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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Portugal está no top 10 dos países com melhores políticas de desenvolvimento


Portugal está no top 10 dos países com melhores políticas de desenvolvimento. Os dados são do Commitment to Development que mede o compromisso de 27 dos países mais ricos do mundo com as políticas de desenvolvimento que beneficiam as populações nos países mais pobres.

Portugal aparece em 9.º lugar na lista dos países que mais ajudam ao desenvolvimento. A tabela é liderada pela Suécia.

Em 2.º lugar ficou a Dinamarca, seguida pela Finlândia, a Alemanha, o Luxemburgo, a Holanda, a França e o Reino Unido. Depois de Portugal, a lista dos dez melhores é completada pela Bélgica.

No ranking elaborado por esta organização com sede em Washington, o Commitment to Development destaca, no caso de Portugal, a performance especialmente forte quanto à tecnologia (Portugal é o terceiro país em termos de ajuda), migrações e ambiente.

Portugal está na média dos 27 países quanto a políticas de finanças e de segurança, nas pode melhorar no comércio com os países em desenvolvimento (está em 20.º lugar) - fator que levou agora à queda face ao ranking de 2017.

Os avaliadores têm reconhecido ao país méritos, por exemplo, na transparência internacional, mas diz a organização dirigida por Lawrence Summers (que dirigiu o Conselho Nacional Económico na Administração Obama entre 2009 e 2011), que ainda há caminho a fazer na forma como Portugal ajuda os países em desenvolvimento.


terça-feira, 10 de abril de 2018

A APDSI associa-se ao evento "Tecnologia: o teu futuro?"



A APDSI associa-se ao evento "Tecnologia: o teu futuro?" como parceiro de comunicação.

O evento, organizado pela comunidade Geek Girls Portugal, realiza-se dia 5 de maio, na Universidade do Porto, e destina-se a jovens mulheres (13-17 anos) e aos seus encarregados de educação.

O objetivo é dar a conhecer a área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e ver cada vez mais mulheres ligadas à tecnologia, vertente em que existe uma vasta oferta de formação e empregabilidade.

O evento vai contar com testemunhos de mulheres profissionais na área das tecnologias de informação, workshops de programação de apps para telemóveis, criação de sites e usabilidade para a Web.

Segundo dados da Pordata, a taxa feminina de diplomadas no Ensino Superior em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em Portugal foi, em 2015, de 18.5%, correspondendo a apenas 956 mulheres. Na atual conjetura económica há já uma grande escassez de recursos humanos em Portugal e na Europa nesta área.

Fundada em 2010, a comunidade Geek Girls Portugal é a primeira comunidade portuguesa que reúne mulheres que trabalham em TIC. A sua missão foca-se no apoio, capacitação e progressão profissional de mulheres na área tecnológica.

A participação no evento é gratuita, mas está sujeita a candidatura até 15 de abril em http://geekgirlsportugal.pt/oteufuturo

Se necessitar de algum esclarecimento adicional, não hesite em contactar-nos para o e-mail secretariado@apdsi.pt e também através do telefone 21 751 07 62.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Gurus mundiais da tecnologia na Alfândega do Porto a 20 de setembro



A 3.ª edição da Porto Tech Hub Conference terá lugar no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, onde a 20 de setembro são esperados mais de 1000 espectadores para assistir à conferência internacional que, desde 2015, reúne no Porto alguns dos mais reputados especialistas mundiais da área tecnológica para debater e apresentar as últimas tendências do setor.

Este ano, o maior evento de tecnologia realizado no Porto vai estrear um novo formato, apresentando oito oradores que vão abordar, ao longo de um dia inteiro, temas diversos que vão do conteúdo técnico, a tendências tecnológicas, passando por perspetivas mais abrangentes sobre as tecnologias de informação.

A associação Porto Tech Hub, entidade organizadora do evento, já revelou os nomes dos primeiros três oradores com presença confirmada na edição de 2017: Simona Cotin, Cloud Developer Advocate da Microsoft; Benjamin Fuentes, Bluemix & Blockchain Advocate da IBM; e Simon Ritter, Deputy Chief Technology Officer da Azul Systems.

Depois de, na última edição, ter contado com a participação de speakers nacionais e internacionais de empresas de renome, como a Google, Spotify, The Guardian, Facebook e Ebay, a Porto Tech Hub assegura que,  nas próximas semanas, serão anunciadas mais surpresas.

