terça-feira, 12 de junho de 2018

15.ª Conferência Anual itSMF Portugal | “A Gestão de Serviços no Limiar da 4.ª Revolução Industrial”



Realizou-se no dia 7 de junho a 15.ª Conferência Anual da itSMF subordinada ao tema “A Gestão de Serviços no Limiar da 4.ª Revolução Industrial”. O encontro teve lugar no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, contou com a presença de ilustres figuras do meio e abordou temas como o contributo da Gestão de Serviços na atual Estratégia de Transformação Digital.

Luís Portugal Deveza, Consultor de Empresas TI, falou sobre Indústria 4.0 ou transformação digital, destacando que, hoje em dia, há uma pressão significativa por parte dos clientes (procura) que têm a capacidade de ser cada vez mais exigentes.

Na Indústria 4.0, a dispersão geográfica já não é um problema e as tecnologias oferecem uma capacidade de produção mais automatizada, bem como o acesso a dados importantes para a sua atividade. A produção em real time é outra vantagem apontada por Luís Portugal Deveza: «A grande novidade na Indústria 4.0 é o fator inteligência porque, na maior parte do tempo, os equipamentos não a tinham. A introdução do machine learning e da inteligência artificial faz com que cada "coisa" capte dados que podem ser usados».

Em Portugal, mais de 50% das empresas está a resistir a esta revolução ou, na melhor das hipóteses, está apenas curiosa sobre ela, não se sentindo suficientemente esclarecida para a adotar sem hesitação, demonstra Luís Portugal Deveza. Portugal é, contudo, um país que se "desenrasca" bem quando o caminho é incerto, sendo esta uma característica que, segundo Luís Portugal Deveza, nos pode trazer benefícios nesta área. A segurança é a grande preocupação do consultor, a par do emprego para a geração atual de crianças: «Não estou otimista quanto à questão da criação ser equivalente à destruição».

João Machado, IoT Connectivity Solution Architect Manager da Vodafone Portugal, enumerou as oportunidades e desafios que a IoT coloca ao mundo industrial ressalvando que há impactos técnicos e as tecnologias ainda são caras: «A segurança é o melhor ativo que as empresas vão ter; a confiança tem de ser criada e será uma grande oportunidade porque a empresa que a conseguir está melhor preparada para os desafios do futuro». Uma melhor gestão da informação vai trazer grandes desafios regulatórios mas João Machado mostra-se otimista: «Acho que os benefícios superam as dificuldades. Confio na aprendizagem anterior e, por isso, acredito que a sociedade vai saber minimizar os impactos».

Rui Ribeiro Pereira, Manager of Information Systems Operations da Galp, também esteve presente na conferência e mostrou os bons exemplos da empresa que aposta na integração, reutilização e simplificação dos sistemas de informação - geridos em outsourcing. «A imaginação e a capacidade de sonhar são mais importantes que o conhecimento», concluiu. Com uma empresa gerida em multisourcing, os maiores desafios prendem-se com a integração de serviços: «Todos os envolvidos estão comprometidos em operar sobre uma plataforma comum de processos, de forma a haver uma gestão de trabalho por parte de todos, automatizada e integrada».

Indústria 4.0 e RGPD



Ainda da parte da manhã, Rui Soares, da itSMF Portugal, fez uma apresentação intitulada "Serviço Alerta, Privacidade Certa", onde destacou os cuidados que as empresas devem ter com o RGPD e as alternativas que existem ao consentimento. Na sua apresentação foi dada particular importância ao service desk onde cada colaborador tem de saber que dados são controlados, como são tratados e como vão resolver se os clientes quiserem exercer os seus direitos: «A formação de quem está no service desk tem de ser acautelada porque mesmo que não tenham a resposta adequada, têm de saber para onde encaminhar as questões».

Graça Carvalho, Strategic Alliances Director - Department of Computer and Science from UCL, falou-nos sobre os impactos que a IoT está a ter na gestão das empresas e interação com os clientes, contudo, é preciso fazê-lo «degrau a degrau». É preciso experimentar e com parceiros, defende.

Nesta nova Era da Indústria 4.0, é preciso ter em atenção o que têm em comum as novas tecnologias. Os dados são a "cola" do sistema e a velocidade de transformação das organizações vai mudar muito mais nos próximos dois anos, do que aconteceu nestes dois últimos anos. A investigadora também partilhou o resultado de um estudo feito no Reino Unido em 2015 e que procurava perceber porque é que a IoT não estava a ter o sucesso que deveria. Questões de privacidade e segurança surgiram na resposta. «Já não se pode dizer que não estamos conscientes do impacto de determinada tecnologia; o diferenciador é a importância comercial dos dados», rematou.

ISO 20000-1

Da parte da tarde, coube a Lynda Cooper, perita de renome mundial na normalização Gestão e Governação de Serviços TIC, abrir a sessão com uma apresentação sobre a norma ISO 20000-1 que, até 2016, apresentou um crescimento significativo que se espera que continue a verificar-se. A especialista sublinhou que se está a assistir a uma alteração de tendências no service management com um maior ênfase a ser dado ao consumidor.

Paulo Sousa, CEO da Maxdata, apresentou o software de controlo de análises clínicas - é o software que diz o que os equipamentos têm de fazer e determina se um exame é válido ou tem de ser repetido. Mais de 80% do serviço diário é assegurado por máquinas. A Maxdata adotou o ISO 20000-1 porque percebeu que seria uma mais-valia competitiva para a empresa que passou na auditoria com 0% de inconformidades.

No final, José Carlos Martins moderou o Grande Debate sobre o tema da conferência com um painel constituído por António Câmara (YGroup e UNL), Luís Vidigal (APDSI) e Miguel Moreira (DSPA).

António Câmara antecipou que até 2021 a Internet vai mudar radicalmente na medida em que qualquer pessoa pode inventar, criar e vender um produto globalmente porque as «novas gerações criam mais conteúdos do que consomem, ao contrário das gerações anteriores».

Luís Vidigal perfila o fim da economia como a conhecemos e prevê que nesta revolução da Indústria 4.0 vai haver desequilíbrio entre empregos criados e empregos gerados pelo que o “rendimento mínimo” se vai impor. 

Por fim, Miguel Moreira também acredita que a transição para uma nova estrutura de trabalho não vai ser pacífica porque envolve toda a massa de trabalho que já está no ativo, sendo este um dos grandes desafios que a sociedade enfrenta.


terça-feira, 5 de junho de 2018

15.ª Conferência Anual itSMF Portugal | "A Gestão de Serviços no Limiar da 4.ª Revolução Industrial"


A itSMF Portugal realiza na próxima quinta-feira, dia 7 de junho, no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, em Lisboa, a sua 15.ª Conferência Anual subordinada ao tema "A Gestão de Serviços no Limiar da 4.ª Revolução Industrial". 

O primeiro painel conta com a intervenção do Presidente da itSMF Portugal, Rogério Costa, João Machado (Vodafone Portugal), Rui Ribeiro Pereira (Galp), Rui Soares (itSMF) e Graça Carvalho da University College London.

Lynda Cooper perita de renome mundial na normalização Gestão e Governação de Serviços TIC, abrirá as sessões da tarde, seguida de Paulo Sousa (Maxdata Software). No final, José Carlos Martins modera o Grande Debate sobre o tema da Conferência com um Painel constituído por António Câmara (YGroup e UNL), Luís Vidigal (APDSI) e Miguel Moreira (DSPA).

Porquê o tema "A Gestão de Serviços no Limiar da 4.ª Revolução Industrial"?

A 4.ª Revolução Industrial traduz-se numa significativa alteração na forma como vivemos, trabalhamos e comunicamos. Constitui um novo patamar no desenvolvimento humano potenciado por um surpreendente conjunto de novas tecnologias que fazem esbater as fronteiras entre os mundos digital, físico e biológico.

