sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Websummit em Portugal em 2028: o que esperar até lá

2028 será o último ano da Websummit em Lisboa e até lá muitas são as mudanças previstas e anunciadas já na edição deste ano.

Se pensarmos que em 2008 nascia o Spotify, o Facebook ainda não era mobile e faltavam ainda dois anos para conhecermos o Instagram, é fácil concluirmos que daqui a dez anos a Websummit em Portugal não será a mesma que vimos agora.

 Resumindo as intervenções dos principais oradores da Websummit, percebemos que o robô Sophia, que ainda nos deixa boquiabertos tantas e tantas vezes, não estará sozinho. Em 2028, os robôs humanoides farão parte do nosso dia-a-dia, acredita Jamie Paik, professora, fundadora e diretora do Laboratório de Robótica Reconfigurável da École Polytechnique Fédérale de Lausanne.

Quem também esteve em destaque na Web Summit deste ano foi o robô Furhat, da empresa sueca com o mesmo nome. O fundador e CEO da empresa é o sírio Samer Al Moubayed, que acredita que dentro de dez anos os robôs estarão em toda a parte: lojas, aeroportos, supermercados e até em entrevistas de emprego a candidatos. Samer admite que a inteligência artificial nos robôs neste momento ainda não está no ponto, mas está muito perto e vai haver vantagens enormes em ter um robô numa loja, a indicar de imediato o que está ou não em stock naquela loja e em outras sem necessidade de ver no computador, é só perguntar ao robô.

A generalização de veículos elétricos e de serviços de partilha de automóveis também será realidade daqui a 10 anos, acredita Christoph Grote, vice-presidente do grupo BMW para a área eletrónica. Também estão previstos veículos voadores autónomos, como táxis, por exemplo.

No espaço vão vaguear turistas, mas não só. Também poderemos ter centenas, ou mesmo de milhares, de satélites que poderão ser lançados por startups. Tendo em conta a diversidade de negócios espaciais, Jim Cantrell, cofundador da empresa Vector, acredita que este mercado, nos próximos dez anos, vai valer o dobro.

Os milhares de participantes que seguirão rumo a Lisboa, para a Web Summit de 2028, poderão também ter uma experiência turística diferente das que vivenciaram nestes anos. Ana Mendes Godinho, Secretária de Estado do Turismo, revela que a aposta nacional da próxima década passa pela eficiência e a sustentabilidade com a adaptação da oferta às questões da sustentabilidade ambiental.

Em 2028, poderemos ter elevadores horizontais a mover pessoas de pavilhão em pavilhão. Quem o diz é Andreas Schierenbeck, CEO da Thyssenkrupp Elevator.

As Nações Unidas acreditam que o cruzamento entre internet e política vai ser ainda mais notório dentro de uma década.

A Web Summit não vai ser só um showcase de startups mas passará a ser também um showcase de inovação. A conferência pode vir a transformar-se na próxima CES e a abordar temas como biotecnologia, nanocomputação e computação quântica.

O Ikea também tem uma palavra a dizer sobre a forma como vamos decorar as nossas casas em 2028, sendo que a cadeia sueca de mobiliário acredita que vamos ver mais mudanças nos próximos dez anos do que vimos nos últimos 40. Em 2028, o mobiliário em casa será completamente diferente. As peças vão adaptar-se a nós, indica Pia Heidenmark Cook, diretora de sustentabilidade do grupo Ikea.

No futuro existirão novas formas de adquirir produtos, com a economia a tornar-se mais circular, com um acesso diferente às coisas e com toda a logística do setor a transformar-se. James Trainor, vice-presidente da área de soluções de cibersegurança do grupo AON acredita que, com o passar dos anos, o cibercrime e a cibersegurança passarão da mão dos humanos para o domínio das máquinas: tudo andará à volta do machine learning e da inteligência artificial. Os crimes informáticos serão cada vez mais autónomos e quase sem envolvimento humano ao contrário do que acontece hoje, onde apenas 20% dos cibercrimes não têm mão humana.


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Passio Consulting realiza o AI Forum Lisboa



A Passio Consulting, uma das associadas da APDSI, vai levar a cabo, no dia 29, o o AI Forum Lisboa (Data Science and Machine Learning Forum ) em parceria com a Datarobot.

Já é uma verdade absoluta que a oportunidade para Machine Learning existe em qualquer setor de atividade e várias linhas funcionais dentro das organizações. Até agora só as organizações com uma grande equipa de Data Scientists conseguiam realizar todos os benificios de uma organização AI-Driven. O Paradigma mudou, com o Automated Machine Learning.

No próximo dia 29, pelas 15h00, no Sana Lisboa Hotel, na Av. Fontes Pereira de Melo n.º 8, fique a saber como construir e colocar em produção modelos de alta precisão, de forma rápida, consistente, documentada e transparente. O seu fácil uso, a grande capacidade de intereção e a disponibilização de informação de forma intuitiva, permite a intervenção humana em todo o ciclo de vida, bem como a transparente explicação das probabilidades e fatores que mais contribuem para a mesma.

Para mais informação e registo consulte o site do evento: www.passio-consulting-ai.com.

As inscrições são limitadas e estão sujeitas a confirmação.



sexta-feira, 9 de novembro de 2018

APDH promove workshop "Como referenciar para a Rede Nacional de Cuidados Continuados"



Estão abertas as inscrições para o workshop "Como referenciar para a Rede Nacional de Cuidados Continuados", que se realiza no dia 21 de novembro de 2018, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa - ESTeSL.

Com vista à agilização e desmaterialização do processo de referenciação para a RNCCI, a organização pretende aumentar o envolvimento dos profissionais de saúde no processo de referenciação dos utentes para as respetivas unidades e equipas, sabendo que para as mesmas podem ser referenciadas pessoas com dependência funcional transitória decorrente de processo de convalescença ou outro, dependência funcional prolongada, idosas com critérios de fragilidade, incapacidade grave, com forte impacte psicossocial e doença severa, em fase avançada ou terminal.

Os objetivos do workshop são esclarecer quais as condições gerais de admissão em todas as tipologias da RNCCI, demonstrar o processo de referenciação para unidades e equipas da RNCCI e interagir com o aplicativo de referenciação para RNCCI.

A metodologia aplicada vai passar pela exposição de conteúdos teóricos e demonstração do preenchimento dos módulos obrigatórios para referenciação à RNCCI.

Os formadores são Carla Pereira, da equipa de apoio à reforma dos Cuidados Continuados e Joaquim Magalhães, dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

APDSI apoia a 5.ª conferência internacional sobre Sistemas de Informação, Segurança e Privacidade - ICISSP 2019



A 5.ª Conferência ICISSP (Conferência Internacional sobre Sistemas de Informação de Privacidade e Segurança), organizada pelo INSTICC (Instituto de Sistemas e Tecnologias de Informação, Controlo e Comunicação) e que conta com o apoio da APDSI, vai decorrer de 23 a 25 de fevereiro de 2019, em Praga, na República Checa.

A Conferência Internacional sobre Segurança e Privacidade de Sistemas de Informação tem como objetivo criar um ponto de encontro para pesquisadores e profissionais que abordem desafios de segurança e privacidade que dizem respeito a sistemas de informação, especialmente em organizações, incluindo não apenas questões tecnológicas, mas também questões sociais.

A conferência acolhe artigos de natureza prática ou teórica, apresenta pesquisas ou aplicações, abordando todos os aspetos de segurança e privacidade, e que preocupam organizações e cidadãos individuais, criando assim novas oportunidades de pesquisa. O período de submissão de papers decorre até 15 de novembro deste ano.

A ICISSP vai juntar investigadores e académicos do mundo inteiro sobre esta área. Os principais tópicos abordados serão a segurança de dados e software, a criação de confiança em equipamentos e online, segurança em dispositivos móveis, privacidade e confidencialidade.

Bill Buchanan, da Edinburgh Napier University, do Reino Unido, e Roberto Di Pietro, da Hamad Bin Khalifa University, no Qatar, são os keynote speakers já anunciados.

Os sócios da APDSI beneficiam de um desconto na inscrição do evento. Encontra aqui mais informação.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

APDSI esteve na AR com o tema "Portugal É Um Só - Gestão Integrada do Território Português"



A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI) esteve na Assembleia da República, no passado dia 31 de outubro, no âmbito da conferência / debate "Portugal é um só - Gestão integrada da Informação do Território Português". Este encontro decorreu ao abrigo das iniciativas do Grupo Território Inteligente da APDSI e a sessão foi presidida por Maria Helena Monteiro, presidente da direção da associação. A apresentação esteve a cargo do Professor Rui Pedro Julião, da Universidade Nova de Lisboa, o coordenador do grupo.

