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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Concurso "Elevator Pitch - Ideias Que Marcam" da Comissão Europeia premeia ideias inovadoras que promovam a democracia digital


A Representação da Comissão Europeia em Portugal lançou o concurso "Elevator Pitch - Ideias Que Marcam".

O concurso tem como objetivo premiar projetos e ideias inovadoras com a oferta de formação e de um valor monetário que apoia o arranque desses projetos.

Este ano o "Elevator Pitch - Ideias Que Marcam" tem um modelo diferente das edições anteriores, dado que a Comissão Europeia vai atribuir dois prémios: o Prémio "Elevator Pitch - Ideias Que Marcam", no valor de seis mil queros, no qual são contemplados projetos de base tecnológica e digital em áreas como a indústria 4.0 e e‑commerce, cibersegurança e economia de dados europeia, cidades inteligentes e tecnologias de rede, saúde e bem-estar, agricultura inteligente e economia circular, media e cultura digital, sociedade digital e sustentabilidade e a inteligência artificial; e o Prémio especial "Democracia Digital", no valor de quatro mil, que visa destacar projetos de base tecnológica e digital que promovam a capacitação cívica e a participação ativa dos cidadãos na vida democrática.

As candidaturas terminam a 25 de março.

Durante o período de candidatura, de 6 a 16 de março, serão realizadas seedcamps; as seedcamps são sessões compostas por uma parte de esclarecimentos sobre a preparação das candidaturas e por uma parte de formação e mentoria na conceção do modelo de negócio. As seedcamps vão decorrer em várias cidades do país:

6 de março, no Scale Up Porto.
7 de março, na Startup Braga.
8 de março, no Instituto Empresarial do Tâmega, em Amarante.
14 de março, na Universidade de Aveiro
15 de março, no Instituto Pedro Nunes, em Coimbra.
16 de março, no Parque de Ciência e Tecnologia, em Évora.

Terminado o prazo de candidaturas, serão selecionados 12 projetos finalistas que terão acesso a várias ações de formação, nomeadamente ao Bootcamp. Nesse Bootcamp, serão abordados temas de gestão, fundamentais para a capacitação para o empreendedorismo, o Coaching, onde serão desenvolvidos os modelos de negócio e o Pitch review, oportunidade para as equipas apresentarem o seu projeto a um júri de feedback que tem por função fazer uma crítica construtiva das apresentações, ajudando a melhorá-las antes das apresentações perante o júri da sessão de concurso.

Encontra aqui mais informações sobre o concurso.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Mercado Único Digital - conheça o relatório da Comissão Europeia já tornado público



A Internet e as tecnologias digitais estão a transformar o nosso mundo. Mas as barreiras ainda existentes no universo online significam que os cidadãos estão a perder bens e serviços, as empresas online e as start-ups têm os seus horizontes limitados, e as empresas e os governos não podem beneficiar plenamente das ferramentas digitais.

Foi com base nesta leitura que a Comissão Europeia decidiu fazer o ajuste do mercado único europeu para a era digital, «derrubando muros de regulação e passar de 28 mercados nacionais para um único», lê-se no resumo do relatório, disponível aqui.

Segundo o anúncio feito pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, este "quebrar de barreiras" pode traduzir-se num lucro anual de milhões para a economia, além de criar milhares de novos empregos.

A estratégia de mercado único digital é composta de três áreas de atuação. São elas:

Melhor acesso online a produtos e serviços digitais, ajudando a tornar o mundo digital da União Europeia num mercado transparente e de grande nível para comprar e vender;

Um ambiente em que as redes e os serviços digitais possam prosperar, mediante a elaboração de regras que combinam com o ritmo da tecnologia e apoio ao desenvolvimento de infra-estrutura;

O digital como motor de crescimento que assegure que a economia, a indústria e o emprego na Europa estão a tirar pleno partido das ofertas que surgem da Era digital.

Veja, mais abaixo, o vídeo de Jean-Claude Juncker.


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Conferência Going Local Portugal 2015 dedicada ao "Mercado Único Digital"


A conferência sobre "O Mercado Único Digital", coorganizada pela Comissão Europeia e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, decorre no dia 18 de setembro nas instalações da Representação da Comissão Europeia em Portugal, entre as 10h00 e as 17h00. Cabe ao Comissário Carlos Moedas fazer o discurso de encerramento da conferência pelas 16h30.

A iniciativa, coorganizada pela FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP e pela Comissão Europeia, faz parte de um exercício de debate ao nível europeu que se realiza em todos os Estados Membros da União Europeia e que visa identificar sinergias entre a agenda política europeia e as prioridades nacionais na área das políticas públicas da Sociedade da Informação, através de um debate junto dos stakeholders nacionais que inclui governos, as comunidades técnica e académica, o setor privado e a sociedade civil.