Esta nova preponderância do equipamento, associado com a respetiva capacidade de aprender e tomar decisões ("Artifical Intelligence" ou "Machine Learning") coloca novos desafios para processos de gestão.

Como poderão ser redesenhados os processos e relações com os clientes de modo a beneficiarem desta nova realidade sem colocar em causa as responsabilidades e direitos na relação cliente-fornecedor?

São muitas as questões que se colocam no contexto da Gestão da Serviços e pretende-se com esta Conferência Anual contribuir para a promoção da necessária e premente discussão e partilha de experiências em torno desta nova realidade: a Indústria 4.0 e a 4.ª Revolução Industrial.

Encontra aqui mais informações.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Portugal É Um Só! Gestão Integrada da Informação do Território Português - um roteiro para a ação



Este mês entrou em atualização o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território. Apesar de ainda não ter sido criado o Observatório do Ordenamento do Território, está previsto que seja feito um relatório anual, e que os cidadãos possam, online, acompanhar a evolução das medidas propostas nesta segunda versão do PNPOT. O primeiro relatório deverá ser divulgado no final de 2019.   

Neste quadro de promoção da informação geográfica sobre o território português, a APDSI elaborou um plano de ação que visa a definição de um conjunto de instrumentos para a padronização de procedimentos. Deste modo, pretende-se agilizar e simplificar o acesso, por parte do cidadão e entidades públicas e privadas a esta informação geográfica.

Esta iniciativa tem como base a valorização do território através da disponibilização de um acesso livre à informação geográfica, em formato de dados abertos (open data), com benefícios claros para a economia ao nível da partilha de informação e criação de valor acrescentado. O objetivo é permitir que todos os intervenientes beneficiem mais facilmente de informação produzida por outras entidades públicas ou privadas.

Além do livre acesso à informação geográfica, o plano de ação pretende criar condições propícias à disponibilização junto dos utilizadores de serviços integrados de partilha de informação georreferenciada sobre o território português, atualmente gerida pelas diferentes entidades produtoras dessa mesma informação. Assente numa governação inteligente da informação existente, estes serviços deverão permitir a qualquer utilizador identificar e visualizar diferentes níveis de informação, sobrepor informação proveniente de diferentes fontes, e realizar análises espaço-temporais dessa informação.

O plano de ação visa ainda incentivar a inovação, o espírito empresarial e o crescimento da economia baseada no conhecimento, promovendo as capacidades de investigação e inovação, através das TIC. A execução destes objetivos passa por três eixos de intervenção que pode consultar aqui.

A APDSI, através do seu Grupo de Trabalho Território e Urbanismo Inteligente, acredita que um sistema desta índole é fundamental para a desburocratização de processos e para o aumento da transparência nos processos públicos de decisão e comunicação, bem como numa mais eficaz política de proteção da floresta contra incêndios.

Semana "Aprender ao Longo da Vida" em outubro



A Semana Aprender ao Longo da Vida 2018 vai decorrer de 22 a 26 de outubro no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian.

A Semana Aprender ao Longo da Vida é uma organização da Associação "O Direito de Aprender". À semelhança das anteriores, a Semana ALV 2018 tem como base as seguintes vertentes:

Atividades Locais - visam incentivar pessoas e organizações a desenvolver, ao nível local, iniciativas de diferentes formas de aprendizagem (formal, não formal e informal).

Encontro Semana Aprender ao Longo da Vida - realiza-se no dia 22 de outubro no Auditório 2 da Fundação Gulbenkian e terá como tema principal a "Aprendizagem ao Longo da Vida e Património Cultural", tendo em conta que 2018 é o Ano Europeu do Património Cultural.

Prémio Semana ALV - visa reconhecer uma entidade ou cidadão que se tenha destacado pelo desenvolvimento de ações de aprendizagens de adultos, através de programas ou projetos eficazes e inovadores. Em 2017 foram premiadas duas entidades: a RUTIS (Associação Rede de Universidades da Terceira Idade), com o Prémio Semana ALV 2017, e o projeto Letras Prá Vida, com uma Menção Honrosa.

Revista "Aprender ao Longo da Vida" - a organização pretende editar mais um número da revista, que será o n.º 15, a ser distribuído durante a Semana ALV 2018.

 O que vai ser a Semana Aprender ao Longo da Vida 2018

1- Atividades Locais

As Atividades Locais são a essência desta Semana ALV para mobilizar e incentivar pessoas, organizações e empresas a organizar localmente iniciativas que envolvam os elementos de uma comunidade, independentemente da idade, profissão, nível académico ou cultural, despertando-lhes a curiosidade e incentivando-lhes o gosto por saber mais.

2 - Prémio Semana ALV

O Prémio Semana ALV visa promover o conhecimento e a divulgação de boas práticas de aprendizagem de adultos que se revistam de caráter inovador e se revelem eficazes no reforço da participação dos adultos em processos de aprendizagem ao longo da vida.

3 - Encontro

O Encontro Semana ALV tem uma vertente mais institucional dirigida, sobretudo, a profissionais que desenvolvem trabalho na área da educação e formação de adultos.

Os temas dos restantes painéis do Encontro Semana ALV 2018 serão:

(i) Educação de adultos em Portugal,

(ii) Cidades de aprendizagem - experiências portuguesas.

Encontra aqui mais informações sobre o evento.

terça-feira, 15 de maio de 2018

APDSI apoia Pedro Veiga na sua decisão de abandonar a coordenação do Centro Nacional de Cibersegurança



Tendo a APDSI tido conhecimento das razões apontadas pelo Prof. Pedro Veiga para o seu pedido de demissão de coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, vem publicamente expressar-lhe o seu apoio e concordância com as razões invocadas no que diz respeito à situação atual da gestão dos domínios .pt.

À APDSI, Pedro Veiga confirma que o facto de o domínio de topo de Portugal (o .pt), que considera uma infraestrutura crítica para o país, continuar a ser gerido pela associação DNS.pt, que constitui um monopólio natural, sem qualquer regulação por parte do Estado Português, foi a razão principal da sua demissão.

Pedro Veiga recorda que aceitou coordenar o CNCS na pré-condição de que o DNS.pt voltava para a esfera da regulação do Estado. Dois anos depois, afirma que Manuel Heitor, ministro da Ciência, Ensino Superior e Tecnologia não concretizou a sua condição.

Ainda no contexto do Centro Nacional de Cibersegurança, a APDSI entregou no passado dia 9 de maio ao Parlamento uma Tomada de Posição sobre a necessidade de autonomizar a Cibersegurança do Gabinete Nacional de Segurança, de forma a melhorar a sua eficácia na ação preventiva e relativa a incidentes na administração pública, na economia e na sociedade.


Se necessitar de algum esclarecimento adicional, não hesite em contactar-nos também através do telefone 21 751 07 62.

Formação para fornecedores de contratação pública em Coimbra pela Saphety


A Saphety, empresa do grupo Sonae responsável pela plataforma eletrónica de contratação pública SaphetyGov, estará no dia 17 de maio em Coimbra com o objetivo de formar todos os operadores económicos passíveis de participar em procedimentos de contratação pública da CIMRC ou dos Municípios da Região de Coimbra, sobre as principais alterações ao Código dos Contratos Públicos (CCP), nomeadamente sobre a questão da obrigatoriedade da faturação eletrónica nos contratos com a Administração Pública.

Temas como a nova legislação da fatura eletrónica, soluções tecnológicas integradas e partilha de casos de sucesso na Administração Pública, são parte do programa que tem o objetivo de formar todas as empresas potenciais fornecedoras da Região ou dos Municípios da Região, no sentido de as capacitar da informação necessária para continuarem a fornecer as entidades públicas de acordo com as novas regras. O workshop é mais uma iniciativa da Saphety para preparar as empresas portuguesas de acordo com o artigo 299.º-B do DL n.º 111-B/2017, de 31 de agosto .

