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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Informação e Conhecimento: Um Futuro Para Todos

Sociedade da Informação e Sociedade do Conhecimento são dois conceitos que, hoje em dia, se fundem num só. Sendo as TIC a ferramenta que serve o propósito desta nova realidade que se pretende mais abrangente e mais acessível a todos, a APDSI acredita que a Sociedade da Informação é a chave para o tão desejado crescimento económico de que o país precisa.

Para a Associação, áreas como a Saúde, a Educação, a Justiça ou a Administração Pública, poderão ter ganhos cada vez mais efetivos ao promoveram o acesso à Sociedade da Informação.

Junte-se a nós e seja uma voz ativa na construção de um futuro mais global e integrado.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Gestão do Conhecimento "Saudável"

Em 2001 tive oportunidade de ler no MIS Quarterly um paper muito interessante : Knowledge Management and Knowledge Management Systems:Conceptual Foundations and Research Issues, da autoria de Maryam Alavi and Dorothy E. Leidner e  com o seguinte Abstract :

Knowledge is a broad and abstract notion that has defined epistemological debate in western philosophy since the classical Greek era. In the past few years, however, there has been a growing interest in treating knowledge as a significant organizational resource. Consistent with the interest in organizational knowledge and knowledge management (KM), IS researchers have begun promoting a class of information systems, referred to as knowledge management systems (KMS). The objective of KMS is to support creation, transfer, and application of knowledge in organizations. Knowledge and knowledge management are complex and multi-faceted concepts. Thus, effective development and implementation of KMS requires a foundation in several rich literatures.

To be credible, KMS research and development should preserve and build upon the significant literature that exists in different but related fields. This paper provides a review and interpretation of knowledge management literatures in different fields with an eye toward identifying the important areas for research. We present a detailed process view of organizational knowledge management with a focus on the potential role of information technology in this process. Drawing upon the literature review and analysis of knowledge management processes, we discuss several important research issues surrounding the knowledge management processes and the role of IT in support of these processes.

Feito um excelente ponto de situação sobre o tema, desde então tenho procurado seguir as suas evoluções e os seus desenvolvimentos técnicos e processuais, sobretudo em termos de utilidade prática em Portugal, no contexto da Estratégia de Lisboa e, mais recentemente do Plano Tecnológico.

Como conclusão ao longo deste tempo, fica-me sempre  a mesma dúvida - estamos na onda ou, tal como com muitas soluções de customer care que em Portugal proliferam, não mexemos nos processos e na pedagogia da sua utilização e, os utilizadores individuais e organizacionais, acabam por recorrer sobretudo ao "google" quando estão "com uma urgências".!!

Um exemplo do Sector da Saúde evidencia bem este meu estado de espirito: nos dois últimos 2 anos tenho procurado acompanhar em colaboração de trabalho com um médico de medicina interna (e que é também doutorado em Gestão por Cambridge)o que se faz em saúde, em particular em Health Care Management.

E, naturalmente, tenho procurado estar atento ao que resultará do facto do Governo Português e da Harvard Medical School (HMS) terem concordado em avaliar o potencial para colaboração em várias áreas, incluindo a disponibilização de conteúdos informativos e educativos sobre medicina, saúde e investigação biomédica de maneira a facilitar o acesso e a contribuir para aumentar a literacia da população em geral, e de certos grupos específicos intervenientes em componentes da saúde pública, sobre os temas referidos.(sublinhado meu).

Tendo por referência a plataforma da HMS, a UMIC  definiu, desenvolveu, implementou, coordenou e promoveu uma nova plataforma de informação e conhecimento médico, de saúde e de investigação biomédica, disponível na Internet e por outros meios de comunicação e acessível a grupos alargados da população geral.  cujo resultado visível pode ser analisado em 
Interessa sempre saber quem liderou o projecto, como foi e a quem foi adjudicado, quanto custou ao erário público e que utilidade tem.
Porque estamos na Sociedade da Informação, Conhecimento, Saberes e Sabedoria. 
E Transparência.

