quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Conferência anual da itSMF: "Tendências da Gestão de Serviços TIC no Contexto da Inovação"
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
14.ª Conferência Anual da itSMF
Inscreva-se para secretariado@itsmf.pt. Encontra o programa completo aqui.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Caneta Digital
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Conferência: Privacidade, Inovação e Internet - vídeo
O engenheiro José Gomes Almeida, coordenador da conferência e membro da direção da APDSI, começou por contextualizar o significado atual de privacidade, dando como exemplo os mapas que existem online com vistas de ruas, ou do Facebook que mostra a nossa história de vida, recordando que já em 2009 a APDSI tinha organizado uma conferência dedicada às "TIC para um mundo mais seguro".
No Youtube, cujo link encontra na imagem acima, pode ver a versão sintetizada da conferência.
terça-feira, 4 de junho de 2013
APDSI promoveu conferência sobre "Privacidade, Inovação e Internet"
quinta-feira, 23 de maio de 2013
APDSI promove conferência sobre "Privacidade, Inovação e Internet"
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Conferência: Privacidade, Inovação e Internet
quinta-feira, 18 de março de 2010
O DNA do Inovador
A Plataforma do Empreendedor vai realizar no próximo dia 25Março - 09H00-13H00 – um workshop com o tema “CALL FOR ACTION- EMP! OS BASTIDORES DA INOVAÇÃO”, no auditório Luís Morales (instalações da AIP-CE, Junqueira).
Neste workshop irá ser apresentada a iniciativa Fab Labs- laboratórios de fabricação digital e local, onde cidadãos e organizações têm acesso a ferramentas tecnológicas que permitem materializar invenções e ideias. São agentes de dinamização e inovação, que têm contribuído para o desenvolvimento de vários locais no mundo, do Gana à Noruega. Em suma, são centros de prototipagem rápida, que se pretende aberto à comunidade, para que todos possam ter acesso à inovação e à criatividade, promovendo a empregabilidade pela capacitação individual.
Inscrições gratuitas (limitadas à disponibilidade da sala). Saiba mais em www.empreender.aip.pt
A este propósito, aqui fica um interessante vídeo sobre o DNA do Inovador com a entrevista ao Prof Hal Gregersen
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Indicadores do Plano (do Portugal) Tecnológico, ao serviço da diferença reconhecida
Os indicadores para as medidas por eixo estratégico ainda lá estão alguns (e em especial dados "em grande" na página de entrada do site www.planotecnologico.pt para além de um vídeo sobre o Portugal tecnológico 2009) mas o que eu considerava importante e queria não estava nem "à mão" nem "ao pé".
Sendo assim: E que tal a APDSI lançar uma recolha sistematizada de dados e informações, a partir de várias fontes, sobre os segmentos : Cidadãos/administração Pública, Organizações(sobretudo empresas)/Administração Pública e Empresas/Investigação e Desenvolvimento, enquanto combinação simples (no meu entender)para medir resultados e melhorar acções "final user oriented"?
Era mais directo e em termos de cross analysis mais esclarecedor.Tipo 2.0 (no minimo).
Três exemplos para ilustrar aquilo que procuro identificar:
1-Que medidas tomou a ADP Central e Local e que se repercurtiram sobre a melhoria da relação com os cidadãos (Dados elementares e sintéticos e alguma informação deles resultantes) para áreas como a saude, educação,segurança interna, justiça, economia -sobretudo indústria- mas tambem agricultura e pescas?
2-Que medidas tomou a ADP Central e local e que se repercutiram sobre a melhoria da produtividade, qualidade e rentabilidade das Organizações em geral e das empresas em especial, organizadas por sectores primário, secundário, terciário e do terceiro sector (dados elementares e sintecticos e alguma informação deles resultantes)?
3- Quem fez e quanto custou em 2009 a Investigação e Desenvolvimento e que resultados teve em 2009 (sobretudo a que já vinha desde, por exemplo, o inicio do Plano Tecnológico.E a que se fechou em 2009, logo que possível)?
Que se pode concluir do comércio internacional portugues como resultado desta acção? (dados elementares, sintecticos e informações posssiveis)
Nota complementar:
Naturalmente que, quanto à Correlação PRACE /Acções do Plano Tecnológico,tambem não era dificil fazer algo simples e esclarecedor...Mas o momento não é certamente propicio devido ao deficit de disponibilidade mental mais crise oriented neste momento.
FVRoxo
Em domingo chuvoso e a lamentar a tragédia da Madeira que põe de lado, por motivos bem tristes, o longo tempo perdido com a discussão da lei das finanças Regionais.
E parece que um radar metereológico não existe na Madeira...Pena que com tanto dinheiro investido no turismo Madeirense e com tão bons resultados obtidos, um elemento da segurança de um arquipélago no meio do Oceano como é um Radar Meteriológico, não tivesse sido contemplado no Plano Tecnológico do Turismo (há algum?).