«No ano passado tivemos 650 pessoas no Hard Club e uma procura largamente superior à nossa capacidade, pelo que este ano optamos por um local maior. Por outro lado, entendemos abandonar a realização de conferências em simultâneo, para permitir que todos os participantes possam ouvir todas as talks, não tendo que optar entre duas em que gostariam de estar presentes», destaca Paula Gomes da Costa, presidente da associação Porto Tech Hub, em comunicado enviado à imprensa.

sábado, 24 de setembro de 2016

Paddy Cosgrave sobre Portugal: "Muita gente importante que estava em Berlim está a mudar-se para Lisboa"


Lisboa vai receber, durante pelo menos três anos, a Web Summit. Este ano, o Meo Arena vai ser palco, de 7 a 10 de novembro, deste que é um dos mais importantes eventos europeus de tecnologia, empreendedorismo e inovação. A cimeira espera de 50.000 participantes, de mais de 150 países, incluindo mais de 20.000 empresas, 7.000 presidentes executivos, 700 investidores e 2.000 jornalistas internacionais.

Para o público em geral ainda há ingressos à venda, por 700 euros. Em setembro foi conhecido o resultado do Road 2 Web Summit, um concurso à escala nacional que selecionou 66 start-ups portuguesas que em novembro vão ter que mostrar, o que de melhor se faz em Portugal no que diz respeito a empreendedorismo tecnológico.

Os empreendedores selecionados vão ter também uma espécie de formação para que possam tirar o melhor partido possível da presença no Web Summit. Já a Born from Knowledge, iniciativa do Ministério da Ciência e Ensino Superior, escolheu dois mil voluntários no âmbito universitário. O objetivo é que em troca de um dia de trabalho no evento tenham acesso, de forma gratuita, aos outros dois dias.

A outra boa notícia é que a Web Summit vai abrir o seu primeiro escritório fora da Irlanda e vai ser no novo Hub Criativo de Lisboa, em Marvila, um espaço de três mil metros quadrados cedido pelo Ministério das Finanças e da Defesa. O espaço servia de armazém militar. Para o escritório da Web Summit em Portugal vão ser contratados, principalmente, comerciais, engenheiros e project managers. Paddy Cosgrave, o fundador da Web Summit, admite que Portugal foi o país escolhido porque tem muito talento escondido, cafés baratos e um sol sem comparação.

Nos quatro dias de Web Summit em Portugal vai, ainda, haver workshops, e sessões de treino intensivo que visam dotar as startups de uma melhor preparação para o futuro. Haverá ainda um "Espaço Ecossistema", onde as startups e incubadoras foram convidadas a expor o seu projeto e que conta assim com mais de uma centena projetos em exibição. No total são esperados cinco mil portugueses.

No dia do anúncio da instalação em Portugal do primeiro escritório da Web Summit fora de Portugal, Paddy Cosgrave aceitou falar com APDSI.

Porque é que há tanta gente a querer estar presente na Web Summit?
Eu acho que vêm porque oferecemos um produto que é muito atrativo. Vêm para conhecer outras pessoas que podem ajudar nos seus negócios ou, de alguma maneira, nas suas vidas profissionais. Vêm para se divertirem nos eventos de final de tarde, o que também é muito importante, e vêm para aprender com os nossos speakers incríveis com quem, normalmente, não conseguiriam entrar em contacto. Portanto, ter centenas de pessoas, que estão no topo da tecnologia, todas a falarem sobre as suas experiências, é uma oportunidade fantástica quer fabriques cortiça, whisky ou carros. Podes aprender sobre como o marketing está a mudar ou qual o melhor software para o teu negócio.

Quantos profissionais espera vir a contratar para o seu escritório em Lisboa?
Nos últimos meses contratámos gente incrível em Portugal que está a trabalhar nos nossos escritórios em Dublin. Senti-me inspirado pelas pessoas que entrevistei e comecei a achar que devíamos mesmo abrir um escritório aqui, o talento é surpreendente e mal posso esperar para começar a contratar os primeiros funcionários para Lisboa, cerca de uma dúzia, para começar. Quanto mais gente encontrar, mais gente irei contratar com certeza. Somos uma empresa jovem, com um crescimento rápido, por isso, estas coisas não são fáceis de prever. Há seis anos tínhamos 400 participantes nas conferências e eu nunca pude prever que viriam a ser 5.000. Se, na altura, me perguntassem por previsões de crescimento, eu apontaria para umas mil pessoas, por isso, quem sabe o que o futuro nos reserva? Agora estamos apenas focados na Web Summit em novembro; vamos começar a contratar logo a seguir ao evento.

O que Portugal tem a ganhar ao acolher a Web Summit?
A grande mudança que aconteceu nos últimos anos foi que os investidores internacionais começaram a ficar muito interessados nas jovens empresas portuguesas. E a seriedade deste interesse é sublinhada pelo facto de estar, realmente, a haver investimento estrangeiro em Portugal que vem do resto da Europa, da Ásia e de Silicon Valley. Portanto, as empresas portuguesas dificilmente conseguirão outra oportunidade de serem vistas por cerca de mil investidores que cá estarão nesses quatro dias.

