quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Scrumday Portugal nos dias 2 e 3 de outubro


A Scrumday Portugal vai realizar-se no auditório da EDP, na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, nos dias 2 e 3 de outubro.

Como gerir informação, modelar agilidade e automatizar processos são os principais focos da conferência apoiada pela APDSI.

Ao participar na SCRUMDAY PORTUGAL® 2017 - edição de Lisboa, os responsáveis pelas áreas tecnológicas das empresas têm a oportunidade de contactar líderes de pensamento técnicos e executivos que tenham necessidades e planos específicos para implementar práticas ágeis nos seus respectivos negócios.

As inscrições podem ser feitas aqui.

Sócios da APDSI com desconto na inscrição no IDC Directions 2017



O IDC Directions 2017 vai realizar-se no dia 19 de outubro, no Centro de Congressos do Estoril.

A APDSI proporciona aos seus sócios o acesso ao evento a um preço especial, com 50% de desconto.

Nesta 20.ª edição, o IDC Directions, o principal evento de TIC e Transformação Digital em Portugal, vai dar a conhecer as principais orientações sobre como devem os executivos nacionais liderar a estratégia de Transformação Digital (DX) das suas organizações. Qualquer que seja o seu papel na economia digital, o IDC Directions 2017 irá disponibilizar-lhe insights pertinentes sobre o futuro próximo.

O IDC Directions 2017 pretende partilhar as principais previsões da IDC e dos principais players do setor para o mercado global, no que diz respeito ao próximo capítulo da 3.ª Plataforma Tecnológica, dos Aceleradores de Inovação e da transformação digital das organizações a decorrer no período compreendido entre 2017 e 2020.

Ao fazer aqui a sua inscrição reforce que se inscreve enquanto associado da APDSI.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

APDSI coorganiza edição de 2017 da iniciativa portuguesa sobre Governação da Internet



A Iniciativa Portuguesa sobre a Governação da Internet é uma plataforma nacional de diálogo que reúne atores sociais, públicos e privados e a sociedade em geral para informar, refletir e debater de forma aberta e interativa, a temática da Governação da Internet, cada vez mais relevante nos panoramas nacional e internacional.

A edição de 2017 é coorganizada pela ANACOM, APDSI, DNS.PT, FCT, IAPMEI e pela ISOC Portugal, e decorrerá em Lisboa, nas instalações do IAPMEI, no dia 29 de setembro de 2017.

Veja aqui o programa completo e faça a sua inscrição.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Laboratório de realidade virtual mais avançado da Península Ibérica inaugurado hoje em Vila Real


O laboratório de realidade virtual mais avançado da Península Ibérica foi inaugurado hoje, em Vila Real, numa cerimónia que contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa.

Localizado na Escola de Ciência e Tecnologia (Polo I) no campus da UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), em Vila Real, o novo laboratório do INESC TEC (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência) representa um investimento de cerca de 700 mil euros, segundo a mesma nota.

O MASSIVE Virtual Reality Laboratory distingue-se por estudar a estimulação dos cinco sentidos em aplicações de Realidade Virtual, não só no que diz respeito à investigação fundamental, mas também a um nível aplicacional: "o fator diferenciador do MASSIVE está na produção de soluções de realidade virtual multissensorial que permitem criar ambientes mais credíveis e eficazes em áreas como a educação, treino e certificação, indústria, turismo ou saúde".

O laboratório está equipado com as mais recentes tecnologias na área da Realidade Virtual, que se encontram organizadas em quatro espaços diferentes: sala experimental, sala experimental multissensorial, sala de controlo e sala de questionários. O objetivo, agora, é tornar o laboratório um espaço aberto à colaboração com a comunidade académica e industrial.

Atualmente estão já a decorrer três projetos no laboratório. Veja, mais abaixo, um vídeo que mostra as diversas valias do MASSIVE.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Bruxelas aplica multa recorde à Google


A Comissão Europeia multou a Google num valor recorde de 2,4 mil milhões de euros, por práticas anti concorrenciais mas a gigante tecnológica vai recorrer. A notícia está a ser veiculada pela imprensa internacional.

