sábado, 26 de abril de 2014

« Engajados das Redes Sociais»


«Em seguida, o mesmo pedinte apareceu com outra placa dizendo “Ajude os pobres”, e segurando um copo para arrecadar doações. Desta vez ninguém notou a cena tão comum em metrópoles. O homem, quase invisível perante os apressados pedestres, tampouco recebeu alguma doação.
A mensagem do vídeo é clara: “Nós sabemos que você se importa. Por favor, se importe o suficiente para doar”. A ação é uma severa crítica ao ser humano de modo geral e um tapa na cara dos engajados das redes sociais que compartilham campanhas edificantes e exemplos de boas ações, mas que não realizam nada de efetivo para o próximo, sempre esperando que terceiros façam isso por eles». SAIBA MAIS.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Atividade económica em Portugal vai beneficiar com o Licenciamento Zero



O Secretário de Estado para a Modernização Administrativa, diz que a simplificação do atendimento às pequenas e médias empresas (PME) através dos serviços digitais «é um objetivo estratégico do Governo». Joaquim Pedro Cardoso Costa foi um dos oradores da conferência que a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI) organizou hoje, no Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Telheiras, sobre “Licenciamento Zero - Desafios para um novo paradigma nos serviços públicos”.

«Há um consenso entre todas as forças políticas sobre desburocratização, dado o caráter decisivo que o Licenciamento Zero tem para a competitividade da economia e para facilitar a vida às PMEs», referiu o representante do Governo, antes de ter apresentado os dados do Fórum da Competitividade Mundial, que têm indicadores positivos para Portugal, pelo menos até 2007, colocando o país entre um dos pioneiros nos serviços públicos mais simples com «elevados níveis de digitalização». O novo quadro comunitário Portugal 2014-2020 prevê uma maior simplificação dos processos, ainda muito burocráticos, relativos às atividades económicas, nomeadamente no que diz respeito à atribuição de fundos comunitários. «São desafios pesados, com muito trabalho de fundo e resultados que não são imediatos. Ainda não se beneficia em pleno do Licenciamento Zero mas vamos assistir a um salto qualitativo ainda este ano», frisou o Secretário de Estado para a Modernização Administrativa.


O Licenciamento Zero pretende simplificar e eliminar algumas alterações relativamente simples de se fazerem, nomeadamente a dos horários comerciais, que podem passar a ser decididos por iniciativa do empresário. No entanto, para que o processo seja cada vez mais agilizado, é necessário que existam ferramentas online fáceis de utilizar pelos cidadãos e fáceis de integrar nos sistemas. A advertência foi feita por Luís Vidigal, da direção da APDSI, que estabeleceu um paralelismo entre o tempo que atualmente ainda demora um processo de licenciamento e a corrupção. «O tempo é amigo de muitos “negócios” privados. Quanto mais tempo eu levar a decidir, mais valorizo a corrupção», explicou.

Para Luís Vidigal a base do Licenciamento Zero deve assentar em três questões que devem ser a estrutura de toda e qualquer autorização comercial. São elas: Quem é você? O que quer fazer? Sabe o que fazer? Então faça. «A verdadeira lei do Licenciamento Zero é a do algoritmo. Se existe lógica e rigor na legislação, existe certeza e transparência na decisão», esclareceu.

Manuel Ricou, da Agência para a Modernização Administrativa (AMA), começou por felicitar os municípios-piloto que aderiram ao Licenciamento Zero, Abrantes e Águeda, a 15 de agosto do ano passado. Segundo os dados apresentados pelo representante da AMA, 20% dos municípios já completaram formação para fazerem os processos de licenciamento através do Portal das Empresas sendo que a totalidade das Câmaras Municipais vão ter formação nos próximos sete meses. Manuel Ricou diz, ainda, que a boa vontade das autarquias é essencial para o avançar do processo: «A AMA não pode obrigar as autarquias a fazerem o que não querem».

Maria Manuel Leitão Marques, ex-Secretária de Estado da Modernização Administrativa, lembra que o Licenciamento Zero traz um novo paradigma para as autarquias na medida em que transforma autorizações casuísticas em autorizações com regulamentação, sendo esta «uma cultura diferente daquela a que os municípios estavam habituados». Admitindo que, frequentemente, os serviços resistem à inovação e colaboração, mas mostrando o seu apreço pelas autarquias, a ex-Secretária de Estado da Modernização Administrativa fala da importância de haver uma liderança “hard” porque «vai ter de contactar com Ministérios» mas também “soft” para conseguir manter a equipa coesa.

Para contrariar os testemunhos menos optimistas face ao tempo já decorrido na tentativa de efetivar o Licenciamento Zero, foram mostrados os casos de sucesso de Rute Alves, da Câmara Municipal de Lisboa, Marlene Marques, da Câmara Municipal de Águeda e Pedro Grilo, da Junta de Freguesia do Lumiar.

No painel final, intitulado “Um novo paradigma na relação entre o Estado e a Sociedade” e moderado por Luís Vidigal, Cristina Pinto, da Direção Geral das Atividades Económicas e Regina Pimenta, da Direção Geral do Território, mostraram como estão a ser dadas respostas aos pedidos que vão chegando, de forma cada vez mais desmaterializada.

Jaime Braga, da Confederação Empresarial de Portugal, destacou os três problemas que encontra para uma efetiva competitividade do Licenciamento Zero: ferramentas, atitudes da Administração Pública e imperfeições na legislação. «Não basta haver simplificação legislativa. É preciso alterar os serviços de competências de licenciamento», resumiu Jaime Braga.

