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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

e-Government para um futuro melhor



A edição de 2014 do estudo das Nações Unidas sobre e-Government conclui que as tecnologias de informação e comunicação são «ferramentas potenciadoras de uma governação mais transparente e responsável», à semelhança do caminho que os principais líderes mundiais apontavam na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada no Rio de Janeiro em junho de 2012.

De recordar que há dois anos foi consensual a conclusão de que para se atingirem metas de desenvolvimento sustentável as instituições governamentais tinham de ser mais eficazes, transparentes, responsáveis e democráticas. Na conferência brasileira ficou claro o papel do e-Government na melhoria da relação entre governos e cidadãos, nomeadamente na forma como são prestados os serviços públicos.

A pesquisa desenvolvida no âmbito do programa de Administração Pública desenvolvido pelas Nações Unidas, mostra que em muitos países, espalhados pelos mais diversos pontos do mundo e com distintos índices de desenvolvimento, estão a ser feitos «investimentos significativos no domínio das TIC no setor público». Estes esforços têm-se revelado vitais para se conseguir uma maior participação do público na tomada de decisões e uma melhoria no acesso à informação por parte de todos os cidadãos como forma de «assegurar um futuro de desenvolvimento sustentável e equitativo num ambiente de crescimento económico que exclua a fome a pobreza», lê-se na introdução do estudo, que pode consultar na íntegra no sítio na web da APDSI.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Sociedade da informação e futebol (mas não só)

Em dia de Benfica- Sporting nada como deixar link para debate no blog da Sedes sobre os "olhos do árbitro".Na Sociedade da Informação.
http://www.sedes.pt/blog/?p=1808
E com os olhos e decisões  do "arbitro ainda sem os recursos às tecnologias de informação".
Debate curioso o que tenho acompanhado sobre as as TIC no futebol, mas em que, num País de "paixões da bola", só se ouve o que diz a FIFA.
No resto apenas se grita Golo! E se discutem os erros de arbitragem.
E se vê o assunto com óculos especiais do tipo destes.Que ganhe o melhor!!!!

quinta-feira, 11 de março de 2010

A tecnologia do dinheiro,o sucesso da "Bimby" e a Sociedade da Informação em Portugal

Inspirado por algumas questões retiradas de artigo saído no mckinsey quarterly: The internet of things http://www.mckinseyquarterly.com/High_Tech/Hardware/The_Internet_of_Things_2538
e de um complemento de várias trends pós crise que tenho lido (de entidades respeitáveis),decidi dar continuidade a post anterior sobre a Tecnologia do dinheiro e o caso Portugues.
Curiosamente tentando perceber como funciona uma máquina bimby que comprei para uso exclusivo e pessoal.E que penso guardar como peça de museu dentro de 5 anos, face aos avanços de novas soluções de vida salutar.
Desta forma, com o sentido de humor que ajuda a superar crises em blogs sérios como é este e o da Sedes , aqui ficam 10 pontos de ponderação sobre a "tecnologia do dinheiro na Sociedade da Informação em Portugal do presente face ao futuro e à luz dos principios e valores Bimby e do value for money.

1-A Sociedade da Informação no nosso País deve muito a essa "Bimby" (robot de cozinha) de "outras massas" que foram e são as máquinas do dinheiro (a massa), nascidas à imagem do modelo belga da empresa Banksys e das empresas portuguesas papelaco e gain.
A Rede SIBS (ex rede multibanco)tem uma nova logomarca desde há 2 anos, mas que não deixa de ser reconhecida como o " velho multibanco" para todos nós.
Um referencial de mudança, antes da internet se apresentar ao serviço "nas horas".
E com um desenvolvimento do tipo "bimby" (faz tudo e bem) para jovens casais e velhos casais já com os filhos fora de casa.Pelo menos até agora.

2-Tudo começou com um simples cartão de débito em plástico, que habituou o simples cidadão, a mexer em teclados olhando um ecran e a confiar nos Bancos Comerciais, como boas organizações prestadoras de serviços financeiros.
Tal como o gosto por cozinhar para maridos inicialmente muito cépticos relativamente à bimby tambem o cartão permitia fazer mais e melhor com menos trabalho.
Foi obra esta construção da literacia tecnológica pré Banda Larga.
Que funcionou e ainda funciona bem.
Tal como a bimby.

3-Ora é pena que o debate sobre o futuro da Tecnologia do Dinheiro no contexto da SICSS Portuguesa, seja ainda muito feito a partir do mais elementar raciocinio da tecnologia do dinheiro tradicional(que funciona e pronto!).
Como se estivéssemos sempre a olhar a "bimby" do dinheiro como "aquela máquina" do tipo "máquinas da felicidade consumista, ligadas a um computador".Aquela máquina.
E onde os Portugueses levantam e pagam muito no Natal.etc etc.
Como se falassem da bimby a fazer mais sopas por minuto e para mais gente sentada à mesa.
É caso para dizer:ora bolas de Natal para esta Glória da Tecnologia do Dinheiro!