Costuma aconselhar os investidores?
Não, eu não digo a nenhum investidor onde deve investir. O que faço é proporcionar encontros mas cabe aos empreendedores criarem uma boa história para apresentar o seu negócio. Eu conheço alguns empreendedores portugueses e sei que vocês não têm dificuldades em atrair grandes investidores.

As empresas que se apresentam na Web Summit têm todas uma forte ligação às novas tecnologias, correto?
Nem por isso. Muitas das startups que aqui chegam não estão diretamente relacionadas com a tecnologia; vêm de outras áreas já seguras, inspiradas em grandes empresas dos mais variados setores, até dos mais tradicionais. Sim, há gente que vem dos setores tradicionais que vem apenas por curiosidade, para saber como é que as tecnologias influenciam os seus negócios e eu acho que isso ainda vai tornar o evento mais interessante.

Porque escolheu Portugal para instalar o seu primeiro escritório fora da Irlanda?
Porque eu já tinha lido que Portugal era o país mais ensolarado de toda a Europa, e é! Porque continuo a achar estranho ir a um café, pedir uma bica e pagar 60 cêntimos! É de loucos! [risos] As ruas são inacreditavelmente vibrantes. Se eu quiser ir fazer surf é só ir, literalmente, até ao fundo da rua. O meu irmão vivia em Berlim e mudou-se para cá. Havia muita gente que estava em Berlim, gente importante, porque era uma cidade super fixe, considerada a capital da Europa, e que está a mudar-se para Lisboa, não para outro destino qualquer, portanto isso há-de dizer alguma coisa sobre a cidade.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

APDSI 2015: 14.º Fórum da Arrábida



A APDSI realizou, no dia 16 de outubro de 2015, o 14.º Fórum da Arrábida subordinado ao tema "Repensar o Futuro da Sociedade da Informação - Mercado Único Digital Europeu: transformações económicas, competências e empregabilidade". 

Um tema tão clássico como atual é o da relação entre as tecnologias e o emprego. Sabe-se que as tecnologias, e em particular as tecnologias que caraterizam a SI, destroem emprego, por exemplo substituindo tarefas administrativas por processamentos informáticos; sabe-se também que criam emprego, o chamado "Emprego Digital" que, a propósito, tem merecido uma especial atenção da Comissão Europeia, traduzida em Portugal pela iniciativa "Coligação Portuguesa para a Empregabilidade Digital".

Leia aqui o documento final resultante do Fórum e veja,mais abaixo, o vídeo-resumo do encontro.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Mulheres no mundo das tecnologias são as mais influentes


As mulheres de negócios mais influentes do mundo estão ligadas às TIC - Tecnologias de Informação e Comunicação.

A notícia foi avançada pela revista Fortune que publicou uma lista com as 50 mulheres mais influentes do mundo dos negócios, na qual, as dez primeiras posições são detidas por líderes de empresas tecnológicas.

Ginni Rometty, presidente da administração e directora executiva da IBM, aparece em primeiro lugar, sendo a mulher mais influente no sector empresarial, à semelhança do que já tinha acontecido na edição do ano passado desta contagem.

Nas primeiras dez posições, além da CEO da IBM, ainda aparecem Sharyl Sandberg, directora de operações do Facebook, que subiu da oitava para a quinta posição, Marissa Mayer, CEO da Yahoo!, que está na oitava posição. De referir que, estando na liderança da empresa há pouco mais de um ano, já conseguiu que as acções da Yahoo! valorizassem 111% desde a sua chegada. 

Meg Whitman, diretora executiva da Hewlett-Packard, ocupa este ano a nona posição depois de em 2012 ter conseguido a medalha de "bronze" no ranking da Fortune. A revista norte-americana considera que a CEO da HP encontrou uma tarefa difícil de resolver na tecnológica e que as consequentes quebras no mercado dos computadores pessoais não estão a ajudar.

Até à 20ª posição existem mais três mulheres ligadas diretamente a grandes empresas tecnológicas. Ursula Burns, da Xerox, ocupa o 13º lugar, Safra Catz, da Oracle, fica logo atrás na 14ª posição, enquanto Susan Wojcicki, da Google, assegura o lugar 19.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Conheça a posição da APDSI sobre o Desporto e a SI

A evolução e integração das tecnologias da Sociedade da Informação e do Conhecimento, em praticamente todos os setores de atividade, é uma realidade a que assistimos diariamente e à escala global. O setor do desporto, nas suas componentes amadora e profissional, não está, naturalmente, à margem das tecnologias.

