promover acções de sensibilização e consciencialização pública para os benefícios da utilização da Internet, a APDSI vai realizar três eventos, a partir das 14h30, na Sala Polivalente da Fundação Portuguesa das Comunicações. São eles a divulgação da X Tomada de Posição do Grupo de Alto Nível da APDSI, a apresentação do livro "Do Plano Tecnológico à Agenda Digital - Cinco Anos de Tomadas de Posição do GAN" e o lançamento da edição 2011 do Glossário da Sociedade da Informação.