A Google quer reverter a decisão ou, pelo menos, reduzir o valor da multa imposta por Bruxelas, por abuso de posição dominante nas pesquisas relacionadas com comparadores de preços.

A sanção foi a maior de sempre por práticas anti concorrenciais alguma vez imposta pela Comissão Europeia. "A Google abusou da sua posição dominante no mercado de motor de busca, conferindo uma vantagem ilegal a outro produto Google, o seu próprio serviço de comparação de preços", lê-se no comunicado oficial da decisão.

Margrethe Vestager, comissária europeia para a Concorrência, criticou a estratégia da empresa para o seu serviço de comparação de preços, que "não era apenas a de atrair clientes tornando o seu produto melhor do que o dos seus concorrentes". Em vez disso, "a Google abusou da sua posição dominante no mercado na vertente de motor de busca, promovendo o seu próprio serviço de comparação de preços nos seus resultados de pesquisa e despromovendo os dos concorrentes", acrescentou a responsável.

A concorrência na atualidade económica já merecia a atenção da APDSI em 2007. Recorde aqui.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Até dia 30 pode manifestar-se sobre o Regulamento Geral de Proteção de Dados



O Regulamento Geral de Proteção de Dados, que vai ter efeitos práticos a partir de 25 de maio de 2018 e grandes implicações na forma como os dados pessoais são tratados, está a trazer algumas preocupações, sobretudo para as empresas que passam a estar sujeitas a multas elevadas (podem chegar aos 20 milhões de euros).

Enquanto a transposição da diretiva está a ser preparada, os interessados podem pronunciar-se sobre algumas das opções a seguir, no site do Governo, até 30 de setembro.

Novas regras na forma de tratamento dos dados pessoais, na aplicação do direito ao esquecimento e na portabilidade da informação estão no centro do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados que foi definido pela Comissão Europeia e que tem de ser transposto para a legislação portuguesa.

Vários estudos e análises realizadas em Portugal mostram que as empresas e o sector público estão pouco preparados para as novas regras do RGPD, apesar do conhecimento e da importância reconhecida do tema. O Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI), a Associação para a Promoção e desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI) e a Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas (APG) divulgaram recentemente um estudo que mostra que das mais de 1.600 pequenas e médias empresas inquiridas apenas 3% tinham um plano a decorrer para garantir conformidade com o RGPD em maio de 2018. 44% admitiram não ter qualquer plano, enquanto cerca de 14% referem ter apenas ações pontuais em áreas específicas.

Na informação partilhada destacam-se algumas das áreas onde há que tomar opções, nomeadamente o tratamento de dados genéticos, biométricos e de saúde, o tratamento de dados em contexto laboral, o consentimento das crianças e a idade mínima a aplicar, o direito à portabilidade e ao apagamento dos dados, conhecido como o direito a ser esquecido.

No ano passado a APDSI organizou a conferência "Novo Regulamento de Proteção de Dados - Preocupações, desafios e oportunidades para as empresas" que pode recordar aqui.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Conferência e-Government 2017 - A transformação digital do Estado e o desenvolvimento da Sociedade



A APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação - organiza a conferência "e-Government 2017 - A transformação digital do Estado e o desenvolvimento da Sociedade".

O evento realiza-se no dia 4 de outubro, entre as 8h30 e as 13h00, no Auditório da Torre do Tombo, em Lisboa, sob coordenação dos Grupos Permanentes "Democracia, Administração e Políticas Públicas" e "Desmaterialização e Gestão de Processos" da Associação.

A Secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, vai estar presente na sessão de abertura.

Desde o início da simplificação e modernização administrativa até se chegar à transformação digital, muitas iniciativas têm sido feitas nas últimas décadas e muitas se preparam para o futuro próximo, no âmbito de um Governo eletrónico, desejavelmente ao serviço da Sociedade Civil. Neste momento, a APDSI considera ser pertinente avaliar o impacto dessa evolução nos cidadãos e empresas, ponderando e propondo opções que reforcem a competitividade e a sustentabilidade dos nossos agentes económicos.

