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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Interoperabilidade na Saúde - onde estamos?


A APDSI apresentou hoje o estudo “Interoperabilidade na Saúde - onde estamos?”, no Auditório da Escola Nacional de Saúde Pública - UNL, em Lisboa, sob a coordenação do Dr. Fernando Rodrigues.

Haverá uma solução única para todos os problemas que surgem em matéria de interoperabilidade na saúde? Poderá o Serviço Nacional de Saúde ser pensado e criado de outra maneira? Estas foram apenas algumas das questões que serviram de ponto de partida para a elaboração deste estudo cujo objetivo principal foi divulgar as experiências em marcha e as melhores práticas que existem no setor.

Para esclarecer a problemática que está por detrás deste trabalho de observação e pesquisa, o Prof. Pedro Pita Barros fez a definição: «Interoperabilidade é o que não se vê, é quando tudo “fala” com tudo e ninguém percebe. Isso acontece quando tudo funciona bem». No estudo, a concorrência entre o sistema público e o sistema privado de saúde também é abordada para se concluir que «não têm de ser diferentes. Tem de se escolher o melhor». Os direitos sobre a propriedade da informação privada dos utentes também mereceram atenção, embora esta seja uma questão que os autores do estudo entendam que é sobrevalorizada.

A existência de uma grande diversidade conceptual, de plataformas de hardware e software distintas, a necessidade de pesquisa de comunicação de informações clínicas e administrativas em tempo real e a viabilização do uso de sistemas de apoio à decisão cada vez mais sofisticados, levaram um conjunto de sócios da APDSI e personalidades de instituições relevantes na área, a elaborarem este documento que reflete o momento que se vive em matéria de interoperabilidade na saúde.

Segundo os inquéritos feitos pela equipa que desenvolveu o estudo, a maioria dos médicos está disponível para fazer uma opção tecnológica mas a forma como os serviços estão a funcionar pode não ser a melhor. Ainda na sequência destas entrevistas realizadas, o grupo concluiu que os Conselhos de Administração das instituições de saúde gostariam de ver criado um Conselho Técnico Nacional, «englobando os diferentes grupos profissionais envolvidos na saúde, que permita estimular, propor ideias e soluções estratégicas credíveis para serem consideradas pelo Governo atual e futuros», acrescentou Fernando Rodrigues. A interoperabilidade na saúde é composta por características e sistemas TICE habilitados ou serviços prestados no domínio da saúde e deverá permitir aos seus utilizadores trocar, entender e agir sobre e entre os “ativos de saúde”, num conhecimento interpretado de igual forma por todos.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Estudo: Interoperabilidade na Saúde - onde estamos?


A APDSI vai apresentar publicamente o estudo “Interoperabilidade na Saúde - onde estamos”, no próximo dia 26 de novembro, às 11h00, no Auditório da Escola Nacional de Saúde Pública - UNL, na Av. Padre Cruz, sob a coordenação do Dr. Fernando Rodrigues.

A existência de uma grande diversidade conceptual, plataformas de hardware e software distintas, procura e comunicação de informações clínicas e administrativas em tempo real e a viabilização do uso de sistemas de apoio à decisão cada vez mais sofisticados, obriga a uma integração comunicacional sistémica, contínua, progressiva e segura.

A complexidade que deriva dos vários agentes de saúde, incluindo hospitais, centros de saúde, laboratórios, ordens profissionais, seguradoras, sistemas de pagamento e associações de doentes, torna evidente a necessidade de garantir uma fluidez de informação - necessária e suficiente - entre todos os processos das diversas redes (nos seus diversos níveis de agregação de informação) em atividade e seus respetivos cruzamentos.

Foi a pensar na conjugação de todos estes aspetos que a APDSI se propôs estimular este estudo, convidando os associados e as personalidades e instituições relevantes na área, numa troca de conhecimentos sobre o momento que se vive em matéria de interoperabilidade na saúde.

A conferência decorre entre as 11h00 e as 13h00. A inscrição é gratuita mas obrigatória para secretariado@apdsi.pt.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

APDSI avalia impacto das TIC no setor da Saúde


As oportunidades criadas e os desafios que o futuro apresenta em virtude da aplicação das novas tecnologias à área da Saúde foram ontem alvo de discussão na conferência realizada, pelo terceiro ano, pela APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.