O workshop será da responsabilidade da Saphety, que a convite da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIMRC) vai até Coimbra para formar as empresas de forma gratuita. A formação decorrerá no Auditório da Fundação CEFA, em Coimbra, a partir das 09h30 do dia 17 de maio de 2018 e é aberto a todos os fornecedores de contratação pública através de inscrição prévia a partir da página do evento.

"Para a Saphety, o convite por parte da CIMRC é o reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver junto dos Operadores Económicos e das Entidades Adjudicantes. Enquanto empresa líder na área da Contratação Pública e da Faturação Eletrónica, estamos comprometidos com o cumprimento legal, com as melhores práticas de mercado e com a passagem de conhecimento e formação à Administração Pública e aos seus Fornecedores", lê-se na nota oficial sobre o evento.

AGENDA
09h30 | Receção
10h00 | Início da sessão
10h10 | About us
10h20 | Contratação Pública
11h15 | Coffee break
11h30 | Principais Alterações ao Código dos Contratos Públicos (CCP)
12h15 | Questões / Esclarecimentos
12h30 | Almoço livre
14h30 | Registo na plataforma SaphetyGov
14h40 | Demonstração da plataforma SaphetyGov
15h15 | Otimização da plataforma SaphetyGov
16h15 | Questões / Esclarecimentos
16h30 | Encerramento

Quidgest faz 30 anos


A APDSI dá os parabéns à sua associada Quidgest, pelos seus 30 anos de empreendedorismo nacional e internacional, em prol da inovação e desenvolvimento dos sistemas e tecnologias de informação e da transformação digital dos seus clientes em várias partes do mundo.

A Quidgest comemorou no passado dia 10, o seu 30º. aniversário e inaugurou as suas novas instalações, no n.º7 da Rua Viriato, em Lisboa.

Fundada em 1988, é uma empresa tecnológica global, de origem portuguesa, que aposta nas áreas de consultoria e desenvolvimento de sistemas de informação de Gestão. Pioneira na modelação e geração automática de software - Genio -, distingue-se pelo seu vasto portefólio de soluções preparadas para evoluir, continuamente, nas mais diversas áreas. As soluções desenvolvidas têm como principal alvo instituições governamentais, organizações internacionais e grandes empresas.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

XXI LAN Party NINF arranca hoje



Vai realizar-se até domingo no Centro de Negócios do Fundão, a XXI LAN Party NINF, limitada a 200 participantes por ordem de inscrição. Trata-se de uma iniciativa organizada pelo Município do Fundão e pelo Núcleo de Informática da Universidade da Beira Interior.

Serão mais de 48 horas de jogos, entretenimento, convívio e tradição non-stop, com um prize pool mínimo de 500 euros. A inscrição tem caráter solidário.

Durante o evento serão feitos um estudo e uma sensibilização para a dependência dos jogos, numa parceria entre o Núcleo de Informática, a Faculdade das Engenharias e o Departamento de Psicologia e Educação da UBI.

Será disponibilizado transporte gratuito da Universidade da Beira Interior para o Centro de Negócios do Fundão. Mais informações e inscrições aqui.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Tomada de Posição: "Desmilitarizar a Cibersegurança"



A Proposta de Lei nº 119/XIII, que foi aprovada há cerca de um mês em reunião do Conselho de Ministros, surgiu na sequência da publicação da Diretiva (UE) 2016/1148 (NIS - Network and Information Security), de 6 de julho pretendendo-se que seja transposta para a ordem jurídica portuguesa ainda durante o mês de maio de 2018.

Como era preconizado pela Diretiva, o diploma legal deveria definir a Autoridade Nacional de Cibersegurança, bem como o "CERT.PT" como a equipa de resposta a incidentes de segurança informática nacional. O Centro Nacional de Cibersegurança foi definido como tendo estas atribuições. Contudo, a Proposta reforça que "O Centro Nacional de Cibersegurança funciona no âmbito do Gabinete Nacional de Segurança" e cria, no corpo da Proposta de Lei, o Conselho Superior de Segurança do Ciberespaço.

A APDSI entende que, em Portugal, desde há alguns anos que se está a confundir demasiado a Cibersegurança com a Ciberdefesa. Inserir o Centro Nacional de Cibersegurança no seio do GNS foi um erro em 2014, ao ser colocado sob a alçada militar um assunto eminentemente relacionado com os organismos do Estado, os operadores regulados, o mercado privado e toda a sociedade civil em geral.

A opção de enquadramento "militar" tomada nesta proposta de Lei contrasta com as estruturas congéneres no seio da União Europeia, nomeadamente a ENISA, o Centro Europeu da Cibercriminalidade, ORECE, a eu-LISA, entre outras, as quais têm um funcionamento e um enquadramento marcadamente civil.

Deste modo, a APDSI propõe quatro sugestões de alteração Proposta de Lei numa tomada de posição intitulada "Desmilitarizar a Cibersegurança", que pode consultar aqui.

O texto original, da responsabilidade do presidente da Direção da APDSI, Luís Vidigal, está em apreciação pelo grupo de trabalho.



quinta-feira, 3 de maio de 2018

Seminário "Tecnologias, Sociedade e Informação" com a APDSI Norte



No dia 12 de junho, a partir das 13h30, terá lugar no Centro Cultural Português - embaixada de Portugal em Díli - o seminário "Tecnologias, Sociedade e Informação", realizado em colaboração com a APDSI Norte.

Neste último painel do seminário participa Luís Amaral, da Universidade do Minho, para falar sobre "Educação à Distância na Nova Sociedade da  Informação".

A moderação deste painel está a cargo de Maria da Cunha (Universidade Nacional Timor Lorosa'e).

Consulte aqui o programa.

terça-feira, 1 de maio de 2018

APDSI no E-TECH PORTUGAL'18



A APDSI vai estar presente no E-TECH PORTUGAL'18 - a 3.ª edição do maior evento tecnológico realizado de Portugal e que decorre nos dias 11 e 12 de maio em Setúbal (CAIS 3 - Zona Ribeirinha).

Este ano o lema do evento é "Cidadania e Segurança Digital".

O E-TECH PORTUGAL'18 é um momento único na área das TICE, dirigido ao público em geral, empresários, professores, investigadores e profissionais da área, organizado pela EDUGEP - Escola de Programação, em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal, ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática), e da AISET (Associação Industrial da Península de Setúbal).

Conferência Europeia "Como construir uma Europa dos cidadãos?" a 9 de maio


Vai realizar-se a conferência Europeia "Como construir uma Europa dos cidadãos?" a 9 de maio, no Museu de Arqueologia do Mosteiro dos Jerónimos.

A conferência vai incidir sobre três grandes áreas: o Futuro da Europa, onde estamos relativamente ao Livro Branco e o 6.º Cenário Europa sustentável para os seus cidadãos; o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, a sua implementação e o papel de Portugal no mesmo; e o próximo Quadro de Financiamento Europeu e a atenção à luta contra a pobreza.

Em 2017 o Parlamento Europeu, o Conselho Europeu e a Comissão Europeia assinaram em Gotemburgo uma Proclamação conjunta do Pilar Europeu dos Direitos Sociais. O Pilar Social insere-se num processo mais amplo iniciado com o Livro Branco sobre o Futuro da Europa apresentado pelo Presidente Junker nesse mesmo ano e que pretende também ele iniciar um novo debate sobre a Europa que queremos. Vários processos estão em marcha, uns mais recentes, como os anteriormente referidos, outros já em curso há algum tempo como a Estratégia Europa 2020. No entanto, a Europa lida com sérios problemas, alguns novos, como o Brexit e o risco do Grexit; outros que se estendem há alguns anos e que gradualmente se agravam, como a situação de pobreza e de exclusão social e a situação dos refugiados.