Há 16 anos que a APDSI trabalha neste tema, estando atenta à permanente evolução tecnológica e ao seu impacto no quotidiano, através de diagnósticos e apresentação de soluções para os problemas encontrados assentes nas infraestruturas tecnológicas existentes.

«É objetivo da APDSI procurar identificar as tendências de evolução, as soluções e também as interações entre as tecnologias e outras dimensões sociais e económicas, contribuindo com uma visão mais aberta para a discussão e eficaz implementação destes conceitos na Sociedade Portuguesa», sublinha Maria Helena Monteiro.

Jorge Lacão, vice-presidente da Assembleia da República, considerou que a implementação da gestão integrada do território português é da maior pertinência e urgência para o país: «A Assembleia da República tem a obrigação de estar atenta a estes desafios que são para nós uma atitude incorporada dos nossos procedimentos».

O estudo apresentado pelo Professor Rui Pedro Julião resulta do contributo de várias entidades e cidadãos que têm uma visão integrada do território português e pretendem promover ações no sentido de juntar as várias camadas de informação do território que estão disponíveis. O Grupo entende que há várias iniciativas a decorrer, mas falta uma noção de conjunto nas políticas públicas existentes no âmbito da informação geográfica.

Para a execução do plano de ação sugerido pela APDSI, o Professor traçou dois eixos de execução. Num primeiro eixo, através da capacitação e articulação dos parceiros na governança corporativa, bem como a agregação e disseminação do conhecimento, nomeadamente através da criação de plataformas online para o efeito. A criação de repositórios de serviços de informação geográfica e a agilização de processos de atualização do cadastro são outros dois objetivos apontados para melhoria do resultado final.

Marco Painho, Professor Catedrático da NOVA-IMS e coautor do estudo, reforça a relevância da informação geográfica para o desenvolvimento do país que «atualmente não é transparente, tem de o ser e acessível a todos». Para o Professor, o conhecimento que existe sobre a tecnologia não é suficiente para a pôr a funcionar em nosso benefício (através da integração dos vários sistemas) e os cidadãos devem poder passar a atualizar a informação relativa às suas propriedades sempre que entenderem ser necessário fazê-lo.

José Carlos Barros, do Grupo Parlamentar do PSD, reconhece que os incêndios mostraram o quanto o território português tem fragilidades preocupantes que é necessário combater porque «foi quando verificaram que não há registo da pequena propriedade. Não devemos ter a obsessão da perfeição, devemos almejar um cadastro que nos permita saber de quem é o território».

Maria da Luz Rosinha, do Grupo Parlamentar do PS, ressalva que «organização e comunicação são o segredo para o sucesso de um cadastro territorial». O cidadão também deve ter consciência da importância de registar a sua propriedade, sendo que a deputada defende a aplicação de coimas a quem não o fizer. «Informação é poder. É por isso que tantos organismos encerram informação dentro dos seus equipamentos informáticos», conclui.

«A partilha da informação sobre o cadastro territorial levará ao desejável diálogo sobre essa informação», entende Carlos Patrão, do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, que também referiu o quanto a desinformação sobre o território português leva à especulação imobiliária.
João Dias, do Grupo Parlamentar do PCP, sublinha que «em Portugal há muitos "Portugais" e o cadastro deve entender estas realidades e trabalhar com os cidadãos locais». O PCP entende que tem de se ter em conta as diferentes realidades de propriedades de norte a sul do país - esta diferença entre terrenos comunitários e baldios são informação cadastral útil para o território e para as pessoas.

Esta foi mais uma iniciativa da APDSI com o objetivo de conduzir a uma maior valorização e desenvolvimento do território português, através do planeamento, gestão e utilização adequada de sistemas e tecnologias de informação de base territorial.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

APDSI apoia tertúlia da PASC sobre o racismo


A APDSI, enquanto associação fundadora da PASC - Casa da Cidadania e, no atual mandato, a presidir à Direção desta Plataforma, apoia a Tertúlia - Debate intitulada "Será Portugal um país racista?" que se vai realizar no dia 10 de novembro na Sala Nietzsche da Fábrica Braço de Prata em Lisboa.

Inclusão social, culturas, segurança e outros medos estarão refletidos neste encontro que espelha a atividade da PASC cujo objetivo é promover a participação cívica dos cidadãos, através das associações suas filiadas, visando reforçar o contributo consciente e ativo da cidadania para uma sociedade mais justa, solidária e onde a confiança entre a sociedade civil e os poderes públicos seja reforçada.



ANQEP e AIP debatem "Carreiras e Trajetórias Profissionais: desafios e novas perspetivas"



A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP) e a Fundação AIP – Futurália organizam o encontro "Carreiras e Trajetórias Profissionais: desafios e novas perspetivas" a 5 de novembro, às 10h00, no Centro de Congressos de Lisboa.

O encontro pretende, também, assinalar a abertura, em Portugal, da III Semana Europeia da Formação Profissional (de 5 a 9 de novembro), que alerta para a descoberta que cada um de nós deve fazer do seu talento, sob o mote "A educação de adultos e o desenvolvimento da carreira".

Qual vai ser o futuro do trabalho? O que vão ser as carreiras e as novas trajetórias profissionais? E como se perspetivam estas carreiras e trajetórias na idade adulta? Como conciliar o imperativo de "aprender a aprender" ao longo da vida com as novas formas de trabalho? Como fazer da aprendizagem ao longo da vida um instrumento efetivo de inclusão social para todos? Estas são algumas das questões do debate especialmente destinado a profissionais e especialistas em educação e formação de adultos.

A Fundação AIP edita há 11 anos a Futurália e a ANQEP é membro permanente do seu Conselho Estratégico. Em 2015, como resultado dos trabalhos desse Conselho, surgiu a oportunidade para o lançamento do Fórum Futurália, que vai agora para a sua 4.ª edição, e que abriu a feira a intervenções de reflexão sobre temas pertinentes na área da Educação e Formação.

Este ano, e porque o objetivo é alargar a Futurália a públicos em idade adulta, é apresentado um programa de dia inteiro, com vertente europeia e de promoção do debate de ideias em torno de questões societárias emergentes.

A participação é gratuita e a inscrição pode ser feita aqui.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

APDSI participou na Iniciativa Portuguesa do Fórum da Governação da Internet 2018



“Internet: um jogo de sombras” foi o tema central da edição de 2018 da Iniciativa Portuguesa do Fórum da Governação da Internet, que se realizou a 17 de outubro na Universidade de Aveiro, e onde a APDSI marcou presença enquanto uma das entidades organizadoras.

A academia, várias entidades públicas estratégicas e entidades privadas juntaram-se à comunidade técnica da Internet e à sociedade em geral para discutir questões emergentes diretamente relacionadas com a Governação da Internet.

Depois do debate “Que tipo de Internet queremos? Governação e políticas públicas da Internet nos contextos nacional e global”, os participantes dividiram-se entre a sessão dedicada à “Inteligência Artificial e Big data”, moderado por Miguel Brito Campos, da APDSI, e o debate sobre “Segurança no Ciberespaço: O dilema entre a privacidade do indivíduo e a segurança do Estado”. Ernesto Costa, da Universidade de Coimbra, foi o keynote speaker deste painel, para o qual deixou a mensagem que, os mecanismos de inteligência artificial que foram acrescentados aos computadores, têm tanto de positivo quanto de perigoso.

As fake news, a tecnologia Blockchain e a “Governação, confiança, privacidade e desafios na era do IoT” foram os temas em destaque da parte da tarde. As notícias falsas e boatos sempre existiram mas a sua propagação pelos mais variados media tem levantado questões sobre o atual papel do jornalista, sendo necessário criar soluções adaptadas a um ecossistema mediático universal e instantâneo.

Os resultados produzidos pelo evento, organizado pela FCT em parceria com a ANACOM, DNS.pt, IAPMEI, Internet Society e a APDSI, serão enviados ao Internet Governance Forum – IGF para elaboração do habitual relatório anual.

sábado, 20 de outubro de 2018

APDSI esteve no Porto para a tertúlia "Aprendizagem ao longo da vida no contexto das competências digitais"



A APDSI, em parceria com o ISCAP, levou a efeito a tertúlia "Aprendizagem ao longo da vida no contexto das competências digitais" no passado dia 15, precisamente nas instalações do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto.

Esta foi a segunda tertúlia que a Associação organizou sobre esta temática, através do seu Grupo de Competências Digitais, Qualificação e Empregabilidade.