Na conferência, a ANACOM vai abordar os seguintes temas divididos em painéis: mercado único digital, acesso dos consumidores e empresas aos bens e serviços digitais, desenvolvimento de redes digitais e serviços inovadores e, também, coligação portuguesa para a empregabilidade digital.

A participação é gratuita, requerendo no entanto um pré-registo que deve ser feito aqui.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Comissão Europeia estuda os principais centros nevrálgicos das TIC na UE



A Comissão Europeia realizou um estudo para identificar os principais pontos nevrálgicos da União Europeia e concluiu que Munique, Londres, Paris e cidades mais pequenas, como Darmstadt, no estado alemão de Hessen, com 150 mil habitantes, surgem como as regiões mais dinâmicas da União Europeia (UE) no domínio das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). O mapa acima mostra as zonas nas quais as tecnologias digitais estão em franco progresso e analisa os fatores que contribuem para esse êxito.

Segundo a nota enviada à imprensa pela Comissão Europeia, entre os fatores essenciais de sucesso estão o acesso às melhores universidades e aos melhores centros de investigação e a disponibilidade de financiamento, nomeadamente com capital de risco. «Fica provado que o êxito no domínio digital resulta da vontade de investir, da abertura à inovação e do planeamento. Para ser um líder tecnológico mundial, a União Europeia precisa de consolidar desde já estes valores», disse Neelie Kroes, vice-presidente da Comissão Europeia.

Em relação à investigação e registo de patentes a Alemanha surge em primeiro lugar e as cidades que mais atrarem capital de risco são Munique, Paris e Londres.

O mesmo estudo da Comissão Europeia conclui que a excelência de uma região em tecnologias da informação e das comunicações está relacionada com as atividades de investigação e de desenvolvimento, com a capacidade de transferir o conhecimento para o mercado (inovação) e com o desenvolvimento de uma atividade empresarial intensa baseada nas inovações.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Outras notícias: Comissão Europeia lança Prémio Inovação na Administração Pública


A Comissão Europeia volta a fazer da reforma dos serviços públicos uma das suas principais prioridades económicas. A mais recente prova dessa aposta surgiu com a criação do Public Procurement of Innovation Award, um galardão criado para distinguir práticas de procurement de sucesso na compra de serviços e produtos. 

Podem concorrer ao galardão entidades da Administração Central e da Administração local. O prazo para a participação no concurso termina no dia 31 de março de 2014 e o vencedor será conhecido em maio.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Comissão Europeia investe em serviços públicos digitais


A Comissão Europeia vai investir quase 14 milhões de euros na continuidade de vários projetos de desenvolvimento de serviços públicos digitais transacionais.

A verba é atribuída ao abrigo do e-SENS, uma iniciativa criada para potenciar os resultados de um conjunto de projetos anteriores em várias áreas dos serviços públicos. A intenção final é a criação de um mercado único, através do qual os cidadãos possam recorrer aos serviços públicos disponíveis em qualquer país da União Europeia, independentemente do seu país de origem.

O e-SENS, lançado a 1 de abril deste ano, tem uma duração de três anos, durante os quais deverá criar e implementar normas abertas, comuns a todos os países, em domínios como a identidade eletrónica, assinatura eletrónica, entrega eletrónica e documentos eletrónicos interoperacionais. 

Portugal é um dos 20 países que integram o e-SENS. Nos últimos sete anos a Comissão Europeia alocou verbas de mil milhões de euros ao desenvolvimento de plataformas para a prestação de serviços públicos digitais. Está agora a envolver-se na ligação destes serviços entre si, para eliminar barreiras.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Assim é a Sociedade da Informação algures:Mesmo em época de crise a coisa mexe.

O Ipad nasceu há pouco tempo.Mas à volta dele "a indústria mexe" :Instapaper For The iPad May Be The First Killer App. And It Will Be Universal.
Para ler mais aqui fica o link.
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/03/24/AR2010032400447.html?nav=hcmoduletmv

E ali ao lado a Google faz pela vida:Google Bookmarks Adds Lists So You Can Share Even More Links

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/03/24/AR2010032401793.html

Teremos alguma vez na Europa esta dinâmica em "época de banda larga"?
Não se pode perder a esperança.
2020 é para amanhã.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dia da Protecção de Dados (28 Janeiro de 2010)

4th DATA PROTECTION DAY (28 JANUARY 2010)