4-Este assunto para um País como o nosso não é trivial na discussão.Porque fomos e somos reconhecidos no "pioneiros".E somos pobres remediados.
Nem pode ter apenas um debate rápido, tipo "via verde para novas descobertas mediáticas da Glória Eterna do Passado".É pouco face aos desafios.
E é um assunto critico por, na verdade, estarmos perante um Bem Nacional.Privado é certo.Mas Nacional na forma como se materializou tecnologicamente e do ponto de vista de modelo de negócio.Sobretudo.
E que tem de o continuar a ser independentemente de todas as circunstancias e pessoas.Se for possível.

5-Um exemplo dos limites a ultrapassar, antes de mudar para melhor, devia ser utilizado/copiado na Modernização da Administração Publica, levando, nos seus principios básicos, cada Ministério a operar como se de um Banco se tratasse gerido com rigor a partir de "algo bem feito central e descentralizado" uma SIBS de serviço Público em País pobre e remediado.
E nele o sistema de pagamentos se integrasse naturalmente.Modernizado de acordo com o bem estar nacional à procura da "economia da felicidade" através da tecnologia do dinheiro.
Até com o cartão do cidadão a permitir "bimbyzar" o que continua a ser "em cada canto seu espirito santo gordo e anafado (salvo seja).

6-Olhar e prospectivar o futuro neste e noutros campos em Portugal e no quadro Europeu, implica envolver os Centros de Saber Portugueses ou onde estejam Portugueses (especialmente as universidades e empresas)tanto no angulo de pensamento, como no angulo de vontade no analisar criticamente o presente através de formas envolventes e pouco arrogantes.Em jeito de homem sem jeito para a cozinha, mas humilde face às maravilhas e potencial da Bimby existente na cozinha, mas só agora mais apreciada por estarmos em crise.

7-Unir as boas vontades em tempo de crise é vital para qualquer povo.
Sem dinheiro ainda por cima.Como é o nosso caso.
Mas que pode e deve ser criativo e empreendedor.
Como a bimby o foi nos ultimos 40 anos.
É que tecnologia compra-se mesmo a crédito.Ou em sistema de vendas multinivel.
E consultores inteligentes também.Como o são os consultores de vendas da Bimby.
Mas Modelos de Negócio, muito concorrenciais e que tenham Clientes satisfeitos através de flexíveis soluções tecnológicas, só mesmo em concorrencia transparente se conseguem salutarmente manter e exportar.
E com provas dadas na Europa pelo menos.
Como acontece com a bimby.

8-Êxito é algo que não se compra nem se vende fácilmente.Cozinha-se.
Sobretudo na "tecnologia do dinheiro".Que se troca com confiança.
É um trabalho de todos os dias sobre o vector zero defeitos.
Sem esmorecer, mesmo quando se tem apenas o prazer de lutar pela vitória da justiça e da seriedade confiante sem recompensa imediata.Em equipa e com bom senso.E com fiabilidade como é o caso da bimby.
Porque estamos a falar no vil metal de todas as hipóteses de Bem e Mal.
Naquela coisa com que se compram os melões.
Mas que quase nos levou à "bancarrota mundial" há bem pouco tempo,mal "manipulado" e até tecnologicamente mal controlado.

9-Estamos , no quase inicio de uma nova década, à procura da construção de uma nova Sociedade da Informação "à séria". Mas que tem sido uma Sociedade do Consumo fútil de tecnologia, num mundo em crise.
Mas em que há tambem um novo campo de actuação para a "nova tecnologia do dinheiro".
Como houve para a "bimby", na ausencia de empregados domésticos e desafios de cozinha para jovens e velhos casais.
Pela utilização das "TICS do dinheiro" complementada com segurança a todos os níveis, se devem tentar evitar mais Madofisses (mesmo que só à portuguesa).
Como com a bimby se evitam maus cozinhados em tachos banais.
E, no futuro, se o Sol e a Lua dos pagamentos, quando nascerem, forem só para quem tem chip num device qualquer ou RFID na ponta dos dedos,talvez fiquemos mais frustrados e com desilusão tecnológica, porque estivémos demasiado tempo a olhar a Glória e o Luxo sem interesse e classe da tecnologia tradicional.Tipo exibição de joias baratuxas em revista de jet set.
E como ter uma bimby em casa sem funcionar ou sabermos funcionar com ela.