Brevemente serão apresentados os resultados do encontro que contou com a participação de um leque diversificado de oradores, conforme o programa que pode ver aqui.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Conferência / Debate da APDSI: "Portugal é um só - Gestão Integrada da Informação do Território Português"



"Portugal é um só - Gestão integrada da Informação do Território Português" é o tema da Conferência / Debate que a APDSI vai realizar a 31 de outubro, entre as 9h30 e as 13h30, no Auditório António de Almeida Santos, no Edifício Novo da Assembleia da República.

O evento, organizado pelo Grupo Território e Urbanismo Inteligente da Associação, vai contar com a presença do Senhor Deputado Jorge Lacão, Vice-Presidente da Assembleia da República.

Esta é mais uma iniciativa da APDSI com o objetivo de conduzir a uma maior valorização e desenvolvimento do território português, através do planeamento, gestão e utilização adequada de sistemas e tecnologias de informação de base territorial.

Em outubro de 2017, a APDSI manifestou a sua preocupação com a inexistência de dados geográficos e a desarticulação dos poderes públicos, especialmente no que se refere à utilização das tecnologias da informação e comunicação (TIC) para a gestão do território, através da Tomada de Posição "Portugal é um só!".

Em maio deste ano a APDSI elaborou um Roteiro para a Ação para uma melhor Gestão do Território que pode consultar aqui.

É objetivo da APDSI procurar identificar as tendências de evolução, soluções e também as interações entre as tecnologias e outras dimensões sociais e económicas, contribuindo com uma visão mais aberta para a discussão e eficaz implementação destes conceitos na Sociedade Portuguesa. E foi nesse âmbito que já foi produzido um Roteiro para a Ação, em maio de 2018, que foi distribuído pelos órgãos de soberania da República Portuguesa.

A Associação considera que é agora tempo de alargar o debate aos grupos parlamentares com o objetivo de se alcançar uma visão de conjunto de política e infraestrutura pública para o conhecimento do Território Português. Nesse sentido, o programa inclui uma mesa redonda, composta por representantes dos diferentes Grupos Parlamentares, onde se pretendem apresentar e discutir soluções.

A inscrição é gratuita mas obrigatória e pode fazê-la aqui.

O programa está disponível aqui.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

1.ª Ação de Formação "Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz - Formar os Professores na Educação para a Cidadania"



O Centro de Formação de Agrupamento de Escolas António Sérgio promove, em parceria com o Instituto da Defesa Nacional, entre 23 de outubro e 20 de novembro de 2018, a 1.ª Ação de Formação "Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz - Formar os Professores na Educação para a Cidadania", que vai decorrer nas suas instalações, na Escola Secundária D. Dinis, em Lisboa, Marvila, entre as 18h30 e as 22h00.

A Ação de Formação, no âmbito da Educação para a Cidadania, visa sensibilizar os professores da Educação Pré-escolar, do Ensino Básico e do Ensino Secundário para as questões relacionadas com a segurança e defesa nacional, promover na sociedade portuguesa uma cultura estratégica e contribuir para a implementação nas escolas do Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz, desenvolvido através de cooperação entre o Instituto da Defesa Nacional do Ministério da Defesa Nacional e a Direção-Geral de Educação do Ministério da Educação. Visa adicionalmente criar condições para a dinamização da formação de docentes no âmbito do Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz.

A Ação de Formação foi acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua, com o registo CCPFC/ACC-100946/18, e está em acordo com o Regime Jurídico de Formação Contínua de Professores.

As inscrições são feitas mediante e-mail que deve enviar para: cfantoniosergio@esddinis.pt.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Tertúlia da APDSI: "Aprendizagem ao longo da vida no contexto das competências digitais"



A APDSI vai realizar uma tertúlia sobre aprendizagem ao longo da vida no contexto das competências digitais, qualificação e empregabilidade: todos competentes, todos digitais: ensino e trabalho na era da I.A. O encontro, organizado pelo Grupo de Competências Digitais, Qualificação e Empregabilidade da APDSI, realiza-se na segunda-feira, 15 de outubro, entre as 14h30 e as 19h30, no ISCAP – Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto.

Como keynote speaker teremos Pedro Guedes de Oliveira, Coordenador do Programa INCoDe.2030.

Nesta segunda tertúlia, a APDSI vai dar continuidade a um debate acerca da importância de encontrar um mix correto de competências para nos mantermos competitivos no mercado e sermos cidadãos comprometidos, numa era em que a Inteligência Artificial está a conquistar o seu lugar no ensino e no mercado de trabalho.

Avanços recentes em tecnologias relacionadas com a I.A. oferecem um enorme potencial para uma evolução positiva mas a ameaça da destruição dos empregos caminha lado a lado com estes novos padrões a que a sociedade está sujeita.

Escutando tanto o meio académico como o empresarial e o social, vamos procurar encontrar diversas pistas para uma melhor formação e preparação de todos (jovens e adultos) não só para o mercado de trabalho como para uma vida de qualidade e inclusão.

Consulte aqui o programa do evento e faça a sua inscrição gratuita mas obrigatória.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Primeira tertúlia da APDSI sobre a importância das Soft Skills na qualificação das competências no mundo digital

Sessão na Rebis Consulting

A APDSI realizou a primeira tertúlia sobre a importância das Soft Skills na qualificação das competências no mundo digital para maior e melhor empregabilidade. O encontro, organizado pelo Grupo de Competências Digitais, Qualificação e Empregabilidade da APDSI, realizou-se a 2 de outubro, nas instalações da Rebis Consulting, de forma muito dinâmica e de acordo com a agenda.

A tertúlia contou com cerca de duas dezenas de participantes entre administradores e diretores de empresas, presidentes das instituições envolvidas, professores do ensino secundário, académicos e outros profissionais do setor.

As palavras do keynote speaker, Mário Ceitil, Presidente da APG – Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas, vieram ao encontro das expectativas da Associação.

Na sequência da tertúlia vai ser desenvolvido um documento com as principais mensagens e resultados do debate, dando continuidade à estratégia de trabalho definida pelo Grupo.

Veja aqui os vídeos resultantes da tertúlia.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Telemóvel ultrapassa o computador para os portugueses usarem Internet


O smartphone tornou-se no meio mais utilizado pelos portugueses para aceder à Internet, destronando o computador pessoal (PC). Este é o resultado do mais recente Bareme Internet, estudo efetuado pela Marktest sobre os hábitos de consumo dos cibernautas.

"Pela primeira vez a utilização da Internet via telemóvel (57,9%) ultrapassou a utilização por PC (55,2%), confirmando a tendência de aumento de quota dos utilizadores destes dispositivos", lê-se nas conclusões do estudo efetuado com base num inquérito a mais de seis mil utilizadores. A evolução dos resultados deste estudo mostra bem como o acesso à Internet através de dispositivos móveis ganhou força ao longo dos últimos anos em Portugal, em linha com a tendência ao nível global.

Os dados do Bareme Internet mostram ainda que 9,3% dos portugueses usam a Internet através da TV e 5,8% pela consola de jogos. "Estes valores evidenciam um maior crescimento em termos absolutos no telemóvel, seguido da TV e da consola, em detrimento do PC e tablet, tendência que se vem configurando nos anos anteriores", refere, também, o estudo.

Em 2010 apenas 10% dos portugueses acediam à Internet através de telemóvel, enquanto no PC a taxa estava próxima dos 60%. A utilização do computador pessoal para aceder à Internet tem vindo a descer de forma ligeira desde 2012, enquanto através de telemóvel tem vindo a crescer de forma acentuada. Quanto aos tablets, a taxa de utilização para aceder à Internet cresceu até próximo dos 30% em 2016, tendo vindo a recuar nos últimos anos até aos actuais 19,1%.

A utilização da Internet pelos portugueses tem também vindo a aumentar, atingindo o seu pico mais alto este ano (70,9%) ou cerca de seis milhões de utilizadores.


Lançamento do livro My Europe



Realiza-se amanhã, pelas 18h00, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o lançamento do livro "My Europe", da autoria de Jaime Quesado, com apresentação de Carlos Costa e Francisco Seixas da Costa.

A publicação celebra uma década de colaboração do presidente do Conselho Diretivo da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública - eSPap - no Jornal de Bruxelas.

O livro será apresentado por Carlos Costa (Governador do Banco de Portugal) e pelo Embaixador Francisco Seixas da Costa, sendo a sessão presidida e moderada por Rui Leão Martinho (Bastonário da Ordem dos Economistas).


