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segunda-feira, 12 de março de 2018

IKI Mobile fecha acordo com a Google



A IKI Mobile, marca portuguesa de smartphones, fechou o GSMA World Mobile Congress com mais uma vitória, passando a disponibilizar em todos os equipamentos da nova gama o sistema operativo Android 8.0. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa.

A empresa apresentou em Barcelona a sua nova gama de equipamentos, produzidos em Portugal, destacando-se o modelo topo de gama Bless Plus. Quem fizer agora a encomenda recebe-a dentro de três meses.

A nova "joia da coroa" da fabricante portuguesa utiliza o processador Octa Core, é suportado pelo sistema operativo Android 7 e tem 6 GB de RAM. A memória interna de 64 MB pode ser expandida com cartões microSD até 256 GB e pode utilizar dois cartões SIM.

O Bless Plus integra câmaras Sony, sendo a frontal de 13 MP, acompanhado de uma câmara dupla traseira de 13 MP e 5 MP. O equipamento é alimentado por uma bateria de 3.800 mAh que pode ser carregada através de tecnologia sem fios. O aparelho tem proteção antichoque e um sistema de autenticação através de impressões digitais denominado por "ultra fast fingerprint 360º".


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Bruxelas aplica multa recorde à Google


A Comissão Europeia multou a Google num valor recorde de 2,4 mil milhões de euros, por práticas anti concorrenciais mas a gigante tecnológica vai recorrer. A notícia está a ser veiculada pela imprensa internacional.

A Google quer reverter a decisão ou, pelo menos, reduzir o valor da multa imposta por Bruxelas, por abuso de posição dominante nas pesquisas relacionadas com comparadores de preços.

A sanção foi a maior de sempre por práticas anti concorrenciais alguma vez imposta pela Comissão Europeia. "A Google abusou da sua posição dominante no mercado de motor de busca, conferindo uma vantagem ilegal a outro produto Google, o seu próprio serviço de comparação de preços", lê-se no comunicado oficial da decisão.

Margrethe Vestager, comissária europeia para a Concorrência, criticou a estratégia da empresa para o seu serviço de comparação de preços, que "não era apenas a de atrair clientes tornando o seu produto melhor do que o dos seus concorrentes". Em vez disso, "a Google abusou da sua posição dominante no mercado na vertente de motor de busca, promovendo o seu próprio serviço de comparação de preços nos seus resultados de pesquisa e despromovendo os dos concorrentes", acrescentou a responsável.

A concorrência na atualidade económica já merecia a atenção da APDSI em 2007. Recorde aqui.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Google cria app a pensar na segurança individual


A Google lançou uma aplicação a pensar na segurança individual dos cidadãos. Chama-se "Contactos de Confiança" e permite-nos partilhar a localização com um círculo restrito de contactos da nossa lista.

Na eventualidade de ocorrer um problema, ou uma situação inesperada, mesmo que o telefone esteja offline ou longe do raio de alcance do utilizador, essa ou essas pessoas são avisadas. A Google alerta, contudo, que o serviço não deve ser encarado como um substituto do 112 - o número nacional de emergência.

Uma vez instalada, a aplicação pode atribuir o estatuto de "confiável" aos contactos que desejar e o seu registo de movimentos será disponibilizado na app dessa mesma pessoa. Em caso de perigo, pode partilhar a sua geolocalização com esse grupo e os seus membros podem pedir-lhe para visualizar o local exato onde se encontra. Se tudo estiver bem, pode rejeitar o pedido, mas se não responder dentro de um determinado período de tempo, a informação é partilhada automaticamente e só deixa de ser transmitida quando o indicar.

"Contactos de Confiança" é uma app gratuita e está disponível para Android.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Google investe na segurança do Drive


A Google vai investir 900 mil euros em projetos de investigação com vista a melhorarem a segurança da plataforma Drive. A empresa tem um programa de bolsas de investigação na área de segurança e também premeia com cerca de 18 mil euros quem descobrir um problema importante nos seus produtos.

