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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet 2016 - sessão final


A APDSI foi uma das entidades presentes na sessão final da 5.ª edição do Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet, co-organizado pela ANACOM, “Chapter” ISOC Portugal, DNS.PT, ERC, FCT e IAPMEI, que decorreu no dia 23 de novembro de 2016, no IAPMEI, em Lisboa.

O Fórum, que reuniu um painel de especialistas em diversas áreas relacionadas com a Internet, incluiu, este ano, um conjunto de discussões temáticas abertas nos meses de outubro e novembro sobre o futuro da Governação da Internet, Neutralidade da Internet, Acesso e Inclusão Digitais, incluindo as Mulheres nas TIC, Proteção de Dados, Tecnologias da Internet e Discurso do Ódio.

Esta sessão final, da qual a APDSI foi co-organizadora, permitiu reunir as Mensagens de Lisboa 2016 que resultaram dos três workshops preparatórios, contribuindo para a discussão que decorrerá a nível mundial, no Fórum global “IGF 2016”, no México, de 6 a 9 de dezembro. A Governação da Internet envolve uma multiplicidade de políticas públicas e de diferentes regras e princípios que acabam por constituir a expressão da comunidade Internet global e para a qual Portugal também contribuiu.

No âmbito do tema “Privacidade - Direitos e responsabilidades, que futuro?”, Hugo Séneca, da Exame Informática, alerta para a necessidade de se estabelecer, mundialmente, até que idade um internauta é considerado criança e quando passa a adulto, lembrando que, para celebrar contratos é preciso ter 18 anos. O papel dos encarregados de educação é particularmente relevante no que concerne ao estabelecer de direitos e obrigações no mundo digital.

A necessidade de uniformização de legislação nos Estados-Membros também foi apontada como uma conveniência para a proteção dos nossos dados, com a ressalva de que os jovens têm práticas menos corretas relativamente à cedência de dados pessoais.

Com a adoção do novo regulamento de proteção de dados, a Comissão Nacional de Proteção de Dados passa a ter um raio de ação diferente: se, atualmente, os sistemas precisavam de uma autorização prévia, depois de 2018 a CNPD passa apenas a fiscalizar e a aplicar coimas.

No âmbito da “Governação da Internet para um crescimento inclusivo”, coube a Francisco Tomé, da Direção da APDSI, apresentar as conclusões da sessão previamente co-organizada pela Associação.

A adoção do digital e a cultura do seu uso podem ser fomentadas à medida que o digital seja implementado by default e não como alternativa, principalmente junto das PMEs. Também é preciso garantir a igualdade de oportunidades, de género, idade e de localização, sem esquecer a capacitação digital de pessoas com carências; garantir a segurança e confiança na utilização da Internet, bem como a progressão académica e interoperabilidade curricular. adaptar os curricula académicos às mudanças tecnológicas do presente e do futuro; facilitar o acesso a banda larga e disponibilizar infraestruturas tecnológicas com generalização de wi-fi em locais públicos. A APDSI apontou, ainda, a necessidade de ser feita uma produção de conteúdos na língua e cultura nacionais e implementar a massificação dos mecanismos de autenticação digital.

Já sobre o workshop da “Neutralidade da Internet”, Mário de Almeida, do Portugal Chapter da Internet Society, resume as conclusões a levar ao México no estabelecer de um equilíbrio entre operadores de rede e fornecedores de serviços; tem de haver uma neutralidade da rede entre a concorrência, tendo em conta os dois lados do mercado (consumidor e produtor); salvaguardar e promover a liberdade de expressão; impedir o bloqueio e diferenciações entre tráfego e serviços e evitar zonas cinzentas, como serviços especializados. Do lado dos utilizadores é necessário assegurar o acesso a qualquer tipo de conteúdo, quando, onde e em que aplicação entender; considerar que, para os utilizadores, o acesso à Internet é uma utility e, portanto, as condições de acesso não podem ser diferentes e incentivar uma cultura de reflexão sobre o digital, particularmente ao nível da decisão política.