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Portugal está no top 10 dos países com melhores políticas de desenvolvimento


Portugal está no top 10 dos países com melhores políticas de desenvolvimento. Os dados são do Commitment to Development que mede o compromisso de 27 dos países mais ricos do mundo com as políticas de desenvolvimento que beneficiam as populações nos países mais pobres.

Portugal aparece em 9.º lugar na lista dos países que mais ajudam ao desenvolvimento. A tabela é liderada pela Suécia.

Em 2.º lugar ficou a Dinamarca, seguida pela Finlândia, a Alemanha, o Luxemburgo, a Holanda, a França e o Reino Unido. Depois de Portugal, a lista dos dez melhores é completada pela Bélgica.

No ranking elaborado por esta organização com sede em Washington, o Commitment to Development destaca, no caso de Portugal, a performance especialmente forte quanto à tecnologia (Portugal é o terceiro país em termos de ajuda), migrações e ambiente.

Portugal está na média dos 27 países quanto a políticas de finanças e de segurança, nas pode melhorar no comércio com os países em desenvolvimento (está em 20.º lugar) - fator que levou agora à queda face ao ranking de 2017.

Os avaliadores têm reconhecido ao país méritos, por exemplo, na transparência internacional, mas diz a organização dirigida por Lawrence Summers (que dirigiu o Conselho Nacional Económico na Administração Obama entre 2009 e 2011), que ainda há caminho a fazer na forma como Portugal ajuda os países em desenvolvimento.


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Fórum da Governação da Internet 2018 realiza-se em Aveiro


"Internet: Um jogo de sombras?" é o mote da 7.ª edição da Iniciativa Portuguesa do Fórum da Governação da Internet, que terá lugar na Universidade de Aveiro, no dia 17 de outubro, onde a APDSI vai estar enquanto uma das entidades organizadoras. A Internet das coisas, os metadados (Big Data), a Inteligência Artificial, a tecnologia Blockchain, a Segurança no Ciberespaço e a Desinformação serão alguns dos temas em debate. O programa está disponível aqui.

A Iniciativa Portuguesa do Fórum da Governação da Internet (IPFGI) é uma plataforma que pretende promover a informação, reflexão e debate da forma como a Internet deve ser governada, reunindo todas as partes interessadas (stakeholders), públicos e privados, a academia, a comunidade técnica da Internet e a sociedade em geral para informar, refletir e debater de que forma é que a Internet deve ser governada.

O evento é organizado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), em parceria com a ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações), APDSI (Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação), API (Associação Portuguesa de Imprensa), Associação DNS.PT, Ciência Viva (Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica), CNCS (Centro Nacional de Cibersegurança), IAPMEI (Agência para a Competitividade e Inovação), ISOC-PT (Capítulo Português da ISOC), Pólo TICE.PT, Secretaria Geral da Presidência do Conselho de Ministros e Sociedade Civil.

O lançamento da iniciativa decorreu na sequência de um movimento espontâneo ao nível global que levou várias instituições a organizarem, de forma voluntária, Iniciativas Nacionais e Regionais em várias partes do mundo do Fórum de Governação da Internet. Todas as Iniciativas Nacionais e Regionais aderem aos princípios do IGF espelhados nos artigos 72.º e 73.º da Agenda de Tunes adotada em 2005, na 2.ª fase da Cimeira Mundial sobre a Sociedade da Informação (WSIS - World Summit on Information Society) realizada no âmbito da Organização das Nações Unidas.

A reflexão nacional resultante da discussão culmina num documento intitulado "Mensagens", o qual contribui para o debate mundial, no IGF anual.

Entre 2010 e 2016, a iniciativa foi organizada, em Portugal, como Fórum para a Sociedade da Informação - Governação da Internet, tendo em 2017 assumido a denominação de "Iniciativa Portuguesa sobre a Governação da Internet" e em 2018 "Iniciativa Portuguesa do Fórum da Governação da Internet".

Pode inscrever-se aqui.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Dia do SNS 2018


Assinalou-se no passado sábado, 15 de setembro, o 39.º aniversário do SNS - Serviço Nacional de Saúde.

A data evoca a Lei n.º 56/79, de 15 de setembro, que criou, no âmbito do Ministério dos Assuntos Sociais, o Serviço Nacional de Saúde (SNS), pelo qual o Estado assegura o direito à proteção da saúde, nos termos da Constituição.

Concretizou-se, através deste importante diploma, o direito à proteção da saúde, a prestação de cuidados globais de saúde e o acesso a todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica e social. E, sobretudo, a conquista maior de todos os portugueses, que garantiu ao país uma impressiva evolução social e económica e o surgimento de um país mais inclusivo, justo e equitativo e, por isso mesmo, de braços abertos ao progresso, à ciência e à inovação, gerador de riqueza e bem-estar.

Pela primeira vez, a efeméride não contou com a presença de António Arnaut, falecido em maio deste ano, que teve um papel decisivo na criação do SNS, enquanto Ministro dos Assuntos Sociais, Saúde e Segurança Social.

Para assinalar a data, o SNS destacou 39 factos e curiosidades, número que remete para cada ano de resistência e dedicação, em prol da prestação de mais e melhores cuidados e do acesso universal ao SNS.


1. Os concursos para médicos nas áreas da medicina geral e familiar, hospitalar e de saúde pública atingiram, em 2018, o recorde de vagas para novos médicos especialistas (1.234) e o maior número de candidatos (1.117).

2. Estão a ser criados centros académicos clínicos e hospitais universitários, em todo o país, associando prestadores de cuidados de saúde, estabelecimentos do ensino superior e instituições de investigação. A finalidade consiste no avanço e na aplicação do conhecimento e da evidência científica para a melhoria da saúde.

3. Mais de 50 centros de saúde já têm médicos dentistas, graças a um projeto-piloto que arrancou em 2016. Em menos de dois anos, foram realizadas 83.077 consultas de medicina dentária. Até ao final da legislatura, deverá existir cerca de 90 gabinetes de saúde oral.

4. Nos dez anos do Programa Nacional de Saúde Oral, foram emitidos 5,2 milhões de cheques-dentista, um investimento de 132,6 milhões de euros que chegou a 3,3 milhões de Portugueses. O Programa de Intervenção Precoce do Cancro Oral abrangeu 20.638 vales, tendo sido aplicados 331 mil euros. Deverá ser criado, também, um cheque-dentista para a população reclusa.

5. O acesso a tratamentos oncológicos nos hospitais do SNS está a aumentar, havendo mais tratamentos e mais medicamentos inovadores aprovados (cinco em 2015, 13 em 2016 e 18 em 2017). Os tratamentos para o cancro representam, atualmente, um quinto do total da despesa dos hospitais. Em 2017, esta ascendeu a 284 milhões de euros, mais 13,7% do que no período homólogo.

6. Para melhorar a capacidade de resposta às emergências médicas, está em curso o plano de renovação da frota de ambulâncias. Serão substituídas 75 destas viaturas, em cada ano, entre 2018 e 2021.

7. Portugal já atingiu duas das três metas 90-90-90 do combate à infeção por VIH: mais de 90% das pessoas com VIH estão diagnosticadas e mais de 90% das que estão em tratamento já não transmitem a infeção. A OMS reconheceu o bom exemplo a nível internacional.

8. Em agosto, já existiam 119 doentes a levantar a medicação para a infeção VIH/sida na farmácia, num projeto piloto que visa aumentar a comodidade dos doentes, facilitar o acesso e incrementar a adesão à terapêutica em ambulatório. Deverá ser alargado a todo o país até ao final do ano.

9. Mais de 10.600 doentes com hepatite C ficaram curados, nos últimos três anos, em Portugal, com os medicamentos inovadores para a doença, continuando a percentagem de cura acima dos 96%. Foram realizados mais de 20 mil tratamentos, desde que foi aprovado o primeiro medicamento de nova geração, no SNS.

10. Portugal está na vanguarda internacional do acesso à saúde nas prisões, por via da introdução de um novo modelo de cuidados, no qual os profissionais dos hospitais se deslocam às prisões, a fim de prestar cuidados aos reclusos, no que concerne ao VIH e às hepatites virais.

11. Dentro em breve, os Portugueses poderão adquirir dispositivos de autodiagnóstico das infeções por vírus da sida e hepatites B e C diretamente na farmácia.

12. A consistente implementação do Programa Nacional de Vacinação e a resposta célere dos serviços de saúde permitiram o reconhecimento da eliminação do sarampo e da rubéola, em Portugal, pela OMS Europa. Proteja-se e proteja a sua família: vacine-se.