Somos "bons" nas formulações de estratégias .Mas apenas bombeiros nas implementações das mesmas.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Novas Oportunidades.Sempre.
http://gigaom.com/2009/12/09/who-is-getting-rich-off-the-iphone/
PODE quem IPHONE
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
PRACE-Para que te quis...?
Alguns "questionamo-nos em grupo" e dizemos: será por já termos passado o meio século de idade que vemos tudo "tão mal"?
Outros "respondemo-nos em unissomo" dizendo:mas se até os nossos filhos acham o mesmo...
A realidade nua e crua é que estamos mesmo "à rasca". Não todos...mas muitos! E vá lá saber para que serviu a estratégia de Lisboa, o Plano tecnológico (o da Banda Larga, etc) e...até o PRACE que anda fugido da Praça Pública.
A propósito:
Para além de tudo o mais que nos apoquenta em sede de Finanças Públicas e Competitividade, é urgente e imperioso que, "sem facas na mão e na liga", se discuta com sentido positivo, afinal o que fica/ficará do PRACE para além de macro e microestruturas Ministeriais.
E afinal, para além do cartão do cidadão e de muitos outros aspectos positivos, Simplex e não Simplex, levados à prática nos últimos 10 anos (já lá vai uma decada do XXI...) para colocar a Administração Pública (central e local) mais lado a lado, menos frente a frente, mas sempre visando fazer melhor em conjunto CIDADÃO/PRESTADORES DE SERVIÇOS, que balanço podemos fazer dos resultados (mas sem grandes textos porque sdepois ninguem os lê...)
É certo que " a mudança de mentalidades", "a mudança de atitudes", a "mudança das mudanças", são sempre dificeis de fazer (parecia ser mais fácil num pequeno País, mas parece que não é ...e nunca o foi...). Mas no contexto da Sociedade da Informação, do Conhecimento, dos Saberes e da Sabedoria (SICSS) talvez tenhamos de admitir outras explicações para o que continua por fazer.Porque caiu afinal muito do PRACE na Praça Pública?
Afinal qual o estado da arte dos processos de trabalho com apoios tecnológicos "modernissimos", para melhorar a relação com o cidadão, com os colegas e com outros Serviços?
Qual a relação entre Estratégia, Estruturas e Processos implementados no quadro de uma Administração Pública (e Empresas Públicas de serviço social) orientada para o SERVIÇO À COMUNIDADE muito para além do que se diz" em colóquios,conferencias e sessões de formação,etc.E que eram, em ultima instancia uma das metas do PRACE?
Afinal há 1 (uma) ou 13 (treze) " funções públicas" (fora o que fica de fora do OE mas está dentro da perspectiva de serviço público)?
E porque é que nem sequer os sites de cada Ministério têm um look de entrada normalizado e uma navegação facilitadora da transparencia de informação para todos (mesmo os infoexcluidos)? E em que se possa validar que "antes PRACE era assim.E agora é assim!! (para melhor!!).
Mais uma vez parece que os Teóricos das GRANDES REFORMAS da AP se esqueceeram que os resultados a alcançar na SICSS não são como os "burocráticamente obtidos" nas velhas lógicas das reformas feitas à luz do "velho" (mas bem elaborado) manual do Direito Administrativo de Marcelo Caetano e dos principios das políticas públicas visando a melhoria da produtividade AP, postas em prática dos ultimos 15 anos tipo " lá vai lei e segurem-se.Mas poucos vão cair...".
Afinal:PRACE-Para que te fizeram? (no contexto da SICSS).
ERPendeste-te de teres começado? CRManchaste a tua vida)?WORKfloaste a tua Visão que nunca mais a viste?
Haja quem preste contas.Para que TODOS possamos ajudar a corrigir o que correu menos bem.Ou não foi feito.
Porque BEING é fácil!!! DOING é que é complicado.... Dizia-me há uns anos um cozinheiro portugues a trabalhar em Londres desde 1980, quando o interpelei sobre o que achava dos novos rumos da Pátria depois do 25 de Abril.
Levei a resposta (BEING / DOING com sotaque Beirão) para o lado do humor e disse-lhe : tem de voltar a Portugal.Há lá muita coisa na restauração para DOINGuer ("Fazer" em terminologia de humor britanico, género da série ALO ALO).
A resposta foi pronta: "por enquanto, com tantos por lá a "BEINguar", só regresso quando realmente sentir que posso ter o meu Restaurante e SER o que aqui estou a FAZER.
Será que o PRACE foi apenas sopa "nouvelle cuisine" e que, no final teremos apenas "sushi alentejano" regado com "gasosa" fabricada numa "fábrica totalmente robotizada" ?
Já pensei perguntar ao cozinheiro Luso-Britânico que ainda está por terras de Sua Majestade.Mas tive receio de ele me mandar dar uma volta ao PRACE.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
O debate da "Agenda Digital" na Comissão Europeia
5. What are the specific legislative and non-legislative initiatives you intend to put forward, and according to what timetable? What specific commitments can you make regarding in particular the committees' priorities and requests attached hereto which would fall within your portfolio? How would you personally ensure the good quality of legislative proposals?