Apresentadas as principais linhas conclusivas que seguirão para o Fórum global “IGF 2016”, no México, seguiu-se o debate no qual Cláudio Lucena, do Research Center for the Future of Law, Católica Global School of Law, Universidade Católica Portuguesa, diz que, à semelhança do que faz a comunidade técnica, os Governos também deviam ter uma visão a médio e longo prazo.

Francisco Tomé, da Direção da APDSI, mostra a necessidade de serem acauteladas as implicações do digital no emprego e nas futuras condições de trabalho. A responsabilidade do Estado Social também deve ser chamada à causa, quando se pondera a substituição de humanos por robôs.

Hugo Séneca, da Exame Informática, refere que todos os operadores têm uma posição assumida sobre a Internet e que pode condicionar a sua governação prática.

Jorge Lacão, Coordenador do Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital, descreveu o que está a ser feito para incentivar a população à utilização eletrónica e põe o foco na importância da assinatura digital.

Mário de Almeida, do Portugal Chapter da Internet Society, acredita que a Internet deve assentar nos princípios de abertura, universalidade e confiança dos cidadãos, que passam pelo lado técnico, legislativo e políticas de costumes.

Nuno Garcia, da Universidade da Beira Interior, salienta que a governação da Internet é mais difícil que a governação de um Estado porque não é algo físico.

Pedro Gonçalves, da Fundação PT, mostra a sua preocupação para com a proteção dos menores online.

A sessão final do Fórum para a Sociedade da Informação Evento foi co-organizada pela FCT, ANACOM, APDSI, DNS.PT, ERC, IAPMEI e “Chapter” ISOC Portugal.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet aponta conclusões para o México



A APDSI é uma das entidades presentes na sessão final da 5.ª edição do Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet, co-organizado pela ANACOM, "Chapter" ISOC Portugal, DNS.PT, ERC, FCT e IAPMEI, que se realiza no dia 23 de novembro de 2016, às 14h30, no IAPMEI, na Estrada do Paço do Lumiar, em Lisboa.

O Fórum, que reúne um painel de especialistas em diversas áreas relacionadas com a Internet, incluiu, este ano, um conjunto de discussões temáticas abertas nos meses de outubro e novembro sobre o futuro da Governação da Internet, Neutralidade da Internet, Acesso e Inclusão Digitais, incluindo as Mulheres nas TIC, Proteção de Dados, Tecnologias da Internet e Discurso do Ódio.

Desta sessão final vão sair as mensagens de Lisboa 2016 num contributo para a discussão que decorrerá ao nível mundial, no Fórum Global "IGF 2016", no México, de 6 a 9 de dezembro.

A Governação da Internet envolve uma multiplicidade de políticas públicas e de diferentes regras e princípios que acabam por constituir a expressão da comunidade Internet global. A evolução permanente da discussão da Governação da Internet aponta para a necessidade de um debate aberto, mesmo quando não permite alcançar consensos ou conclusões. Este debate é um processo em curso que reúne pontos de vista e preocupações de uma multiplicidade de partes interessadas (stakeholders) - governos, setor privado, comunidades técnica e académica, sociedade civil e organizações internacionais - e constrói entendimentos comuns e significados partilhados sobre os vários assuntos técnicos e políticos relacionados com a Internet.

 A participação é livre embora sujeita a inscrição que pode fazer aqui.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fórum para a Sociedade da Informação - APDSI e FCT organizam o Workshop "Governação da Internet para um crescimento inclusivo"



A APDSI e a FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia organizam o workshop "Governação da Internet para um crescimento inclusivo" integrado no Fórum para a Sociedade da Informação 2016. O evento realiza-se no próximo dia 15 de novembro, a partir das 14h00, no Salão Nobre do IAPMEI, Campus do Lumiar, em Lisboa.

Consulte aqui o programa completo e faça aqui a sua inscrição, gratuita, mas obrigatória.

Cerca de 35% da população portuguesa nunca teve qualquer contacto ou experiência com serviços disponíveis na Internet, correndo o risco de exclusão digital, numa sociedade cada vez mais marcada pela mediação tecnológica.

São já evidentes os impactos da utilização da Internet no mundo do trabalho e no acesso ao emprego, tornando-se urgente uma nova abordagem nas estratégias e prioridades de educação e de aprendizagem ao longo da vida, bem como na capacidade de requalificação de postos de trabalho que irão certamente ser destruídos ou substituídos nos próximos anos pelo uso intensivo das tecnologias da informação e comunicação.