13. O último caso de poliomielite em Portugal remonta a 1986. O caminho para a eliminação iniciou-se com uma maciça campanha de vacinação em 1965. Desde então, têm sido mantidos elevados níveis de cobertura vacinal graças ao Programa Nacional de Vacinação.

14. O Ministério da Saúde está a trabalhar com os demais parceiros do sector alimentar para eliminar a presença de ácidos gordos trans em Portugal, cujo consumo está associado ao risco acrescido de doença cardiovascular. Uma adenda ao protocolo de 2017 reforça a meta para menos de um grama por cem gramas de gordura até 2020.

15. A partir de 2020 vai ser mais difícil encontrar doses individuais de açúcar que excedam os quatro gramas, graças ao protocolo que foi assinado com as empresas de distribuição. Os hábitos alimentares inadequados são o fator de risco que mais contribui para o total de anos de vida saudável perdidos pela população portuguesa (19%).

16. O Ministério da Saúde tem vindo a colaborar na promoção da alimentação saudável no âmbito da comunidade escolar. Hoje, as escolas oferecem refeições vegetarianas e refeições que têm por base o padrão alimentar mediterrânico, incutindo hábitos e estilos de vida mais saudáveis nas comunidades mais jovens.

17. Portugal já tem um Plano de Ação Nacional para a Atividade Física, que pretende assumir papel decisivo na saúde e no bem-estar das populações, diretamente ligado à prevenção de um conjunto importante de doenças crónicas não transmissíveis.

18. O blogue Nutrimento, do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, está atento às particularidades de cada estação.

19. Estão em implementação novas regras para tratamento cirúrgico da obesidade, a fim de aumentar a atividade cirúrgica nos hospitais do SNS e reforçar o acesso dos utentes a técnicas mais modernas. Em 2017, foram operados 2086 doentes, um crescimento de 1,8% em relação a 2016.

20. Os hospitais do SNS estão a usar menos antibióticos (antibacterianos), mostrando que as campanhas e as medidas para uma prescrição e utilização mais racional têm produzido resultados. Em 2017, houve uma redução de 3,7% no número de unidades utilizadas nos hospitais (cerca de dez milhões).

21. No primeiro semestre de 2018, foi aprovado o financiamento de 15 novos medicamentos inovadores, no total de 16 processos avaliados. É o máximo dos últimos três anos e representa um esforço para reforçar o acesso.

22. Os hospitais do SNS estão a reforçar os dispositivos de segurança dos medicamentos, em cumprimento de uma nova diretiva europeia. A partir de fevereiro de 2019, passa a ser obrigatória a verificação e a desativação dos dispositivos de segurança nas embalagens.

23. Desde 19 de julho último, data de arranque do projeto «Exames Sem Papel», já foram disponibilizados, digitalmente, mais de meio milhão de exames na Área do Cidadão do Portal SNS. São mais seguros e contribuem para a desburocratização e redução de desperdício, aproximando médicos e utentes.

24. Em 2019, circularão no SNS, maioritariamente, faturas eletrónicas, cumprindo uma norma europeia. A desmaterialização dos serviços financeiros concorre para uma melhor despesa pública.

25. A partir de janeiro de 2019, será dado acesso gratuito a informação clínica cientificamente validada, através de plataformas digitais internacionais, graças a um protocolo entre o Ministério da Saúde e Ordem dos Médicos. O objetivo consiste em aumentar a literacia dos cidadãos e combater a desinformação na internet.

26. Está em curso um projeto-piloto para rastreio da saúde da visão infantil, no SNS, com o objetivo de detetar e tratar precocemente estas doenças.

27. O SNS conta, atualmente, com 596 psicólogos clínicos, sendo que 232 trabalham em estabelecimentos hospitalares e 364 nos cuidados de saúde primários. Está em curso o processo de recrutamento de mais 40, refletindo a importância da saúde mental.

28. Quando os Portugueses vão a banhos, no verão, o SNS vai com eles. As praias mais concorridas do Alentejo e do Algarve contam, todos os anos, com postos de saúde durante os meses estivais.

29. No verão, diminuem as reservas e aumentam as necessidades de sangue. Por isso, aproveite as horas de mais calor, nas quais deve evitar a exposição ao sol, e faça a sua dádiva. É um ato solidário que pode salvar vidas.

30. O SNS 24 disponibiliza, desde 9 de agosto, informação relativa à dádiva de sangue e doação de órgãos. Para triagem, aconselhamento, encaminhamento clínico, serviços administrativos e informativos, ligue para este «balcão único» do SNS, telefone 808 24 24 24, ou envie um e-mail para atendimento@sns24.gov.pt.

31. O SNS ficará livre de fumo de tabaco até 2020. As medidas, que incluem áreas exteriores, consiste em refletir espaços saudáveis de cuidados de saúde e de trabalho, contribuindo para o tratamento, para a prevenção e a promoção da saúde e para a capacitação do utente.

32. Está em implementação o Registo Nacional de Paragem Cardiorrespiratória, uma ferramenta que vai permitir conhecer melhor a realidade nacional e planear ações futuras, nomeadamente no que diz respeito à disponibilização do acesso à desfibrilhação precoce, um dos elos da cadeia de sobrevivência.

33. Portugal é um parceiro importante em missões internacionais de resposta a problemas de saúde pública, sobretudo em África. Como exemplo, temos a participação em missões de prevenção e resposta rápida ao Ébola, em diversos países, entre os quais a República Democrática do Congo.

34. Está a ser implementada, no SNS, uma plataforma única de gestão do transporte não urgente de doentes. A medida tem em vista melhorar a articulação, harmonizar as regras a nível nacional e evitar desperdícios. O SNS assegura o transporte não urgente a 1.500 pessoas por dia, em média, representando uma despesa anual de 116 milhões de euros.

35. A partir de 1 de julho de 2019, será reforçada a proteção dos consumidores contra alegações enganosas nos produtos cosméticos. Vão ser vetadas alegações não provadas, pouco compreensíveis e pouco fiáveis, graças a um regulamento da Comissão Europeia.

36. O SNS está a reforçar a oferta de camas para reclusos que cometeram crime por força de doença mental (inimputáveis). A estratégia visa garantir o tratamento, a segurança e a reabilitação destes reclusos. De acordo com o Ministério da Justiça, 333 reclusos inimputáveis estão atualmente internados em estruturas forenses.

37. As doenças oncológicas têm tido um aumento muito significativo entre a população portuguesa, sendo já a segunda causa de morte. Promover a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das doenças oncológicas, garantindo a equidade e a acessibilidade dos cidadãos, tem sido a grande apostas. Exemplo disso é o alargamento dos rastreios do cancro da mama, colo do útero e do colon e reto, prevendo-se que, em 2020, se atinja os 100%.

38. Portugal situa-se acima da média dos 53 países da região europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto à esperança de vida à nascença, com 81,3 anos em 2014, quando a média da região se situava nos 77,83.

39. Em Portugal, o rácio de mortes prematuras por 100 mil habitantes situava-se nos 32,5, em 2014, enquanto a média dos 53 países da região europeia da OMS era de 49,93.


terça-feira, 18 de setembro de 2018

Accenture e Google Cloud parceiras na criação de soluções inteligentes


Accenture Google Cloud Business Group (AGBG) é o nome do novo grupo de trabalho, criado em parceria pela Accenture e Google Cloud, para apoiar as empresas na implementação de tecnologia cloud, melhorando a experiência que oferecem aos clientes.

Aliando o vasto conhecimento setorial da Accenture ao poder da tecnologia da Google Cloud, o AGBG permitirá à Accenture e à Google Cloud desenvolverem soluções inteligentes, potenciado em conhecimento baseado em dados. Inicialmente, o AGBG irá focar-se no desenvolvimento de soluções multissectoriais para clientes na América do Norte, Europa e Japão e para as indústrias do retalho, bens de consumo embalados e saúde.

O Centro de Excelência Google Cloud da Accenture será integrado na AGBG, centrando-se no desenvolvimento de soluções em áreas de alto crescimento para acelerar a adoção da Google Cloud pelos clientes.

A Accenture foi distinguida, em 2017, como Parceira do Ano da Plataforma Google Cloud em reconhecimento da excelência demonstrada a nível das vendas, marketing, técnica e apoio aos clientes no aproveitamento das vantagens dos produtos da Google Cloud na transformação dos seus negócios. O AGBG vem reforçar uma aliança de longa data entre as duas empresas.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Workshop da itSMF Portugal sobre a nova norma ISO 20000-1:2018 - Gestão de serviços TI


A itSMF Portugal vai promover um workshop para apresentação da nova norma ISO 20000-1:2018 - Gestão de serviços TI no próximo dia 27, pelas 14h15, no Lionesa Resort Empresarial, em Leça do Balio, no Porto.