Em particular, a Comissão Parlamentar (Parlamento Europeu) de Indústria, Investigação e Energia elaborou uma lista de questões específicas sobre a "Sociedade da Informação" que a seguir se apresentam.
List of parliamentary Committee on Industry, Research and Energy priorities and requests on:
- Concrete measures to complete the single market for telecommunications: Commission action plan focusing, in particular, on roaming issues and the development of advanced ‘next generation’ networks
- Necessity of a legislative initiative on Net neutrality
- Intellectual property, privacy and security
- - new opportunities afforded by the worldwide web and the global information society, for example for the application of ICTs in health care, education and major infrastructure
- - the post-i2010 strategy for making Europe a true information society
- Digital society
- - 'spectrum agenda' and implementing measures
- - coordination and effective allocation of the 'digital dividend' in the Union
- - development of a spectrum single market
- Review of the Universal Service Obligation: proposals to deliver broadband to all without distorting the market or imposing high taxes on telecoms consumers or operators
- My initial priorities are:
- (i) building the high speed networks of the future;
- (ii) making the online single market a reality;
- (iii) ensuring that all citizens participate in the information society; and
- (iv) generating more, better targeted support for ICT research and innovation. Both citizens and industry have a role to play in driving innovation, whether big or small, incumbent or challenger, blue-chip or start-up.
- We will vigorously pursue the twin goals of giving all Europeans access to basic broadband by 2013 and of stimulating the rapid and widespread upgrade to new generation networks over the next 5 to 10 years.
- There is much more to be done, on issues ranging from provision of digital content to reassuring consumers about electronic payments and their contractual rights.
- We must continue to improve the quality of online services in the public and private sector (such as eHealth, eGovernment, e-Inclusion). For this, we need effective ICT standards which promote notably interoperable solutions.
- I feel strongly that ICT research and innovation is the key to meeting some of Europe's most serious challenges – from the development a low-carbon green economy to caring for our ageing population, and so needs to be at the centre of many of our future policy initiatives. I will also review the operation of the existing Joint Technology Initiatives (Artemis and ENIAC) and prepare for new Public Private Partnerships in the ICT field.
- I intend to implement the Digital Agenda through both legislative and non legislative initiatives in the following three areas:
- (i) building the high-speed networks of the future (immediate action to set up the Body of European Regulators of Electronic Communications (BEREC); the Commission is actively encouraging the Member States complete their digital switch over by January 2012 and to open up the 800 MHz band for the further development of wireless communication services).
- (ii) European digital content (examination of the licensing provisions that allow access to content, notably for out of print and orphan works, and for the establishment of a sustainable basis for the European Digital Library (Europeana) and large-scale digitisation of cultural works in Europe); and
- (iii) digital citizenship (European citizens should benefit from digital services also when they exercise free movement rights; proposals for a Regulation on the eCall vehicle safety system and for the development of our policy on ICT for Energy Efficiency).
Nem todas as medidas respondidas estão aqui explícitas. Para isso vale a pena consultar os documentos de que foram incluídas ligações (links). Mas, para já, estas merecem uma reflexão de todos nós. Em resumo não parece existirem propostas de medidas radicalmente novas ou diferentes, mas antes a continuação de uma política definida antes. As medidas melhor definidas estão mais relacionadas com a temática de serviços (a empresas e aos cidadãos), mas menos no domínio do desenvolvimento tecnológico e da sua implicação na esfera produtiva.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Inovação e Aprendizagem há; o que falta?
Foi uma inovação informática baseada em "conhecenças" mecanográficas provenientes da execução do censo de 1890.
A inovação informática em Portugal iniciou-se em 1959 com a aquisição pelo LNEC de um Stantec Zebra na sequência de um passado mecanográfico e electromecânico.
Esta inovação foi seguida pela de aquisição de um IBM 650 pela HICA - Hidro eléctrica do Cávado em 1960.
Portugal nunca foi, nem é um país atrazado nestas coisas da inovação.
E a Internet também terá sido uma inovação tardia em Portugal? ... esqueceram-se do PUUG.
Embora existisse desde 1964 uma Associação Portuguesa de Mecânografia a qual, a par dos fabricantes - nomeadamene a IBM -, oferecia formação aos seus associados, só em 1974, na sequência da "transição" da APM para a API - Associação Portuguesa de Informática - se pode enuciar oficialmente a aprendizagem informática.
No ano seguinte - 1975 - inicia-se o "diferendo" entre a Universidade Nova de Lisboa e a Universidade do Minho sobre a paternidade do 1º curso universitário de Informática.
Para a "construção de sistema" parece existir neste domínio inovação e aprendizagem; faltarão a antecipção e o planeamento?
Ou existe uma atitude congénita de "esquecimento" e "destruição de memórias" que muito se acentuou a partir de 1933 e que se revela periodicamente cada vez que se executa uma "mudança"?
Algumas tentativas de recordar e demonstrar têm duração efémera e sobrevivem por "caridade"; ver uma memória virtual.