A EAPN Portugal tem acompanhado estes processos de forma ativa e comprometida juntamente com a EAPN Europa e as restantes Redes Nacionais. A inclusão é também uma das causas da APDSI.

A Conferência que se realiza em maio de 2018 pretende ser um contributo para este debate mais alargado e pretende questionar o estado atual destes processos e apontar caminhos para o futuro, não só relativamente à Europa, mas também relativamente a Portugal como membro da União Europeia.

A inscrição é gratuita mas obrigatória e deve ser enviada para fatima.veiga@eapn.pt até ao dia 7 de maio.

Consulte aqui o programa.

Universidade de Évora debate "O Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados"



O Departamento de Gestão da Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora, em parceria com a Procuradoria-Geral Distrital de Évora e o Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia vai realizar, a 18 de maio, uma conferência intitulada "O Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados".

A conferência, que decorre entre as 14h00 e as 19h00, conta com a presença de Luís Vidigal, presidente da Direção da APDSI, como orador no painel "O Novo RGPD para os Cidadãos e para a Supervisão".

O evento é de entrada livre.

Passio Consulting organiza seminário a 21 e 22 de maio


A Passio Consulting vai realizar nos dias 21 e 22 de maio uma formação sobre "Designing, Operating, Managing an Enterprise Data Lake" no Hotel Olissipo Oriente, no Parque das Nações, em Lisboa.

A inscrição no seminário tem o custo de 1450 euros + IVA mas os associados da APDSI beneficiam de um desconto de 10%.

Este seminário de dois dias analisa os desafios enfrentados pelas empresas que tentam lidar com um número crescente de fontes de dados, recolhendo dados em múltiplos tipos de armazenamento (nuvem e instalações locais), sistemas analíticos e requisitos para poder definir, governar, gerir e partilhar informações fiáveis de alta qualidade num ambiente de computação distribuído e híbrido. Também explora uma nova abordagem de como os arquitetos de dados de TI, utilizadores de negócio e developers de TI podem colaborar juntos na construção e gestão de um Data Lake lógico para obter o controlo dos seus dados. Isso inclui a entrada de dados, descoberta automatizada de dados, definição do perfil de dados e identificação e publicação de dados num data catalog. Também envolve a refinação de dados brutos para produzir serviços de dados empresariais que podem ser publicados num catálogo disponível para consumo em toda a sua empresa. Ainda vão ser apresentadas múltiplas configurações de Data Lake, incluindo um Data Lake centralizado e um Data Lake distribuído "lógico", bem como a execução de tarefas e governance em múltiplos tipos de fontes de dados.

Para mais informações consulte o website da Passio Consulting.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Final nacional das ONI: já há finalistas



Já são conhecidos os 30 finalistas das Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI’2018), um concurso de âmbito nacional, promovido e organizado pela APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, em colaboração com o Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e a Universidade do Algarve, destinado aos jovens que frequentam o ensino secundário ou o ensino básico em todo o território nacional.

Os 30 melhores concorrentes desta primeira fase vão participar na segunda fase do concurso – a prova final que é individual e é realizada usando o mesmo sistema da prova preliminar, mas presencialmente, na segunda-feira, 7 de maio, nas instalações do Departamento de Ciência de Computadores (DCC) da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

Trata-se de uma iniciativa de alta competição em TIC, que serve para fomentar o gosto dos jovens por esta área. Ao contrário de anos anteriores, e apesar da grande aposta nacional no INCoDe 2030, ainda não há apoio financeiro para viabilizar a deslocação da delegação portuguesa ao Japão.

A final propriamente dita corresponde a uma competição individual onde os concorrentes dispõem de quatro horas para tentarem resolver os três problemas propostos.

APDSI participa no evento “Democracia 4.0 – O Futuro da Democracia”



A APDSI vai participar como entidade co-coordenadora científica de uma das sessões do evento "Democracia 4.0 - O Futuro da Democracia" na Era Digital que se realiza no dia 8 de maio, a partir das 9h00, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa (Campus de Campolide).

O evento é organizado pela Representação da Comissão Europeia em Portugal e pelo Comissário europeu Carlos Moedas.

Democracia Digital, Democracia Participativa, Desinformação e Inteligência Artificial serão os temas em debate nesta Conferência. O keynote speech fica a cargo de Radek Sikorski, ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, e a Secretária de Estado com a mesma pasta, Graça Fonseca, são alguns dos convidados para o evento.

Porque o futuro da democracia passa pelos jovens, a Comissão Europeia endereçou o convite a várias universidades e politécnicos de todo o país, para garantir a presença das gerações futuras neste espaço de debate.

Representantes e estudantes de cada uma destas instituições foram convidados a enviar perguntas aos oradores e a participar ativamente na conferência, quer presencialmente, quer através do live stream da conferência.

A entrada é gratuita, mediante inscrição neste formulário, e sujeita à capacidade da sala.

Reino Unido quer maior proteção online para as crianças



O Reino Unido pretende introduzir a idade mínima de 13 anos para o acesso aos serviços online. Os pais discordam e querem subir a idade para os 14 anos. A notícia está explicada no Media Policy Project Blog.

Apesar do Regulamento Geral de Proteção de Dados ser aplicado no próximo mês de maio, só alguns países já manifestaram a idade mínima que vão impor. Portugal, através do jantar-debate que a APDSI promoveu na semana passada, foi um desses países.

O Reino Unido adiantou os 13 anos como idade mínima para o acesso das crianças aos serviços online, mas um estudo da London School of Economics and Political Science (LSE) concluiu que 79% dos pais entrevistados consideram que a lei deve centrar-se nos 14 anos. Outros pais que já tiveram experiências online negativas afirmam que a idade deveria ser superior, idealmente nos 15 anos.

Os investigadores pedem uma ponderação na idade mínima de acesso, alegando que, por um lado, se a autorização do acesso online for estabelecida em idades demasiado elevadas, os jovens adolescentes podem ficar limitados a oportunidades de participação e aprendizagem online. Por outro, se a idade for regulada demasiado baixa poderá haver problemas relacionados com a incapacidade dos jovens interagirem com ambientes impróprios para a sua idade, tais como compras online.

A professora Sonia Livingstone, do departamento de comunicação do colégio, considera extraordinário os pais pensarem que as suas crianças ainda necessitem de supervisão online: "Se a Lei de Proteção de Dados determinar que o consentimento dos pais não é necessário a partir dos 13 anos, então será crucial encontrar outras formas de proteção às crianças para não serem exploradas online".


segunda-feira, 23 de abril de 2018

Trabalho do Grupo CivicTech no palco do Festival Política



A 2.ª edição do Festival Política realizou-se de 19 a 22 de abril no Cinema São Jorge, em Lisboa, e, além das habituais sessões de cinema dedicadas ao tema, também contou com debates, concertos, workshops e atividades para crianças.

O objetivo do festival é levar a repensar a sociedade atual e os moldes em que exercemos a nossa cidadania. Depois da problemática da abstenção ter dado o mote para a edição de 2017, este ano a tónica esteve nas questões da igualdade e da não-discriminação.

No âmbito dos workshops, Ana Neves, membro da Direção da APDSI, foi a responsável pelo espaço intitulado "Como a tecnologia pode ajudar a combater a violência e a reforçar a democracia". Nele, Ana Neves deu exemplos de civic tech em todo o mundo e mostrou um pouco da aplicação que o grupo CivicTech da APDSI está a desenvolver para recolha de denúncias anónimas de violência de género.

Marco Konopacki e Joana Cadete Pires foram convidados por Ana Neves para apresentarem, respetivamente, os projetos Mudamos+ e UNI-FORM.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

APDSI apresenta Tomada de Posição sobre RGPD em Portugal



A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI) realizou no dia 18 de abril de 2018, no restaurante da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa, um jantar-debate sobre a proposta de Lei do Governo relativa à aplicação do RGPD a Portugal.