Mais do que procurar aferir o sucesso do que foi feito, importa delinear estratégias que, além do Estado, vejam a sociedade como um todo. Mais do que comunicar a missão de cada uma das organizações do Estado, importa debater com os cidadãos que as integram que ações futuras se pretendem e quais os efeitos que delas esperamos. Mais do que um evento para o Estado, pretende-se que este seja um evento para todos, sobre o papel do Estado na transformação digital da Sociedade.

No final da sessão é feita a entrega do "Prémio APDSI e-Gov 2017" ao projeto que a Associação entende que, em 2017, se destacou na área do e-Government.

Consulte o programa detalhado no site oficial da APDSI.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e devem ser feitas aqui.



quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Site mostra o voto de cada deputado



Há um novo site que pretende pretende mostrar o trabalho dos deputados quase em tempo real. Hemiciclo.pt foi desenvolvido por David Crisóstomo e Luís Vargas e, segundo os próprios, tem por objetivo aproximar os cidadãos da democracia.

Ao Diário de Notícias, Luís Vargas disse acreditar que o hemiciclo.pt pode criar «uma grande afinidade pelo nosso regime democrático. Há sempre a ideia de que não se sabe bem o que se passa ali, há uma falta de informação do que se passa no Parlamento».

Os autores do site admitem que, ao navegar no site oficial da Assembleia da República, qualquer cidadão «experimenta uma grande dificuldade» em pesquisar informação, nomeadamente sobre quem votou o quê. O hemiciclo.pt surge na sequência da petição n.º 405/XII, entregue a 13 de junho de 2014 na Assembleia da República, com o título "Saber como votam os representantes do povo". «A própria Constituição prevê isso e a República Portuguesa assinou um acordo europeu que garante esse nível de transparência», explicou Luís Vargas ao DN.

Perante isto, David Crisóstomo, estudante finalista de Economia, e Luís Vargas, designer industrial de formação, hoje mais dedicado à informática e ao webdesign, imaginaram um site que pudesse responder a esta falta de transparência do site oficial. «Foi o desafio inicial, mas depois pensámos fazer mais com esta informação recolhida», apontou.

Crisóstomo e Vargas fazem questão de sublinhar que o site não tem qualquer ligação política: «É uma coisa mais sóbria, sem opinião. O objetivo é ser completamente neutro. Independentemente das nossas orientações ideológicas, este será um bom contributo para aproximar os cidadãos da política», concluem, à publicação.

Já este ano a APDSI também se debruçou sobre a presença e desempenho político online na conferência "Voto Eletrónico Para Todos os Portugueses".

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Empresa de tecnologia de segurança cibernética alerta para os riscos de robôs



Robôs e "zonas escuras" das estruturas de TI agravam ambiente de risco online. O alerta foi deixado no relatório "Vetores de Risco Cibernético", relativo ao primeiro semestre de 2017, da Aker N-Stalker, empresa de tecnologia de segurança cibernética.

Segundo o documento, que foi apresentado publicamente em São Paulo, no Brasil, no encontro "Gartner Security & Risk Management Summit 2017", as vulnerabilidades aumentam devido a erros banais como passwords fracas, acesso e downloads de arquivos de origem desconhecida e sobre-exposição nas redes sociais. A empresa elaborou, entretanto, uma lista com os procedimentos adequados a adotar online que pode consultar aqui.

O ambiente online, segundo o estudo, vai-se tornando mais complexo a partir de novos alvos de cobiça, como as bitcoins, o uso de engenharia social e a criação de avatares falsos.

O documento também destaca como problemas crescentes o emprego da inteligência artificial e da robótica pela comunidade do crime e a exploração de dados empresariais de valor a partir de "ondas escuras" das estruturas de TI, que aumentam com a expansão da nuvem e do emaranhado de dados velozes do ambiente da big data.