Uma iniciativa do Concelho Europeu com o apoio do comissão Europeia sobre a protecção de dados.

http://www.coe.int/t/e/legal_affairs/legal_co-operation/data_protection/Default_DP_Day_en.asp#TopOfPage

Onde estão os eventos Portugueses, o que se faz?
PS. onde está o Wally (bandeira Portuguesa)

Luis Manuel Santos

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O debate da "Agenda Digital" na Comissão Europeia

As "Hearings of Commissioners-designate" para a Comissão Europeia estão a decorrer. Estes Comissários indigitados são convidados a reagir a diversas questões colocadas pelos deputados do Parlamento Europeu, pois aí será ratificada a proposta de uma nova Comissão. A pergunta nº 5 diz respeito a questões de política comunitária:
5. What are the specific legislative and non-legislative initiatives you intend to put forward, and according to what timetable? What specific commitments can you make regarding in particular the committees' priorities and requests attached hereto which would fall within your portfolio? How would you personally ensure the good quality of legislative proposals?

Em particular, a Comissão Parlamentar (Parlamento Europeu) de Indústria, Investigação e Energia elaborou uma lista de questões específicas sobre a "Sociedade da Informação" que a seguir se apresentam.

List of parliamentary Committee on Industry, Research and Energy priorities and requests on:
  • Concrete measures to complete the single market for telecommunications: Commission action plan focusing, in particular, on roaming issues and the development of advanced ‘next generation’ networks
  • Necessity of a legislative initiative on Net neutrality
  • Intellectual property, privacy and security
  • - new opportunities afforded by the worldwide web and the global information society, for example for the application of ICTs in health care, education and major infrastructure
  • - the post-i2010 strategy for making Europe a true information society
  • Digital society
  • - 'spectrum agenda' and implementing measures
  • - coordination and effective allocation of the 'digital dividend' in the Union
  • - development of a spectrum single market
  • Review of the Universal Service Obligation: proposals to deliver broadband to all without distorting the market or imposing high taxes on telecoms consumers or operators
A Vice-Presidente para a Agenda Digital, Srª Neelie Kroes (Holanda) respondeu o seguinte:
  • My initial priorities are:
  • (i) building the high speed networks of the future;
  • (ii) making the online single market a reality;
  • (iii) ensuring that all citizens participate in the information society; and
  • (iv) generating more, better targeted support for ICT research and innovation. Both citizens and industry have a role to play in driving innovation, whether big or small, incumbent or challenger, blue-chip or start-up.
  • We will vigorously pursue the twin goals of giving all Europeans access to basic broadband by 2013 and of stimulating the rapid and widespread upgrade to new generation networks over the next 5 to 10 years.
  • There is much more to be done, on issues ranging from provision of digital content to reassuring consumers about electronic payments and their contractual rights.
  • We must continue to improve the quality of online services in the public and private sector (such as eHealth, eGovernment, e-Inclusion). For this, we need effective ICT standards which promote notably interoperable solutions.
  • I feel strongly that ICT research and innovation is the key to meeting some of Europe's most serious challenges – from the development a low-carbon green economy to caring for our ageing population, and so needs to be at the centre of many of our future policy initiatives. I will also review the operation of the existing Joint Technology Initiatives (Artemis and ENIAC) and prepare for new Public Private Partnerships in the ICT field.
  • I intend to implement the Digital Agenda through both legislative and non legislative initiatives in the following three areas:
  • (i) building the high-speed networks of the future (immediate action to set up the Body of European Regulators of Electronic Communications (BEREC); the Commission is actively encouraging the Member States complete their digital switch over by January 2012 and to open up the 800 MHz band for the further development of wireless communication services).
  • (ii) European digital content (examination of the licensing provisions that allow access to content, notably for out of print and orphan works, and for the establishment of a sustainable basis for the European Digital Library (Europeana) and large-scale digitisation of cultural works in Europe); and
  • (iii) digital citizenship (European citizens should benefit from digital services also when they exercise free movement rights; proposals for a Regulation on the eCall vehicle safety system and for the development of our policy on ICT for Energy Efficiency).

Nem todas as medidas respondidas estão aqui explícitas. Para isso vale a pena consultar os documentos de que foram incluídas ligações (links). Mas, para já, estas merecem uma reflexão de todos nós. Em resumo não parece existirem propostas de medidas radicalmente novas ou diferentes, mas antes a continuação de uma política definida antes. As medidas melhor definidas estão mais relacionadas com a temática de serviços (a empresas e aos cidadãos), mas menos no domínio do desenvolvimento tecnológico e da sua implicação na esfera produtiva.