10-Merecida é sempre a glória é certo.
E a "bimby da massa portuguesa" mais do que outrem.
Mas como tudo na vida, a Glória é temporária na sua beleza exterior.E pode, por dentro,conter em si o virus da destruição lenta.
Coisa que no caso da bimby se pode resolver mudando de máquina para um novo modelo.Desde que haja dinheiro e ingredientes para novos manjares.
Notas finais:
(1)Em época de crise financeira vale a pena saber um pouco sobre o dinheiro http://projects.exeter.ac.uk/RDavies/arian/llyfr.html
ou ir mesmo a uma conferencia "à americana"
http://futureofmoney.com/moneyconference/
(2)Em época de dificuldades financeiras para ir ao restaurante, vale a pena saber o que pode fazer com uma bimby
http://www.vorwerk.com/pt/thermomix/html/artigos_de_imprensa,lang,29,all.html

FVRoxo

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Porque há (finalmente!!!) Pordata

Celebremos a iniciativa da Sociedade Civil "na pessoa da Fundação Francisco Manuel dos Santos" e o rigor e força inteligente de António Barreto, que se materializou no lançamento do site www.pordata.pt.
A partir de agora já posso dizer aos meus amigos portugueses e estrangeiros: acreditem no que aqui virem e desconfiem do que lá não estiver porque pode ser uma face oculta da gestão de dados e informações sobre Portugal e os Portugueses.
Ergo a minha taça com champanhe comprado nas lojas do grupo Jerónimo Martins enquanto aguardo o florir dos jacarandás.
FVRoxo

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Indicadores do Plano (do Portugal) Tecnológico, ao serviço da diferença reconhecida

Alguem me ajuda a encontrar no site do Plano Tecnológico os indicadores para as medidas por destinatário?
Os indicadores para as medidas por eixo estratégico ainda lá estão alguns (e em especial dados "em grande" na página de entrada do site www.planotecnologico.pt para além de um vídeo sobre o Portugal tecnológico 2009) mas o que eu considerava importante e queria não estava nem "à mão" nem "ao pé".
Sendo assim: E que tal a APDSI lançar uma recolha sistematizada de dados e informações, a partir de várias fontes, sobre os segmentos : Cidadãos/administração Pública, Organizações(sobretudo empresas)/Administração Pública e Empresas/Investigação e Desenvolvimento, enquanto combinação simples (no meu entender)para medir resultados e melhorar acções "final user oriented"?

Era mais directo e em termos de cross analysis mais esclarecedor.Tipo 2.0 (no minimo).

Três exemplos para ilustrar aquilo que procuro identificar:

1-Que medidas tomou a ADP Central e Local e que se repercurtiram sobre a melhoria da relação com os cidadãos (Dados elementares e sintéticos e alguma informação deles resultantes) para áreas como a saude, educação,segurança interna, justiça, economia -sobretudo indústria- mas tambem agricultura e pescas?

2-Que medidas tomou a ADP Central e local e que se repercutiram sobre a melhoria da produtividade, qualidade e rentabilidade das Organizações em geral e das empresas em especial, organizadas por sectores primário, secundário, terciário e do terceiro sector (dados elementares e sintecticos e alguma informação deles resultantes)?

3- Quem fez e quanto custou em 2009 a Investigação e Desenvolvimento e que resultados teve em 2009 (sobretudo a que já vinha desde, por exemplo, o inicio do Plano Tecnológico.E a que se fechou em 2009, logo que possível)?
Que se pode concluir do comércio internacional portugues como resultado desta acção? (dados elementares, sintecticos e informações posssiveis)

Nota complementar:
Naturalmente que, quanto à Correlação PRACE /Acções do Plano Tecnológico,tambem não era dificil fazer algo simples e esclarecedor...Mas o momento não é certamente propicio devido ao deficit de disponibilidade mental mais crise oriented neste momento.
FVRoxo
Em domingo chuvoso e a lamentar a tragédia da Madeira que põe de lado, por motivos bem tristes, o longo tempo perdido com a discussão da lei das finanças Regionais.
E parece que um radar metereológico não existe na Madeira...Pena que com tanto dinheiro investido no turismo Madeirense e com tão bons resultados obtidos, um elemento da segurança de um arquipélago no meio do Oceano como é um Radar Meteriológico, não tivesse sido contemplado no Plano Tecnológico do Turismo (há algum?).
Somos "bons" nas formulações de estratégias .Mas apenas bombeiros nas implementações das mesmas.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

EticaTIC... Mas não só.E sobretudo.