"As TIC e a Saúde no Portugal de 2012" decorreu poucos dias após a Comissão Europeia ter aprovado o Plano de Ação eHealth 2012-2020 (a 7 de dezembro).

Henrique Martins, Assessor do Secretário de Estado da Saúde, começou por salientar que os tempos de dificuldades económicas que atravessamos estão a provocar um crescente interesse do Governo pelas tecnologias da saúde. "A evolução tecnológica é normalmente o que pressiona a legislação, a própria política não sabe da tecnologia; esta é trazida pelo setor académico e privado à mesa da discussão da necessidade", começou por clarificar.
Tendo o setor académico, civil e privado o dever de apresentar as novidades tecnológicas para se avaliar a sua melhor utilização, precisam, contudo, de regulação para chegarem a bom porto e trabalharem em conjunto. 2011 foi um ano de mudança política e, portanto, de alteração nos setores de TIC (Tecnologias para a Informação e Comunicação) com presença no Sistema Nacional de Saúde "com a priorização dos serviços partilhados (compra centralizada, plano estratégico de saúde e a criação do GPTIC - Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação)". Com esta evolução, “tem havido uma tensão natural entre programas para o cidadão e para os profissionais de saúde; tem havido uma espécie de competição entre estes dois”, afirmou Henrique Martins.

No alinhamento europeu, Portugal tem tido um desempenho considerável, desde iniciativas privadas que se estendem pela União Europeia, até áreas públicas e académicas. "Somos vistos como um país homogéneo, como um país com boas tecnologias para a saúde", concluiu o Assessor do Secretário de Estado da Saúde.

Quanto ao futuro, passa, de acordo com este orador, pela poupança em custos e em investimento nas TIC, também pela aposta, no caso português, no turismo de saúde e pela normalização de todos os sistemas já implementados.

Rui Vilar, embaixador do Global eHealth Ambassadors' Program, salientou a importância das TIC na melhoria da prestação dos cuidados de saúde, nomeadamente nas campanhas de natureza preventiva e na construção de bases de dados. "As diferentes TIC funcionam como auxiliar de leitura de diagnósticos e contribuem para a atualização científica e técnica dos agentes da saúde", afirmou.

Rui Vilar apresentou as evoluções na área da eHealth e os seus diferentes protagonistas (embaixadores) ao longo dos anos, estabelecendo como objetivo futuro do projeto a angariação de mais mulheres para o seu seio. O embaixador do Global eHealth Ambassadors' Program alerta para a preocupação que deve existir com o ambiente das práticas dentro das quais as TIC podem cooperar para melhorar os resultados. Este ambiente varia consoante a região e o país, por isso, os modelos organizacionais são diferentes e têm que ser adaptados ao respetivo ambiente. "O uso do telemóvel estará na linha da frente, juntamente com a Internet. O potencial da eHealth pode permitir o desenvolvimento noutros domínios educativos como a educação ou o comércio. Os pobres precisam, não só de mais saúde, mas de uma vida melhor", preconiza Rui Vilar.

Gonçalo Oliveira, Diretor de Consultoria Empresarial da Portugal Telecom, apresentou diversas estatísticas que apontam para crescimentos significativos na área dos smartphones e tablets o que, complementado pela voz, faz com que passemos a ter mais do que um simples cartão de telefone. "Já ninguém tem um telemóvel só para fazer chamadas. Estamos a aproximar-nos de uma utilização massiva, se o combinarmos com tecnologias cloud, que têm que proteger os dados dos utilizadores deste tipo de solução", observou Gonçalo Oliveira.
Com base em estatísticas apresentadas na conferência, concluiu-se que há vários dispositivos móveis que vão passar a fazer parte da saúde como componentes fundamentais de todo o processo. "Os dispositivos móveis e biossensores estão a alterar a forma como gerimos a nossa saúde e os utentes já interiorizaram que a tecnologia está nas suas mãos", referiu.

Henrique Martins voltou a falar sobre as seis grandes áreas de intervenção plasmadas na "Agenda Digital 2015 Europa e Portugal": investigação e desenvolvimento, iliteracia, qualificação e inclusão digital, acesso à banda larga e mercado digital, combate à fraude e evasão fiscais contributivas e prestacionais, resposta aos desafios societais, empreendedorismo e internacionalização do setor das TIC.

A Comissão Interministerial para a Agenda Portugal Digital elabora anualmente um relatório de progresso conseguido. Até 2015 pretende-se que seja feita uma consolidação da infraestrutura de suporte ao Sistema de Informação da Saúde, que seja implementada a plataforma de dados de saúde e que haja um aprofundar da prescrição e requisição eletrónica desmaterializada permitindo um maior desenvolvimento dos serviços de proximidade digital.

Coordenada por Helena Monteiro, docente universitária e investigadora no Centro de Administração e Políticas Públicas, a conferência teve por objetivo tornar públicas as atividades que estão a ser aceleradas depois da adoção das TIC nas questões relacionadas com a Saúde, dando a conhecer a situação de Portugal no atual quadro político e económico.
A iniciativa foi desenvolvida em articulação com entidades do Ministério da Saúde, entidades prestadoras de cuidados de saúde públicas e privadas, com instituições universitárias e com fornecedores de soluções e tecnologias.

A conferência realizou-se no Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

As TIC e a Saúde no Portugal de 2012


Dando continuidade aos bons resultados das edições anteriores, a APDSI está a organizar a conferência "As TIC e a Saúde no Portugal de 2012", a realizar no próximo dia 11 de dezembro, no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, na Av. Brasil, nº 53.

Esta conferência decorre sob coordenação da Prof. Doutora Maria Helena Monteiro.

A APDSI continua a trazer momentos de reflexão para a sociedade civil sobre o movimento de transformação do setor da saúde e em particular, em Portugal. As TIC são os principais agentes inovadores desta transformação.

A conferência, que decorre entre as 9h00 e as 18h00, será desenvolvida em articulação com entidades do Ministério da Saúde, entidades prestadoras de cuidados de saúde públicas e privadas, com instituições universitárias e com fornecedores de soluções e tecnologias. A inscrição é gratuita mas obrigatória em secretariado@apdsi.pt.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Por Uma Administração Pública em Tempo Real - manhã vs. tarde

Depois de uma manhã dedicada à apresentação de casos de sucesso em matéria de “Interoperabilidade e desmaterialização de processos administrativos ao serviço do país”, na conferência da APDSI que está a decorrer na Universidade Nova de Lisboa, a tarde é dedicada ao trabalho que ainda está por fazer em áreas como a Saúde e a Justiça. O professor Henrique Martins, coordenador da Comissão para a Informatização para a Saúde, reconhece que na Saúde ainda há “ilhas em vez de arquipélagos”. Ricardo Negrão, Coordenador do Plano Tecnológico da Justiça vai mais longe e diz que “está tudo por fazer na área de interação dos tribunais com outros organismos”. Ouvimos agora a responsável pelo Licenciamento Zero – AMA, Sónia Lascasas, que fala da transparência nos processos que envolvem agentes económicos. A conferência decorre até às 18h30.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Por uma Administração Pública em Tempo Real - Interoperabilidade e desmaterialização de processos administrativos ao serviço do país

“A interoperabilidade na prestação de serviços de saúde” tem sido um objetivo perseguido com insistência e determinação pelo sector ao longo dos anos. Com o crescimento das TIC, muitos departamentos hospitalares ou unidades de saúde viram-se confrontados com pesadas bases de dados informáticas que, ao invés de permitirem uma melhor comunicação da situação do doente, acabaram por se tornar “armazéns” de registos informáticos independentes.

A partilha e a utilização mais generalizada da informação clínica é uma das preocupações que o professor Henrique Martins, Coordenador da Comissão Interoperabilidade na Saúde, vai manifestar na conferência da APDSI, intitulada “Por uma Administração Pública em Tempo Real”, que se vai realizar no próximo dia 22 na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa. A sua intervenção está marcada para as 14h00.

Para mais informações consulte o programa completo em http://www.apdsi.pt/

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Conferência: As TIC e a Saúde no Portugal de 2011

Estamos perante uma atitude global de aceleração da utilização das TIC na área da Saúde. Para tal contribuem diferentes factores tais como, as crescentes necessidades da sociedade, o desenvolvimento científico e tecnológico e as limitações orçamentais da governação pública e privada. As transacções electrónicas e os novos paradigmas de aprendizagem, interacção e decisão estão no campo das soluções expectáveis.

Com este evento pretende-se trazer para a sociedade civil um momento de reflexão sobre estas questões e onde se encontra Portugal nesta trajectória de mudança. Esta iniciativa será desenvolvida em articulação com entidades do Ministério da Saúde, entidades prestadoras de cuidados de saúde públicas e privadas, com instituições universitárias e com fornecedores de soluções e tecnologias.

A conferência realiza-se a 15 de Dezembro, no Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, na Av. Brasil, em Lisboa, sob a coordenação da Dra. Maria Helena Monteiro. A inscrição é gratuita mas obrigatória para secretariado@apdsi.pt.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Gestão do Conhecimento "Saudável"

Em 2001 tive oportunidade de ler no MIS Quarterly um paper muito interessante : Knowledge Management and Knowledge Management Systems:Conceptual Foundations and Research Issues, da autoria de Maryam Alavi and Dorothy E. Leidner e  com o seguinte Abstract :

Knowledge is a broad and abstract notion that has defined epistemological debate in western philosophy since the classical Greek era. In the past few years, however, there has been a growing interest in treating knowledge as a significant organizational resource. Consistent with the interest in organizational knowledge and knowledge management (KM), IS researchers have begun promoting a class of information systems, referred to as knowledge management systems (KMS). The objective of KMS is to support creation, transfer, and application of knowledge in organizations. Knowledge and knowledge management are complex and multi-faceted concepts. Thus, effective development and implementation of KMS requires a foundation in several rich literatures.

To be credible, KMS research and development should preserve and build upon the significant literature that exists in different but related fields. This paper provides a review and interpretation of knowledge management literatures in different fields with an eye toward identifying the important areas for research. We present a detailed process view of organizational knowledge management with a focus on the potential role of information technology in this process. Drawing upon the literature review and analysis of knowledge management processes, we discuss several important research issues surrounding the knowledge management processes and the role of IT in support of these processes.

Feito um excelente ponto de situação sobre o tema, desde então tenho procurado seguir as suas evoluções e os seus desenvolvimentos técnicos e processuais, sobretudo em termos de utilidade prática em Portugal, no contexto da Estratégia de Lisboa e, mais recentemente do Plano Tecnológico.

Como conclusão ao longo deste tempo, fica-me sempre  a mesma dúvida - estamos na onda ou, tal como com muitas soluções de customer care que em Portugal proliferam, não mexemos nos processos e na pedagogia da sua utilização e, os utilizadores individuais e organizacionais, acabam por recorrer sobretudo ao "google" quando estão "com uma urgências".!!

Um exemplo do Sector da Saúde evidencia bem este meu estado de espirito: nos dois últimos 2 anos tenho procurado acompanhar em colaboração de trabalho com um médico de medicina interna (e que é também doutorado em Gestão por Cambridge)o que se faz em saúde, em particular em Health Care Management.

E, naturalmente, tenho procurado estar atento ao que resultará do facto do Governo Português e da Harvard Medical School (HMS) terem concordado em avaliar o potencial para colaboração em várias áreas, incluindo a disponibilização de conteúdos informativos e educativos sobre medicina, saúde e investigação biomédica de maneira a facilitar o acesso e a contribuir para aumentar a literacia da população em geral, e de certos grupos específicos intervenientes em componentes da saúde pública, sobre os temas referidos.(sublinhado meu).

Tendo por referência a plataforma da HMS, a UMIC  definiu, desenvolveu, implementou, coordenou e promoveu uma nova plataforma de informação e conhecimento médico, de saúde e de investigação biomédica, disponível na Internet e por outros meios de comunicação e acessível a grupos alargados da população geral.  cujo resultado visível pode ser analisado em 
Interessa sempre saber quem liderou o projecto, como foi e a quem foi adjudicado, quanto custou ao erário público e que utilidade tem.
Porque estamos na Sociedade da Informação, Conhecimento, Saberes e Sabedoria. 
E Transparência.