A nova norma ISO 20000-1:2018 - Gestão de serviços TI, que vai entrar em vigor no próximo dia 15, traz oportunidades e desafios para as empresas já certificadas na norma ISO 20000-1 ou que se pretendem certificar.

A itSMF Portugal, organismo de normalização setorial, desempenhou um papel ativo na elaboração, discussão e aprovação desta norma que se caracteriza por requisitos e processos orientados à melhoria da eficiência dos serviços TI.

As inscrições são gratuitas mediante registo prévio que pode fazer aqui.

Confira a agenda para dia 27:

14h15: Receção dos participantes e café de boas vindas
14h45: Abertura, Rogério Costa, Presidente itSMF Portugal
15h00: A certificação ISO 20000-1 em Portugal, Hermano Correia, APCER
15h30: A nova Norma ISO/IEC 20000-1:2018, Mário Rui Costa, TRANSPONDER CONSULTORES, Presidente CT191

16h00: Coffee break 

16h20: Caso prático de uma implementação ISO/IEC 20000-1, Clara Pereira, PAMAFE
16h40: A experiência de uma certificação ISO/IEC 20000-1, dificuldades e benefícios, Manuel Silva, DECSIS
17h00: Mesa de debate: Gestão de serviços TI, certificação oportunidades e desafios.
- Moderada por Luís Azevedo, Direção Normalização itSMF
- Mário Rui Costa, Presidente CT191, TRANSPONDER CONSULTORES
- Manuel Silva, DECSIS
- Hermano Correia, APCER

17h30: Encerramento, Luís Azevedo, Direção itSMF Portugal

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Tertúlia da APDSI "Aprendizagem ao longo da vida: O Papel das Soft Skills"



A APDSI vai realizar uma tertúlia sobre a importância das Soft Skills na qualificação das competências no mundo digital para maior e melhor empregabilidade. O encontro, organizado pelo Grupo de Competências Digitais, Qualificação e Empregabilidade da APDSI, realiza-se na terça-feira, 2 de outubro, no Edifício Goa, em Sacavém.

Como keynote speaker teremos Mário Ceitil, Presidente da APG - Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas.

Nesta tertúlia, primeira de várias, a APDSI vai iniciar um debate acerca da importância de encontrar um mix correto de competências para nos mantermos competitivos no mercado e sermos cidadãos comprometidos. Focando sobre o papel das Soft Skills num contexto de competências digitais, estaremos a colocar o dedo na ferida da aparente separação de águas entre as ciências humanas e as tecnológicas.

Escutando tanto o meio académico como o empresarial e o social, vamos procurar encontrar diversas pistas para uma melhor formação e preparação de todos (jovens e adultos) não só para o mercado de trabalho como para uma vida de qualidade e inclusão.

O programa está disponível no sítio na web da APDSI.

A inscrição é gratuita mas obrigatória e pode fazê-la aqui.

IT'S TIME TO TALK ABOUT ... | Blockchain: Desafios e Oportunidades para Portugal


A itSMF Portugal vai realizar mais um encontro "IT'S TIME TO TALK ABOUT", desta vez dedicado ao tema "Blockchain: Desafios e Oportunidades para Portugal". O encontro vai realizar-se no próximo dia 25, pelas 17h15, no auditório J. J. Laginha (edifício I), ISCTE-IUL, em Lisboa.

De toda a permanente evolução tecnológica que vivemos no nosso dia-a-dia, existe uma que irá por certo alterar os modelos de negócio, de comunicação e transação e acima de tudo as relações entre pessoas, empresas e estados: o Blockchain.

Disruptiva e inovadora, não há dúvida que as principais características da tecnologia Blockchain - descentralização e segurança - prometem transformar o mundo dos negócios e introduzir vantagens muito relevantes e trazer grandes mudanças para a sociedade num futuro não muito distante.

Especialmente associada à criptomoeda mais conhecida: a Bitcoin, esta tecnologia tem no entanto aplicações noutras áreas e setores de atividade, que irão de facto agitar a economia.

Em poucas palavras o Blockchain define-se como uma grande base de dados em que a informação registada é verificada por todos os participantes na rede, o que impede que esta seja alterada ou eliminada. É uma tecnologia orientada para a gestão da confiança. O Blockchain elimina intermediários para validar essa confiança através de um consenso da maioria dos participantes nessa rede, obtida com fórmulas matemáticas explicitas.

O Blockchain é um tema do momento. Uma tecnologia que suscita a atenção de todo o mundo digital e que ainda tem muito caminho a percorrer, apresentando ainda muitas incógnitas por esclarecer.

As empresas e organizações, fazendo uso da tecnologia Blockchain, podem otimizar o custo e a eficiência através da gestão interna do relacionamento com os distribuidores e clientes ou criar novos serviços que geram receitas e conhecimento. A tecnologia por detrás do Blockchain está sujeita a converter-se no novo ecossistema por excelência para a troca de informação e validação de transações.

Assim, a it SMF entende que o Blockchain será o tema em destaque no "IT'S TIME TO TALK ABOUT" deste mês, enquanto tecnologia que irá liderar os processos de comunicação e transação mas, acima de tudo, irá transformar a sociedade e as relações no mundo digital.

Confira o programa:

17h15: Receção dos participantes e café de boas vindas
17h30: Abertura, Luís Braga, itSMF Portugal
17h35: Debate: Blockchain: Desafios e Oportunidades para Portugal
Moderador:
·        José Carlos Martins (Co-coordenador do IT'S TIME TO TALK ABOUT)
Painel  constituído por:
·        Francisco Távora Seruya (Leader Technology, Everis Portugal SA)
·        Fred Antunes (Presidente, Associação Portuguesa de Blockchain e Criptomoeda)
·        João Mota Lopes (Lead Account Manager, Oracle Portugal)
·        Nuno Miguel Mendonça (Consultor, EY Portugal)
19h00 Encerramento

A inscrição é gratuita mediante registo aqui.


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

ESSLei ganha estatuto de Academia do Conhecimento da Gulbenkian


A Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria viu aprovado pela Fundação Calouste Gulbenkian o projeto de promoção de competências em crianças e jovens da região, o que a torna uma Academia do Conhecimento e lhe permite contar com apoio técnico e financeiro da fundação.

O projeto envolve crianças, jovens e pais das comunidades municipais de Leiria e de Porto de Mós e procura desenvolver soft skills como o pensamento crítico, a comunicação, a resiliência, o trabalho em equipa, a superação da frustração, a capacidade de resolver problemas complexos e a adaptação à mudança.

O projeto de softskills procura desenvolver o pensamento crítico, a comunicação, a resiliência, o trabalho em equipa, a superação da frustração, a capacidade de resolver problemas complexos e a adaptação à mudança.

Liderado por Vanda Varela, docente da licenciatura em Terapia Ocupacional da ESSLei, o projeto envolve como parceiros as câmaras municipais de Leiria e de Porto de Mós, e cerca de uma dezena de docentes da ESSLei.


quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Plataforma 9 fez 5 anos de intercâmbio entre países, regiões e culturas de língua portuguesa



Assinalou-se no passado dia 6 de setembro o 5.º aniversário do intercâmbio informativo e cultural da Gulbenkian entre os países, regiões e culturas de língua portuguesa.

Há cinco anos que o portal cultural Plataforma 9 divulga, a um ritmo diário e pelos cinco continentes, notícias sobre ações de formação, investigação, realização de congressos, publicações, financiamento de projetos e oportunidades de emprego relacionados com as culturas lusófonas.

O portal foi idealizado em 2013 e lançado no Mindelo, Cabo Verde, em 2014 pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Associação Internacional de Lusitanistas, para possibilitar a articulação em rede de instituições e programas nacionais e internacionais dedicados à Língua Portuguesa e à diversidade das culturas em português.

Durante estes cinco anos, a Plataforma 9 (nome dado a uma plataforma criada para servir os nove países e regiões da Língua Portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Galiza, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe) apostou no conhecimento, na mobilidade e emprego, encurtou distâncias, aproximou as regiões de língua portuguesa e promoveu o diálogo entre as culturas. Atualmente, o portal conta com mais de milhão e meio de visualizações anuais.

O português é a quinta língua materna mais falada no planeta, sendo utilizada por mais de 260 milhões de cidadãos.

Mais informações aqui

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Aluno português distinguido com medalha de prata pela 1.ª vez nas Olimpíadas Internacionais de Informática



De 1 a 8 de setembro, a cidade de Tsukuba, no Japão, recebeu a 30.ª edição das Olimpíadas Internacionais de Informática (IOI), onde 335 alunos de escolas secundárias provenientes de 87 diferentes países ou regiões demonstraram o seu talento na programação. 