Quando em Setembro de 2008 foi publicado pela editora PRINCIPIA o livro INTRODUÇÃO À ÉTICA EMPRESARIAL da autoria de João César das Neves, fui lendo paulatinamente cada capitulo, muitas vezes voltando atrás, com uma preocupação fundamental:como era também um livro académico de gestão, queria validar muito do que já tinha lido e reflectido sobre o tema e, face a uma experiencia profissional recente em que a ética fora uma miragem (ao contrário do que desejaria e não por minha responsabilidade, convictamente o afirmo) queria também prospectivar afinal para onde estávamos a ir (os portugueses mas não só) na Sociedade que A.Toffler denominara de "fruto da 3ª vaga", mas que me parecia mais (e parece) o regresso a muitos das reflexões de Aristóteles (384-322 a.C.) no seu livro A Ética a Nicómaco que se mantém actual.

Quando finalmente conclui a leitura e, centrando-me nas conclusões "Ética na Sociedade Moderna", procurei ter sempre presente as minhas experiencias como Gestor de empresas TIC e Presidente da ANETIE (ainda existe?) entre 1997 e 2008.Conclusão: caiu-me em cima das conclusões "uma Crise". A de 2008!!!!
Que sorte!!!Ou que Azar...

Olhando a ironia dos slogans comercias de algumas empresas que estiveram no "olho da crise" lá fora e cá dentro, todas elas de elevada sofisticação de negócios apoiados em TICs (Lehman Brothers-where vision get built, AIG-the strengh to be there, BPN-Valores que distinguem, BPP-Especialização e Independencia), recordei a "bolha das tecnológicas no final do século passado (2000-2001) e sorri tristemente.
Na verdade, tanta inovação para quê? Se fica apenas a imagem de ganância e estupidez "inteligente" e high tech sem referenciais éticos...E que as futuras gerações certamente irão " identificar como quase regresso às cavernas tecnico-económicas".

Ora Bolas !!!! (antes fossem de Berlim ...)

Hoje que o livro já lá está arrumado e sublinhado,olho à minha volta e, com as conclusões na cabeça, com todos a quererem "vender o que podem se ouver quem compre" para recuperar os lucros perdidos, com milhares de desempregados das empresas da 2ª e 3ª Vagas de Mudança a viver da solidariedade de um Estado sem dinheiro, com tantos Talentos na Sombra ( remunerados pela calada do sigilio bancário mas não só), com tantos génios à solta no contexto SICSS (Sociedade de Informação, Conhecimento Saberes e Sabedoria) e com tanta "tecnocracia com recuo"(= gente com emprego fixo que complementa, com fixo temporário ou em consultadoria "especial", com uns extras suportadosem networkings relacionados com empregos no Estado e no Para Estado mas não só) pergunto:

Afinal onde está a ÉTICA que a nova Sociedade nos prometia entre Bites e Bytes,Clocks e Clicks, quer fosse um teclado normal ou virtual, quer fosse na instalação de um ERP ou CRM ou uma Transferencia Bancária usando a Rede Swiftt para uma "simples aplicação "offshore" (na ausência de uma mala com dinheiro vivo para passar no avião, barco, automóvel ou simplesmente a pé, para local desconhecido e dotado de boas "lavandarias")?

No final parece que o velho lema "salve-se quem puder, que eu já estou safo" voltou a ser um dos mais utlizados na construção do futuro. É pena.
Amigo do amigo do amigo do partido da facção do amigo e até já do Conhecido, são a prática
cada vez mais éticamente opaca da Sociedade 2.0, para fazer nascer um novo Mundo.
Mas,...Ética volta!!! Estás perdoada!!

E vais ter direito a uma licença de TDT e a uma RNG. Mas não a um Magalhães que esse é para as novas gerações e oportunidades!
Sim a um E-Reader dos novos, em que possas ler e ver o filme de titulo sugestivo, " E tudo o Vento Levou" sem teres de partilhar outra vez a ventania que varreu cá o nosso "Páteo das Cantigas".

Mas com a hipótese de ires um dia deste à praia, para lermos, em conjunto, a célebre alegoria da tentação no episódio de Ulisses e as Sereias da Odisseia de Homero ou o a poesia lirica O Bem Mal Ordenado de Luis de Camões.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dia da Protecção de Dados (28 Janeiro de 2010)

4th DATA PROTECTION DAY (28 JANUARY 2010)

Uma iniciativa do Concelho Europeu com o apoio do comissão Europeia sobre a protecção de dados.

http://www.coe.int/t/e/legal_affairs/legal_co-operation/data_protection/Default_DP_Day_en.asp#TopOfPage

Onde estão os eventos Portugueses, o que se faz?
PS. onde está o Wally (bandeira Portuguesa)

Luis Manuel Santos