No jantar a APDSI apresentou uma Tomada de Posição sobre a aplicação do RGPD a Portugal, entregue à 1.ª Comissão do Parlamento.

Estiveram, igualmente, presentes representantes dos grupos parlamentares, juristas especializados no RGPD, académicos e especialistas nas áreas de segurança e privacidade.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Maior hacker do mundo é português



O hacker mais valioso do mundo é português. Chama-se André Baptista e foi considerado o Most Valuable Hacker (hacker mais valioso) na "H1-202", uma das maiores competições de hackers do mundo, que decorreu em Washington, nos Estados Unidos. A notícia foi dada pelo INESC-TEC.

André Baptista é investigador do Centro de Sistemas de Computação Avançada do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) e mestre em Segurança Informática pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP).

Durante a competição, que decorreu nos dias 24 e 25 de março, participantes de todo o mundo tiveram de testar falhas de segurança no website e software da empresa Mapbox. André Baptista encontrou cinco vulnerabilidades e destacou-se pela originalidade na procura dos bugs e pelo esforço de equipa, tendo assim conquistado um prémio de 7.300 euros.

«No mundo cada vez mais globalizado em que vivemos, é natural que exista uma necessidade de grandes empresas se protegerem das vulnerabilidades a que estão sujeitas. O meu papel enquanto hacker é saber como encontrá-las e como deve atuar perante elas, assegurando a estabilidade financeira de uma determinada empresa», realça o investigador, que confessa ter ficado bastante satisfeito com este reconhecimento.

André Baptista foi selecionado para participar nesta competição norte-americana depois de ter escrito um relatório no qual eram descritas as vulnerabilidades de uma app móvel.

A competição H1-202 foi organizada pela HackerOne, plataforma conhecida por recrutar hackers para resolver problemas de segurança, com o objetivo de tornar a Internet mais segura. André Baptista está já convidado para participar em competições futuras promovidas pela HackerOne.

Além de ter participado nesta competição, André Baptista também teve a oportunidade de abordar o tema da ética de segurança num encontro com jovens de escolas secundárias da capital norte-americana.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Pedro Bacelar Vasconcelos no jantar-debate da APDSI



O Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, o deputado Pedro Bacelar de Vasconcelos, é o convidado de honra do jantar-debate da APDSI da próxima quarta-feira, dia 18, no restaurante da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

O professor universitário pertence às seguintes Comissões Parlamentares:
- Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias [Presidente]
- Comissão Eventual para o Reforço da Transparência no Exercício de Funções Públicas
- Grupo de Trabalho - Júri Prémio Direitos Humanos 2017 [Coordenador ]
- Grupo de Trabalho - Júri Prémio António Barbosa de Melo de Estudos Parlamentares 2018 [Coordenador]

O jantar-debate tem por tema a proposta de Lei do Governo relativa à aplicação do RGPD a Portugal, analisando as implicações e propondo melhorias ao projeto, para o exercício da cidadania, para a economia digital e para o funcionamento das instituições.

Na generalidade, o projeto parece incluir mais restrições do que as previstas no RGPD, o que, no entender da Associação, não deveria acontecer. Existem muitas dúvidas sobre a interpretação de alguns dos artigos, nomeadamente o 28.º, que poderão constituir barreiras à transferência de dados e à economia digital.

A discriminação negativa das PME em matéria de coimas, o outsourcing de DPO, o novo papel da CNPD e a isenção de coimas ao setor público, são algumas das questões que a APDSI está a analisar no seio do Grupo Segurança e Privacidade.

As inscrições podem ser feitas aqui.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Atividades dos grupos da APDSI em março


Aqui ficam as notícias sobre as mais recentes reuniões dos grupos de trabalho da APDSI.

Grupo "CivicTech": este grupo continua a trabalhar na criação de um website para recolha de denúncias anónimas de incidentes de violência, assédio e abuso relacionados com o género. O objetivo é sensibilizar a opinião pública e os poderes políticos para estas situações e para a sua escala. Visitar página do grupo

Grupo "Competências, Qualificação e Empregabilidade" - próximos passos: refletindo sobre a Tomada de Posição INCoDE.2030, o grupo prepara-se para entrar na definição do que pode ser um Plano de Atividades adequado para este ano, priorizando a recolha de opinião e debate em formato de "Tertúlia de inquietação" que contribua para os trabalhos a desenvolver. Visitar página do grupo

Grupo "Desmaterialização e Gestão de Processos" faz trabalho de recolha: o grupo está a elaborar e compilar pequenos artigos de opinião sobre a digitalização da economia e sobre os impactos que as recentes alterações do enquadramento legal vão ter na sociedade. O foco está, neste momento, nos aspetos particulares relacionados com a preservação e a proteção de dados pessoais. Caso tenha algum tema a sugerir ou contributo a dar, junte-se à próxima reunião na sede da APDSI.

Conheça e junte-se aos grupos de trabalho da APDSI.

terça-feira, 10 de abril de 2018

A APDSI associa-se ao evento "Tecnologia: o teu futuro?"



A APDSI associa-se ao evento "Tecnologia: o teu futuro?" como parceiro de comunicação.

O evento, organizado pela comunidade Geek Girls Portugal, realiza-se dia 5 de maio, na Universidade do Porto, e destina-se a jovens mulheres (13-17 anos) e aos seus encarregados de educação.

O objetivo é dar a conhecer a área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e ver cada vez mais mulheres ligadas à tecnologia, vertente em que existe uma vasta oferta de formação e empregabilidade.

O evento vai contar com testemunhos de mulheres profissionais na área das tecnologias de informação, workshops de programação de apps para telemóveis, criação de sites e usabilidade para a Web.

Segundo dados da Pordata, a taxa feminina de diplomadas no Ensino Superior em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em Portugal foi, em 2015, de 18.5%, correspondendo a apenas 956 mulheres. Na atual conjetura económica há já uma grande escassez de recursos humanos em Portugal e na Europa nesta área.

Fundada em 2010, a comunidade Geek Girls Portugal é a primeira comunidade portuguesa que reúne mulheres que trabalham em TIC. A sua missão foca-se no apoio, capacitação e progressão profissional de mulheres na área tecnológica.

A participação no evento é gratuita, mas está sujeita a candidatura até 15 de abril em http://geekgirlsportugal.pt/oteufuturo

Se necessitar de algum esclarecimento adicional, não hesite em contactar-nos para o e-mail secretariado@apdsi.pt e também através do telefone 21 751 07 62.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Jantar - Debate "RGPD para Portugal"



A APDSI vai realizar um jantar-debate sobre a proposta de Lei do Governo relativa à aplicação do RGPD a Portugal, analisando as implicações e propondo melhorias ao projeto, para o exercício da cidadania, para a economia digital e para o funcionamento das instituições. O jantar realiza-se na quarta-feira, 18 de abril, no restaurante da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

A APDSI compromete-se, ainda, a desenvolver no curto prazo uma Tomada de Posição a ser apresentada neste evento, bem como à 1.ª Comissão do Parlamento. Na generalidade, o projeto parece incluir mais restrições do que as previstas no RGPD, o que, no entender da Associação, não deveria acontecer. Existem muitas dúvidas sobre a interpretação de alguns dos artigos, nomeadamente o 28.º, que poderão constituir barreiras à transferência de dados e à economia digital.

A discriminação negativa das PME em matéria de coimas, o outsourcing de DPO, o novo papel da CNPD e a isenção de coimas ao setor público, são algumas das questões que a APDSI está a analisar no seio do Grupo Segurança e Privacidade.

