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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

FCT abre concurso para prevenção de fogos florestais


A Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) abriu um concurso para o financiamento de projetos de investigação orientados para a prevenção e combate de incêndios florestais. O processo de candidatura decorre até 28 de fevereiro.

Segundo a FCT, o concurso (o primeiro de três) enquadra-se no "Programa mobilizador de I&D para a prevenção e combate de incêndios florestais, aprovado na Resolução do Conselho de Ministros de 21 outubro de 2017. O concurso tem com objetivo promover a investigação científica e a inovação, fortalecendo competências e capacidades científicas e técnicas, garantindo a apropriação e incorporação de conhecimento científico no apoio à decisão em sistemas operacionais, assim como a produção de novos conhecimentos orientados para a solução de problemas". 

As áreas de investigação incluem a governação dos recursos florestais, a gestão do fogo e comportamento de fogos extremos, meteorologia, previsão e gestão do risco.

O programa resulta das recomendações do relatório da Comissão Técnica Independente que investigou os incêndios de Pedrógão Grande, esclarece a Fundação.

Há vários anos que a gestão do território nacional é uma das preocupações da APDSI. Em outubro deixámos 11 propostas de ação sobre a gestão integrada da informação do território português.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fórum para a Sociedade da Informação - APDSI e FCT organizam o Workshop "Governação da Internet para um crescimento inclusivo"



A APDSI e a FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia organizam o workshop "Governação da Internet para um crescimento inclusivo" integrado no Fórum para a Sociedade da Informação 2016. O evento realiza-se no próximo dia 15 de novembro, a partir das 14h00, no Salão Nobre do IAPMEI, Campus do Lumiar, em Lisboa.

Consulte aqui o programa completo e faça aqui a sua inscrição, gratuita, mas obrigatória.

Cerca de 35% da população portuguesa nunca teve qualquer contacto ou experiência com serviços disponíveis na Internet, correndo o risco de exclusão digital, numa sociedade cada vez mais marcada pela mediação tecnológica.

São já evidentes os impactos da utilização da Internet no mundo do trabalho e no acesso ao emprego, tornando-se urgente uma nova abordagem nas estratégias e prioridades de educação e de aprendizagem ao longo da vida, bem como na capacidade de requalificação de postos de trabalho que irão certamente ser destruídos ou substituídos nos próximos anos pelo uso intensivo das tecnologias da informação e comunicação.

A exclusão digital afeta também grande parte da população na sua incapacidade de acesso aos serviços públicos eletrónicos, obrigando os governos à criação de novos acessos multicanal e à mobilização de mediadores de cidadania para as novas oportunidades do mundo digital. Existem grupos e minorias sociais onde a fratura digital se torna mais evidente e que requerem estratégias de governação mais específicas, nomeadamente em relação aos emigrantes, refugiados e demais população vulnerável e em situação de pobreza.

A APDSI entende que, apesar do desenvolvimento acelerado dos serviços de telecomunicações, existem ainda bolsas territoriais de exclusão e de má qualidade dos serviços digitais, que impedem o desenvolvimento económico e social harmonioso de algumas regiões do país, contribuindo para o seu progressivo abandono.

Este workshop visa abrir o debate em torno das medidas de política capazes de promover a inclusão e a sustentabilidade de toda a sociedade portuguesa, cada vez mais baseada numa economia digital e na utilização massiva dos serviços da Internet, chamando à atenção para a urgência de uma atuação concertada entre governo, reguladores, administração pública, agentes económicos e associações da sociedade civil.

Em debate vão estar as seguintes questões:

- Que estratégias estão em curso ou que devem ser adoptadas para garantir o acesso universal aos serviços públicos digitais?
- Em que medida os serviços públicos electrónicos estão orientados às necessidades efetivas dos cidadãos em termos, nomeadamente, de usabilidade, eventos de vida e outros?
- Qual o impacto que as novas tecnologias no domínio do digital estão a fazer-se sentir no domínio do emprego e das condições de trabalho?
- Que iniciativas estão a ser tomadas no sentido de se garantir a inclusão nas  transformações que se verificam nas diferentes áreas profissionais em particular naquelas mais afectadas pela digitalização da economia?
- De que forma estão a ser encarados os impactos do digital na sustentabilidade do estado social?
- Que iniciativas estão ou devem ser tomadas para a inclusão na Sociedade da Informação dos imigrantes, refugiados e outras minorias?
- De que forma o Serviço Universal de telecomunicações garante a acessibilidade e a qualidade de serviço à Internet por parte de toda a população portuguesa?
- Em que medida as políticas de governação da Internet garantem o acesso intergeracional e a igualdade de género a todos os cidadãos?
- Responde o atual sistema educativo e de aprendizagem ao longo da vida aos desafios decorrentes da transformação digital da sociedade portuguesa?