A exclusão digital afeta também grande parte da população na sua incapacidade de acesso aos serviços públicos eletrónicos, obrigando os governos à criação de novos acessos multicanal e à mobilização de mediadores de cidadania para as novas oportunidades do mundo digital. Existem grupos e minorias sociais onde a fratura digital se torna mais evidente e que requerem estratégias de governação mais específicas, nomeadamente em relação aos emigrantes, refugiados e demais população vulnerável e em situação de pobreza.

A APDSI entende que, apesar do desenvolvimento acelerado dos serviços de telecomunicações, existem ainda bolsas territoriais de exclusão e de má qualidade dos serviços digitais, que impedem o desenvolvimento económico e social harmonioso de algumas regiões do país, contribuindo para o seu progressivo abandono.

Este workshop visa abrir o debate em torno das medidas de política capazes de promover a inclusão e a sustentabilidade de toda a sociedade portuguesa, cada vez mais baseada numa economia digital e na utilização massiva dos serviços da Internet, chamando à atenção para a urgência de uma atuação concertada entre governo, reguladores, administração pública, agentes económicos e associações da sociedade civil.

Em debate vão estar as seguintes questões:

- Que estratégias estão em curso ou que devem ser adoptadas para garantir o acesso universal aos serviços públicos digitais?
- Em que medida os serviços públicos electrónicos estão orientados às necessidades efetivas dos cidadãos em termos, nomeadamente, de usabilidade, eventos de vida e outros?
- Qual o impacto que as novas tecnologias no domínio do digital estão a fazer-se sentir no domínio do emprego e das condições de trabalho?
- Que iniciativas estão a ser tomadas no sentido de se garantir a inclusão nas  transformações que se verificam nas diferentes áreas profissionais em particular naquelas mais afectadas pela digitalização da economia?
- De que forma estão a ser encarados os impactos do digital na sustentabilidade do estado social?
- Que iniciativas estão ou devem ser tomadas para a inclusão na Sociedade da Informação dos imigrantes, refugiados e outras minorias?
- De que forma o Serviço Universal de telecomunicações garante a acessibilidade e a qualidade de serviço à Internet por parte de toda a população portuguesa?
- Em que medida as políticas de governação da Internet garantem o acesso intergeracional e a igualdade de género a todos os cidadãos?
- Responde o atual sistema educativo e de aprendizagem ao longo da vida aos desafios decorrentes da transformação digital da sociedade portuguesa?

Objetivo global do FSI-GI

O Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet (FSI-GI), tem como objetivo principal refletir e debater, em Portugal, a temática da Governação da Internet, cada vez mais relevante no panorama internacional.

Este ano o debate do FSI-GI decorre em torno de temas tais como o futuro da Governação da Internet, Neutralidade da Internet, Acesso e Inclusão Digitais, incluindo as Mulheres nas TIC, Proteção das Crianças em Linha, Tecnologias da Internet e Discurso do Ódio.

A reflexão nacional multissetorial (multistakeholder) e as principais mensagens de Portugal que vão sair desta edição do Fórum, contribuem para a discussão que decorre a nível mundial, no IGF 2016, no México, de 6 a 9 de dezembro, sob o tema "Enabling Inclusive and Sustainable Growth".

domingo, 30 de outubro de 2016

Fórum para a Sociedade da Informação - ANACOM e Portugal Chapter da Internet Society organizam debate sobre "Net Neutrality"



A ANACOM e o Portugal Chapter da Internet Society organizam uma sessão pública de debate e reflexão sobre "Net Neutrality" no próximo dia 16 de novembro, no IAPMEI, Campus do Lumiar, em Lisboa, a partir das 14h00. O debate faz parte do Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet (FSI-GI), que tem como objetivo principal refletir e debater, em Portugal, a temática da Governação da Internet, cada vez mais relevante no panorama internacional.

A inscrição, gratuita mas obrigatória, é feita aqui. Consulte aqui o programa completo.