Como Convidados de Honra desta sessão, onde a APDSI se destaca uma vez mais pelo seu papel mediador entre a sociedade civil e os poderes públicos, teremos o presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, o deputado Pedro Bacelar de Vasconcelos e representantes dos vários grupos parlamentares.

No jantar estarão, igualmente, presentes juristas especializados no RGPD, académicos e especialistas nas áreas de segurança e privacidade, bem como representantes dos meios de comunicação social.

A participação no jantar-debate "RGPD para Portugal" está aberta à Sociedade Civil mas é limitada à capacidade da sala, pelo que agradecemos que nos confirme a sua presença até quinta-feira, 12 de abril.

Faça a sua inscrição aqui.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Até dia 8 pode mergulhar no Oeiras Parque Virtual Reality Game



Está a decorrer até domingo, dia 8, no Oeiras Parque, em parceria com o museu de videojogos Nostalgica, o Oeiras Parque Virtual Reality Game.

Com o objetivo de conduzir os apaixonados pela tecnologia e novas experiências, numa viagem paralela, o Oeiras Parque e o museu de videojogos Nostalgica, prometem uma aventura de outra dimensão com a Realidade Virtual.

O desafio pede uma experiência real. Imagine que entra num portal, onde a realidade em que vive, deixou de existir, e em que descobre uma discoteca virtual onde pode dançar. Ou que mergulha numa nova aventura com a mais recente tecnologia e que está no mundo da Disney e a cantar para a "Mamá Coco". Idealize que vive noutra dimensão e experiencie aventuras, explore outros planetas - com paragem obrigatória numa Estação Espacial, ou salte para um mundo de fantasia e jogos para brincar com a raposa Lucky. Salve o universo escalando os desafios e saiba como tudo isto é possível com estes novos sistemas de realidade mista, no Oeiras Parque.

O Oeiras Parque Virtual Reality Game promete trazer consigo vários sistemas de realidade virtual mista e aumentada de última geração. Além de poder experimentar diversos universos, é ainda possível navegar pela história da realidade virtual, começando nos anos 80 e avançando até à atualidade.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Especialistas em smart cities e presidentes de Câmara debatem o futuro



A quarta edição do FICIS - Fórum Internacional das Comunidades Inteligentes e Sustentáveis, vai reunir no Museu D. Diogo de Sousa, a partir de hoje e ao longo de três dias, mais de 20 especialistas em smart cities e 10 presidentes de Câmara, para debater e apresentar soluções projetadas para transformar as cidades portuguesas em cidades inteligentes. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa.

A mobilidade, a regeneração urbana, a tecnologia e inovação, a criatividade e arte urbana serão alguns dos temas de fundo em discussão, numa iniciativa que éaberta ao público e pretende afirmar-se como um exemplo de democracia participativa.

"Pelo quarto consecutivo, o FICIS volta a abrir à comunidade uma porta para a partilha de conhecimento sobre como será viver, no futuro, nas nossas cidades. É fundamental incluir os cidadãos nesta discussão, pois o sucesso do futuro das cidades passa, em larga medida, pela colaboração dos próprios cidadãos", refere Ana Fragata, diretora executiva do FICIS 2018.

A mesma responsável destaca que "em Portugal, há vários casos de concelhos menos povoados que têm desenvolvido boas práticas ao nível do futuro sustentável das cidades e que podem, igualmente, beneficiar as grandes cidades portuguesas. Este ano, teremos a oportunidade de conhecer os testemunhos de vários presidentes de Câmara de cidades que são casos práticos de sucesso na aplicação destas soluções".

Além de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, que terá a seu cargo a sessão de abertura do FICIS 2018, a iniciativa vai também contar com as participações dos presidentes das autarquias de Arcos de Valdevez, Montalegre, Melgaço, Castelo de Paiva, Gondomar, Tabuaço, Vila Nova de Cerveira, Caminha e Monção.

Do lado dos especialistas em smart cities, os paineis de oradores vão contar com o contributo de responsáveis de entidades como o INL - Internacional Iberian Nanotechnology Laboratory, a Universidade do Minho e o IPCA - Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, e das empresas Siemens, IBM, Deloitte, EDP Distribuição, Bosch, Transportes Intermodais do Porto, Cisco, PT Empresas, Armis, BSB, REN Portgás Distribuição, CaetanoBus, Efacec, entre outras.

Tomada de Posição sobre a iniciativa nacional INCoDe.2030



A APDSI reitera nesta sua Tomada de Posição que a iniciativa INCoDe.2030 é fundamental e crítica no seu propósito para o país (posicionar Portugal no topo dos países europeus em competências digitais), estando em consonância com algumas das suas posições recentes. Contudo, reclama "ab initio" que falta uma visão mais ampla sobre o que fazer e como, designadamente, na ação e reconhecimento do papel da aprendizagem / formação não formal e informal e na inclusão de indivíduos vulneráveis. A Associação chama, ainda, a atenção para o facto de todas as 21 competências do Referencial Europeu de Competências Digitais deverem ser atendidas, amplificando a ação da iniciativa.

Para se alcançarem os objetivos propostos numa iniciativa em que se pretende a inclusão de todos/as é necessário envolver a sociedade civil, como não tem sido prática até agora, nomeadamente os stakeholders, e sustentar o alcance desses objetivos numa ação colaborativa forte, perseverante e determinada, entre o público e o privado, entre a academia e as empresas, entre o social e o económico.

Neste aspeto, o financiamento aos setores público e privado é fundamental e não se encontra neste documento nenhuma referência a este elemento crítico, tendo em conta que já no presente existe uma grande falta de apoios à educação e formação.

Consulte aqui o documento da Tomada de Posição.

terça-feira, 27 de março de 2018

Já há uma empresa portuguesa acreditada para certificar Smart Cities



A Winning, empresa 100% portuguesa, que se especializou nas competências de Gestão Estratégica, Gestão da Inovação, Gestão de Benefícios, Gestão de Projeto, Gestão da Mudança, Computer Science e Data Science, obteve a acreditação exclusiva do World Council on City Data (WCCD), ao nível da Península Ibérica para apoiar a certificação dos municípios na ISO 37120.

Esta distinção, a primeira ao nível ibérico, reconhece o compromisso da consultora «pela melhoria contínua em todas as áreas distintas da sua atuação» e, com esta acreditação do WCCD, a Winning é reconhecida pela norma que certifica a "Qualidade de Vida dos Munícipes".

De acordo com o Professor Leandro Pereira, CEO da consultora de gestão científica, «para que uma organização seja competitiva tem de saber implementar uma estratégia de negócio resiliente e única, por este motivo, a criação de valor acrescentado constitui o objetivo fulcral da Gestão. Esta acreditação constitui um importante pilar para o reconhecimento da Winning, uma vez que temos vindo a realizar um trabalho único, ao nível nacional, no apoio que prestamos aos municípios para que alcancem a certificação na ISO 37120».

Esta norma ajuda as cidades a criarem uma "cultura de dados" o que globalmente engendra uma cultura de inovação - a base de uma smart city.

De salientar que a questão das smart cities, além de já ter sido abordada nalgumas edições do Fórum da Arrábida, é, neste momento, um dos temas a que o Grupo de de Estudo da APDSI "Território e Urbanismo Inteligente" se está a dedicar.

terça-feira, 20 de março de 2018

Chegou ao fim a Portugal Telecom


A Altice assinalou, na semana passada, o fim do processo de reorganização das suas marcas em Portugal. O nome Portugal Telecom desapareceu em definitivo e já foi removido o letreiro do topo daquele que é agora o edifício sede da Altice, em Picoas.

A reorganização das marcas da empresa ditou que só há "PT" para as soluções e serviços da operadora destinados a empresas. A passagem da PT para Altice começou há menos de um ano, em maio de 2017, e tinha um prazo de execução de 100 dias.

MEO e PT Empresas ficaram, a par de outras submarcas como MOCHE, UZO e SAPO. A Altice Portugal é a marca institucional.