Objetivo global do FSI-GI

O Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet (FSI-GI), tem como objetivo principal refletir e debater, em Portugal, a temática da Governação da Internet, cada vez mais relevante no panorama internacional.

Este ano o debate do FSI-GI decorre em torno de temas tais como o futuro da Governação da Internet, Neutralidade da Internet, Acesso e Inclusão Digitais, incluindo as Mulheres nas TIC, Proteção das Crianças em Linha, Tecnologias da Internet e Discurso do Ódio.

A reflexão nacional multissetorial (multistakeholder) e as principais mensagens de Portugal que vão sair desta edição do Fórum, contribuem para a discussão que decorre a nível mundial, no IGF 2016, no México, de 6 a 9 de dezembro, sob o tema "Enabling Inclusive and Sustainable Growth".

domingo, 30 de outubro de 2016

Fórum para a Sociedade da Informação - ANACOM e Portugal Chapter da Internet Society organizam debate sobre "Net Neutrality"



A ANACOM e o Portugal Chapter da Internet Society organizam uma sessão pública de debate e reflexão sobre "Net Neutrality" no próximo dia 16 de novembro, no IAPMEI, Campus do Lumiar, em Lisboa, a partir das 14h00. O debate faz parte do Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet (FSI-GI), que tem como objetivo principal refletir e debater, em Portugal, a temática da Governação da Internet, cada vez mais relevante no panorama internacional.

A inscrição, gratuita mas obrigatória, é feita aqui. Consulte aqui o programa completo.

Este ano o debate do FSI-GI decorre em torno de temas tais como o futuro da Governação da Internet, Neutralidade da Internet, Acesso e Inclusão Digitais, incluindo as Mulheres nas TIC, Proteção das Crianças em Linha, Tecnologias da Internet e Discurso do Ódio.

A reflexão nacional multissetorial (multistakeholder) e as principais mensagens de Portugal que vão sair desta edição do Fórum, contribuem para a discussão que decorre a nível mundial, no IGF 2016, no México, de 6 a 9 de dezembro, sob o tema "Enabling Inclusive and Sustainable Growth". Encontra aqui mais informação sobre o tema.

O tema da Net Neutrality no contexto da Internet tem sido objeto de grandes controvérsias nos últimos anos. O mesmo tornou-se ainda mais urgente com o aparecimento de fornecedores de conteúdos multimédia a pedido (e.g. a Netflix) que exigem uma capacidade de rede significativa, e que competem diretamente com a maioria dos operadores de acesso à Internet, que geralmente são também fornecedores de serviços de televisão.

Nos Estados Unidos, depois de um período de grande polémica que chegou a envolver processos judiciais, em fevereiro de 2015 a FCC (Federal Communications Commission) aprovou a política Internet Aberta, e o seu chairman, Tom Wheeler, declarou então em conferência de imprensa: "[a nova política] proíbe o bloqueio, bane o estrangulamento diferenciado e proíbe serviços rápidos diferenciados e, pela primeira vez, as regras Internet Aberta aplicam-se em pé de igualdade aos serviços móveis".

Uma legislação semelhante foi adotada pela Índia. Na Europa, em 2014, o Parlamento Europeu colocou em discussão pública uma proposta de Regulamento que ia globalmente no mesmo sentido, mas que abria a porta a várias exceções que permitiam a introdução pelos operadores de diferenciação da qualidade de serviço fornecida e de serviços "zero-rated". Após alguma discussão pública, o Regulamento foi aprovado, deixando ao BEREC (o organismo que agrupa os Reguladores de Telecomunicações Europeus http://www.berec.europa.eu) a incumbência de definir linhas de orientação para a sua implementação. Após um período de discussão pública em que as propostas iniciais do BEREC foram bastante contestadas (e.g. https://savetheinternet.eu/em/), o Regulamento foi finalmente aprovado (http://www.berec.europa.eu/eng/netneutrality/) em agosto de 2016. Segundo muitos observadores, incluindo a ISOC que sempre se bateu por esta legislação (http://www.internetsociety.org/net-neutrality), a mesma coloca a Europa no pelotão dos defensores claros da Net Neutrality.

O Regulamento:
- Bane completamente a possibilidade de os operadores bloquearem o acesso a conteúdos, com exceção dos ilegais;
- Impede o condicionamento diferenciado de fluxos de tráfego com base em tipo de aplicações ou origem e destino;
- Condiciona o fornecimento de serviços "zero rated" para impedir que os mesmos possam ser usados para práticas anti-competitivas;
- Requer que os contratos de fornecimento de serviços sejam claros e transparentes no que diz respeito ao tráfego e seu tratamento e obriga à montagem de serviços que permitam aos utilizadores verificarem a conformidade dos mesmos, assim como de meios fáceis de recurso e reclamação;
- Estabelece a obrigatoriedade de os reguladores vigiarem a aplicação destas regras pelos operadores;
- Estabelece um conjunto de exceções a serem tratadas caso a caso.

Segundo vários observadores, o Regulamento é relativamente fair para com os operadores, apesar destes, naturalmente, o contestarem. Esta problemática tem implicações e ramificações em inúmeras vertentes que envolvem: a liberdade de expressão, os direitos e liberdades no acesso a informação e serviços, a regulação da concorrência, a preservação da possibilidade de introdução de inovação constante nos serviços de rede e nos que a utilizam, a liberdade de escolha dos consumidores, e a rentabilidade dos investimentos realizados pelo setor privado em infraestruturas de acesso à Internet.

A discussão da diretiva do BEREC sobre Net Neutrality e as suas implicações nas diferentes vertentes acima elencadas é o objetivo desta sessão.

Questões a debater:
- A Net Neutrality envolve questões reais de liberdade de expressão e direitos e liberdades ou é uma questão meramente do foro da regulação da concorrência?
- A Net Neutrality e os requisitos que lhe estão ligados é uma questão real ou é uma discussão meramente marcada por questões ideológicas?
- A Net Neutrality é mesmo importante para o aparecimento de novos serviços/aplicações/conteúdos ou a discussão está completamente desfocada?
- Em que condições é aceitável que os operadores bloqueiem o tráfego?
- Em que condições é aceitável diferenciar o tráfego dentro da rede? Quais as que são justificáveis e quais as que não são? O que estabelece o Regulamento a este respeito?
- O fornecimento de serviços incluídos num pacote de base e que não são contabilizados ("zero-rated"), ou que são contabilizados de forma diferenciada, é aceitável em que condições? O que estabelece o Regulamento a este respeito?
- Quais são as informações que dizem respeito ao tráfego e aos serviços que devem estar clarificadas de forma concisa e clara nos contratos?
- Como é possível implementar mecanismos para avaliação da conformidade do serviço fornecido com o serviço contratado?
- O Regulamento e a sua implementação concreta tornam o quadro pouco claro para os investidores?
- O Regulamento e a sua implementação concreta constituem uma mudança de regras a meio do jogo?
- Outras questões introduzidas pelos participantes na mesa redonda e pela audiência.

Sobre a ANACOM:
A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) tem por missão a regulação do sector das comunicações eletrónicas e postais. Participa desde 1989 na profunda transformação que se vive neste mercado e na forma como nele comunicamos. Promove a concorrência e garante a liberdade de oferta de redes e de prestação de serviços, zelando pela manutenção da sua integridade e segurança. Protege os direitos e interesses dos consumidores e utilizadores e assegura o acesso ao serviço universal de comunicações eletrónicas e postal. Exige também a prestação de informações claras ao público e a transparência nos preços e nas condições de utilização dos serviços.

Mais informação em: http://www.anacom.pt

Sobre o Portugal Chapter da Internet Society (ISOC PT):
Associação sem fins lucrativos, tendo como fim a promoção em Portugal do desenvolvimento harmonioso, acessível, aberto, não discriminatório e seguro da Internet, com respeito pelos princípios da liberdade de expressão e da privacidade. Reconhecida formalmente pela Internet Society, desde o início de 2011.

Adesões e mais informação em: http://www.isoc.pt, direcao@isoc.pt

Sobre a Internet Society (ISOC.ORG):
The Internet Society engages in a wide spectrum of Internet issues, including policy, governance, technology, and development. We establish and promote principles that are intended to persuade governments to make decisions that are right for their citizens and each nation’s future. Everything we do is based on ensuring that a healthy, sustainable Internet is available to everyone – today and for the next billion users.

Mais informação em: http://www.internetsociety.org

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

APDSI e FCT entregam prémios de Acessibilidade Web 2015

Painel "Usabilidade e Acessibilidade: dois facilitadores de literacia digital"

A APDSI e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., realizaram, a 3 de dezembro de 2015, o Fórum para a Sociedade da Informação - Acessibilidade Web. O encontro realizou-se na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa.

O evento realizou-se precisamente no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência que, este ano, teve como lema a inclusão e capacitação. Em 2015 uma das áreas que foi mais estudada em matéria de acessibilidade e conformidade foi, precisamente, a Administração Pública e, apesar das melhorias verificadas nos últimos anos, o progresso português está, ainda, «longe da média europeia».

Face a esta nota introdutória, o professor Ramiro Gonçalves, da Universidade de Trás os Montes e Alto Douro (UTAD) e Grupo de Negócio Eletrónico (GNE) da APDSI, questiona se o conceito de acessibilidade será assim tão difícil de implementar. «Nós consideramos que é uma urgência», referiu.

O barómetro da acessibilidade web em Portugal surgiu em janeiro deste ano e fez, desde então, uma avaliação da acessibilidade web de forma automática nas mil maiores empresas e PME’s portuguesas, focada na tipologia do erro/solução, nomeadamente na usabilidade das plataformas de comércio eletrónico. Para os testes de usabilidade a equipa de investigadores contou com a participação de 20 pessoas cegas. Todo este trabalho e chamada de atenção para os indivíduos com necessidades especiais, tem merecido a atenção de revistas científicas.

Na comparação 2014/2015 nas maiores empresas portuguesas há uma flutuação inferior a 10% mas, no universo de PME’s, a diferença é muito grande porque, empresas que num ano são consideradas PME Líder no ano seguinte podem já nem sequer existir. «Nas grandes empresas portuguesas a evolução tem existido, embora não seja muito grande. No universo das 250 maiores empresas do mundo, a maioria tem 50% de erros, são raras as que têm mais, e poucas têm apenas 20% de erros. Continuamos a ter erros sistemáticos e que são banais», lamenta o professor.

A principal conclusão a que o GNE da APDSI chegou é que há pouca sensibilidade para esta temática, daí a necessidade de, este ano, ter sido feita a entrega de diplomas de mérito às empresas «no sentido de perceberem que podem ganhar muito se equacionarem a possibilidade de ser mais acessíveis». Muitos dos premiados não compareceram à cerimónia porque, no entender de Ramiro Gonçalves, «quando isso acontece é circunstancial, foi por acaso terem um site com acessibilidade, mas, pelo menos, faz com que tenham em atenção esta problemática. A nossa missão é educar, divulgar, monitorizar e premiar, mas nunca destacar pela negativa». Para o professor, no “Portugal 2020” devia haver regras restritivas para esta questão.

Jorge Pereira, da Infosistema e GNE da APDSI, falou sobre as “tendências e desafios de uma web mais acessível no futuro”. Uma das razões apontadas para a mudança de paradigma no acesso aos conteúdos, tem a ver com o facto do acesso à web estar a ser cada vez mais feito em mobile.

As diretrizes de acessibilidade para conteúdo web (WCAG) ganharam adoção massiva mundial mas nasceram na fase pré-mobile, o que traz um conjunto de limitações: centra-se em CSS, html e conteúdos multimédia que os sites disponibilizam, e não indexa modos de interação, como gestos ou voz, o que limita o acesso a conteúdos por um número cada vez maior de pessoas.

Tânia Rocha, também professora da UTAD, apresentou os resultados de um “Estudo de Usabilidade com Utilizadores Cegos” feito numa plataforma de e-commerce, considerada uma referência no setor de retalho alimentar, e com o foco no sistema de encomendas e entregas ao domicílio. O resultado também esteve longe de ser positivo: um utilizador sem dificuldades de visão demora menos de 20 segundos a executar o processo de compra, enquanto um utilizador cego, devido à complexidade da interação e esforço cognitivo necessários para reconhecer as hiperligações, demora, em média, dez minutos e vinte e quatro segundos.

Jorge Fernandes, da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), estudou e mostrou como tem sido o estado da acessibilidade dos conteúdos web da Administração Pública Central, no período compreendido entre 2008 e 2015. Numa nota positiva, a verdade é que os sítios na web que mais utilizam o símbolo de acessibilidade são efetivamente os que têm maior preocupação com estas questões. «De 2006 a 2008 houve uma evolução bastante significativa», refere.

O validador de práticas de acessibilidade web usado para o estudo foi o “AccessMonitor” «que produz relatórios de acessibilidade de cada uma das páginas e tem um elemento que foi introduzido por nós em 2005 que usa uma expressão numérica para desenvolver a categorização», explica Jorge Fernandes. No decorrer do processo são observados cabeçalhos, listas e parágrafos num total de elementos que, quase sempre, vai além dos 300 elementos a verificar. «Se o número for inferior a 100 é de suspeitar; é porque a página é feita em java ou flash, ou então é apenas um cartão-de-visita», completou.

Na Administração Pública Central foram estudados os sítios na web de órgãos de soberania, serviços da administração pública central, incluindo institutos públicos e serviços desconcentrados do Estado, serviços da administração pública regional e setor empresarial do Estado. Em 2% dos sítios da Administração Pública portuguesa, 50% das páginas passam nos testes do “AccessMonitor” nível A.

Por fim, Pedro Sá Moreira, da Escola Nacional de Saúde Pública, fez referência à evolução da acessibilidade dos sítios web no setor da saúde para perceber de que forma os conteúdos web institucionais cumprem os requisitos de acessibilidade para o conteúdo da web (WCAG) 2.0 do consórcio World Wide Web (W3C).

Do ponto de vista internacional, foram analisados durante um ano os Ministérios da Saúde de 193 países, tendo-se verificado uma média de sucesso de 5.1. Tendo em conta que a anterior era de 4.9, houve uma «ligeira evolução». O Japão e o Uruguai são os países que beneficiam do melhor índice de acessibilidade web.

Em Portugal, o sítio na web do Instituto Português do Sangue e da Transplantação é o que apresenta melhor índice, pelo que Pedro Sá Moreira entende que «é de ponderar, para cada uma das instituições, um conjunto de recomendações para as próprias perceberem internamente como podem melhorar». No geral, no setor da saúde, verifica-se um declínio nos valores de acessibilidade entre 2011 e 2015.

No setor público, os sítios premiados foram o da INCM - Imprensa Nacional Casa da Moeda, FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia, DGEEC - Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, CEGER - Centro de Gestão da Rede Informática do Governo Diário da República Eletrónico, o CITE - Comissão para a Igualdade no Trabalho, Administração Regional de Saúde do Algarve e no Emprego e no Portal das Comunidades Portuguesas Gabinete Nacional de Segurança DGACCP - Direcção Geral Dos Assuntos Consulares E Comunidades Portuguesas.

Já no setor privado, entre as empresas com melhor desempenho online em matéria de acessibilidade web estão a Automóveis Citröen, a FNAC, a Livraria Bertrand e a Zara Portugal.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Fórum para a Sociedade da Informação - Acessibilidade Web 2015



A APDSI e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., realizam, a 3 de dezembro, o Fórum para a Sociedade da Informação - Acessibilidade Web 2015. O encontro realiza-se na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, entre as 14h30 e as 18h00.

O Fórum da Acessibilidade Web pretende lançar um amplo debate sobre as necessidades de acessibilidade específicas que os cidadãos com alguma deficiência ou incapacidade têm e quais as ideias, medidas e projetos que estão a ser discutidos e implementados atualmente para colmatar a situação.

De salientar que, na edição de 2015, vai ser feita a entrega de prémios de “Boas Práticas em Acessibilidade Web” que visa premiar os sites que melhor cumprem as regras de acessibilidade.

De acordo com dados da Comissão Europeia, existem cerca de 50 milhões de cidadãos europeus com deficiências que necessitam de ter acesso a conteúdos web (UE 2010). Segundo fonte da Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes (CNOD 2010), um milhão desses potenciais utilizadores estão em Portugal o que inspira a APDSI e a FCT a colocarem o tema entre as prioridades dos responsáveis pelos sítios na web de empresas e instituições.

A acessibilidade web pode ser analisada em várias dimensões: ética no que respeita aos direitos à igualdade de acesso, social tendo em conta o envelhecimento da população mas também económica tendo por base o potencial económico de todas as pessoas envolvidas.

Recorde-se que, no ano passado, foi apresentado o estudo “Acessibilidade Web - Ponto de situação nas empresas portuguesas 2014”, da autoria de alunos e professores da UTAD (Universidade de Trás os Montes e Alto Douro), e membros do Grupo de Negócio Eletrónico (GNE) da APDSI, além de terem sido dadas dicas para os programadores informáticos melhorarem a acessibilidade dos sites que constroem. 

A inscrição é gratuita mas obrigatória. Todas as inscrições estão sujeitas a inscrição prévia aqui e ficarão condicionadas à disponibilidade de lugares do auditório.

Consulte o programa completo já disponível no sítio na web da APDSI.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Concurso europeu eSkills for Jobs 2015


As candidaturas para o concurso europeu eSkills for Jobs 2015, organizado no âmbito da Campanha de Sensibilização eSkills for Jobs 2015, coordenada em Portugal pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., estão a decorrer até 31 de outubro.

O eSkills for Jobs é uma oportunidade para destacar e premiar quem demonstre, a nível europeu, um elevado nível de literacia e competências digitais.

A competição foca-se em identificar iniciativas concretas através do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) ou domínio das mesmas. O objetivo é alcançar jovens altamente talentosos e motivados (a partir dos 16 anos), líderes empresariais (CEOs / CIOs), decisores políticos, profissionais em TIC, organizações não-governamentais, formadores, candidatos a ofertas de emprego e empreendedores.

Existem cinco categorias de candidatura possível:
- Cidadania Digital (públicos-alvo: líderes empresariais, profissionais em TIC e organizações não-governamentais);
- Empreendedorismo Digital (público-alvo: empreendedores);
- Carreira mais inspiradora (público-alvo: candidatos a ofertas de emprego ou que pretendam mudar de carreira);
- Talento jovem digital (público-alvo: jovens do 16 aos 30 anos);
- Excelente utilização das TIC (público-alvo: professores).

Serão selecionados, ao nível europeu, um vencedor e um segundo classificado por categoria que serão notificados dos resultados do concurso, via e-mail, em meados de novembro de 2015.

Para mais informações, consulte o sítio na web oficial do concurso.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Conferência Going Local Portugal 2015 dedicada ao "Mercado Único Digital"


A conferência sobre "O Mercado Único Digital", coorganizada pela Comissão Europeia e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, decorre no dia 18 de setembro nas instalações da Representação da Comissão Europeia em Portugal, entre as 10h00 e as 17h00. Cabe ao Comissário Carlos Moedas fazer o discurso de encerramento da conferência pelas 16h30.

A iniciativa, coorganizada pela FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP e pela Comissão Europeia, faz parte de um exercício de debate ao nível europeu que se realiza em todos os Estados Membros da União Europeia e que visa identificar sinergias entre a agenda política europeia e as prioridades nacionais na área das políticas públicas da Sociedade da Informação, através de um debate junto dos stakeholders nacionais que inclui governos, as comunidades técnica e académica, o setor privado e a sociedade civil.

Na conferência, a ANACOM vai abordar os seguintes temas divididos em painéis: mercado único digital, acesso dos consumidores e empresas aos bens e serviços digitais, desenvolvimento de redes digitais e serviços inovadores e, também, coligação portuguesa para a empregabilidade digital.

A participação é gratuita, requerendo no entanto um pré-registo que deve ser feito aqui.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Lisboa recebe a conferência ICT 2015



De 20 a 22 de outubro o Centro de Congressos de Lisboa vai receber a conferência ICT 2015, transformando-se naquele que é considerado o polo Europeu de inovação em Tecnologias de Informação e Comunicação.

A sessão de abertura da conferência está a cargo de Günther Oettinger, Comissário Europeu para a Economia e Sociedade Digital. No primeiro dia Oettinger vai falar sobre a estratégia para a Digitalização da Indústria Europeia, que, segundo defende, assenta em quatro linhas de ação.

Carlos Moedas, Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e a Inovação, também vai marcar presença na conferência ICT 2015, no dia 21, onde serão apresentadas as novas políticas e iniciativas da Comissão Europeia para a Investigação e Inovação em TIC, focadas no Programa Quadro Horizonte 2020.

Na "Portuguese Village", uma área que está a ser criada no recinto da conferência, podem encontrar-se as entidades catalisadoras de inovação em Portugal e os projetos em curso com maior impacto.

Considerada um evento de referência na área das tecnologias, a ICT é uma iniciativa bienal da Comissão Europeia, que nesta edição, intitulada "Innovate, Connect, Transform", é promovida em conjunto com a Fundação para Ciência e Tecnologia (FCT).

Com mais de cinco mil participantes esperados, a ICT 2015 vai apresentar um conjunto alargado de conferências, sessões de networking para a criação de consórcios europeus, um espaço de exposição para os projetos europeus de sucesso em TIC e atividades para o público em geral.

Pode encontrar mais informações sobre o evento aqui.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

APDSI quer uma web sem restrições para os cidadãos com necessidades especiais



A APDSI e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., realizaram, a 27 de novembro de 2014, o Fórum da Acessibilidade Web 2014. O encontro realizou-se na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa.

Na edição deste ano foi apresentado o estudo “Acessibilidade Web - Ponto de situação nas empresas portuguesas 2014”, da autoria de alunos e professores da UTAD (Universidade de trás os Montes e Alto Douro), membros do Grupo de Negócio Eletrónico (GNE) da APDSI, também foram dadas dicas para os programadores informáticos melhorarem a acessibilidade dos sites que constroem, além de terem sido apresentados os resultados dos níveis de acessibilidade dos conteúdos web dos municípios portugueses e no setor da saúde.

No estudo sobre Acessibilidade Web feito aos 790 sites das 1000 Maiores PME’s Portuguesas, e que teve em conta uma média de 2742 elementos por site (conteúdos das páginas), concluiu-se que apenas quatro desses sítios na web cumprem as normas de acessibilidade. Este número apresenta um decréscimo em relação ao estudo apresentado em 2011, no qual 155 empresas estavam de acordo com a norma, mas é preciso ter em conta que no estudo anterior o objetivo era cumprir com as WCAG 1.0 (Web Content Acessibility Guidelines) e no mais recente o padrão de avaliação subiu para as WCAG 2.0. Apesar de não haver diferenças muito substanciais entre um e outro conjunto de diretivas, a verdade é que as normas WCAG 2.0 se focam nas mais recentes tecnologias de navegação na web e naquelas que virão a tornar-se de consumo massivo a breve prazo. Este estudo, que o professor Ramiro Gonçalves define como «o maior alguma vez feito pela equipa de investigação», também introduz, pela primeira vez, uma análise geográfica relativa às zonas com maior ou menor incidência de erros nos sites. O interior do país é onde se verifica uma maior percentagem de sítios na web que não estão em conformidade sendo que, como explica o professor, «isto só acontece porque também é a zona com menos empresas e menos sites, portanto, basta haver um que tenha erros que vai logo influenciar muito o resultado final».

Sobre os resultados que, mais uma vez, não são muito positivos, o professor Ramiro Gonçalves aponta o dedo à falta de sensibilidade por parte dos responsáveis técnicos: «Todas as entidades procuram visibilidade na web e esquecem-se que os motores de busca se baseiam precisamente nos mesmos elementos que são valorizados quando falamos de acessibilidade web. Incorporar deve ser algo sempre presente na web. Há 10% de pessoas em Portugal com alguma necessidade especial e mais de 70% utilizam a Internet com regularidade mas há pouca sensibilidade para esta temática e uma manifesta falta de informação». O investigador da UTAD e membro do GNE da APDSI acredita que a atribuição de um prémio, e não propriamente o denunciar dos erros, poderia ajudar a combater alguma desta ausência de conformidade para com a acessibilidade web.

“Melhorar a Acessibilidade Web - Uma Estratégia Baseada na Correção dos Erros Mais Comuns” foi apontada por José Martins, também investigador da UTAD, que apontou as soluções «simples de corrigir» para os cinco erros com maior incidência nos resultados do estudo deste ano: a utilização de tamanhos relativos em detrimento de tamanhos absolutos, ou seja, o tamanho da página é definido em píxeis em vez de ser definido em percentagens; imagens sem “alt”, a alternativa textual para os conteúdos multimédia que é essencial para poderem ser lidas por ferramentas de navegação assistida; o contexto dos links, onde falta um texto intuitivo para o descrever; o destino dos links, em que muitos navegam para uma nova página sem avisar o utilizador, o que o faz perder o contexto de navegação; vários links com o mesmo nome a encaminharem para sítios diferentes.

«As boas práticas de programação e coerência são garantia de um bom resultado final. Existe um conjunto de erros facilmente corrigíveis que lhes ia melhorar muito os níveis de acessibilidade da web», aponta José Martins como solução no imediato para correção das grandes falhas encontradas na pesquisa.

Coube a Jorge Fernandes, da FCT, mostrar os resultados para a análise feita à “Acessibilidade dos Conteúdos Web dos Municípios Portugueses” onde foi possível chegar ao top 5 dos sítios com melhores práticas de acessibilidade. São eles Loures, Alcoutim, Soure, Faro e Aljezur. A amostra foi de 307 dos 308 sites de municípios portugueses (apenas um é de tal forma lento que a ferramenta “access monitor” não o consegue avaliar). Apesar de ainda haver diversos aspetos a corrigir, mesmo entre os sites que estão no top 5, Jorge Fernandes avalia de forma positiva a evolução que os sites das autarquias têm registado: «Em 2001 muitos dos sites das autarquias eram apenas um cartão de visita ou um site de jogos para crianças. Em 2005 houve um impulso grande e os sites começaram a ganhar corpo e a tornarem-se adultos». O investigador da Fundação para a Ciência e Tecnologia esclareceu, ainda, que todos os sites que disponibilizem exclusivamente informação estão obrigados a cumprir o nível “A” das WCAG 2.0, desde fevereiro de 2013, e o Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital recomenda mesmo para este tipo de sítios web o nível “AA”. Todos os sites que disponibilizem serviços online estão obrigados a cumprir o nível “AA” das WCAG 2.0 e o RNID recomenda o nível “AAA” para este tipo de sítios Web. A legislação não se aplica, contudo, a entidades privadas.