Este ano o debate do FSI-GI decorre em torno de temas tais como o futuro da Governação da Internet, Neutralidade da Internet, Acesso e Inclusão Digitais, incluindo as Mulheres nas TIC, Proteção das Crianças em Linha, Tecnologias da Internet e Discurso do Ódio.

A reflexão nacional multissetorial (multistakeholder) e as principais mensagens de Portugal que vão sair desta edição do Fórum, contribuem para a discussão que decorre a nível mundial, no IGF 2016, no México, de 6 a 9 de dezembro, sob o tema "Enabling Inclusive and Sustainable Growth". Encontra aqui mais informação sobre o tema.

O tema da Net Neutrality no contexto da Internet tem sido objeto de grandes controvérsias nos últimos anos. O mesmo tornou-se ainda mais urgente com o aparecimento de fornecedores de conteúdos multimédia a pedido (e.g. a Netflix) que exigem uma capacidade de rede significativa, e que competem diretamente com a maioria dos operadores de acesso à Internet, que geralmente são também fornecedores de serviços de televisão.

Nos Estados Unidos, depois de um período de grande polémica que chegou a envolver processos judiciais, em fevereiro de 2015 a FCC (Federal Communications Commission) aprovou a política Internet Aberta, e o seu chairman, Tom Wheeler, declarou então em conferência de imprensa: "[a nova política] proíbe o bloqueio, bane o estrangulamento diferenciado e proíbe serviços rápidos diferenciados e, pela primeira vez, as regras Internet Aberta aplicam-se em pé de igualdade aos serviços móveis".

Uma legislação semelhante foi adotada pela Índia. Na Europa, em 2014, o Parlamento Europeu colocou em discussão pública uma proposta de Regulamento que ia globalmente no mesmo sentido, mas que abria a porta a várias exceções que permitiam a introdução pelos operadores de diferenciação da qualidade de serviço fornecida e de serviços "zero-rated". Após alguma discussão pública, o Regulamento foi aprovado, deixando ao BEREC (o organismo que agrupa os Reguladores de Telecomunicações Europeus http://www.berec.europa.eu) a incumbência de definir linhas de orientação para a sua implementação. Após um período de discussão pública em que as propostas iniciais do BEREC foram bastante contestadas (e.g. https://savetheinternet.eu/em/), o Regulamento foi finalmente aprovado (http://www.berec.europa.eu/eng/netneutrality/) em agosto de 2016. Segundo muitos observadores, incluindo a ISOC que sempre se bateu por esta legislação (http://www.internetsociety.org/net-neutrality), a mesma coloca a Europa no pelotão dos defensores claros da Net Neutrality.

O Regulamento:
- Bane completamente a possibilidade de os operadores bloquearem o acesso a conteúdos, com exceção dos ilegais;
- Impede o condicionamento diferenciado de fluxos de tráfego com base em tipo de aplicações ou origem e destino;
- Condiciona o fornecimento de serviços "zero rated" para impedir que os mesmos possam ser usados para práticas anti-competitivas;
- Requer que os contratos de fornecimento de serviços sejam claros e transparentes no que diz respeito ao tráfego e seu tratamento e obriga à montagem de serviços que permitam aos utilizadores verificarem a conformidade dos mesmos, assim como de meios fáceis de recurso e reclamação;
- Estabelece a obrigatoriedade de os reguladores vigiarem a aplicação destas regras pelos operadores;
- Estabelece um conjunto de exceções a serem tratadas caso a caso.

Segundo vários observadores, o Regulamento é relativamente fair para com os operadores, apesar destes, naturalmente, o contestarem. Esta problemática tem implicações e ramificações em inúmeras vertentes que envolvem: a liberdade de expressão, os direitos e liberdades no acesso a informação e serviços, a regulação da concorrência, a preservação da possibilidade de introdução de inovação constante nos serviços de rede e nos que a utilizam, a liberdade de escolha dos consumidores, e a rentabilidade dos investimentos realizados pelo setor privado em infraestruturas de acesso à Internet.

A discussão da diretiva do BEREC sobre Net Neutrality e as suas implicações nas diferentes vertentes acima elencadas é o objetivo desta sessão.