O presidente da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, afirmou, em conferência de imprensa, que a operadora tem orgulho na sua herança e, por isso, não vai abandonar "marcas emblemáticas da sociedade portuguesa e mesmo além fronteiras".

A Altice Portugal investiu 1.200 milhões de euros em Portugal nos últimos três anos.


sexta-feira, 16 de março de 2018

Conheça as causas da APDSI



Que tipo de causas a Associação defende e apoia?

Por uma Sociedade da Informação de que todos os portugueses beneficiem

- Pelo combate à infoexclusão, sobretudo nas populações mais vulneráveis ao fenómeno (idosos, iletrados, com necessidades especiais, pobres, etc.);
- Pela forte aposta nos temas relativos às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) em todos os níveis de ensino, desenvolvendo uma população com boas competências na matéria;
- Pela garantia de condições mínimas de acessibilidade económica, técnica e geográfica a todos os cidadãos em termos de conectividade, equipamentos e software.

Por uma Sociedade da Informação como vetor essencial ao desenvolvimento económico do país

- Pela potenciação das TIC como fator de melhoria da produtividade da população e da competitividade das empresas;
- Pela aposta na indústria das TIC como atividade exportadora, de elevado valor acrescentado e indutora de inovação.

Por uma Sociedade da Informação como vetor essencial para um país mais bem governado

- Pela aposta na construção de repositórios completos, fiáveis, interoperáveis e adequadamente geridos de informação sobre cidadãos, empresas, território e outras realidades socialmente relevantes;
- Pela potenciação das TIC como vetor de melhoria das políticas públicas em todos os sectores e níveis de governação; 
- Pela potenciação das TIC como fator de melhoria da gestão pública, da produtividade dos servidores públicos e do equilíbrio das contas públicas;
- Pela potenciação das TIC como vetor de aumento da transparência, do combate à corrupção e da melhoria da qualidade da democracia.

Por uma Sociedade da Informação em que os portugueses se sintam seguros

- Pela aposta nas TIC e na interoperabilidade como fatores de eficácia nas áreas da segurança pública e da justiça;
- Pela adequada valorização e gestão da cibersegurança, protegendo o Estado, as instituições e os cidadãos;
- Por um adequado equilíbrio entre a privacidade e a segurança de pessoas e bens;
- Pelo desenvolvimento de uma Sociedade da Informação com ética e valores.

Por uma Sociedade da Informação que projete Portugal e a Língua Portuguesa no mundo

- Pela aposta na cooperação internacional para promoção da presença da Língua Portuguesa no Mundo e, em particular, no ciberespaço;
- Pela cooperação com os países de língua oficial portuguesa em todos os domínios da promoção e desenvolvimento da Sociedade da Informação.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Organizações estão preocupadas com questões de cibersegurança mas são resilientes aos incidentes



Cerca de 90% dos gestores revelam-se preocupados com incidentes de cibersegurança, mas 98% afirmam ser resilientes ou "algo resilientes" em relação a esta matéria, segundo um estudo da consultora KPMG.

Cerca de 90% das 76 organizações inquiridas garantem estar preocupadas com a possibilidade de sofrerem incidentes de cibersegurança e 83% com a disrupção das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). A falha de outros recursos, como fornecedores críticos da cadeia de valor (78%), eletricidade, gás e água (71%), incidentes de saúde e segurança no trabalho (71%) também são fatores de preocupação.

Para responder e assegurar a resiliência a eventos disruptivos que possam afetar a sua atividade, quase todas as organizações (98%) colocam em prática um programa de Gestão da Continuidade do Negócio (GCN) que determina como esta é planeada, implementada, mantida e melhorada continuamente.

A execução deste processo passa pela existência de controlos preventivos para a redução da exposição ao risco, por mecanismos de resposta a incidentes e soluções de recuperação das funções críticas para minimizar os impactos financeiros, reputacionais e legais. E, porque implica um grande investimento, é necessário o envolvimento de várias áreas da organização na implementação e gestão destes sistemas. Mais de três quartos dos inquiridos (76%) garantem ter equipas dedicadas com competências em Gestão da Continuidade do Negócio.

Quase metade dos inquiridos (44%) atribuiu a liderança da GCN à direção de gestão de risco, 17% aos líderes de tecnologias da informação e 17% aos responsáveis pela organização, qualidade e ambiente. Para um terço das organizações (33%), a liderança da área também pode ser atribuída ao presidente do Conselho de Administração, ao administrador de tecnologias da informação (21%) ou ao administrador de segurança de informação e segurança física (9%).

Relativamente ao modelo a seguir na decisão de implementar um programa de GCN, quase metade das organizações (45%) seguem as recomendações da legislação sectorial na matéria. De igual forma, 45% seguem os requisitos da ISO 22301, uma norma desenvolvida para ajudar as organizações a minimizar o risco associado a ocorrências que possam interromper o normal funcionamento de uma organização.

Na hora de monitorizar e avaliar o desempenho dos seus programas, 64% das organizações fá-lo através de auditorias internas, 41% através da revisão pela administração, 38% através de auditoria externa e 38% através de indicadores de desempenho (KPI's).

O relatório revelou que 71% das organizações já sofreram um incidente que causou a indisponibilidade dos serviços de TI nos últimos cinco anos. Para a elaboração do estudo, realizado entre setembro e novembro de 2017, foram aplicados dois questionários eletrónicos a 76 gestores e entrevistados quatro administradores executivos na área da Continuidade do Negócio.

Em 2016 o tema do Fórum da Arrábida da APDSI foi, precisamente, a cibersegurança. Recorde aqui o relatório daí resultante.

terça-feira, 13 de março de 2018

DCD> Portugal de volta a Lisboa



O Grupo DCD - DatacenterDynamics traz de volta a Lisboa o DCD>Portugal, que vai apresentar novidades do setor de data center e cloud no dia 11 de abril, no Hotel Tivoli Oriente. Trata-se de um evento de referência para os profissionais de infraestrutura tecnológica a nível global que conta com o apoio da APDSI.

Um conjunto de oradores nacionais e internacionais vêm apresentar tendências, estatégias e casos de sucesso do setor.

A recuperação econónica e o momento tecnológico de Portugal foi decisório para o regresso deste evento ao país. As projeções do FMI indicam que Portugal irá crescer acima da média da zona euro este ano, 2% versus 1,9%. O país está "na moda" não só em relação ao turismo, mas também porque as grandes empresas tecnológicas estão a invertir em Portugal, como por exemplo Google, Amazon, Uber, Zalando, Mercedes-Benz e Microsoft.

Em relação ao setor de infraestrutura digital, o país conta com grandes projetos, como os novos data center da Nos em Carnaxide e da REN em Riba d'Ave, a ampliação do Datacenter da Altice Portugal na Covilhã. Outras projetos de menor porte, mas de grande importância estão a decorrer em empresas e organizações públicas portuguesas devido ao atual processo de transformação digital que o país está a viver.

A abertura do DCD>;Portugal está a cargo de Philip Collerton, Managing Director EMEA do Uptime Institute. Com apresentação da palestra "To nail your 2018 data center strategy, you must have the answers to these 10 questions" discute as novas tendências e as tecnologias que estão a impactar diretamente as estratégias de infraestura tecnológicas a longo prazo.

Além disso, o evento conta com mais de 15 sessões, incluindo palestras, debates, case studies, reuniões 1-to-1 e mesas redondas executivas apenas para convidados. Os participantes no evento poderão conferir em primeira mão as últimas novidades em serviços e produtos do setor com os melhores fornecedores do mercado europeu.

Encontra aqui mais informações.


segunda-feira, 12 de março de 2018

IKI Mobile fecha acordo com a Google



A IKI Mobile, marca portuguesa de smartphones, fechou o GSMA World Mobile Congress com mais uma vitória, passando a disponibilizar em todos os equipamentos da nova gama o sistema operativo Android 8.0. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa.