Conclusões e algumas Questões:

1-Se o objectivo era a disponibilização de conteúdos informativos e educativos sobre medicina, saúde e investigação biomédica de maneira a facilitar o acesso e a contribuir para aumentar a literacia da população em geral, e de certos grupos específicos intervenientes em componentes da saúde pública, sobre os temas referidos, estamos conversados.O site está em Inglês (poderia ser bilingue...) e é apenas mais um site informativo.Como tantos que há a nível internacional.

2-Qual é a utilização que todas as Organizações  de Saúde que a seguir se enumeram fazem deste instrumento, não se sabe.

Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa
Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade da Beira Interior
Faculdade de Medicina, Universidade do Porto
Faculdade de Medicina, Universidade de Coimbra
Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa
Inst. de Ciências Biomédicas de “Abel Salazar”, Universidade do Porto
Centro de Neurociências e Biologia Celular, CNC
Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto, IBMC
Instituto de Medicina Molecular, IMM
Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, IPATIMUP
Laboratório Associado de Oeiras, LAO (www.ibet.pt, www.itqb.unl.pt, www.igc.gulbenkian.pt)

Uma análise simples do que está naquela plataforma e a sua intersecção com o que se passa nestas Organizações (através da consulta dos seus sites) é um "buraco de várias cores".
Não resulta nada evidente que o Know How Harvardiano esteja a ser uma fonte de melhoria visível para Portugal, desde que o Programa formalizado a 16 de Abril de 2007 com a assinatura de um acordo com a Harvard Medical School  no no dia 21 de Maio de 2009  foi lançado (2 anos depois).
Prolongando-se até 2012 de acordo com a informação disponível.

3- Num momento em que não há dinheiros públicos, que vai acontecer a todo este "investimento"?
Que resultou para a Gestão do Conhecimento em Saude em Portugal e para o SNS  Português (público e privado) numa óptica de valor acrescentado, desta colaboração com a prestigiada ( e organizada) Escola Americana?

4- Veja-se o modelo de governance em 
e pergunte-se, se com a nossa tradicional incapacidade de trabalhar organizadamente, iremos funcionar eficazmente nos objectivos atrás enunciados e ter retorno do investimento em tempo e em dinheiro.

5- Se se consultar o Portal Base 
http://www.base.gov.pt/searchcenter/Paginas/Results.aspx?=UMIC&s=All+Sites&x=7&y=11 ou o site http://ajustesajustados.com/ajustes/resultados/id/5228,  não se consegue identificar qual foi o investimento efectivo no Projecto a não ser um valor de duas adjudicações a uma empresa unipessoal http://www.gransingular.pt que totaliza um valor de 136 166 Euros.

6- O Web design é de uma empresa portuguesa http://www.bycom.com.pt/ de acordo com a informação do site, mas, finalmente,
Quem gere os Conteúdos e que Gestão do Conhecimento está a resultar?
Certamente bons conhecimentos para alguns mais interessados no projecto e falta de informação/conteúdos para alguem que, como eu, está muito preocupado com os progressos da Ciência em Portugal, a sustentabilidade do SNS e  saber o que é que Harvard nos pode deixar desta excelente parceria em boa hora celebrada.
Para além do que, de vez em quando, se diz.
FVRoxo









terça-feira, 13 de abril de 2010

Sociedade da informação e futebol (mas não só)

Em dia de Benfica- Sporting nada como deixar link para debate no blog da Sedes sobre os "olhos do árbitro".Na Sociedade da Informação.
http://www.sedes.pt/blog/?p=1808
E com os olhos e decisões  do "arbitro ainda sem os recursos às tecnologias de informação".
Debate curioso o que tenho acompanhado sobre as as TIC no futebol, mas em que, num País de "paixões da bola", só se ouve o que diz a FIFA.
No resto apenas se grita Golo! E se discutem os erros de arbitragem.
E se vê o assunto com óculos especiais do tipo destes.Que ganhe o melhor!!!!

sábado, 20 de março de 2010

É cada vez mais obrigatório saber alguma coisa sobre Ética.

Para os mais interessados no que está a acontecer com e para além das Tecnologias de informação na SICSS, recomendo vivamente a leitura/consulta do livro
The Cambridge Handbook of Information and Computer Ethics
Edited by Luciano Floridi-University of Hertfordshire
http://www.cambridge.org/catalogue/catalogue.asp?isbn=9780521717724
onde os temas Ética e ICT são de uma forma actual, rigorosamente tratados.E as pistas para a sua sintese bem sitematizadas.

Numa época em que bem precisamos de pensar bem antes de "empurrar para a frente de qualquer maneira com ICT" e depois de tudo quanto aconteceu e está a acontecer no sector financeiro internacional, sector fortemente utilizador das ICT "...The Cambridge Handbook of Information and Computer Ethics provides an ambitious and authoritative introduction to the field, with discussions of a range of topics including privacy, ownership, freedom of speech, responsibility, technological determinism, the digital divide, cyber warfare, and online pornography....
Covers a wide range of issues regarding the ethics of information technology, with essays from leading scholars in the field.Broadens from a purely philosophical approach to identifying the practical implications for those working in computer science".
Boa leitura
FVRoxo

quarta-feira, 17 de março de 2010

ACADÉMICOS e NÃO ACADÉMICOS à chuva.Com tecnologia de ponta ao sol.

Com a devida vénia reproduzo aqui parte de um artigo de Delgado Domingos no semanário Expresso e que evidencia "uma estranha utilização da Tecnologia disponível em Portugal" a propósito da Tragédia "Meteorológica" da Madeira.
Titulo :O Instituto de Meteorologia e os resultados da sua tecnologia de ponta

"Na página da Internet do Instituto de Meteorologia (IM) consta que, no orçamento de 2008, cerca de 7,5 milhões de euros provieram directamente dos nossos impostos. Que dispunha de um supercomputador IBM P5 e de um cluster DELL (aglomerado de computadores). Que tinha três centros de investigação na área da meteorologia mas nenhum artigo científico publicado em revistas de referência. Em 2009 tinha 381 funcionários, 50 dos quais admitidos em 2009.

Numa reportagem do Diário Económico (12 de Março), afirma-se em grandes títulos, na sequência de declarações dos seus principais responsáveis, que "Portugal utiliza tecnologia de ponta para prever o tempo". Victor Prior, outro alto responsável do IM, agora na Madeira, afirma também (Notícias da Madeira de 10 de Março) que "prever o que aconteceu estava fora das potencialidades dos modelos usados pelo Instituto de Meteorologia", e que o "IM recusa usar contributos de modelos académicos".

Estas declarações, a que se poderiam juntar as que foram feitas ao Expresso de 27 de Fevereiro e no comunicado institucional do IM motivado pela nossa entrevista à Antena 1, permitem concluir, sem qualquer ambiguidade, que apesar de toda a tecnologia de ponta que diz utilizar, o IM não foi capaz de prever, com mais de 12 horas de antecedência, a situação meteorológica que provocou a tragédia material e humana na Madeira, cifrada em dezenas de mortos/desaparecidos."

Fim de citação.E inicio de tristeza pessoal por este triste estado de coisas.
Académicos e práticos todos pagos pelo nosso dinheiro...quer faça sol quer faça chuva.
Dinheiro há sempre.Tecnologia também.Convergencia de interesses para bem utilizar os dinheiros públicos e as tecnologias só de vez em quando.
Resultados:Bons se não chover.
Nota complementar:
Felizmente que há investigadores portugueses a estudar e a por em prática software para Cardiotecnologia
http://clix.expresso.pt/cardiotecnologia-saber-da-chegada-do-ataque-cardiaco-um-dia-antes=f571006
Assim podemos morrer por má previsão metereológica.Mas menos por má previsão de um ataque de coração devido a más previsões do tempo de vida.
FVRoxo

domingo, 7 de março de 2010

Free Information Society

Comunicar não é um tema fácil.
É como sorir.Algo muito diferente de gargalhar.
Comunicar, particularmete na SICSS, tem muito de educar as novas gerações, sobre as mudanças que as velhas gerações foram introduzindo e os problemas de mudança que as "velhas" instituições enfrentam, em especial em tempos de crise.
Vem esta introdução a propósito de um tema actual:
Muito do que se tem passado com o Sistema financeiro Internacional no pós susto, prova, para além de tudo, que este sistema comunica deficientemente (em particular em Portugal para o caso que me interessa evidenciar).

Neste quadro, deixo um exemplo que evidencia como o que é simples está para ser feito, mas alguns vão fazendo.
E em Portugal poderia e deveria ser seguido.

Federal Reserve Releases Propaganda Video to Explains What it Does to Kids
http://www.youtube.com/watch?v=Kj9-kRv0e6s

Desde Setembro de 2008 que o Sistema Finaceiro Portugues tem provado que resistiu bem à crise internacional.
Os únicos "bicos de obra" são conhecidos.
No meio de todos os problemas, assistimos a tentativas várias de "descridibilização dessa Grande Instituição que é o Banco de Portugal", acusado de, apesar dos seus mais de 1000 funcionários, não ter sido eficaz nalgumas das suas tarefas de supervisão.E comunicando, para esclarecer, que há comunicação e há confusão, quando se quer deturpar a comunicação.
Entristeceu-me tudo isto, em especial pela dimensão política de "ataque" ao Governador (que considero não actuou bem), mas sobretudo, entristeceu-me pensar que os nossos jovens, grandes utilizadores das TIC, poderiam a estar a ser influenciados mais do que informados, sobre o interesse nacional de ter Instituições Prestigiadas como o Banco de Portugal que o é e tem de continuar a ser no contexto da Eurolandia.
Daí este meu post.
Comunicar coisas simples para publicos complexos (as novas gerações) é um tema free of charges na SICSS.
Mas obrigatório não falhar!!
A Comunicação das Empresas Financeiras é sobretudo publicidade encantadora.Falham muito na explicação dos seus "lucros" (ainda bem que os têm)
A Comunicação do Banco Portugal tem sido centrada sobretudo no papel do Governador.Falha na explicação do seu papel no contexto nacional e internacional das economias de moeda e crédito.
A Comunicação de um Sistema Financeiro tem de ser um mix de Bom Senso, Descrição e Educação das várias gerações.
Com o apoio das tecnologias de comunicação e informação.
E nem é necessário Banda Larga para isto.
Basta Larga Visão e estratégia KISS(keep it simple stupid.
Até porque é (quase) free.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Porque há (finalmente!!!) Pordata

Celebremos a iniciativa da Sociedade Civil "na pessoa da Fundação Francisco Manuel dos Santos" e o rigor e força inteligente de António Barreto, que se materializou no lançamento do site www.pordata.pt.
A partir de agora já posso dizer aos meus amigos portugueses e estrangeiros: acreditem no que aqui virem e desconfiem do que lá não estiver porque pode ser uma face oculta da gestão de dados e informações sobre Portugal e os Portugueses.
Ergo a minha taça com champanhe comprado nas lojas do grupo Jerónimo Martins enquanto aguardo o florir dos jacarandás.
FVRoxo

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Indicadores do Plano (do Portugal) Tecnológico, ao serviço da diferença reconhecida

Alguem me ajuda a encontrar no site do Plano Tecnológico os indicadores para as medidas por destinatário?
Os indicadores para as medidas por eixo estratégico ainda lá estão alguns (e em especial dados "em grande" na página de entrada do site www.planotecnologico.pt para além de um vídeo sobre o Portugal tecnológico 2009) mas o que eu considerava importante e queria não estava nem "à mão" nem "ao pé".
Sendo assim: E que tal a APDSI lançar uma recolha sistematizada de dados e informações, a partir de várias fontes, sobre os segmentos : Cidadãos/administração Pública, Organizações(sobretudo empresas)/Administração Pública e Empresas/Investigação e Desenvolvimento, enquanto combinação simples (no meu entender)para medir resultados e melhorar acções "final user oriented"?

Era mais directo e em termos de cross analysis mais esclarecedor.Tipo 2.0 (no minimo).

Três exemplos para ilustrar aquilo que procuro identificar:

1-Que medidas tomou a ADP Central e Local e que se repercurtiram sobre a melhoria da relação com os cidadãos (Dados elementares e sintéticos e alguma informação deles resultantes) para áreas como a saude, educação,segurança interna, justiça, economia -sobretudo indústria- mas tambem agricultura e pescas?

2-Que medidas tomou a ADP Central e local e que se repercutiram sobre a melhoria da produtividade, qualidade e rentabilidade das Organizações em geral e das empresas em especial, organizadas por sectores primário, secundário, terciário e do terceiro sector (dados elementares e sintecticos e alguma informação deles resultantes)?

3- Quem fez e quanto custou em 2009 a Investigação e Desenvolvimento e que resultados teve em 2009 (sobretudo a que já vinha desde, por exemplo, o inicio do Plano Tecnológico.E a que se fechou em 2009, logo que possível)?
Que se pode concluir do comércio internacional portugues como resultado desta acção? (dados elementares, sintecticos e informações posssiveis)

Nota complementar:
Naturalmente que, quanto à Correlação PRACE /Acções do Plano Tecnológico,tambem não era dificil fazer algo simples e esclarecedor...Mas o momento não é certamente propicio devido ao deficit de disponibilidade mental mais crise oriented neste momento.
FVRoxo
Em domingo chuvoso e a lamentar a tragédia da Madeira que põe de lado, por motivos bem tristes, o longo tempo perdido com a discussão da lei das finanças Regionais.
E parece que um radar metereológico não existe na Madeira...Pena que com tanto dinheiro investido no turismo Madeirense e com tão bons resultados obtidos, um elemento da segurança de um arquipélago no meio do Oceano como é um Radar Meteriológico, não tivesse sido contemplado no Plano Tecnológico do Turismo (há algum?).
Somos "bons" nas formulações de estratégias .Mas apenas bombeiros nas implementações das mesmas.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Free SICSS

Que diferença para a nossa visão académica tradicional.!!
http://academicearth.org/


Nota:Para quando em Portugal , os académicos e seus amigos com "garantia de lugar ou quase", vão deixar de andar pendurados na SICSS do Estado, e vão começar a dar "o seu contributo desinteressado e voluntário" para o desenvolvimento das competências neste País?
Com tanta necessidade que há de desenvolver as competências nas matemáticas, fisicas, ciencias em geral e tanto "intelectual" pendurado no seu saber universitário de "capelinha" e no ganhar uns cobres à custa do "monstro"!!!
Daí o meu aplauso para o José Dias Coelho por tudo quanto faz na APDSI e não só em prol da SICSS em Portugal!!E para todos os que colaboram neste blog com a vontade de colaborar na mudança do País que actualmente é mais do que critica.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Voando sobre um ninho de cucos?

Para quando o bom senso de regresso numa época de transformações profundas mas com pessoas?
Ainda que se saiba que os Italianos são muito criativos, a SICSS merece ser abordada de uma forma mais humanizada...

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=408783

Ou há gente que já só pensa em soluções robots perante as questões demográficas das nossas Sociedades?
Bom domingo pre carnaval.
FVRoxo

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Inovação e Aprendizagem há; o que falta?

O primeiro computador electrónico foi comercializado nos USA em 1950 sendo um UNIVAC adquirido pelo United States Census Bureau.
Foi uma inovação informática baseada em "conhecenças" mecanográficas provenientes da execução do censo de 1890.
A inovação informática em Portugal iniciou-se em 1959 com a aquisição pelo LNEC de um Stantec Zebra na sequência de um passado mecanográfico e electromecânico.
Esta inovação foi seguida pela de aquisição de um IBM 650 pela HICA - Hidro eléctrica do Cávado em 1960.
Portugal nunca foi, nem é um país atrazado nestas coisas da inovação.
E a Internet também terá sido uma inovação tardia em Portugal? ... esqueceram-se do PUUG.
Embora existisse desde 1964 uma Associação Portuguesa de Mecânografia a qual, a par dos fabricantes - nomeadamene a IBM -, oferecia formação aos seus associados, só em 1974, na sequência da "transição" da APM para a API - Associação Portuguesa de Informática - se pode enuciar oficialmente a aprendizagem informática.
No ano seguinte - 1975 - inicia-se o "diferendo" entre a Universidade Nova de Lisboa e a Universidade do Minho sobre a paternidade do 1º curso universitário de Informática.
Para a "construção de sistema" parece existir neste domínio inovação e aprendizagem; faltarão a antecipção e o planeamento?
Ou existe uma atitude congénita de "esquecimento" e "destruição de memórias" que muito se acentuou a partir de 1933 e que se revela periodicamente cada vez que se executa uma "mudança"?
Algumas tentativas de recordar e demonstrar têm duração efémera e sobrevivem por "caridade"; ver uma memória virtual.