«Estamos gratos pelos esforços que os bolseiros têm feito para manter seguro o Google Drive, por isso vamos financiar ainda mais bolsas para investigação de segurança independente. Manter os ficheiros seguros no Google Drive é super importante», anunciou o gestor do Google Drive, Kevin Nelson, no blogue dedicado à plataforma.

A empresa utiliza centros de dados que considera seguros para armazenar fotos, vídeos e outros documentos mas entende que são as pessoas que melhor podem garantir elevados níveis de segurança.

De recordar que as questões de segurança estiveram entre as principais preocupações no ano de 2015, com o registo de vários incidentes, falhas e quebras de privacidade em todo o tipo de empresas, desde fotos pessoais de celebridades retiradas de contas iCloud, até à exposição de milhares de utilizadores do site de relações extra-conjugais Ashley Madison.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Google, Microsoft e Yahoo e o direito de ser esquecido



A União Europeia pretende ouvir a Google, Microsoft e Yahoo para avaliar as suas preocupações sobre a mais recente decisão do organismo que atribuiu aos cidadãos o chamado «direito a serem esquecidos» na Internet, sempre que as pesquisas devolverem resultados «inadequados, irrelevantes, já ultrapassados ou excessivos».

Apesar de já ter acontecido uma primeira reunião, um dos pontos que maior discussão tem gerado é a recusa da Google em remover nomes de pessoas dos seus resultados de buscas. O site prefere fazer uma remoção mais restrita de links com nomes de pessoas nas versões europeias do seu motor de buscas, como google.fr ou google.co.uk. Uma posição que já criou polémica com os órgãos reguladores da Alemanha, por exemplo.

Os órgãos reguladores também se dizem preocupados sobre se a Google tem dado detalhes suficientes nas suas explicações, quando rejeita os pedidos, alegando que existe um interesse público na informação, e querem que os mecanismos de buscas façam um teste para a remoção de dados de forma mais clara.

Um desses casos aconteceu na Irlanda onde a Google rejeitou o pedido de um cidadão que pretendia remover um link de um artigo de jornal com informações supostamente embaraçosas a seu respeito. Na carta em que explica o motivo da rejeição a Google diz que o URL que o utilizador queria remover «poderia ser de particular interesse para quem pretenda usar os seus serviços profissionais».

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Google map ou Google nap?



Dois jovens holandeses juntaram-se para criarem uma base de dados que ajuda a identificar os melhores locais para se fazer... uma sesta.

Kakhiel e Venour tiraram partido do Google maps e, quase numa brincadeira com a própria fonética da aplicação, decidiriam criar a Google naps que pretende identificar os melhores locais para fazer uma pausa e descansar no meio do ritmo acelerado das grandes cidades.

O melhor local para fechar os olhos por um bocadinho a seguir ao almoço é gerado a partir da localização do utilizador.

Em Lisboa, por exemplo, o Google Naps aconselha o Parque das Nações e no Porto a sugestão aponta para os bancos da Foz do Douro. Se for no Algarve as praias de Portimão são destacadas pela Google naps.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Google e Centro Internet Segura lançam guia de segurança online


A Google e o Centro Internet Segura juntaram-se para criar o site intitulado "É bom saber" que tem por objetivo promover a segurança online.

A iniciativa vem dar continuidade à parceria iniciada em 2012 entre as duas entidades com o lançamento do site onde a Google fornece dicas e orientações para que crianças e jovens naveguem na Internet em segurança.

O guia agora lançado aborda temas como palavras-passe, roubo de identidade e esquemas fraudulentos, a importância de bloquear o ecrã e/ou dispositivos e utilizar redes seguras e também mostra como a própria Google lida com as questões de segurança e privacidade.

O material disponível na publicação pode ser utilizado por pais e professores como um guia de fácil implementação para a educação.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

APDSI promove conferência sobre "Privacidade, Inovação e Internet"


A APDSI realizou, a 22 de maio de 2013, uma conferência sobre "Privacidade, Inovação e Internet" na qual estas questões foram abordadas a partir de diferentes perspetivas de análise. A abertura da sessão esteve a cargo do presidente da direção da APDSI, professor José Dias Coelho, que destacou a pertinência do tema face à contradição que os próprios conceitos de privacidade e inovação encerram: "São dois temas em conflito porque a privacidade condiciona a inovação. Este é um tema atual, em ebulição, e enquanto não ficar claro o que está a acontecer vamos continuar a promover o debate".