A empresa apresentou em Barcelona a sua nova gama de equipamentos, produzidos em Portugal, destacando-se o modelo topo de gama Bless Plus. Quem fizer agora a encomenda recebe-a dentro de três meses.

A nova "joia da coroa" da fabricante portuguesa utiliza o processador Octa Core, é suportado pelo sistema operativo Android 7 e tem 6 GB de RAM. A memória interna de 64 MB pode ser expandida com cartões microSD até 256 GB e pode utilizar dois cartões SIM.

O Bless Plus integra câmaras Sony, sendo a frontal de 13 MP, acompanhado de uma câmara dupla traseira de 13 MP e 5 MP. O equipamento é alimentado por uma bateria de 3.800 mAh que pode ser carregada através de tecnologia sem fios. O aparelho tem proteção antichoque e um sistema de autenticação através de impressões digitais denominado por "ultra fast fingerprint 360º".


quinta-feira, 8 de março de 2018

Olimpíadas de Informática 2018


A APDSI promove a realização das Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI).

As Olimpíadas Internacionais de Informática, IOI - International Olympiad in Informatics - http://olympiads.win.tue.nl/ioi/ são uma das seis Olimpíadas da Ciência. A primeira edição das IOI teve lugar em Pravetz, Bulgária, em 1989, com o apoio da UNESCO e desde então têm-se realizado todos os anos.

O objetivo principal das IOI é estimular o interesse dos jovens - estudantes do ensino secundário - pela informática e pelas tecnologias da informação e os seus vencedores, em cada ano, pertencem ao grupo dos melhores jovens cientistas mundiais no domínio da Informática. 

A 30ª Olimpíada - IOI 2018 - http://ioi2018.org/ realiza-se este ano em Tsukuba, na cidade de Ibaraki, no Japão, de 1 de setembro a 8 de setembro de 2018.

A equipa portuguesa que participará nas IOI é selecionada através de um concurso de informática nacional- as ONI - Olimpíadas Nacionais de Informática - http://oni.dcc.fc.up.pt/2018, organizadas pela APDSI.

A componente científica da prova é da responsabilidade do Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e do Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve.

Este ano, e como tem sido hábito, as ONI desenrolam-se em duas fases: a primeira é um concurso realizado através da Internet, no qual os concorrentes, todos alunos do ensino secundário, resolvem três problemas de programação de natureza algorítmica, submetendo as suas soluções a um sistema de avaliação automático.

Os 30 concorrentes que obtiverem melhor classificação nesta prova preliminar passam à final nacional, que se realiza presencialmente, durante o mês de maio.

Os concorrentes melhor classificados na prova final poderão ser selecionados para participar num estágio de formação, a realizar em junho de 2018, no final da qual serão escolhidos quatro, para participarem, em representação de Portugal, nas IOI.

Esta participação será patrocinada, como sucedeu nas edições anteriores, por entidades, instituições e empresas portuguesas de acordo com o regulamento internacional das IOI.

segunda-feira, 5 de março de 2018

12.ª edição do Prémio de Boas Práticas em Saúde®


Está a decorrer o período de candidaturas ao Prémio de Boas Práticas em Saúde® (PBPS). Trata-se de uma iniciativa organizada pela APDH, Direção-Geral da Saúde, Administração Central do Sistema de Saúde, IP e as cinco Administrações Regionais de Saúde, tendo como principal objetivo dar a conhecer as boas práticas em saúde a nível nacional, no âmbito da qualidade e inovação, com vista a replicar as mais-valias para o bom desempenho do Sistema de Saúde.

A 12.ª edição do PPBS pretende acompanhar os desafios que se colocam à gestão e prestação dos cuidados de saúde, centrando-se este ano na temática da "Qualidade na saúde e responsabilização do cidadão", com foco nos seguintes subtemas:

1. Ciclo de vida familiar
2. Papel dos profissionais e das organizações
3. Plano de cuidados participado
4. Literacia e segurança
5. Utilização das TIC

A receção e validação das candidaturas decorre de 19 de março a 23 de abril.

Cronograma:

* Receção e validação das candidaturas - 19 de março a 23 de abril 2018
* Pré-seleção - 26 abril a 9 de maio 2018
* Avaliação científica - 18 de maio a 29 de junho 2018
* Comunicação de resultados - até 30 de setembro 2018
* Encontro da 12.ª Edição do Prémio de Boas Práticas em Saúde® - 21 de novembro de 2018

Encontra aqui mais informações sobre o evento.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Atividades dos Grupos de Trabalho em fevereiro



Cidadania e defesa dos Direitos Humanos
Grupo "Civic Tech"

Este grupo recém-criado visa desenvolver tecnologia que promova a cidadania e a defesa dos Direitos Humanos. O primeiro objetivo é recolher dados que, de forma anónima, permitam sensibilizar para a escala de alguns tipos de violência. O foco são os casos de violência que, muitas vezes, não chegam às estatísticas oficiais porque as vítimas não apresentam queixa.

O grupo está a avaliar os prós e os contras de diferentes abordagens - uma mobile app, um website, ou um bot.

Grupo "Competências, Qualificação e Empregabilidade Digital"

O Grupo Competências, Qualificação e Empregabilidade Digital já formalizou uma Tomada de Posição sobre a iniciativa nacional Portugal INCoDe.2030 que se tornará pública em breve. O foco está, agora, no Plano de Ação para 2018 e na procura de massa critica e contraditório na diversidade de pensamentos e opiniões, sustentadas em dados concretos, sobre Competências, Qualificação e Empregabilidade, mantendo abrangência estrita ao plano do Digital.

Na próxima reunião, agendada para 21 de março, o grupo vai procurar posições comuns sobre a matéria.

Grupo "Democracia, Administração e Políticas Públicas" (GD@AP)

No âmbito do Grupo "Democracia, Administração e Políticas Públicas" (GD@AP), que reuniu a 21 de fevereiro, está a ser preparada uma tomada de posição sobre a a Estratégia TIC 2020, a partir de uma visão centrada nos cidadãos e nas empresas. Estão, igualmente, a ser inventariados os principais eventos de vida que irão servir de base à Macro-arquitetura dos
Dados e Processos da Administração Pública Portuguesa, desafiando as empresas do setor das TIC e a academia para se juntarem a este trabalho.

A próxima reunião do GD@AP será no dia 21 de março.


Grupo "Território e Urbanismo Inteligente" tem novo Coordenador

Foi convidado o Professor Rui Pedro Julião, da Universidade Nova de Lisboa, para coordenar o Grupo Território e Urbanismo Inteligente, que aceitou de imediato, trazendo para o grupo toda a sua experiência acumulada no âmbito do SINErGIC e no meio académico. O Prof Gabriel Pestana, da Universidade Aberta, irá assegurar a vice-coordenação. Para além das rondas pelo poder político e pelas instituições de referência na sequência da Tomada de Posição "Portugal é um só!" e do Roteiro para Ação que está em preparação, este grupo irá dedicar-se em breve a temas como as "smart e sensing cities", com o objetivo de fazer convergir iniciativas dispersas no âmbito destes novos desafios para o futuro das cidades.


Reflexão sobre os Grupos Permanentes da APDSI

A Direção da Associação iniciou um processo de renovação e dinamização dos vários grupos permanentes com o objetivo de atrair novos colaboradores centrados em tecnologias "quentes" que marcam o presente, dando ao mesmo tempo sequência às perspectivas do Grupo dos Futuros, com impacto em diversos setores como a Saúde, o Território, a Justiça, o Negócio Eletrónico, a Inclusão, Arte e Cultura, entre outros.

Inscreva-se nos Grupos de Trabalho da APDSI.