Questões a debater:
- A Net Neutrality envolve questões reais de liberdade de expressão e direitos e liberdades ou é uma questão meramente do foro da regulação da concorrência?
- A Net Neutrality e os requisitos que lhe estão ligados é uma questão real ou é uma discussão meramente marcada por questões ideológicas?
- A Net Neutrality é mesmo importante para o aparecimento de novos serviços/aplicações/conteúdos ou a discussão está completamente desfocada?
- Em que condições é aceitável que os operadores bloqueiem o tráfego?
- Em que condições é aceitável diferenciar o tráfego dentro da rede? Quais as que são justificáveis e quais as que não são? O que estabelece o Regulamento a este respeito?
- O fornecimento de serviços incluídos num pacote de base e que não são contabilizados ("zero-rated"), ou que são contabilizados de forma diferenciada, é aceitável em que condições? O que estabelece o Regulamento a este respeito?
- Quais são as informações que dizem respeito ao tráfego e aos serviços que devem estar clarificadas de forma concisa e clara nos contratos?
- Como é possível implementar mecanismos para avaliação da conformidade do serviço fornecido com o serviço contratado?
- O Regulamento e a sua implementação concreta tornam o quadro pouco claro para os investidores?
- O Regulamento e a sua implementação concreta constituem uma mudança de regras a meio do jogo?
- Outras questões introduzidas pelos participantes na mesa redonda e pela audiência.

Sobre a ANACOM:
A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) tem por missão a regulação do sector das comunicações eletrónicas e postais. Participa desde 1989 na profunda transformação que se vive neste mercado e na forma como nele comunicamos. Promove a concorrência e garante a liberdade de oferta de redes e de prestação de serviços, zelando pela manutenção da sua integridade e segurança. Protege os direitos e interesses dos consumidores e utilizadores e assegura o acesso ao serviço universal de comunicações eletrónicas e postal. Exige também a prestação de informações claras ao público e a transparência nos preços e nas condições de utilização dos serviços.

Mais informação em: http://www.anacom.pt

Sobre o Portugal Chapter da Internet Society (ISOC PT):
Associação sem fins lucrativos, tendo como fim a promoção em Portugal do desenvolvimento harmonioso, acessível, aberto, não discriminatório e seguro da Internet, com respeito pelos princípios da liberdade de expressão e da privacidade. Reconhecida formalmente pela Internet Society, desde o início de 2011.

Adesões e mais informação em: http://www.isoc.pt, direcao@isoc.pt

Sobre a Internet Society (ISOC.ORG):
The Internet Society engages in a wide spectrum of Internet issues, including policy, governance, technology, and development. We establish and promote principles that are intended to persuade governments to make decisions that are right for their citizens and each nation’s future. Everything we do is based on ensuring that a healthy, sustainable Internet is available to everyone – today and for the next billion users.

Mais informação em: http://www.internetsociety.org

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet realiza-se no Porto



A APDSI, em conjunto com a Câmara Municipal do Porto, DNS.PT, ERC, FCT, IAPMEI, Instituto Politécnico do Porto e ISOC Portugal Chapter, está a organizar a 4.ª edição do Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet, que tem como principais objetivos informar e debater, sob uma perspetiva nacional, alguns dos principais temas sobre a Governação da Internet.

As linhas gerais do programa estão orientadas para seis eixos, julgados os mais relevantes na atual fase de discussão e de desenvolvimento da Internet:

1) O futuro da governação da Internet: ponto de situação das discussões ao nível internacional;
2) Novos media: os atuais formatos de consumo e a literacia mediática;
3) Competências digitais, empregabilidade e inclusão social;
4) Privacidade, segurança na Internet e gestão de risco: motores de inovação;
5) Domínios Internet: um novo paradigma na estratégia de comercialização da empresa;
6) Debate com os partidos políticos sobre os atuais desafios que se colocam na Governação da Internet.

O Fórum  para a Sociedade da Informação vai realizar-se no dia 10 de setembro, no Porto Design Factory, na cidade do Porto. A participação é gratuita mas sujeita a inscrição e à disponibilidade de lugares.

Para consulta do programa,  inscrições e mais informações, consulte a página do evento.

A comissão organizadora do Fórum:





Como chegar: