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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Maria Manuel Leitão Marques defende o valor dos dados pessoais na saúde



A Ministra Maria Manuel Leitão Marques defende que os «dados de saúde são muito pretendidos e devem ser protegidos apenas para serem usados para tratar melhor a saúde dos utentes».

As declarações da ministra da Presidência e da Modernização Administrativa foram feitas à margem da conferência Portugal eHealth Summit, que se realizou na passada semana, em Lisboa.

Para a ministra, «a ciência de dados vai ser provavelmente um desafio em muitos domínios para a administração pública, mas provavelmente aquele onde será mais importante é na saúde», adiantou.

Maria Manuel Leitão Marques sublinhou o benefício que é possível obter do tratamento da informação, nomeadamente para o desenvolvimento da ciência, ressalvando que nunca se deve identificar o titular.

Presente na cerimónia de abertura do Portugal eHealth Summit, o ministro da Saúde confirmou a aposta do Governo na transformação digital e disse que este país é hoje um exemplo nesta matéria para outros países. «Entre os vários benefícios da digitalização está o combate à fraude na saúde», referiu.

Sem contabilizar os ganhos obtidos com estas medidas, Adalberto Campos Fernandes frisou que estes são visíveis através de indicadores indiretos, nomeadamente as detenções e as mudanças de comportamento. Ainda assim, o ministro disse que os ganhos são sempre na ordem das dezenas largas de milhares de euros.


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Censos 2011 pode ter sido o último

Terminou ontem o prazo para responder ao censos 2011 através da internet mas os formulários em papel ainda vão ser recolhidos até ao próximo dia 24. No entanto, este pode muito bem vir a ser o último Censos da história de Portugal. Vários técnicos estão a estudar as bases de dados de entidades públicas para perceber se é possível, através do cruzamento dessas informações, traçar um retrato da sociedade portuguesa.

A presidente do Instituto Nacional de Estatística (INE), Alda Carvalho, é a primeira a defender o fim do actual processo de recenseamento: «Era bom que o Censos 2011 fosse o último».

Em vez da tradicional recolha de informação junto da população, o futuro deverá passar pela utilização dos dados existentes nos organismos públicos. Esta hipótese já estava prevista no decreto-lei do recenseamento que já não haveria Censos em 2021, referiu a responsável do INE.

O processo actual deverá custar ao Estado cerca de 50 milhões de euros. Dinheiro que, segundo a presidente do INE «podia ser poupado se se usasse a informação administrativa existente na Segurança Social, no Instituto do Emprego, no Cartão do Cidadão ou no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI)». O estudo da «qualidade» da informação existente e da possibilidade de a usar para fins censitários começou há mais de dois anos.

Esta tendência descentralizadora das administrações públicas já tinha sido defendida pela APDSI em 2009. na altura em que organizou workshops sobre as perspectivas de desenvolvimento da Sociedade de Informação. Paralelamente aos serviços de proximidade, os cidadãos e as empresas exigem cada vez mais serviços em linha, que tirem partido de todas as potencialidades que a Sociedade da Informação hoje nos oferecem. Pode consultar as conclusões aqui: http://bit.ly/eXmzaS.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dia da Protecção de Dados (28 Janeiro de 2010)

4th DATA PROTECTION DAY (28 JANUARY 2010)

Uma iniciativa do Concelho Europeu com o apoio do comissão Europeia sobre a protecção de dados.

http://www.coe.int/t/e/legal_affairs/legal_co-operation/data_protection/Default_DP_Day_en.asp#TopOfPage

Onde estão os eventos Portugueses, o que se faz?
PS. onde está o Wally (bandeira Portuguesa)

Luis Manuel Santos