O avanço da Internet das Coisas (IoT), um fenómeno até há pouco tempo encarado como tendência de futuro, mas hoje uma realidade presente nos lares, escritórios, fábricas e comboios, navios e estradas, é outro vetor emergente reportado no relatório.

Em combinação com essas tendências, os criminosos recorrem a tecnologias cada vez mais sofisticadas, como a engenharia social, a análise preditiva de padrões e técnicas de criptografia para apropriação e controlo de servidores de terceiros.

Para Rodrigo Fragola, CEO da Aker N-Stalker, as empresas de tecnologias têm de ter um papel mais ativo na disseminação de práticas de segurança cibernética, não só para grandes empresas, mas principalmente para as PMEs, que constituem os elos mais fracos da rede.

De recordar que a APDSI, através do Grupo Segurança na Sociedade da Informação (GSSI), realizou a conferência "Privacidade e Segurança na Sociedade da Informação - Lições Aprendidas 2015" a 16 de dezembro de 2015. Questões como a privacidade e segurança e os respetivos impactos na economia e na sociedade foram debatidas na altura.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Plataforma Digital da Justiça «facilita o acesso a informação e a serviços como certidões judiciais»



O Governo acredita que a Plataforma Digital da Justiça, lançada na terça-feira, dia 29 de agosto, terá adesão quer de utentes quer de profissionais do setor, já que facilita o acesso a informação e a serviços como certidões judiciais.

Em declarações à imprensa, a secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, sublinhou que a criação desta plataforma permite "melhorar e agregar toda a informação" e serviços online da justiça destinados aos cidadãos e profissionais ligados ao setor.

"Por outro lado, permite fazê-lo com uma linguagem e com uma simplicidade que eu diria que é 1, 2, 3, 4, ou seja pedir, processar, pagar e receber", explicou Anabela Pedroso, referindo que esta "transformação digital" implicou um investimento de 520 mil euros, com verbas provenientes do Fundo de Modernização da Justiça.

A mesma responsável vincou que não se trata de um portal, que é sempre visto como uma coisa "estática", mas de uma plataforma dinâmica que pretende aproximar-se das pessoas, quer na área dos tribunais, quer dos registos ou de outras atividades do Ministério da Justiça.

Afastando a ideia de "complexidade" por vezes associada à utilização dos serviços online, a plataforma agora estreada permite, por exemplo, pedir uma certidão judicial eletrónica, pedir o registo criminal ou saber o estado em que se encontra um determinado processo executivo (cobrança de dívidas e penhoras).

Anabela Pedroso admitiu que esta plataforma digital ajudará a desanuviar o atendimento presencial de pessoas que se deslocam à Loja do Cidadão e a outros serviços da justiça para pedir os mesmos documentos que agora podem ser obtidos online.

"Hoje em dia temos uma enorme afluência de público aos locais físicos para pedir o cartão de cidadão, o passaporte ou a certidão", reconheceu a governante, observando que a plataforma digital pode desempenhar um papel importante no agendamento de quem pretende deslocar-se a uma Conservatória ou a uma Loja do Cidadão para tratar de um serviço ligado à justiça.

Como teste, a certidão judicial eletrónica já foi lançada há alguns dias, tendo Anabela Pedroso avançado que já houve cerca de 2.500 pedidos, o que traduz a "adesão absoluta" por parte de advogados e outros profissionais da justiça.

O passo seguinte, disse, é alcançar a adesão dos cidadãos num país em que existem cerca de 5,5 milhões de utilizadores de Internet.

A secretária de Estado reconheceu, contudo, que um produto como este só vai ter sucesso se continuar a apresentar "melhores serviços e cada vez mais céleres e simples" para os cidadãos, beneficiando a simplicidade, sem prejudicar a segurança jurídica.

De recordar que a "Justiça Eletrónica" foi uma das áreas mais explorada pela APDSI nos últimos anos. Em 2012 foi apresentado o estudo "e-Justiça II", como pode ver aqui.