As provas decorreram em dois dias, com competições de cinco horas e três problemas diários que colocaram à prova os conhecimentos informáticos e algorítmicos de todos os participantes, em representação do seu país.

Portugal participa neste evento desde 1992, enviando os seus melhores alunos selecionados através das Olimpíadas Nacionais de Informática, organizadas pela APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação. Este ano a delegação portuguesa foi constituída pelos alunos Kevin Pucci (aluno do 11.º ano do Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins, de Chaves), David Nassauer (aluno do 11.º ano da Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa), André Guimarães (11.º ano do Externato Marista de Lisboa) e Diogo Rodrigues (11.º ano do Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia), sendo liderada professor Pedro Ribeiro (Team Leader - Universidade do Porto), co-adjuvado por Pedro Paredes (Deputy Leader - aluno de doutoramento em CMU, Pittsburgh).

Os resultados alcançados foram os melhores de sempre, com a delegação portuguesa a ver o seu árduo trabalho de preparação colher frutos com o aluno Kevin Pucci a obter uma medalha de prata, a primeira de sempre para Portugal.





O nosso país acumula assim no seu histórico uma medalha de prata (2018) e oito medalhas de bronze (duas em 2017, uma em 2016, duas em 2012, uma em 2011, uma em 2009 e uma em 2002). Durante as IOI foram também entregues os prémios correspondentes ao Concurso Ibero-Americano de Informática e Computação (CIIC), uma prova internacional destinada a preparar os melhores alunos de vários países da América Latina e da Península Ibérica para as IOI.

Os melhores alunos portugueses foram convidados para representar Portugal no CIIC e o resultado global foi igualmente positivo, com a obtenção de uma medalha de ouro (Kevin Pucci), três medalhas de prata (José Pedro, Maria Madrugo e Diogo Rodrigues) e duas medalhas de bronze (David Nassauer e Leonardo Tavares).




Em 2019, teremos mais uma edição das Olimpíadas Nacionais de Informática, que decorre em várias fases de seleção, e culminando na seleção dos alunos que representam Portugal na 31.ª edição das Olimpíadas Internacionais de Informática, que se irão realizar em agosto, em Baku, no Azerbaijão.

Veja, mais abaixo, a entrevista de Kevin Pucci ao "Diário da Manhã", da TVI.

 

10.ª Edição do Q-Day Conference



O Q-Day Conference 2018 vai realizar-se no dia 20 de setembro, entre as 9h00 e as 18h00, na Culturgest, em Lisboa. É uma conferência anual sobre estratégia, inovação, empreendedorismo, modelos de decisão e internacionalização promovida pela Quidgest. É também um evento de interesse público e conta com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, diversas associações, universidades e meios de comunicação social.

A conferência tem conseguido reunir, ao longo dos anos, conceituados oradores e uma plateia de nível e muito interessada.

O Q-Day 2018 terá como tema "Hyper Agile, Lean & Machine Learning" que engloba a agilidade, a qualidade e a automação inteligente, as grandes tendências para o futuro próximo das tecnologias de informação (TI) e da gestão mais competitiva, num mundo em mudança exponencial.

A disrupção digital está a afetar, globalmente, todas as indústrias e serviços. Assim, torna-se imperativo agir de forma a poder dar resposta a um mundo em constante mudança. A solução passa pelo aumento da agilidade, tanto nas tecnologias e sistemas de informação, como nos processos de gestão.

O Hyper Agile é uma metodologia de desenvolvimento projetada para maximizar o potencial da organização, a partir de uma perspetiva de retorno sobre investimento (ROI). Tal como o atualmente famoso machine learning, também a hiper agilidade se baseia na criação sucessiva e incremental de novos programas, no sentido de melhorar, continuamente, o resultado alcançado.

A aplicação destes novos conceitos, de evolução contínua, e automação, tanto nas tecnologias como na gestão, traz não só importantes ganhos de produtividade e qualidade, como maior resiliência e longevidade às organizações. Por isso, as empresas e instituições mais dinâmicas, de todo o mundo, procuram incessantemente soluções de desenvolvimento rápido, com recurso a modelação e geração automática e, simultaneamente, metodologias, tipo Lean, que garantam a qualidade e a eliminação de ineficiências.

As inscrições são gratuitas, sujeitas a confirmação, até à capacidade máxima da sala. Inscreva-se aqui.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Vencedores das Olimpíadas Nacionais de Informática a caminho do Japão


É já nesta sexta-feira, dia 31, que partem para Tsukuba, no Japão, os quatro alunos que vão representar Portugal nas Olimpíadas Internacionais de Informática 2018.

Confiantes nos bons resultados que obtiveram nas Olimpíadas Nacionais, Kevin Pucci, David Nassauer, André Guimarães e Diogo Rodrigues pretendem inspirar o interesse de outros jovens estudantes do ensino secundário pela informática e pelas tecnologias da informação.

Desde 1992 que Portugal participa neste evento, enviando os seus melhores alunos, selecionados através das Olimpíadas Nacionais de Informática, organizadas pela APDSI em colaboração com o Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

A 30.ª edição das IOI decorre de 1 a 8 de setembro. Portugal estará presente ao lado dos participantes de cerca de 80 outros países. Daqui saem sempre os melhores jovens cientistas mundiais no domínio da Informática.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

eiD Conference debate a identidade digital no futuro


Este ano, na comemoração da sua 10.ªedição, a eiD Conference realiza-se nos dias 27 e 28 de setembro no Auditório da Fundação Champalimaud, em Lisboa. O evento é organizado pela Multicert, associada da APDSI, que anualmente organiza esta conferência de dimensão internacional.

Na conferência vão estar presentes empresas de renome bem como Instituições Nacionais de referência, como o Gabinete Nacional de Segurança, o Banco de Portugal, a Casa Nacional da Moeda e vários representantes do Governo português, que se propõem, em conjunto, a discutir o impacto que a identidade digital terá no futuro e que garantias poderá dar em termos de segurança e preservação da nossa unicidade.

A participação na conferência é gratuita, mas a inscrição obrigatória. Pode inscrever-se aqui

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

7.º Congresso Internacional dos Hospitais



A APDH está a organizar o 7.º Congresso Internacional dos Hospitais, sob o mote "Envolvimento e responsabilidade do Cidadão", que conta com o patrocínio institucional da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), da Federação Europeia dos Hospitais (HOPE) e da Federação Internacional dos Hospitais (FIH).

O evento decorre ao mesmo tempo da 12.ª edição do Prémio de Boas Práticas em Saúde®, nos dias 21 a 23 de novembro de 2018, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa - ESTeSL.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Millennials vão ser ultrapassados pela Geração Z já em 2019



Em 2019, a Geração Z deverá ultrapassar a Geração Y (millennials) em percentagem da população mundial. A estimativa foi feita pela Bloomberg.

A Geração Z é composta por indivíduos que nasceram a partir de 2001 e nunca conheceram o mundo sem internet. Estes indivíduos atingem a maioridade no ano que vem e, com ela, o direito ao voto a par de liberdade no consumo.

Segundo a análise da agência, em 2019, cerca de 32% da população mundial será composta por pessoas da Geração Z, percentagem que compara com a quota de 31,5% dos millennials.

A Bloomberg cita um estudo da EY que indica que, enquanto a Geração Y (millennials) é tendencialmente mais egocêntrica, as pessoas da Geração Z são mais autoconscientes e capazes de indicar com grande rapidez o lhes é relevante ou não.

A notícia está a ser encarada com particular otimismo pelas empresas de tecnologia e da nova economia da partilha, assim como para os fabricantes de gadgets, empresas de entregas de encomendas e outros players do mercado do comércio eletrónico.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Roupas de nanotubos de carbono podem ser usadas como bateria



Engenheiros da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, em parceria com a Base Aérea de Wright-Patterson, estão a desenvolver uma roupa que pode ser usada como bateria, sendo assim capaz de carregar outros dispositivos elétricos.  

Segundo o Interesting Engineering, o tecido das roupas é feito a partir de nanotubos de carbono, que são materiais com excelentes propriedades de condução térmica e resistência ao calor. Graças às tecnologias de ponta da Força Aérea americana, os cientistas são capazes de criar materiais inteligentes para aprimorar as aplicações de tecnologia militar.

No centro destas aplicações estão os nanotubos de carbono. De acordo com os cientistas, no futuro, será possível substituir o cobre dos carros e dos aviões, de forma a diminui o peso dos veículos e melhorar a eficiência do combustível.