Rui Lopo, em representação da Câmara Municipal do Barreiro, alertou para a possível existência de regulamentos autárquicos que impeçam a lógica da normalização comunitária: «Será que queremos, de facto, a ausência de papel nestes processos? Parece-me que a população quer uma administração local com algum poder decisório prévio».


A conferência “Licenciamento Zero - Desafios para um novo paradigma nos serviços públicos” foi a primeira que decorreu com a nova estrutura directiva da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, presidida por Raúl Mascarenhas, que antecipou a intenção da APDSI vir a colaborar mais de perto com Associações congéneres: «Os jovens têm uma militância associativa diferente. A união faz-se na prática, nos eventos, colaborando e fazendo crescer».

Está a decorrer a fase de qualificação para as Olimpíadas Nacionais de Informática



A fase de qualificação para as Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI) começou nesta quarta-feira, 23 de abril. Este ano há um total de 177 alunos inscritos nas ONI. Existem 38 diferentes escolas com alunos inscritos, provenientes de todo o país, desde o norte de Portugal continental (Chaves e Viana do Castelo) até ao Sul (Loulé), passando pelas ilhas (Terceira - Açores). Consulte a lista completa aqui.

Estas Olimpíadas são um concurso de âmbito nacional, promovido e organizado pela APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação - em colaboração com o Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e com o Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve, destinado aos jovens que frequentam o ensino secundário ou o ensino básico em qualquer escola do território nacional, constituído por uma prova nacional realizada em duas fases.

A final realiza-se a 5 de maio nas instalações do Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Worldwide Developers Conference da Apple em Junho



A Worldwide Developers Conference, a conferência anual da Apple que reúne programadores do mundo inteiro, vai realizar-se de 2 a 6 de junho no Moscone West, em São Francisco, na Califórnia, Estados Unidos.

Do programa constam já uma centena de sessões técnicas sobre os sistemas operativos iOS e Mac OS X, além dos Apple Design Awards, um galardão que reconhece as melhores apps do ano para estas plataformas. Entre os oradores estão engenheiros da empresa e esperam-se mais de cinco mil programadores.

Apesar de dedicada ao desenvolvimento técnico, a WWDC é também conhecida por servir para anunciar algumas novidades da marca da maçã.

Entre os rumores do que é esperado para a edição deste ano da conferência, está o lançamento do iOS 8, um novo Mac OS X, uma nova versão da Apple TV e o aguardado smartwatch da marca.

sábado, 19 de abril de 2014

«Debate sobre as Jovens Mulheres nas TIC» | 24 ABRIL 2014 | 14:00H



CONVITE
Debate sobre as Jovens Mulheres nas TIC
24 de abril | 14h00

Fundação Portuguesa das Comunicações
Entrada livre e não sujeita a inscrição prévia.
Saiba Mais.

 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Internet no Brasil prestes a ser legislada



O projeto inicial para a criação de uma constituição para a Internet no Brasil foi aprovado pela Câmara dos Deputados, estando cada vez mais próximo de se tornar uma realidade. A notícia é avançada pelo jornal Estado de São Paulo que acrescenta que já foram agendadas as primeiras audiências interativas nesse sentido.

O chamado Marco Civil deverá ser aprovado até ao final de abril, altura em que a cidade de São Paulo recebe a Conferência Internacional sobre Governança na Internet. A futura legislação determina direitos e deveres para os internautas e estabelece normas para os fornecedores e empresas de tecnologia no Brasil. A proposta ganhou força no país após o escândalo provocado pelo esquema de espionagem da NSA. 

Entre os principais pontos da proposta está a garantia do direito à privacidade dos utilizadores.

No que diz respeito à neutralidade, a proposta determina que os fornecedores não podem limitar o acesso dos utilizadores a determinados conteúdos ou cobrar preços diferentes para cada tipo de serviço prestado. 

Estabelece-se, no entanto, que em casos excecionais alguns sites possam beneficiar de maior velocidade,por exemplo o site da Receita Federal - as Finanças brasileiras - na altura da entrega de impostos.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Comissão Europeia estuda os principais centros nevrálgicos das TIC na UE



A Comissão Europeia realizou um estudo para identificar os principais pontos nevrálgicos da União Europeia e concluiu que Munique, Londres, Paris e cidades mais pequenas, como Darmstadt, no estado alemão de Hessen, com 150 mil habitantes, surgem como as regiões mais dinâmicas da União Europeia (UE) no domínio das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). O mapa acima mostra as zonas nas quais as tecnologias digitais estão em franco progresso e analisa os fatores que contribuem para esse êxito.

Segundo a nota enviada à imprensa pela Comissão Europeia, entre os fatores essenciais de sucesso estão o acesso às melhores universidades e aos melhores centros de investigação e a disponibilidade de financiamento, nomeadamente com capital de risco. «Fica provado que o êxito no domínio digital resulta da vontade de investir, da abertura à inovação e do planeamento. Para ser um líder tecnológico mundial, a União Europeia precisa de consolidar desde já estes valores», disse Neelie Kroes, vice-presidente da Comissão Europeia.

Em relação à investigação e registo de patentes a Alemanha surge em primeiro lugar e as cidades que mais atrarem capital de risco são Munique, Paris e Londres.

O mesmo estudo da Comissão Europeia conclui que a excelência de uma região em tecnologias da informação e das comunicações está relacionada com as atividades de investigação e de desenvolvimento, com a capacidade de transferir o conhecimento para o mercado (inovação) e com o desenvolvimento de uma atividade empresarial intensa baseada nas inovações.