A modernização e o aumento de competitividade da indústria associada ao desporto, que incide não apenas sobre os processos exclusivamente técnico das diferentes modalidades, mas também sobre os produtos e os serviços emergentes do desporto, dependem hoje, em grande parte, da inovação e utilização das tecnologias da informação. As tecnologias não são apenas utilizadas em contextos desportivos, mas também sobre as respetivas organizações e a gestão de desporto.
De realçar o papel crescente que as TICs têm vindo a ter na melhoria contínua do desempenho desportivo dos atletas de alta competição, bem como nos sucessos desportivos das equipas profissionais das modalidades coletivas.

Note-se o papel cada vez mais importante das TICs no sentido de contribuir para a verdade desportiva, com a implementação de técnicas que permitem avaliar o correto cumprimento das regras dos jogos. Na indústria altamente competitiva que é o futebol hoje em dia, já se avalia a possibilidade de colocar chips nas bolas de futebol para ajudar os árbitros nas decisões sobre o cumprimento das leis do jogo.

A APDSI, enquanto organização atenta aos impactos da Sociedade da Informação nos vários domínios da sociedade, entende que é chegado o momento para se começar a sistematizar o "edifício" da sociedade da informação no desporto, visto como mais um domínio onde os seus benefícios estão a ser rapidamente incorporados.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Desporto e a SI - quais as modalidades que mais beneficiam?

A evolução e integração das tecnologias da Sociedade da Informação e do Conhecimento, em praticamente todos os setores de atividade, é uma realidade a que assistimos diariamente e à escala global.

Note-se o papel cada vez mais importante das TICs no sentido de contribuir, por exemplo, para a verdade desportiva, com a implementação de técnicas que permitem avaliar o correto cumprimento das regras dos jogos. Na indústria altamente competitiva que é o futebol hoje em dia, já se avalia a possibilidade de colocar chips nas bolas de futebol para ajudar os árbitros nas decisões sobre o cumprimento das leis do jogo.

Para além do futebol, que outras práticas desportivas considera que estão a evoluir graças à introdução e adoção das TIC?

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O Desporto e a SI - diga-nos o que pensa

O setor do desporto, nas suas componentes amadora e profissional, não é alheio ao evoluir das tecnologias.

A modernização e o aumento de competitividade da indústria associada ao desporto, que incide não apenas sobre os processos exclusivamente técnico das diferentes modalidades, mas também sobre os produtos e os serviços emergentes do desporto, dependem hoje, em grande parte, da inovação e utilização das tecnologias da informação. As tecnologias não são apenas utilizadas em contextos desportivos, mas também sobre as respetivas organizações e a gestão de desporto.

Como vê esta evolução? De uma forma positiva ou com dúvidas?

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Chefe Operacional do Facebook é a 10ª mulher mais poderosa na área da tecnologia


A Chefe Operacional do Facebook, a norte-americana Sheryl Sandberg, foi considerada a décima mulher mais poderosa na área da tecnologia. A executiva é destacada em 2012 na lista das mulheres mais poderosas do mundo, elaborada anualmente pela revista Forbes, e que junta mulheres de negócios, mulheres na política e celebridades.

De referir que, este ano, a lista da Forbes para as 100 mulheres mais poderosas do mundo é encabeçada por figuras femininas na política: A Chanceler alemã Angela Merkel aparece em primeiro lugar, seguida da Secretária de Estado americana Hillary Clinton, em segundo, e da Presidente do Brasil Dilma Rousseff, na terceira posição.


Sheryl Kara Sandberg, com 42 anos, é Chefe Operacional do Facebook desde 2008. Em junho de 2012 também foi eleita pelos membros para o conselho de administração, tornando-se a primeira mulher a ocupar tal posição na empresa. Antes de começar a trabalhar no Facebook, Sandberg foi Vice-presidente de Vendas Globais e Operações Online da Google. Também foi Diretora de Recursos Humanos no Departamento do Tesouro norte-americano.

Ocupando o 15° lugar no ranking, Virginia Rometty tornou-se, também, na primeira mulher a ocupar o cargo de presidência da IBM em janeiro deste ano. Pouco depois, em 17º, encontramos a CEO da Xerox, Ursula Burns, seguida, em 18º lugar, de Meg Whitman que desempenha as mesmas funções na Hewlett-Packard.

Marissa Mayer, a CEO da Yahoo, é outra das mulheres que a Forbes destacou na área da tecnologia, ocupando o 21º posto, quase ao lado de Susan Wojcicki, a Vice-presidente da Google, na 25ª posição.

Ainda nas 50 primeiras é de registar a presença da Presidente da Oracle, Safra Catz, na 48ª posição.

O ranking da Forbes relaciona as mulheres com mais prestígio, poder de compra, presença nos media e redes sociais de todo o mundo. Pode ver a lista completa aqui.