Os nanotubos de carbono poderão também ser utilizados para filtrar as nossas águas e para nos dar mais informação sobre as nossas vidas e corpos, através de sensores biométricos. Além disso, estes materiais devem também substituir o poliéster e outras fibras sintéticas.

Os nanotubos de carbono são os objetos mais negros encontrados na Terra, absorvendo cerca de 99,9% de toda a luz visível.

A Internet das Coisas e o seu impacto na vida dos cidadãos a 20 anos, foi um dos temas abordados pela APDSI em 2013 no seu encontro anual no Fórum da Arrábida que pode recordar aqui.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Lei eleitoral mudou para portugueses que vivem no estrangeiro



A Assembleia da República aprovou no passado dia 18 de julho várias alterações às leis eleitorais relativas aos portugueses que vivem no estrangeiro propostas pelo governo, PSD e BE.

Entre as várias mudanças levadas a votação no Parlamento pelo Governo, aprovadas com votos a favor de todas as bancadas com exceção da do CDS-PP, que se absteve, destacam-se o recenseamento automático, o que se traduz num milhão de votantes a mais, voto postal gratuito, voto em alternativa presencial/postal para a Assembleia da República e alargamento das mesas de voto. 

Os cidadãos portugueses residentes no estrangeiro vão passar a estar inscritos no recenseamento nacional. Na prática, isto significa que os emigrantes portugueses vão passar a estar equiparados aos residentes em Portugal. 

O voto por via postal vai ainda passar a ser gratuito.

Estas medidas, que se traduzem num histórico avanço para os portugueses que vivem no estrangeiro, já vinham a ser incentivadas pela APDSI há alguns anos. Recorde-se a conferência / debate "Voto Eletrónico para todos os Portugueses", que a Associação realizou em maio do ano passado no Auditório António de Almeida Santos da Assembleia da República, no qual foi feita uma demonstração-piloto de voto eletrónico.

Em ano de eleições autárquicas, a APDSI considerava oportuno debater os desafios tecnológicos, sociais e políticos que decorrem da democracia eletrónica e, em particular, do voto eletrónico universal e em mobilidade. Questões como a desterritorialização, a anonimização e a segurança do voto, foram abordadas neste evento que pode recordar aqui.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

24.ª ISfTeH International Conference realiza-se em conjunto com a Portugal eHealth Summit 2019




A conhecida ISFTeH - International Society for Telemedicine and eHealth realiza conferencias internacionais todos os anos.

A 24.ª ISfTeH International Conference vai realizar-se em Portugal em conjunto com a Portugal eHealth Summit 2019, de 19 a 22 de março.

A Portugal eHealth Summit é uma iniciativa do Ministério da Saúde, promovida pela SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde - e CNTS - Centro Nacional de TeleSaúde.

A SPMS criou em Portugal um evento anual representativo da transformação e inovação digital no setor da saúde. Este evento já é reconhecido como um dos maiores da Europa com mais de 13.000 pessoas presentes, e ainda mais (22.000) que acompanharam o evento de 2018 em livestream

A "Portugal eHealth Summit" foi este ano, distinguida com o Alto Patrocínio da Presidência da República. Marcelo Rebelo de Sousa participou na sessão oficial de encerramento da edição de 2018, sublinhando que "Portugal está na liderança do digital".

Para mais informações envie um e-mail para info@isfteh.org.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Livro de Reclamações Eletrónico entrou em nova fase



Depois de um primeiro ano com balanço positivo aplicado aos serviços públicos essenciais, o Livro de Reclamações Eletrónico foi alargado a mais setores económicos no passado dia 1 de julho.

A plataforma digital, que começou a 1 de julho de 2017 para os serviços essenciais como energia, resíduos, comunicações eletrónicas e serviços postais, foi agora alargada às áreas da grande distribuição, comércio, hotelaria, materiais de construção e agências de viagens.

Inicialmente, o LRE foi adotado com o objetivo de promover o tratamento mais célere e eficaz das solicitações e uma maior satisfação dos consumidores. Neste primeiro ano, os dados oficiais apontam para cerca de 50 mil reclamações processadas através da nova plataforma com as telecomunicações e o setor da energia a liderarem a lista de queixas.

Segundo um comunicado divulgado pelo Ministério da Economia, a implementação será faseada, entre 1 de julho de 2018 e 30 de junho de 2019, "considerando o elevado número de setores de atividade económica e, consequentemente, de agentes e de estabelecimentos, envolvidos na segunda fase de implementação do projeto do Livro de Reclamações Eletrónico".

A Direção-Geral do Consumidor divulga informação sobre o livro de Reclamações Eletrónico aqui e disponibiliza um Manual do Utilizador.

Apesar do sucesso do LRE, o Livro de Reclamações em papel continua a ser disponibilizado.

O livro de reclamações em formato eletrónico (um único exemplar por operador, independentemente do número de estabelecimentos fixos ou permanentes de que disponha) pode ser adquirido junto da INCM - Imprensa Nacional Casa da Moeda.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Implante conectado ao iPhone ajuda cidadãos com perda auditiva



A Apple lançou a aplicação Nucleus Smart que pretende vir a ajudar os cidadãos que sofrem de perda auditiva.

A Cochlear é uma empresa australiana especializada em implantes auditivos e há mais de oito anos a marca uniu-se à Apple para desenvolver um equipamento auditivo que funcionasse de forma integrada ao iPhone. O primeiro resultado da parceria veio a público em 2015 com o lançamento do processador de som Baha 5, capaz de descodificar som para pessoas que tinham perdido tal capacidade.

Em 2017 a união das marcas apresentou ao mercado o processador Nucleus 7 sound processor, que dispensa a necessidade de um dispositivo adicional. Até então, todos os modelos de implantes tinham de se conectar aos aparelhos portáteis via Bluetooth, o que agora deixa de ser necessário.

O aparelho é responsável por garantir acesso ao mundo digital a pessoas com perda auditiva em níveis avançados. Para quem apresenta problemas menores de audição, o funcionamento do dispositivo não é tão significante.

Graças ao Nucleus 7, atividades relativamente comuns, que até então eram impossíveis, como fazer uma chamada telefónica, ouvir música ou orientar-se com um GPS, são agora possíveis para quem sofre de perda de audição. Além de viabilizar as atividades, o processador permite controlar os níveis do som que chegam ao ouvido através do smartphone.

A aliança entre a saúde e as novas tecnologias já tem alguns anos. Na APDSI, o último evento neste âmbito decorreu em fevereiro de 2015 e pode recordá-lo aqui.

United Nations E-Government Survey 2018: Portugal é mencionado com nota positiva




Foi publicado o "United Nations E-Government Survey 2018" e Portugal é mencionado no relatório, com nota positiva, em relação ao Simplex, Lojas do Cidadão e Espaços do Cidadão.

A Dinamarca encontra-se em primeiro lugar no ranking mundial de "e-Government Development" e Portugal ocupa o 29.º posto, no que se traduz numa subida em relação ao ranking de 2016 (o país estava em 38.º lugar).

O relatório considera que as políticas e estratégias adotadas nos últimos anos em Portugal no âmbito da transformação digital dos serviços públicos, assentam nos "princípios de implantação de serviços centrados no cidadão, simplificação administrativa e interoperabilidade, custos e recursos da administração central". Na United Nations E-Government Survey 2018 lemos, ainda, que as chamadas "lojas do cidadão" são uma das "mais emblemáticas faces desta nova política com um conceito inovador de prestação de serviços públicos que reúne, no mesmo espaço, várias entidades públicas e privadas, o que resulta de uma colaboração entre a administração central, parceiros locais e cidadãos".

Existem agora mais de 150 centros físicos multi-serviços como parte de uma rede que utiliza as TIC para criar espaços de cidadão para a prestação de serviços distribuídos digitalmente ou com assistência pessoal, se necessário. Isto "reflete uma preocupação pelo facto de os níveis alfabetização digital não serem os mesmos em todo o país". Outro importante pilar da política é o programa "Simplex", que visa simplificar a burocracia, modernizar a administração pública e facilitar a interação entre cidadãos e empresas com administração pública, tanto ao nível central como municipal.

A United Nations E-Government Survey 2018 é publicada à medida que a implementação da Agenda 2030 para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) avança para o seu terceiro ano. "Os governos têm a responsabilidade crítica de encontrar e implementar políticas e medidas para mitigar o impacto dos choques tecnológicos na sociedade; uma nova dimensão de vulnerabilidades que as TIC vieram expor", lê-se na survey, que pode consultar aqui.