Conclusões e algumas Questões:

1-Se o objectivo era a disponibilização de conteúdos informativos e educativos sobre medicina, saúde e investigação biomédica de maneira a facilitar o acesso e a contribuir para aumentar a literacia da população em geral, e de certos grupos específicos intervenientes em componentes da saúde pública, sobre os temas referidos, estamos conversados.O site está em Inglês (poderia ser bilingue...) e é apenas mais um site informativo.Como tantos que há a nível internacional.

2-Qual é a utilização que todas as Organizações  de Saúde que a seguir se enumeram fazem deste instrumento, não se sabe.

Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa
Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade da Beira Interior
Faculdade de Medicina, Universidade do Porto
Faculdade de Medicina, Universidade de Coimbra
Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa
Inst. de Ciências Biomédicas de “Abel Salazar”, Universidade do Porto
Centro de Neurociências e Biologia Celular, CNC
Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto, IBMC
Instituto de Medicina Molecular, IMM
Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, IPATIMUP
Laboratório Associado de Oeiras, LAO (www.ibet.pt, www.itqb.unl.pt, www.igc.gulbenkian.pt)

Uma análise simples do que está naquela plataforma e a sua intersecção com o que se passa nestas Organizações (através da consulta dos seus sites) é um "buraco de várias cores".
Não resulta nada evidente que o Know How Harvardiano esteja a ser uma fonte de melhoria visível para Portugal, desde que o Programa formalizado a 16 de Abril de 2007 com a assinatura de um acordo com a Harvard Medical School  no no dia 21 de Maio de 2009  foi lançado (2 anos depois).
Prolongando-se até 2012 de acordo com a informação disponível.

3- Num momento em que não há dinheiros públicos, que vai acontecer a todo este "investimento"?
Que resultou para a Gestão do Conhecimento em Saude em Portugal e para o SNS  Português (público e privado) numa óptica de valor acrescentado, desta colaboração com a prestigiada ( e organizada) Escola Americana?

4- Veja-se o modelo de governance em 
e pergunte-se, se com a nossa tradicional incapacidade de trabalhar organizadamente, iremos funcionar eficazmente nos objectivos atrás enunciados e ter retorno do investimento em tempo e em dinheiro.

5- Se se consultar o Portal Base 
http://www.base.gov.pt/searchcenter/Paginas/Results.aspx?=UMIC&s=All+Sites&x=7&y=11 ou o site http://ajustesajustados.com/ajustes/resultados/id/5228,  não se consegue identificar qual foi o investimento efectivo no Projecto a não ser um valor de duas adjudicações a uma empresa unipessoal http://www.gransingular.pt que totaliza um valor de 136 166 Euros.

6- O Web design é de uma empresa portuguesa http://www.bycom.com.pt/ de acordo com a informação do site, mas, finalmente,
Quem gere os Conteúdos e que Gestão do Conhecimento está a resultar?
Certamente bons conhecimentos para alguns mais interessados no projecto e falta de informação/conteúdos para alguem que, como eu, está muito preocupado com os progressos da Ciência em Portugal, a sustentabilidade do SNS e  saber o que é que Harvard nos pode deixar desta excelente parceria em boa hora celebrada.
Para além do que, de vez em quando, se diz.
FVRoxo









terça-feira, 8 de junho de 2010

Plano Nacional da Saúde 2011-2016

Vale a pena seguir os trabalhos preparatório do novo Plano Nacional da Saúde http://www.acs.min-saude.pt/pns2011-2016/ e tentar perceber afinal em que é que a SI vai implicar alterações para melhor, no nosso Sistema Nacional de Saúde (Publico e Privado).Não basta falarmos, por exemplo de e-saude se não acontecerem efectivamente mudanças nesse sentido.
Para já constato rigor e profissionalismo nos trabalhos e transparência no processo.A que não pode ser alheia a Autoridade e Competência da Senhora Alta Comissária e o envolvimento de Profissionais de reconhecido Rigor de análise do sector, das indústrias do sector e dos negócios (no bom sentido) que nelas se integram.E da visão do futuro para além das pequenas "questões" que fazem as capas de jornais ou prime time de televisões e rádios.