Ana Neves, diretora do departamento da Fundação para Ciência e Tecnologia que nasce da extinção da UMIC - agência para a sociedade do conhecimento, sublinha que, ao nível europeu, Portugal está isolado de forma positiva em relação aos outros Estados Membros nestas questões de acessibilidade web: «Entendemos que o desenvolvimento do país requer plataformas, inclui trabalho em rede e a partilha de objetivos comuns. Pessoas com necessidades especiais também são os idosos. A Internet permite reduzir muitos obstáculos de acessibilidade, o que é preciso são ajudas técnicas que satisfaçam normas básicas de acessibilidade».

A fechar o Fórum da Acessibilidade Web da APDSI, Pedro Moreira, da Escola Nacional de Saúde Pública / Universidade Nova de Lisboa, apresentou os resultados da sua análise à Acessibilidade dos Conteúdos Web no Setor da Saúde nas áreas de Administração Direta do Estado, Administração Indireta do Estado, Setor Empresarial do Estado, Parcerias Público-Privadas, Unidades de Saúde Familiar e Setor Público Administrativo, tendo sido este o que apresenta melhores resultados.

Veja aqui as apresentações do Fórum da Acessibilidade Web 2014.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Fórum da Acessibilidade Web 2014



A APDSI e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., vão realizar, a 27 de novembro, o Fórum da Acessibilidade Web 2014. O encontro vai realizar-se entre as 14h30 e 17h30 na Fundação Portuguesa das Comunicações, em Lisboa.

O Fórum da Acessibilidade Web visa lançar um amplo debate sobre as necessidades de acessibilidade específicas que os cidadãos com alguma deficiência ou incapacidade têm e quais as ideias, medidas e projetos que estão a ser discutidos e implementados atualmente para colmatar a situação.

Por acessibilidade web entende-se a possibilidade de todos os cidadãos, independentemente das necessidades especiais que possam ou não ter, percecionarem, perceberem, navegarem e interagirem com a realidade online. 

De acordo com dados da Comissão Europeia, existem cerca de 50 milhões de cidadãos europeus com deficiências que necessitam de ter acesso a conteúdos web (UE 2010). Segundo fonte da Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes (CNOD 2010), um milhão desses potenciais utilizadores estão em Portugal o que inspira a APDSI e a FCT a colocarem o tema entre as prioridades dos responsáveis pelos sítios na web de empresas e instituições.

A acessibilidade web pode ser analisada em várias dimensões: ética no que respeita aos direitos à igualdade de acesso, social tendo em conta o envelhecimento da população mas também económica tendo por base o potencial económico de todas as pessoas envolvidas.

A participação na conferência é gratuita. As presenças estão sujeitas a inscrição prévia aqui e ficarão condicionadas à disponibilidade de lugares na sala.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Conselho Executivo da FCCN demite-se


Os cinco membros do Conselho Executivo da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) apresentaram demissão junto da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

A FCCN é a entidade que gere a Internet em Portugal. 

A notícia é avançada pela Exame Informática que cita Pedro Veiga, o atual presidente da FCCN, na justificação para esta demissão em bloco, na sequência da integração das duas entidades, decretada pelo Governo a 31 de dezembro de 2012: "Não acreditamos que a integração da FCCN na FCT vá funcionar. E já tínhamos informado o ministro da Educação e da Ciência sobre a nossa posição", disse o responsável, em comunicado enviado à publicação.

A FCCN é quem gere os domínios .pt e as redes informáticas das universidades mas depois desta medida a Fundação para a Computação Científica Nacional receia que a integração na Fundação para a Ciência e Tecnologia diminua a qualidade das "funções que a FCCN vem, desde há muitos anos, a cumprir com reconhecida eficiência, eficácia e sentido de serviço público".

O Conselho Executivo da FCCN recorda ainda que a integração na FCT é "altamente penalizante" para os profissionais da FCCN, cujos salários passam a ser regidos pelos mesmos princípios da Administração Pública, podendo estar sujeitos a cortes e congelamentos.

De acordo com a Exame Informática, o Ministério da Educação e Ciência diz que todos os serviços que a FCCN assegurava estão garantidos.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Fórum sobre a Governação da Internet

A ISOC Portugal e a Fundação para a Ciência e Tecnologia, com o apoio da Internet Society, organizam na terça-feira, dia 10 de julho, o II Fórum Português sobre a Governação da Internet, no Auditório D.Pedro IV, nº 124 da Av.D. Carlos I, em Lisboa, entre as 9h00 e as 17h00.

Temas como a Governação da Internet, propriedade intelectual no mundo digital, privacidade e segurança, normas abertas e inovação, assim como desafios decorrentes das novas formas de criação e disponibilização de conteúdos digitais e redes sociais, serão os principais temas a serem debatidos neste fórum.

Confirme a sua presença através do e-mail isoc@isoc.pt. Mais informações no sítio oficial do evento.