O engenheiro José Gomes Almeida, coordenador da conferência e membro da direção da APDSI, começou por contextualizar o significado atual de privacidade, dando como exemplo os mapas que existem online com vistas de ruas, ou do Facebook que mostra a nossa história de vida, recordando que já em 2009 a APDSI tinha organizado uma conferência dedicada às "TIC para um mundo mais seguro": "O debate público sobre privacidade na Internet está instalado num novo patamar: no terreno dos valores culturais e comportamentais".

Sendo unânime a opinião de que a consciência global dos cidadãos está a mudar sobre os riscos associados à utilização da Internet, o professor Paulo Veríssimo referiu-se a dois conceitos importantes quando se fala de segurança na web: personalidade e privacidade digitais. "Em breve não ter personalidade digital e como não ter cartão de cidadão mas isso implica que uma boa parte da nossa vida fique algures. E algures para mim, neste contexto, é a melhor tradução de online", advogou Paulo Veríssimo. Os comportamentos de risco por parte dos jovens também mereceram a atenção do professor que lançou o desafio: "O Estado e os juristas têm a obrigação de começar a pensar nisto a sério. A digitalização da sociedade é um caldeirão e a questão que se levanta nesta altura é a quem é que interessa preservar a privacidade e a quem interessa não o fazer. A escrita das leis está virada para as soft matters e não pode ser assim porque no ciberespaço os perigos são muitos", ao mesmo tempo que alertou para a facilidade com que pode ocorrer o roubo de uma impressão digital: "Se a lei não acautelar a robustez do meio utilizado, no campo da biometria, por exemplo, então torna-se ineficaz. Não há nada mais nefasto que más leis; é pior do que leis nenhumas".


Novo regulamento sobre proteção de dados em 2015

Ilustrando o seu ponto de vista, a advogada Magda Cocco contrapôs algum do cepticismo inicial e acrescentou dados referentes à recente Proposta de Diretiva sobre Segurança das Redes e da Informação levada a cabo a 7 de fevereiro deste ano. "Na Europa sempre prevaleceu a privacidade em vez da segurança. Foi o 11 de setembro que passou a consagrar alguns valores de acesso a informação considerada pessoal até à data. Antes dos atentados já havia muita informação que estava retida. Foi o efeito Bin Laden na Europa que levou à criação de um novo pacote legislativo sobre e-privacy", afirmou, considerando positivas as mudanças que se sucederam: "Hoje em dia temos autoridades de proteção de dados em cada um dos Estados Membros. Este novo regulamento reduzirá a burocracia e corresponde à poupança de mais de dois milhões de euros por ano. O pacote legislativo de protecção de dados que está em discussão deverá entrar em vigor em 2015".

Também está previsto um significativo agravamento do valor das coimas a aplicar. O "privacy by design" será um conceito usual a partir de 2015 que implica que a proteção da privacidade e dos dados pessoais esteja incorporada em todo o ciclo de vida das tecnologias, desde a fase inicial de projeto até à sua implantação, utilização e eliminação final.

Perante estas novas regras Magda Cocco defende não pode haver uma lei única a aplicar no mundo inteiro: "É impossível legislarmos algo que circula livremente. Tem que haver uma adequada proteção dos dados com base numa cooperação enorme entre o mundo inteiro. A legislação americana é contraditória nalguns aspetos com princípios europeus, por exemplo".

O impacto da Internet na economia global

A abordagem na necessidade de se equilibrar três dimensões - privacidade, economia e inovação, bem como o papel que os consumidores e as empresas têm de ter, foi feita por Bárbara Navarro, Directora de Políticas Públicas e Assuntos Institucionais da Google para o Sul da Europa. Assim, do ponto de vista legislativo, um dos fatores que deve ser tido em consideração é o custo da regulação e a forma como os padrões locais podem não ser suficientemente eficientes para dar resposta aos desafios globais.
Bárbara Navarro destacou a rápida evolução dos utilizadores de Internet que em 2000 eram 650 milhões e em 2010 já eram dois mil milhões. "O debate da proteção de dados não pode esquecer estes números de pessoas conectadas diariamente em todo o mundo porque falar de proteção de dados também é economia. A Internet é dos poucos setores que pode levar a um crescimento económico com um forte impacto no PIB porque a Internet não é exclusiva aos setores TIC. A economia digital tem impacto nas PMEs, no comércio electrónico, na transformação da Administração Pública, na cidadania e na circulação de dados. Esta é uma grande revolução", expôs a responsável da Google.

A manipulação de imagem foi outra questão que, para José Magalhães, tem de ser punida futuramente com castigos mais severos para os infratores, nomeadamente com responsabilidade disciplinar, civil e criminal. "O equilíbrio é possível" augurou o ex-ministro antes de concluir a sua intervenção fazendo referência à "Lei Carolina Dieckmann", que entrou em vigor no dia 2/4/2013, no Brasil, e considerou crime a invasão de aparelhos eletrónicos para obtenção de dados particulares, com pena de três meses a um ano de prisão e multa.

Coube ao professor Bacelar Gouveia, constitucionalista, encerrar a conferência "Privacidade, Inovação e Internet" com as informações que concretizam o propósito legal por detrás desta discussão. "Estamos numa fase importante de transição em que vamos ter um instrumento normativo no que respeita à proteção de dados pessoais", antecipou.

No encerramento da sessão o constitucionalista recordou o tão falado Artigo 35 da Constituição Portuguesa, que é anterior à da Internet e dos computadores em uso massificado. O Artigo 35 consagra o direito do cidadão à autodeterminação informacional - direito a conhecer dados, à sua eliminação, retificação e a não serem usados sem consentimento. "A Constituição foi excelente na antecipação do futuro na medida", finalizou.

O encontro, que decorreu sob coordenação do Eng.º José Gomes Almeida, teve lugar na Culturgest, em Lisboa.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Chefe Operacional do Facebook é a 10ª mulher mais poderosa na área da tecnologia


A Chefe Operacional do Facebook, a norte-americana Sheryl Sandberg, foi considerada a décima mulher mais poderosa na área da tecnologia. A executiva é destacada em 2012 na lista das mulheres mais poderosas do mundo, elaborada anualmente pela revista Forbes, e que junta mulheres de negócios, mulheres na política e celebridades.

De referir que, este ano, a lista da Forbes para as 100 mulheres mais poderosas do mundo é encabeçada por figuras femininas na política: A Chanceler alemã Angela Merkel aparece em primeiro lugar, seguida da Secretária de Estado americana Hillary Clinton, em segundo, e da Presidente do Brasil Dilma Rousseff, na terceira posição.


Sheryl Kara Sandberg, com 42 anos, é Chefe Operacional do Facebook desde 2008. Em junho de 2012 também foi eleita pelos membros para o conselho de administração, tornando-se a primeira mulher a ocupar tal posição na empresa. Antes de começar a trabalhar no Facebook, Sandberg foi Vice-presidente de Vendas Globais e Operações Online da Google. Também foi Diretora de Recursos Humanos no Departamento do Tesouro norte-americano.

Ocupando o 15° lugar no ranking, Virginia Rometty tornou-se, também, na primeira mulher a ocupar o cargo de presidência da IBM em janeiro deste ano. Pouco depois, em 17º, encontramos a CEO da Xerox, Ursula Burns, seguida, em 18º lugar, de Meg Whitman que desempenha as mesmas funções na Hewlett-Packard.

Marissa Mayer, a CEO da Yahoo, é outra das mulheres que a Forbes destacou na área da tecnologia, ocupando o 21º posto, quase ao lado de Susan Wojcicki, a Vice-presidente da Google, na 25ª posição.

Ainda nas 50 primeiras é de registar a presença da Presidente da Oracle, Safra Catz, na 48ª posição.

O ranking da Forbes relaciona as mulheres com mais prestígio, poder de compra, presença nos media e redes sociais de todo o mundo. Pode ver a lista completa aqui.